pirika Escreveu:- no ano seguinte no irs recebe-se 30% do valor investido = 804
custo total = 1876
recebes se o tiveres deduzido. eu com o empréstimo da casa e os seguros, recebo todo o irs que deduzo anualmente.
anticongelantes, tubos e acessórios, não são mão de obra, e devem vir aplicados no material, e se aplicavél, cobrados anualmente, nas vistorias, pois não são garantia, porque se forem, significa que o sistema não está bem montado.
amigo dpm, escreva em minusculas, o escrever em maiusculas tem conotação de estar a gritar, o que é comumente considerado falta de respeito.
pirika Escreveu:bom dia.
esta ultima novidade do sr.1º ministro começa amanha, mas o engraçado é q nem os bancos (aos quais vamos ter que recorrer) ainda sabem seja do q for.
esta sexta falei com amigos das 3 instituições bancárias relacionadas e nenhum deles me soube dar uma resposta relativamente às minhas questões, pois tb não sabiam.
será que algum de voces já tem novidades acerca desta questão? (para além das marcas comerciais q vão fazer as instalações)
vai ver que amanhã estará tudo operacional para os bancos começarem a receber encomendas. e entretanto nada se sabe da parte do ministério da economia sobre os critérios para fornecedores e instaladores. e como que por magia haverá uma marca com tudo preparado para venda e instalação. vendedores desta marca já há mais de uma semana que se gabavam perante revendedores de que iriam arrasar a concorrência.
será que alguém acredita que uma operação destas se prepara em dias ou meia-dúzia de semanas? o problema é a falta de informação disponível para o público.
jmal Escreveu:entendo o que diz, e não quero estar a falar de qualidade aqui e aqui, não estou a por isso em causa. no entanto isto é uma medida de excepção, ou seja, estes incentivos são para serem aplicados o mais rápido possivel como já todos chegamos à conclusão e considero que esta foi a solução encontrada para o problema, de facto meter fora do negócio muitas empresas do ramo é uma má politica, mas não deixava de ser pior ainda gastar o dinheiro na multa.
caro jmal, está a assumir que não havia tempo para preparar um programa que permitisse o envolvimento de todos os produtores que dessem garantias de qualidade. eu discordo absolutamente.
o esquema até é interessante, mas por um qualquer motivo que não quero aqui especular, nasceu torto. e ao nascer torto, apesar de boas intenções e boas ideias, não funcionará de forma justa e de acordo com as leis da conorrência.
porque é que não se inclui a possibilidade de alguém escolher o seu equipamento e instalador e depois ir ao banco pedir crédito e operacionalizar o apoio do estado? os bancos fazem milhares de operações destas todos os dias, é a especialidade deles. então não seriam capazes de montar um esquema assim?
o apoio ao solar térmico e a forte aposta em fazer crescer o mercado português para níveis onde se deveria situar já há anos, tem todo o valor e interesse. a forma como foi operacionalizada é que está errada. acredito noutra forma de fazer as coisas, ainda a tempo e com benefícios para a indústria (pequenos, grandes, produtores, importadores) e para o consumidor. é preciso é existir vontade política e também humildade para ouvir outras propostas.
para mim o tiro vai sair pela culatra ás empresas beneficiadas por este markting abusivo.
quem manda e irá mandar no mercado são os instaladores que juntamente com os clientes irão divulgar que não ganham nada em comprar um sistema a essas marcas, antes pelo contrário os equipamentos concorrentes são quase todos mais em conta que essas marcas.
e muito importante
-o instalador ganha mais dinheiro na montagem de um outro sistema, do que na montagem desses dois, que o lucro acaba por ficar nas mãos da vulcano, da ao sol e das instituições bancarias.
vai sair tudo furado, até porque a vulcano e a ao sol tem muitos amigos neste momento.))
eu acho que a inspiração do primeiro ministro neste caso e em outros vem mais da america do sul, tipo hugo chávez e isso.
