
o aquecimento global faz parte da agenda política da chefe do governo alemão, chanceler ângela merkel, que, de visita à china, revelou o intuito em convencer o governo chinês a aderir aos objectivos ambientais das nações unidas todavia, considerando os resultados da sua primeira visita àquele país (maio de 2006), ângela merkel limitou-se a sublinhar a necessidade de defesa do ambiente.
recorda-se que, em 2006, o primeiro-ministro chinês, wen jiabao, defendeu que o seu país deve seguir um caminho diferente, salientando que "os chineses, como toda gente, também ambicionam um céu azul, montanhas verdes e água limpa". no entanto, salientou wen jiabao, a tarefa que a china tem pela frente é mais complicada do que a da alemanha, pelo que defendeu o princípio "juntos, mas com responsabilidades distintas". apesar de tudo, a chanceler alemã pôde constatar, através da imprensa local, que o parlamento chinês prevê agravar as sanções às empresas responsáveis pela poluição da água. segundo o jornal "china daily", o comité permanente da assembleia nacional popular começou a debater, anteontem, uma emenda à lei sobre o controlo da prevenção da poluição aquática. segundo o jornal, o projecto prevê a supressão do actual tecto máximo de sanções (cerca de 100 mil euros) e a sua substituição por penalizações, representando 20 a 30 por cento de perdas económicas induzidas. por outro lado, no domínio da prevenção, o projecto prevê um novo sistema de licenciamento para as indústrias produtoras de resíduos radioactivos ou tóxicos, assim como sanções às empresas que fugirem ao controlo das autoridades responsáveis pela defesa do ambiente.
fonte: jornal de notícias

