OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
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miguelanjosousa
Autor do tópico - Membro Silver

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OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
meus amigos, vejam bem este ficheiro que está em anexo, correspondente a uma resposta da pmelink a quem queria entrar na corrida.....
a vergonha de que quer vingar na vida,
miguel
envio assim, pk não consegui copiar para aki.
a vergonha de que quer vingar na vida,
miguel
envio assim, pk não consegui copiar para aki.
- Anexos
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jbaptista
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
cá vai amigo miguel!
critérios para a atribuição do subsídio do estado:
nos termos da alínea b) do n.º1 da clausula sexta do protocolo firmado entre o estado e as instituições de crédito (cgd, bes, millenniumbcp e bpi, e posteriormente com o santander e a cca), é da responsabilidade destas contratar um ou mais intermediários, consoante se mostre mais eficiente, que, entre outras funções, deverão seleccionar as entidades que garantam o fornecimento, a instalação e a manutenção de painéis solares térmicos e equipamento acessório, certificados nos termos legais.
a selecção deve respeitar um conjunto de requisitos, previamente definidos pelo estado e comunicados às instituições de crédito, que permitam garantir o cumprimento dos objectivos subjacentes à atribuição do subsídio, tais como:
- a optimização da vantagem financeira efectiva concedida aos consumidores sob a forma de comparticipação do estado no custo dos equipamentos;
- a garantia da qualidade dos equipamentos e dos serviços inerentes à sua instalação e manutenção;
- a capacidade de prestação dos ditos serviços de acordo com as exigências dos consumidores finais, objectivos esses que são essenciais à promoção e reforço da utilização de energias renováveis e ao aumento dos níveis de eficiência energética nacionais.
os requisitos que devem ser observados no fornecimento, instalação e manutenção de painéis solares térmicos e equipamentos acessórios, de forma a garantir o sucesso da medida e a minimizar os riscos associados à sua implementação, e dos quais depende a comparticipação do estado, são os seguintes:
- disponibilização de produtos “chave-na-mão”, assumindo total responsabilidade “back-to-back” pelos seguintes processos:
- fornecimento do equipamento;
- instalação do equipamento;
- garantia de 6 anos no equipamento e sua instalação;
- contrato de manutenção de 6 anos, com uma inspecção periódica anual.
- entidades certificadas pelas normas portuguesas e europeias e instalações realizadas apenas por instaladores que possuam c.a.p.;
- capacidade de instalação e manutenção dos equipamentos em todo o território nacional de acordo com os níveis de qualidade de serviço pré-definidos;
- disponibilização de 3 soluções técnicas alternativas:
- termossifão de 200l, com sistema certificado solar keymark;
- termossifão de 300l, com sistema certificado solar keymark;
- circulação forçada de 300l com colector certificado com solar keymark.
- preços para solução “chave-na-mão” que sejam compatíveis com as soluções de água quente existentes, em valores não superiores a:
- termossifão de 200l: 2.720 €/solução (c/ iva);
- termossifão de 300l: 3.550 €/solução (c/ iva);
- circulação forçada de 300l: 4.870 €/solução (c/ iva).
- capacidade de produção, instalação e manutenção de qualquer uma das 3 soluções em grande escala, independentemente de qualquer volume mínimo de vendas garantido:
- volume de produção e instalação anual de painéis solares: > 50.000 m2;
- volume de produção e instalação mensal de painéis solares: > 5.000 m2;
- número de instalações mensais > 2.000.
- capacidade de produção, instalação e manutenção de equipamentos muito flexível com cumprimento de níveis mínimos de qualidade de serviço:
- contacto com consumidor para marcação de visita para instalação: <3 dias;
- deslocação ao consumidor para instalação: < 4 semanas;
- tempo de instalação do equipamento: < 4 dias;
- tempo médio de reparação/reposição/manutenção: < 2 semanas;
- disponibilização de call centre/help desk para apoio ao consumidor:
- horário de funcionamento: dias úteis, 9h – 18h
- tempo de espera para atendimento de chamada: < 60 segundos
- entidades que demonstrem possuir uma autonomia financeira superior a 25%
para mais informações temos ao seu dispor o serviço de apoio ao cliente, através da linha- 707 200 636 - ou do email [email protected].
