No fórum geral debatem-se temas sobre as energias renováveis e alternativeis que não se encaixem nos restantes sub fóruns.
Também serve para discutir formas de melhorar a eficiência energética.
ainda não percebi porque que existem lâmpadas nos supermercados a indicar a potencia em watts.
o que acho mais estranho é aquelas equivalências que fazem entre lâmpadas incandescentes e as fluorescentes.
por vezes vejo a dizer que uma fluorescente de 16w corresponde a uma incandescente de 60w.
porque não indicam a luminosidade das lâmpadas e dispositivos similares em lumen em vez da potência (watts)?
se indicarem a potência e a luminosidade era muito mais fácil evitar a compra de lâmpadas de baixa eficiência energética.
vou tentar procurar uma caixa de lâmpadas que tenha os lms.
a razão pela qual utilizam watts é porque a limitação de potência nos casquilhos é expressa em watts ( geralmente 40 a 60 w para candeeiros de mesa e 100 w para tecto) e não em lumens. outra são os cabos utilizados, que são limitados pela intensidade de corrente máxima que é fácil de calcular com base na potência (w)
soponho que em relacao ao consumo electrico as novas lampadas sao mais economicas e as equivalencias em watts o demonstram -menos watts os mesmos lumens demora é um pouco a aquecer e as vezes mesmo apagadas ainda piscam saber porque?
• A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural, e é o resultado de um sentimento inato do homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
a razão pela qual utilizam watts é porque a limitação de potência nos casquilhos é expressa em watts ( geralmente 40 a 60 w para candeeiros de mesa e 100 w para tecto) e não em lumens. outra são os cabos utilizados, que são limitados pela intensidade de corrente máxima que é fácil de calcular com base na potência (w)
sim, mas podiam indicar em watts e lumens e o consumidor fazer uma relação.
ventoinhas Escreveu:soponho que em relacao ao consumo electrico as novas lampadas sao mais economicas e as equivalencias em watts o demonstram -menos watts os mesmos lumens demora é um pouco a aquecer e as vezes mesmo apagadas ainda piscam saber porque?
ventoinhas deves ter um mau contacto no interruptor, que ainda deixa passar um pouco de corrente quando está desligado.
a minha mãe tinha uma situação exactamente como a tua, arranjou-se o interruptor e pronto.
se abrirem a parte eléctrica dessas lâmpadas, dá para ver condensadores lá dentro, também pode ser disso. como são lâmpadas de baixo consumo também pode ser o dito mau contacto e a mínima passagem de energia dá para fazer a lâmpada cintilar.
quanto a darem pouca luz no inicio também reparei nisso, depois de estarem uns 10 minutos ligadas começam a dar mais limosidade. concluo que estas lampadas não são boas para divisões onde passamos menos de 10 minutos e onde andamos sempre a ligar e a desligar os interruptores.
não tenho a certeza qual a razão pela qual as lampadas fluorescentes demoram a aquecer, mas o motivo poderá ser a extensão da excitação do gás e mercúrio dentro da lâmpada e do revestimento interior.
quando a lampada arranca apenas uma pequena parte do conteúdo emite radiação aumentando com o tempo.
outra razão ligada com a primeira é baixa condutividade do gás o que leva a que a corrente seja pequena. como a condutividade aumenta com a maior excitação do gás, existe maior corrente (intensidade) e logo maior produção de radiação. em suma o mesmo que disse em cima.
a razão pela qual piscam é porque quando se desliga a lampada ainda existem moléculas excitadas que emitem radiação. outro motivo poderá ser as forças indutivas do circuito (do balastro) que acumulam energia e libertam após a abertura do circuito.
boas.
desculpem a minha intromissão mas existe um fenómeno que se passa com as lampadas fluorescentes tubulares e que consiste em que, depois de desligadas, uma das pontas do tubo fica a emitir uma luminosidade fraca e trémula que se nota muito bem no escuro. o intensidade acentua-se se pegar-mos com uma das mão no tubo de numa zona ligeiramente desviada para o centro do tubo.
não sei se é este fenómeno que se está a passar, mas se for pode ser fácilmente resolvido invertendo as ligações que vão para a lampada dentro da caixa de derivação.
ou seja:
dentro da caixa de derivação temos fase e neutro( fio preto ou castanho para "fase" e fio azul para o "neutro"). numa ligação bem feita a "fase vai para o interruptor e depois -quando ligado- segue para a lampada enquanto que o fio de "neutro" segue directamente para a lampada. deste modo ao desligar-mos o interruptor podemos mexer na lampada com segurança pois a "fase" está cortada no interruptor.
este problema acontece quando a "fase" vai para a lampada e o neutro para o interruptor, deste modo a "fase" está sempre presente num dos terminais da lampada e quer por fugas quando em ambientes humidos ou condensação quer por fugas capacitivas para a armadura fica com um brilho fraco. outra consequência é o facto da "fase" estar sempre presente na lampada mesmo com o interruptor desligado. imaginem o que é mudar a lampada com as mãos humidas em cima de um escadote metálico e com calçado de sola que andou na rua a chover ou a lavar o quintal.
já uso em minha casa fluorescentes compactas há mais de 10 anos e posso comprovar que depois de apagadas continuam a emitir uma claridade muito ténue durante um ou dois minutos ( não é a mesma coisa que piscar mas antes uma espécie de fosforescência). se o ambiente estiver em condições de perfeita obscuridade a lâmpada torna-se perfeitamente visível no escuro. isto passa-se com todas as lâmpadas que tenho em casa embora este efeito seja mais intenso numas marcas que outras. já agora, alguém me explica porque os leds ficam acesos às vezes durante vários segundos depois de os aparelhos serem desligados?
orbis,
eu acho que isso acontece por ficarem os condensadores carregados e demoram algum tempo até descarregar. as led's consomem uma ninharia, por isso esta energia residual é suficiente para mante-las acesas.