-quem faria uma coisa assim do tipo:
vou conparticipar os medicamentos para os diabetes em 50% mas só a estas duas marcas "****" e "****"
será que ainda ninguem viu isto?
jbaptista Escreveu: não temos é de dar a comer a 3 ou 4 "entidades" exclusivamente.
por acaso alguém sabe aqui, o esforço que se tem de fazer para se conseguir um imopi? ter as formações em dia, certificados, contratar engenheiros, projectistas, instaladores etc.
por acaso sei, e é inci, já não é imoppi.
o que eu quero dizer é, tendo em conta a finalidade, que é massificar a coisa, tu na tua empresa tens condições para fornecer e instalar 50 000 m2 num ano? 5 000 m2 por mês? 2 000 unidades por mês? 15 dias para repor qualquer avaria? um call center com atendimento inferior a 1 minuto?
isto são referencias de qualidade, que eu considero boas. reunes essas condições? apresenta a tua proposta aos bancos, com certeza que levarão em consideração.
5 000 m2 por mês?
2 000 unidades por mês?
15 dias para repor qualquer avaria?
um call center com atendimento inferior a 1 minuto?
serão a vulcano, a aosol e a martifer capazes de ter isto tudo?
será que algum técnico nos quadros desta empresa já fez instalações em casas do cliente particular?
será que sabe dar a devida manutenção e assistência?
não me venha corrigir coisas insignificantes (imopi/inci são a mm coisa com diferentes datas...) e com estas demagogias pois nenhuma empresa em portugal consegue amanhã dia 2 de março cumprir estes pressupostos... mais valia estar calado....
eses presupostos todos como eu ja aqui referi so vão dar origem a sub contratos com todas as queixas e problemas que isso vai dar.
eu ate posso compreender que o socrates tenha pensado que de facto ao entregar o negocio aos grandes tenha garantias de que realmente consiga obter a meta a que se propoe pois tem estrutura para tal. so não aceito é que venham com discursos de que temos que ajudar o pais a enfrentar a crise quando da uma machadada na verdadeira alavanca que move portugal que sao as pme's isto vai promover mais desemprego é mais do mesmo com os subsequentes monopolios que se vão criar agora no caso do solar. ainda mais absurdo é o facto de o consumidor não puder escolher livremente quem lhe quer instalar o equipamento senão não ha beneficios. acabem com isto vendam isto tudo aos espanhois.
caro oinq. já fui "tarde" para apresentar as coisas no banco... eu e os outros todos... caso não saiba não houve informação nenhuma anterior. e se é o estado que dá os alvarás e com tanto choques técnológios pq é que não me informaram para apresentar a minha empresa? ou as outras?
de facto, esta situação não tem nada de engraçado e é até bastante complicada, principalmente para as entidades como a minha, profissionais do sector, e que dependem totalmente da venda e instalação de sistemas solares.
a medida anunciada é de todo louvável e muito bem vinda, apenas perca por tardia, más já previamos que apenas seria apresentada em altura de eleições.
o que não previamos é que esta medida fosse cozinhada, este é o termo correcto, entre o governo e as 2 entidades envolvidas, a vulcano e a martifer (sim, martifer), pois só agora se percebe o facto de a vulcano ter retomado a produção de paineis (chegou a estar interrompida por falta de escoamento de stocks) e de ter aparecido, no final do ano passado, um investidor surpresa, para investir numa empresa falida (aosol), cuja produção estava já parada desde agosto, por falta de fornecimento por parte dos seus fornecedores - imaginem quem? a martifer, claro!
na véspera do socrates apresentar esta medida, a vulcano fez uma consulta aos seus clientes instaladores habituais, para saber qual a sua capacidade de instalação e numero de pessoas afectas a este tipo de montagem, pelo que já conheciam o teor do protocolo.
após a apresentação, perguntamos de forma continuada e insistente, a todas as entidades eventualmente envolvidas, qual o teor do protocolo entre o governo e os bancos, quais os valores a apresentar, formas de nos inscrevermos, etc., para as quais nunca obtivemos resposta - nem sequer nos receberam nos mei e mf.
após muita insistência, acabarm por nos indicar, no mei, quais os requisitos necessários para fazer parte do protocolo estabelecido com os bancos, mas apenas no dia 26-02-2009, ou seja, 1 dia útil antes da entrada em vigor deste programa!
