OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Secção para assuntos ligados ao aproveitamento da energia solar para aquecimento.
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miguelanjosousa
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OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por miguelanjosousa »

meus amigos, vejam bem este ficheiro que está em anexo, correspondente a uma resposta da pmelink a quem queria entrar na corrida.....

a vergonha de que quer vingar na vida,

miguel

envio assim, pk não consegui copiar para aki.
Anexos

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jbaptista
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por jbaptista »

cá vai amigo miguel!


critérios para a atribuição do subsídio do estado:

nos termos da alínea b) do n.º1 da clausula sexta do protocolo firmado entre o estado e as instituições de crédito (cgd, bes, millenniumbcp e bpi, e posteriormente com o santander e a cca), é da responsabilidade destas contratar um ou mais intermediários, consoante se mostre mais eficiente, que, entre outras funções, deverão seleccionar as entidades que garantam o fornecimento, a instalação e a manutenção de painéis solares térmicos e equipamento acessório, certificados nos termos legais.

a selecção deve respeitar um conjunto de requisitos, previamente definidos pelo estado e comunicados às instituições de crédito, que permitam garantir o cumprimento dos objectivos subjacentes à atribuição do subsídio, tais como:

- a optimização da vantagem financeira efectiva concedida aos consumidores sob a forma de comparticipação do estado no custo dos equipamentos;
- a garantia da qualidade dos equipamentos e dos serviços inerentes à sua instalação e manutenção;
- a capacidade de prestação dos ditos serviços de acordo com as exigências dos consumidores finais, objectivos esses que são essenciais à promoção e reforço da utilização de energias renováveis e ao aumento dos níveis de eficiência energética nacionais.

os requisitos que devem ser observados no fornecimento, instalação e manutenção de painéis solares térmicos e equipamentos acessórios, de forma a garantir o sucesso da medida e a minimizar os riscos associados à sua implementação, e dos quais depende a comparticipação do estado, são os seguintes:

- disponibilização de produtos “chave-na-mão”, assumindo total responsabilidade “back-to-back” pelos seguintes processos:
- fornecimento do equipamento;
- instalação do equipamento;
- garantia de 6 anos no equipamento e sua instalação;
- contrato de manutenção de 6 anos, com uma inspecção periódica anual.
- entidades certificadas pelas normas portuguesas e europeias e instalações realizadas apenas por instaladores que possuam c.a.p.;
- capacidade de instalação e manutenção dos equipamentos em todo o território nacional de acordo com os níveis de qualidade de serviço pré-definidos;
- disponibilização de 3 soluções técnicas alternativas:
- termossifão de 200l, com sistema certificado solar keymark;
- termossifão de 300l, com sistema certificado solar keymark;
- circulação forçada de 300l com colector certificado com solar keymark.
- preços para solução “chave-na-mão” que sejam compatíveis com as soluções de água quente existentes, em valores não superiores a:
- termossifão de 200l: 2.720 €/solução (c/ iva);
- termossifão de 300l: 3.550 €/solução (c/ iva);
- circulação forçada de 300l: 4.870 €/solução (c/ iva).
- capacidade de produção, instalação e manutenção de qualquer uma das 3 soluções em grande escala, independentemente de qualquer volume mínimo de vendas garantido:
- volume de produção e instalação anual de painéis solares: > 50.000 m2;
- volume de produção e instalação mensal de painéis solares: > 5.000 m2;
- número de instalações mensais > 2.000.
- capacidade de produção, instalação e manutenção de equipamentos muito flexível com cumprimento de níveis mínimos de qualidade de serviço:
- contacto com consumidor para marcação de visita para instalação: <3 dias;
- deslocação ao consumidor para instalação: < 4 semanas;
- tempo de instalação do equipamento: < 4 dias;
- tempo médio de reparação/reposição/manutenção: < 2 semanas;
- disponibilização de call centre/help desk para apoio ao consumidor:
- horário de funcionamento: dias úteis, 9h – 18h
- tempo de espera para atendimento de chamada: < 60 segundos
- entidades que demonstrem possuir uma autonomia financeira superior a 25%

para mais informações temos ao seu dispor o serviço de apoio ao cliente, através da linha- 707 200 636 - ou do email [email protected].


haverá alguma empresa na europa com este requisitos?
enfim... o que é preciso é dizer alguma coisa depois logo se vê... ó socrates isto não é vender fogaças...