haverá alguma empresa na europa com este requisitos?
enfim... o que é preciso é dizer alguma coisa depois logo se vê... ó socrates isto não é vender fogaças...
critérios para a atribuição do subsídio do estado:
nos termos da alínea b) do n.º1 da clausula sexta do protocolo firmado entre o estado e as instituições de crédito (cgd, bes, millenniumbcp e bpi, e posteriormente com o santander e a cca), é da responsabilidade destas contratar um ou mais intermediários, consoante se mostre mais eficiente, que, entre outras funções, deverão seleccionar as entidades que garantam o fornecimento, a instalação e a manutenção de painéis solares térmicos e equipamento acessório, certificados nos termos legais.
a selecção deve respeitar um conjunto de requisitos, previamente definidos pelo estado e comunicados às instituições de crédito, que permitam garantir o cumprimento dos objectivos subjacentes à atribuição do subsídio, tais como:
- a optimização da vantagem financeira efectiva concedida aos consumidores sob a forma de comparticipação do estado no custo dos equipamentos;
- a garantia da qualidade dos equipamentos e dos serviços inerentes à sua instalação e manutenção;
- a capacidade de prestação dos ditos serviços de acordo com as exigências dos consumidores finais, objectivos esses que são essenciais à promoção e reforço da utilização de energias renováveis e ao aumento dos níveis de eficiência energética nacionais.
os requisitos que devem ser observados no fornecimento, instalação e manutenção de painéis solares térmicos e equipamentos acessórios, de forma a garantir o sucesso da medida e a minimizar os riscos associados à sua implementação, e dos quais depende a comparticipação do estado, são os seguintes:
- disponibilização de produtos “chave-na-mão”, assumindo total responsabilidade “back-to-back” pelos seguintes processos:
- fornecimento do equipamento;
- instalação do equipamento;
- garantia de 6 anos no equipamento e sua instalação;
- contrato de manutenção de 6 anos, com uma inspecção periódica anual.
- entidades certificadas pelas normas portuguesas e europeias e instalações realizadas apenas por instaladores que possuam c.a.p.;
- capacidade de instalação e manutenção dos equipamentos em todo o território nacional de acordo com os níveis de qualidade de serviço pré-definidos;
- disponibilização de 3 soluções técnicas alternativas:
- termossifão de 200l, com sistema certificado solar keymark;
- termossifão de 300l, com sistema certificado solar keymark;
- circulação forçada de 300l com colector certificado com solar keymark.
- preços para solução “chave-na-mão” que sejam compatíveis com as soluções de água quente existentes, em valores não superiores a:
- termossifão de 200l: 2.720 €/solução (c/ iva);
- termossifão de 300l: 3.550 €/solução (c/ iva);
- circulação forçada de 300l: 4.870 €/solução (c/ iva).
- capacidade de produção, instalação e manutenção de qualquer uma das 3 soluções em grande escala, independentemente de qualquer volume mínimo de vendas garantido:
- volume de produção e instalação anual de painéis solares: > 50.000 m2;
- volume de produção e instalação mensal de painéis solares: > 5.000 m2;
- número de instalações mensais > 2.000.
- capacidade de produção, instalação e manutenção de equipamentos muito flexível com cumprimento de níveis mínimos de qualidade de serviço:
- contacto com consumidor para marcação de visita para instalação: <3 dias;
- deslocação ao consumidor para instalação: < 4 semanas;
- tempo de instalação do equipamento: < 4 dias;
- tempo médio de reparação/reposição/manutenção: < 2 semanas;
- disponibilização de call centre/help desk para apoio ao consumidor:
- horário de funcionamento: dias úteis, 9h – 18h
- tempo de espera para atendimento de chamada: < 60 segundos
- entidades que demonstrem possuir uma autonomia financeira superior a 25%
para mais informações temos ao seu dispor o serviço de apoio ao cliente, através da linha- 707 200 636 - ou do email [email protected].
haverá alguma empresa na europa com este requisitos?
enfim... o que é preciso é dizer alguma coisa depois logo se vê... ó socrates isto não é vender fogaças...