assim, os bancos ficaram encarregues de contratar um intermediário (a pme link da pt, bes e cgd), que é quem selecciona as entidades que fornecem, instalam e garantem a manutenção dos sistemas solares - desta forma, não é o governo quem selecciona as entidades, o que facilita a defesa relativa às teorias de anti-concorrência!
para poder ser seleccionado pela pme link como fornecedor, a empresa tem de produzir e instalar mais de 50.000m2 de paineis ano e instalar mensalmente 2000 sistemas, numeros que apenas poderiam ser cumpridos pela vulcano, nem sequer a aosol pode garantir esta produção, muito menos os restantes fabricantes nacionais - no entanto, e caso tivessem sido consultados com a devida antecedência, poderiam certamente estabelecer uma plataforma de entendimento entre si, de forma a corresponder a estes requisitos.
no entanto, grande parte das empresas importadoras deste tipo de equipamentos para portugal, pode garantir facilmente este numeros, caso opte por subempreitar a montagem dos sistemas aos seus clientes, pois os fabricantes europeus podem perfeitamente produzir esta quantidade de paineis - contudo, nenhuma foi consultada, nem sequer informada deste programa, pelo que não puderam inscrever-se nesta situação, e, ao contrário do que o sr. ministro disse na passada 6ª feira, não nos é possivel inscrever, porque além de não sabermos como o poderemos fazer, o prazo já deve certamente ter acabado, pois os bancos iniciam a comercialização já amanhã!
outra grande virtude deste programa, foi o facto de ter parado completamente este sector, pois todas as encomendas foram suspensas, porque os clientes e os potenciais interessados, optaram por esperar pela saida destas medidas, tal como eu o faria!
assim, e no meu entender, esta medida, que poderia ser muito benéfica para todos nós, apenas vai servir para fins eleitorais (pois apenas é válida até final deste ano!), prejudicando largamente as restantes empresas do mercado, incluindo aquelas que terão de parar a sua actividade, lançando certamente, mais uns milhares de pessoas para o desemprego...
segundo as informações que disponho, o beneficio nada tem de extraordinario e o equipamento acaba por ficar a um valor dentro dos valores de mercado.
se com algum esforço conseguirmos travar este primeiro impeto, informando os potenciais clientes que de 50% de incentivo não há nada, a vulcano e a ao sol fica na primeira forma, em igualdade de circunstancia com os outros.
como já me constou o incentivo é apenas em termos de markting.
os importadores e fabricantes tem canais ligados e esta informação, se quisermos corre muito rapido.
e muito francamente os instaladores não querem fazer instalações apenas por 400 euros.
não me parece que se consiga muitas vendas se ninguem os vai instalar
cada um na sua zona, faça uns flyer's, com preço de soluções que comercializa, e valor médio de instalação para determinadas condições, condições de assistência e vantagens da solução, condissões de crédito etc.
divulguem por ctt ou outros meios.
assim quem vai solicitar aos bancos informação, já leva informação que pode comparar e identificar pontos fracos nas propostas deles, bem como constatar se a oferta é de fachada.
é talvez uma das atitudes que tomava se estivesse no sector.
custos tem, mas abre tb novas oportunidades.
ficar parado a lamentar, vale como divulgação, não como solução no curto prazo.
agradeço a dica aos instaladores, por ser um deles.
acredite que essas já eram algumas das nossas estratégias de divulgação, mas como compreendem, é muito dificil concorrer com todos os balcões de bancos disponiveis em cada esquina, cuja agressividade comercial é enorme, além do facto de o sistema proposto pelo governo ser mais 'confiável' do que os propostos pelos instaladores credenciados e formados existentes no mercado, aos olhos dos potenciais clientes.
obviamente, será desejável divulgar massivamente a informação de que talvez os preços propostos não sejam assim tão interessantes, nem concorrenciaias aos 'nossos', mas, pelo menos no nosso caso, a capacidade de investimento em publicidade não é assim tão grande, dadas as dificuldades que já atravessavamos e as que se prevêm agora...
no meu entender, o futuro passa pelo associativismo, pois todos juntos podemos financiar uma campanha publicitária nacional que desmistifique os valores apresentados neste programa, potenciando os nossos sistemas e serviços.