Autor do tópico
miguelanjosousa
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por miguelanjosousa »

eu acredito que isto seja para os apanhados!!!!!!

miguel


jbaptista
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por jbaptista »

de certeza! ainda vamos todos aparecer no programa daquele gajo careca da tv... n sei o nome.



autonomia financeira superior a 25%???? não querem pôr a galp a instalar tb?


Autor do tópico
miguelanjosousa
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por miguelanjosousa »

produção maluca de paineis por mês?
onde está está um fabricante portugues?
afinal são a exportações que estão na berra e à que impulssionar as export's, mas com isto é só entrar materia no tuga!!!!!

a guerra do diz que disse, lá está!!!

miguel


brsantos
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por brsantos »

o que se passa em portugal é abolutamente inacreditável, visto que no geral nós somos como o burro que está em cima da ponte, e não sabemos o que escolher, ou a erva fresca ou a palha seca.

aqui fica a minha opinião: temos de deixar de uma vez por todas de ser o " velho do restelo " e não alinhar no bota abaixo. certo é que este novo programa não é perfeito e de certeza que tem alhun buracos e mais alguns podres, mas é um programa de investimento que vai ser o trampolim para entrarmos definitivamente na "era" da renovaveis.
ora vejamos: bem ou mal ( isto é discutivel) o estado facilita, aparentemente, a compra dos equipamentos, e pelas simulações que já fiz na net o custo mesal a pagar ao banco não chega sequer a uma botija de gás, por mês!!!!!!
dá que pensar, não?
no fundo o estado dá um incentivo de cerca de 1500 euros e isto é um melhor do que sermos nós a ter de pagar absolutamente tudo nos nossos bolsos "vazios"...

quem tiver melhorias a propor elas são bemvindas e todos juntos fazemos a força.


pirika
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por pirika »

o triste de toda esta situação é que os paineis custavam x e agora com os 1640 euros de apoio do estado passaram a custar x + y, o que leva a crer que os preços foram bastante inflacionados, o que não é justo...


tvcrabo
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por tvcrabo »

sugiro o seguinte,

os bancos são um negocio como outro qualquer. quem estiver interessado que se apresente nos balcoes dos 6 bancos em causa e peça um orçamento a cada um. de seguida é ncessário negociar o valor pressionando para que este baixe. vamos la colocar alguma justiça nesta cena toda sff.


raposo
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por raposo »

novo!!!!!!!!!!


critérios para a atribuição do subsídio do estado
nos termos da alínea b) do n.º1 da clausula sexta do protocolo firmado entre o estado e as instituições de crédito (cgd, bes, millenniumbcp e bpi, e posteriormente com o santander e a cca), é da responsabilidade destas contratar um ou mais intermediários, consoante se mostre mais eficiente, que, entre outras funções, deverão seleccionar as entidades que garantam o fornecimento, a instalação e a manutenção de painéis solares térmicos e equipamento acessório, certificados nos termos legais.
a selecção deve respeitar um conjunto de requisitos, previamente definidos pelo estado e comunicados às instituições de crédito, que permitam garantir o cumprimento dos objectivos subjacentes à atribuição do subsídio, tais como:
a optimização da vantagem financeira efectiva concedida aos consumidores sob a forma de comparticipação do estado no custo dos equipamentos;
a garantia da qualidade dos equipamentos e dos serviços inerentes à sua instalação e manutenção;
e
a capacidade de prestação dos ditos serviços de acordo com as exigências dos consumidores finais, objectivos esses que são essenciais à promoção e reforço da utilização de energias renováveis e ao aumento dos níveis de eficiência energética nacionais.
os requisitos que devem ser observados no fornecimento, instalação e manutenção de painéis solares térmicos e equipamentos acessórios, de forma a garantir o sucesso da medida e a minimizar os riscos associados à sua implementação, e dos quais depende a comparticipação do estado, são os seguintes:
disponibilização de produtos “chave-na-mão”, assumindo total responsabilidade “back-to-back” pelos seguintes processos:
fornecimento do equipamento;
instalação do equipamento;
garantia de 6 anos no equipamento e sua instalação;
contrato de manutenção de 6 anos, com uma inspecção periódica anual.
entidades certificadas pelas normas portuguesas e europeias e instalações realizadas apenas por instaladores que possuam c.a.p.;
capacidade de instalação e manutenção dos equipamentos em todo o território nacional de acordo com os níveis de qualidade de serviço pré-definidos;
disponibilização de 3 soluções técnicas alternativas:
termossifão de 200l, com sistema certificado solar keymark;
termossifão de 300l, com sistema certificado solar keymark;
circulação forçada de 300l com colector certificado com solar keymark.
preços para solução “chave-na-mão” que sejam compatíveis com as soluções de água quente existentes, em valores não superiores a:
termossifão de 200l: 2.720 €/solução (c/ iva);
termossifão de 300l: 3.550 €/solução (c/ iva);
circulação forçada de 300l: 4.870 €/solução (c/ iva).
capacidade de produção, instalação e manutenção de qualquer uma das 3 soluções em grande escala, independentemente de qualquer volume mínimo de vendas garantido:
volume de produção e instalação anual de painéis solares: > 50.000 m2;
volume de produção e instalação mensal de painéis solares: > 5.000 m2;
número de instalações mensais > 2.000.
capacidade de produção, instalação e manutenção de equipamentos muito flexível com cumprimento de níveis mínimos de qualidade de serviço:
contacto com consumidor para marcação de visita para instalação: <3 dias;
deslocação ao consumidor para instalação: < 4 semanas;
tempo de instalação do equipamento: < 4 dias;
tempo médio de reparação/reposição/manutenção: < 2 semanas;
disponibilização de call centre/help desk para apoio ao consumidor:
horário de funcionamento: dias úteis, 9h – 18h
tempo de espera para atendimento de chamada: < 60 segundos
entidades que demonstrem possuir uma autonomia financeira superior a 25%