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miguelanjosousa
Autor do tópico - Membro Silver

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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
eu acredito que isto seja para os apanhados!!!!!!
miguel
miguel
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jbaptista
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
de certeza! ainda vamos todos aparecer no programa daquele gajo careca da tv... n sei o nome.
autonomia financeira superior a 25%???? não querem pôr a galp a instalar tb?
autonomia financeira superior a 25%???? não querem pôr a galp a instalar tb?
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miguelanjosousa
Autor do tópico - Membro Silver

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- Registado: segunda fev 23, 2009 8:38 am
Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
produção maluca de paineis por mês?
onde está está um fabricante portugues?
afinal são a exportações que estão na berra e à que impulssionar as export's, mas com isto é só entrar materia no tuga!!!!!
a guerra do diz que disse, lá está!!!
miguel
onde está está um fabricante portugues?
afinal são a exportações que estão na berra e à que impulssionar as export's, mas com isto é só entrar materia no tuga!!!!!
a guerra do diz que disse, lá está!!!
miguel
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brsantos
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- Registado: quinta mar 12, 2009 9:52 pm
Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
o que se passa em portugal é abolutamente inacreditável, visto que no geral nós somos como o burro que está em cima da ponte, e não sabemos o que escolher, ou a erva fresca ou a palha seca.
aqui fica a minha opinião: temos de deixar de uma vez por todas de ser o " velho do restelo " e não alinhar no bota abaixo. certo é que este novo programa não é perfeito e de certeza que tem alhun buracos e mais alguns podres, mas é um programa de investimento que vai ser o trampolim para entrarmos definitivamente na "era" da renovaveis.
ora vejamos: bem ou mal ( isto é discutivel) o estado facilita, aparentemente, a compra dos equipamentos, e pelas simulações que já fiz na net o custo mesal a pagar ao banco não chega sequer a uma botija de gás, por mês!!!!!!
dá que pensar, não?
no fundo o estado dá um incentivo de cerca de 1500 euros e isto é um melhor do que sermos nós a ter de pagar absolutamente tudo nos nossos bolsos "vazios"...
quem tiver melhorias a propor elas são bemvindas e todos juntos fazemos a força.
aqui fica a minha opinião: temos de deixar de uma vez por todas de ser o " velho do restelo " e não alinhar no bota abaixo. certo é que este novo programa não é perfeito e de certeza que tem alhun buracos e mais alguns podres, mas é um programa de investimento que vai ser o trampolim para entrarmos definitivamente na "era" da renovaveis.
ora vejamos: bem ou mal ( isto é discutivel) o estado facilita, aparentemente, a compra dos equipamentos, e pelas simulações que já fiz na net o custo mesal a pagar ao banco não chega sequer a uma botija de gás, por mês!!!!!!
dá que pensar, não?
no fundo o estado dá um incentivo de cerca de 1500 euros e isto é um melhor do que sermos nós a ter de pagar absolutamente tudo nos nossos bolsos "vazios"...
quem tiver melhorias a propor elas são bemvindas e todos juntos fazemos a força.
-
pirika
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- Registado: terça jan 06, 2009 5:23 pm
Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
o triste de toda esta situação é que os paineis custavam x e agora com os 1640 euros de apoio do estado passaram a custar x + y, o que leva a crer que os preços foram bastante inflacionados, o que não é justo...
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tvcrabo
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
sugiro o seguinte,
os bancos são um negocio como outro qualquer. quem estiver interessado que se apresente nos balcoes dos 6 bancos em causa e peça um orçamento a cada um. de seguida é ncessário negociar o valor pressionando para que este baixe. vamos la colocar alguma justiça nesta cena toda sff.
os bancos são um negocio como outro qualquer. quem estiver interessado que se apresente nos balcoes dos 6 bancos em causa e peça um orçamento a cada um. de seguida é ncessário negociar o valor pressionando para que este baixe. vamos la colocar alguma justiça nesta cena toda sff.