outro factor muito importante é a divulgação massiva desta questão, pelo que agradeço a ajuda possivel na divulgação desta e outras informações.
o associativismo faz falta em muitos sectores, mas no verdadeiro sentido porque tb funcionam por vezes em prol de apenas alguns, infelizmente.
outra ideia
encontrem parceiros no negócio. os instaladores por concelho juntem-se.
contactem os balcões de outros bancos da vossa "zona de intervenção", e estabeleçam parcerias.
façam bem o trabalho de casa e apresentem um projecto de parceria com credibilidade, irão ser bem recebidos de certeza.
não pensem só nos bancos, pensem em juntas de freguesia, câmaras municipais, farmácias etc.
campanhas tipo: poupe aqui
pensem em campanhas a nível local e não nacional!!! aqui podem ter muitas vantagens sobre os "grandes" !!!
pseudominus Escreveu:boas pestana
o associativismo faz falta em muitos sectores, mas no verdadeiro sentido porque tb funcionam por vezes em prol de apenas alguns, infelizmente.
caro pseudominus,
este é de facto um excelente exemplo de que o associativismo faz falta. o ministro tem-se recusado a receber a apisolar e a ouvir o que a indústria tem a dizer sobre o assunto. e irá continuar assim a menos que a pressão política sobre ele aumente.
por isso mesmo, o que mais convém ao governo neste momento, para manter o seu programa de 225 milhões de euros com uma ou das empresas , é deixar o assunto esmorecer nos media e enfraquecer a posição da apisolar. ou se quisermos, usar uma variação da velha máxima, dividir para reinar.
penso que a apisolar falará por certo em nome da indústria e as suas visões reflectirão tanto melhor o ponto de vista de toda a indústria quanto o número de entidades que a ela se associem.
obviamente cada um pode avançar por seu lado a ver o que dá, ou seja, no fundo fazer as coisas à boa maneira portuguesa. e a(s) empresa(s) beneficiada(s) até agora agradecerá(ão)...
hoje já fui perguntar qual a forma de obter o subsidio aos 4 bancos, mas até agora ninguém tem informações concretas.
sabemos apenas, por informação do mei que apenas serão disponibilizados 3 tipos de sistema solar com os seguintes valores:
termossifão de 200 litros: 2.720€ já com iva
termossifão de 300 litros: 3.550€ já com iva
circulação forçada 300 litros: 4.870€ já com iva
o que ainda não consegui confirmar é se a comparticipação do estado, no valor de 1641€ já está incluida nestes valores, ou se ainda a vão deduzir aos valores apresentados - neste caso, torna-se impossivel concorrer com estes sistemas a este preço.
apenas poderei confirmar esta situação logo que os bancos me liguem, o que, segundo eles, pode ser hoje à tarde ou a meio da semana.
no bpi, tentei esclarecer mais alguns pormenores, por exemplo:
como é que eu sei se posso instalar o sistema em minha casa? qual a melhor solução? quais as condições minimas?
pelos vistos, este tipo de avaliação é feita através de um inquério a responder pelo cliente interessado.
será que a maior parte das pessoas sabe que é absolutamente necessário ter um telhado ou área virado a sul, com inclinação igual ou superior a 30º (ou possibilidade de colocar um suporte para este fim), livre de sombreamento?
e as distâncias a considerar entre os paineis e o depósito ou entre o depósito e o ponto de distribuição de água quente, não serão importantes para determinar o custo da instalação e o rendimento da mesma?
porque será que se investiu tanto na formação dos profissionais do sector e agora os bancários é que 'esclarecem' as pessoas?
ontem estive a dar pequenas dicas á minha esposa, que é funcionária da cgd e ...... como não percebe nada, pediu ajuda, mas está à toua com possiveis perguntas que possam vir a fazer!!!!
será que o pessoal do parlamento não vê que as pessoas dos numeros não são técnicos, capazes de dar conhecimentos a pessoas que estão num balcão de um banco, sem formação adquada a aqs?
que vergonha!!!!!
a verdadeira lei do misturar alhos com bugalhos!!!!!