Um abraço
Hynek
Associado n.º 8 da
Associação NovaEnergia.net
boas.
quanto a existirem lampadas economizadoras onde estão expressos os lumens confirmo que ainda existem. comprei 2 este fim de semana da general electric e isso estava escrito. estava a equivalencia em watts que era de 11w=60w e respectivamente 560lm/650lm. quer isto dizer que embora fossem equivalentes emitiam menos luz.
confirmo igualmente a luminiscencia que existe quando se apaga a luz. isso deve-se ao facto do revestimento interno (pó branco) ser luminiscente. é um fenomeno parecido ao dos numeros dos relogios que brilham no escuro.
o facto de piscarem depois de desligadas é invulgar mas possivel. aconteceu-me quando as liguei num candieiro com um variador de intensidade (o que não se deve fazer e desaconselhado na embalagem)
quando punha o variador em off ele continuava a deixar passar alguma corrente que era o suficiente para provocar a luminiscencia ocasional da lampada. em interruptores normais nunca me aconteceu.
nas lampadas fluorescentes normais a fase deve ser cortada no interruptor para depois seguir em direcção ao balastro. o neutro vai directo á lampada. o arrancador fornece um "curto circuito" entre os dois polos da lampada. isto acontece por duas razões. em cada ponta da lampada existe uma pequena resistencia que serve para por em movimento o gaz que se encontra lá dentro (diferenças térmicas). ao estabelecer o circuito essas resistencias vão aquecer e o balastro magnetizar-se (por isso é que as lampadas quando não se acendem ficam com as pontas vermelhas). quando o arrancador abre o circuito as resistencias deixam de aquecer e simultaneamente dá-se o colapso magnético do balastro originando um aumento da voltagem nos pólos da lampada. quando existirem condições para isso o gaz torna-se condutor e o gaz começa a emitir radiações ultra violeta e luz. isto é valido também para os balastros electrónicos com a diferença de estes detectarem quando o ciclo da corrente se encontra no máximo para nesse momento interromper o circuito favorecendo deste modo o aumento de tensão e logo o aparecimento de luz. o gaz na realidade é uma mistura de varios gazes que emitem varias cores mas que todos juntos fazem a luz branca. a radiação ultra violeta vai "bater" no revestimento interno da lampada e excitar os atomos luminiscentes que lá se encontram libertando fotões que os nossos olhos interpretam como luz.
meter o neutro no balastro e a fase na lampada além de ser contra as normas de segurança só vai fazer com que a lampada tenha mais dificuldade em acender-se.
o facto de demorarem a emitirem o maximo de luz foi explicado muito bem pelo jeanuc á qual só acrescento que se deve a no inicio o movimento do gaz no inicio ser desordenado para depois se formar um movimento ordenado e assim o máximo de luminusidade.
os leds continuam a emitir luz depois de se desligar o circuito porque como foi dito não consomem quase nada mas como só são condutores num sentido (no outro bloqueiam a corrente) usa-se pontes rectificadoras para transformar a corrente alterna em continua e condensadores para a alisar. estes condensadores armazenam energia que vai ser cedida depois de se desligar o circuito e consequentemente iluminar o led.
um abraço.
achei que o post do ferra foi algo confuso para mim...
um lâmpada fluoresente funciona porque o gás é ionizado e nas transições de estado emite luz ultravioleta que é convertida pelo revestimento em luz visivel, não tem relação com aquecimento.
quando se tenta conduzir corrente num gás este não conduz, daí (mas não só) a presença do mercúrio. ao aquecer a lâmpada consegue-se duas coisas, vaporizar o mercúrio e aquecer as "resistências" para poderem emitirem melhor electrões e assim excitarem melhor o gás.
no arranque é necessário uma voltagem elevada para poder conduzir a corrente, mas estando o gás excitado não é necessário esta voltagem , podem baixar. o circuito de arranque deverá fazer isso.
quando o comprimento da lâmpada é grande o gás excitado concentra-se no local de produção, nas pontas e com o tempo todo o gás é excitado.
depois completo este post
boas.
jeanuc tem relação com o aquecimento no sentido de: quando se aquece um gaz vai-se criar diferenças de densidade, logo movimento. este movimento vai expor uma nova quantidade de gaz junto do electrodo e deste modo mais atomos. na minha intervenção anterior esqueci-me de referir que esse aquecimento também se destinava a facilitar a emissão de electrões (como também acontece nos cinescópios dos televisores).
mais, " para se iluminar uma lampada precisa de um minimo de energia, que depende muito da temperatura a que está submetida. quanto mais baixa for a temperatura ambiente, mais energia é necessária e portanto mais dificil é iluminar a lampada. a energia armazenada no balastro (l) é proporcional á intensidade de corrente (iso) no momento em que o interruptor do arrancador desliga: (e=liso_2 /2). a experiencia mostra que é necessário interromper uma corrente de 350ma para fazer iluminar uma lampada de 58w á temperatura de -20º, com uma tensão de arranque limitada a 1300v. portanto o melhor processo para garantir a iluminação a qualquer temperatura é dispor-se de uma corrente iso elevada. na practica a corrente iso é da ordem de 350ma para temperaturas abaixo de -10ºc e cai gradualmente até 180ma para +75ºc." (fonte: elector maio de 1999)
joão.prates esse fenómeno deve-se ao facto da dificuldade de ionizar o gaz presente na lampada e sim é mais frequente no inverno (tempo frio) pelo atrás exposto.
espero ter ajudado.