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raposo
- Membro Silver

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- Registado: domingo ago 03, 2008 6:12 am
Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
novo!!!!!!!!!!
critérios para a atribuição do subsídio do estado
nos termos da alínea b) do n.º1 da clausula sexta do protocolo firmado entre o estado e as instituições de crédito (cgd, bes, millenniumbcp e bpi, e posteriormente com o santander e a cca), é da responsabilidade destas contratar um ou mais intermediários, consoante se mostre mais eficiente, que, entre outras funções, deverão seleccionar as entidades que garantam o fornecimento, a instalação e a manutenção de painéis solares térmicos e equipamento acessório, certificados nos termos legais.
a selecção deve respeitar um conjunto de requisitos, previamente definidos pelo estado e comunicados às instituições de crédito, que permitam garantir o cumprimento dos objectivos subjacentes à atribuição do subsídio, tais como:
a optimização da vantagem financeira efectiva concedida aos consumidores sob a forma de comparticipação do estado no custo dos equipamentos;
a garantia da qualidade dos equipamentos e dos serviços inerentes à sua instalação e manutenção;
e
a capacidade de prestação dos ditos serviços de acordo com as exigências dos consumidores finais, objectivos esses que são essenciais à promoção e reforço da utilização de energias renováveis e ao aumento dos níveis de eficiência energética nacionais.
os requisitos que devem ser observados no fornecimento, instalação e manutenção de painéis solares térmicos e equipamentos acessórios, de forma a garantir o sucesso da medida e a minimizar os riscos associados à sua implementação, e dos quais depende a comparticipação do estado, são os seguintes:
disponibilização de produtos “chave-na-mão”, assumindo total responsabilidade “back-to-back” pelos seguintes processos:
fornecimento do equipamento;
instalação do equipamento;
garantia de 6 anos no equipamento e sua instalação;
contrato de manutenção de 6 anos, com uma inspecção periódica anual.
entidades certificadas pelas normas portuguesas e europeias e instalações realizadas apenas por instaladores que possuam c.a.p.;
capacidade de instalação e manutenção dos equipamentos em todo o território nacional de acordo com os níveis de qualidade de serviço pré-definidos;
disponibilização de 3 soluções técnicas alternativas:
termossifão de 200l, com sistema certificado solar keymark;
termossifão de 300l, com sistema certificado solar keymark;
circulação forçada de 300l com colector certificado com solar keymark.
preços para solução “chave-na-mão” que sejam compatíveis com as soluções de água quente existentes, em valores não superiores a:
termossifão de 200l: 2.720 €/solução (c/ iva);
termossifão de 300l: 3.550 €/solução (c/ iva);
circulação forçada de 300l: 4.870 €/solução (c/ iva).
capacidade de produção, instalação e manutenção de qualquer uma das 3 soluções em grande escala, independentemente de qualquer volume mínimo de vendas garantido:
volume de produção e instalação anual de painéis solares: > 50.000 m2;
volume de produção e instalação mensal de painéis solares: > 5.000 m2;
número de instalações mensais > 2.000.
capacidade de produção, instalação e manutenção de equipamentos muito flexível com cumprimento de níveis mínimos de qualidade de serviço:
contacto com consumidor para marcação de visita para instalação: <3 dias;
deslocação ao consumidor para instalação: < 4 semanas;
tempo de instalação do equipamento: < 4 dias;
tempo médio de reparação/reposição/manutenção: < 2 semanas;
disponibilização de call centre/help desk para apoio ao consumidor:
horário de funcionamento: dias úteis, 9h – 18h
tempo de espera para atendimento de chamada: < 60 segundos
entidades que demonstrem possuir uma autonomia financeira superior a 25%
para mais informações temos ao seu dispor o serviço de apoio ao cliente, através da linha- 707 200 636 - ou do email [email protected].