para mais informações temos ao seu dispor o serviço de apoio ao cliente, através da linha- 707 200 636 - ou do email [email protected].


cblfreitas
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por cblfreitas »

relativamente aos preços apresentados, a mim não me parece nada exagerado. é preciso pensar que o preço tem incluida a instalação e manutenção durante o período de garantia (6 anos).

o que me parece aberrante no meio disto tudo, é na verdade o papel das empresas instaladoras. estas deixam simplesmente de ganhar a margem dos equipamentos que instalam e tem simplesmente que se sujeitar ao valor que é dado à instalação. o problema é que o valor da instalação (segundo já li por aí) andará ao redor dos 400 € para uma instalação básica. se consideramos que uma instalação completa demora em média cerca de 20 horas de trabalho efectivo, que um instalador tem que possuir e amortizar uma viatura, ferramentas (algumas bem caras), material de protecção e segurança, meios de elevação de carga, instalações; tem que pagar segurança social, impostos com tributação autónoma, pagamentos por conta ao estado, tem que pagar certificações, alvarás, etc. etc., eu francamente não entendo muito bem como é que se pode fazer uma instalação bem feita, com materiais correctos, bem dimensionados e de boa qualidade dentro daquele preço.
eu não sou instalador, mas já acompanhei algumas instalações e sei bem que nem tudo é sempre tão simples como às vezes parece. e também sei que um instalador pode ter determinados cuidados para minimizar perdas de calor, aumentar eficiências, etc. coisas que se fazem de boa vontade quando não se está a trabalhar para aquecer, mas que simplesmente não se podem fazer porque quando nos cortam as unhas demasiado rentes, acabamos por perder a sensibilidade.
eu não sei, mas a ser verdade o que já li, tenho a certeza de que fugiria a 7 pés de qualquer instalação dentro deste programa.

relativamente aos critérios, já nem vou comentar, porque simplesmente se continua a atirar areia para os olhos de toda a gente. o único aspecto que até me parece insteressante é o facto de os kits termossifão terem que ter marca solar keymark para o sistema. é que a maior parte dos fabricantes parte do príncipio que lhe basta ter o painel certificado para por lá o simbolozinho. e a verdade é que a maior parte dos sistemas termossifão não são certificados. só isto põe de parte a maior parte dos fabricantes de painéis que operam em portugal (ou então só entram para a circulação forçada).....


cblfreitas
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO

Mensagem por cblfreitas »

outra coisa que me espanta é como é que a ao sol consegue ter uma autonomia financeira superior a 25%. eu não percebo nada de finanças, mas entre as empresas à beira da falência (pelo menos é o que consta) somos capazes de estar perante um case study. ou será que a martifer já tomou o capital da ao sol?

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