critérios para a atribuição do subsídio do estado
nos termos da alínea b) do n.º1 da clausula sexta do protocolo firmado entre o estado e as instituições de crédito (cgd, bes, millenniumbcp e bpi, e posteriormente com o santander e a cca), é da responsabilidade destas contratar um ou mais intermediários, consoante se mostre mais eficiente, que, entre outras funções, deverão seleccionar as entidades que garantam o fornecimento, a instalação e a manutenção de painéis solares térmicos e equipamento acessório, certificados nos termos legais.
a selecção deve respeitar um conjunto de requisitos, previamente definidos pelo estado e comunicados às instituições de crédito, que permitam garantir o cumprimento dos objectivos subjacentes à atribuição do subsídio, tais como:
a optimização da vantagem financeira efectiva concedida aos consumidores sob a forma de comparticipação do estado no custo dos equipamentos;
a garantia da qualidade dos equipamentos e dos serviços inerentes à sua instalação e manutenção;
e
a capacidade de prestação dos ditos serviços de acordo com as exigências dos consumidores finais, objectivos esses que são essenciais à promoção e reforço da utilização de energias renováveis e ao aumento dos níveis de eficiência energética nacionais.
os requisitos que devem ser observados no fornecimento, instalação e manutenção de painéis solares térmicos e equipamentos acessórios, de forma a garantir o sucesso da medida e a minimizar os riscos associados à sua implementação, e dos quais depende a comparticipação do estado, são os seguintes:
disponibilização de produtos “chave-na-mão”, assumindo total responsabilidade “back-to-back” pelos seguintes processos:
fornecimento do equipamento;
instalação do equipamento;
garantia de 6 anos no equipamento e sua instalação;
contrato de manutenção de 6 anos, com uma inspecção periódica anual.
entidades certificadas pelas normas portuguesas e europeias e instalações realizadas apenas por instaladores que possuam c.a.p.;
capacidade de instalação e manutenção dos equipamentos em todo o território nacional de acordo com os níveis de qualidade de serviço pré-definidos;
disponibilização de 3 soluções técnicas alternativas:
termossifão de 200l, com sistema certificado solar keymark;
termossifão de 300l, com sistema certificado solar keymark;
circulação forçada de 300l com colector certificado com solar keymark.
preços para solução “chave-na-mão” que sejam compatíveis com as soluções de água quente existentes, em valores não superiores a:
termossifão de 200l: 2.720 €/solução (c/ iva);
termossifão de 300l: 3.550 €/solução (c/ iva);
circulação forçada de 300l: 4.870 €/solução (c/ iva).
capacidade de produção, instalação e manutenção de qualquer uma das 3 soluções em grande escala, independentemente de qualquer volume mínimo de vendas garantido:
volume de produção e instalação anual de painéis solares: > 50.000 m2;
volume de produção e instalação mensal de painéis solares: > 5.000 m2;
número de instalações mensais > 2.000.
capacidade de produção, instalação e manutenção de equipamentos muito flexível com cumprimento de níveis mínimos de qualidade de serviço:
contacto com consumidor para marcação de visita para instalação: <3 dias;
deslocação ao consumidor para instalação: < 4 semanas;
tempo de instalação do equipamento: < 4 dias;
tempo médio de reparação/reposição/manutenção: < 2 semanas;
disponibilização de call centre/help desk para apoio ao consumidor:
horário de funcionamento: dias úteis, 9h – 18h
tempo de espera para atendimento de chamada: < 60 segundos
entidades que demonstrem possuir uma autonomia financeira superior a 25%
para mais informações temos ao seu dispor o serviço de apoio ao cliente, através da linha- 707 200 636 - ou do email [email protected].
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cblfreitas
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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
relativamente aos preços apresentados, a mim não me parece nada exagerado. é preciso pensar que o preço tem incluida a instalação e manutenção durante o período de garantia (6 anos).
o que me parece aberrante no meio disto tudo, é na verdade o papel das empresas instaladoras. estas deixam simplesmente de ganhar a margem dos equipamentos que instalam e tem simplesmente que se sujeitar ao valor que é dado à instalação. o problema é que o valor da instalação (segundo já li por aí) andará ao redor dos 400 € para uma instalação básica. se consideramos que uma instalação completa demora em média cerca de 20 horas de trabalho efectivo, que um instalador tem que possuir e amortizar uma viatura, ferramentas (algumas bem caras), material de protecção e segurança, meios de elevação de carga, instalações; tem que pagar segurança social, impostos com tributação autónoma, pagamentos por conta ao estado, tem que pagar certificações, alvarás, etc. etc., eu francamente não entendo muito bem como é que se pode fazer uma instalação bem feita, com materiais correctos, bem dimensionados e de boa qualidade dentro daquele preço.
eu não sou instalador, mas já acompanhei algumas instalações e sei bem que nem tudo é sempre tão simples como às vezes parece. e também sei que um instalador pode ter determinados cuidados para minimizar perdas de calor, aumentar eficiências, etc. coisas que se fazem de boa vontade quando não se está a trabalhar para aquecer, mas que simplesmente não se podem fazer porque quando nos cortam as unhas demasiado rentes, acabamos por perder a sensibilidade.
eu não sei, mas a ser verdade o que já li, tenho a certeza de que fugiria a 7 pés de qualquer instalação dentro deste programa.
relativamente aos critérios, já nem vou comentar, porque simplesmente se continua a atirar areia para os olhos de toda a gente. o único aspecto que até me parece insteressante é o facto de os kits termossifão terem que ter marca solar keymark para o sistema. é que a maior parte dos fabricantes parte do príncipio que lhe basta ter o painel certificado para por lá o simbolozinho. e a verdade é que a maior parte dos sistemas termossifão não são certificados. só isto põe de parte a maior parte dos fabricantes de painéis que operam em portugal (ou então só entram para a circulação forçada).....
o que me parece aberrante no meio disto tudo, é na verdade o papel das empresas instaladoras. estas deixam simplesmente de ganhar a margem dos equipamentos que instalam e tem simplesmente que se sujeitar ao valor que é dado à instalação. o problema é que o valor da instalação (segundo já li por aí) andará ao redor dos 400 € para uma instalação básica. se consideramos que uma instalação completa demora em média cerca de 20 horas de trabalho efectivo, que um instalador tem que possuir e amortizar uma viatura, ferramentas (algumas bem caras), material de protecção e segurança, meios de elevação de carga, instalações; tem que pagar segurança social, impostos com tributação autónoma, pagamentos por conta ao estado, tem que pagar certificações, alvarás, etc. etc., eu francamente não entendo muito bem como é que se pode fazer uma instalação bem feita, com materiais correctos, bem dimensionados e de boa qualidade dentro daquele preço.
eu não sou instalador, mas já acompanhei algumas instalações e sei bem que nem tudo é sempre tão simples como às vezes parece. e também sei que um instalador pode ter determinados cuidados para minimizar perdas de calor, aumentar eficiências, etc. coisas que se fazem de boa vontade quando não se está a trabalhar para aquecer, mas que simplesmente não se podem fazer porque quando nos cortam as unhas demasiado rentes, acabamos por perder a sensibilidade.
eu não sei, mas a ser verdade o que já li, tenho a certeza de que fugiria a 7 pés de qualquer instalação dentro deste programa.
relativamente aos critérios, já nem vou comentar, porque simplesmente se continua a atirar areia para os olhos de toda a gente. o único aspecto que até me parece insteressante é o facto de os kits termossifão terem que ter marca solar keymark para o sistema. é que a maior parte dos fabricantes parte do príncipio que lhe basta ter o painel certificado para por lá o simbolozinho. e a verdade é que a maior parte dos sistemas termossifão não são certificados. só isto põe de parte a maior parte dos fabricantes de painéis que operam em portugal (ou então só entram para a circulação forçada).....
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cblfreitas
- Membro Silver

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Re: OS FAMOSOS - CRITERIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSIDIO AO ESTADO
outra coisa que me espanta é como é que a ao sol consegue ter uma autonomia financeira superior a 25%. eu não percebo nada de finanças, mas entre as empresas à beira da falência (pelo menos é o que consta) somos capazes de estar perante um case study. ou será que a martifer já tomou o capital da ao sol?

