usando-se o gás para acionar usinas termoelétricas, somente 25 a 30% de sua energia se transforma em energia elétrica
estes valores são para centrais a gás de ciclo simples, as centrais a gas em portugal são de ciclo combinado, existe então a central da tapada do outeiro que tem cerca de 56% de rendimento e uma potencia instalada de 990mw , e a cental do ribatejo com 58% de rendimento e uma potencia de 990mw.
acho que para quem tenha possibilidade a microgeração é o ideal, já que torna a habitação auto-suficiente, com 3,6 kw de fotovoltaico e mais o colector solar, pode ter a certeza que nunca mais vai pagar pela energia
para aquecimento sempre se pode usar os sistemas temodinamicos, e/ou complementado por um recuperador de calor, para a biomassa se existir.
celsomenaia Escreveu:acho que para quem tenha possibilidade a microgeração é o ideal, já que torna a habitação auto-suficiente, com 3,6 kw de fotovoltaico e mais o colector solar, pode ter a certeza que nunca mais vai pagar pela energia
para aquecimento sempre se pode usar os sistemas temodinamicos, e/ou complementado por um recuperador de calor, para a biomassa se existir.
cumprimentos
celso menaia
com 3,6kw cozinhas a electricidade, alimentas o frigorifico, microondas, luzes e vês tv?a ideia é n comer em casa e ir ao restaurante do lado tds os dias e vir só a casa dormir? quantos m2 de painel são 3.6kw? é a potencia instalada ou o acumulado diário? é q mesmo para acumulado diário de 3.6kw serão precisos perto de 10m2 de fotovoltaico penso eu.
se a ideia é ter paineis instalados a acumular 3.6kwh precisarias pelas minhas contas e tendo em conta q um painel de 1m2 gera em situação média 80wh (para n ficarmos mt mal de inverno de verão até podem chegar a 150wh), ora bem...é fazer as contas precisava-se de 3,600/80=45m2 de paineis...partindo do pressuposto q n existem perdas de acumulação nas baterias nem perdas no inversor para 220v.
não me interpretes mal pois não estou a dizer q não é possivel, apenas q não é tão linear como fizeste crer pois para ficares completamente autosustentavel e desligado da edp com 3,6kw terias q fazer bastantes concessões, sem falar no orçamento para acumulação(baterias) qb para todo o ano e teres um inversor q aguente um placa de 4 discos de fogão mais algumas luzes e a tv ligada estamos a falar num inversor de perto de 7kw para poder ficar +/- confortavel qd se usam os discos todos(o pior caso q temos q prever), tipo cozinhar + ver tv mais algumas luzes ligadas e se por azar é inverno deixar pelo menos 1.5kw para se calhar do backup electrico do painel solar se ligar. se o orçamento for do tipo "o céu é o limite" então tudo se faz obviamente mas n nos ficariamos pelos 3 nem 4 nem 5kw pois com um orçamento assim ninguém gosta de fazer concessões...!
o meu conselho é + se a malta se quer desanexar da rede da edp com 3.6kw de fotovoltaicos instalados pode faze-lo, mas q tenha um gerador a diesel por perto pq pode n dar para todas as necessidades todo o ano...
cumps!
ps: só para a malta ter algum noção de alguns valores, pc média gama com lcd de 19" 200wh em média(só o lcd são 34wh), lcd panoramico de 40" ligado 460wh, microondas ligado 800wh a 1.2kwh, placa electrica de indução classea+(o aquecimento mais económico) com 4 discos +/-5.2kwh (se todos ligados ou se kisermos usar os 4 ao mm tp), forno electrico encastravel classea de dupla resistencia (em cima e em baixo) 2.2kwh qd ligado, frigorifico combinado 400kw/ano categoria a+(dados da marca liebherr) ou seja 45whx24h média, ou seja pc mais de 1kw/dia, xbox1 ligada a ler um jogo 125wh, ps3 a ver um filme 295wh, sistema de som 5.1 com 300w rms (potencia de 5 satelites e subwoofer somada, 40wrms por satelite + subwoofer de 100w)gasta 420wh em média com volume alto (tipo cinema), ainda falta a maquina de lavar a roupa e/ou a louça, o backup eléctrico do painel solar termico q não são valores nada de desprezar pois só a resistencia de aquecimento do deposito solar pode ir dos 1.5kwh aos 6kwh dependendo do tamanho do deposito e modelo e de notar q esta(resistência) vai ser mais precisa quando menos sol temos para aquecer o termico solar e portanto coincidente com a altura qd menos energia tiraremos do fotovoltaico também...
já vi que és defensor do "solar" termodinamico. mas vamos lá então esclarecer as pessoas. a energia termodinâmica é uma tecnologia que se baseia numa bomba ce calor, com umas pequenas variações. quanto ao aolar, é a grande aldrabice, pois o painel é fundamentalment térmico e não solar. até debaixo de uma cama ele funciona.
enfim o solar puro e duro é o que está a dar
já agora não mistures solar térmico com fornecedores de energia eléctrica. uma cois é solar térmico (aquecer água) e outra é fotovoltaico (gerar energia através do sol)
já agor para tua informação, em espanha também é obrigatório.
quanto à manutenção ... sem comentários.
de facto quem está a confundir o termico com o fotovoltaico és tu
quanto a espanha estás muito mal informado, solar pst é uma empresa satelite da energie em espanha e vende para a mundial, porque a obrigatoriedade é de usar energias renovaveis, termodinamico solar incluido.
quanto ao ser solar não deves ter lido o meus posts todos
chama-se bomba de calor termodinamica geotermica a algo que retira o calor do solo!!! certo?????
chama-se o quê a uma bomba de calor termodinamica que retira energia do sol(em cima do telhado, exposição solar), de facto surpreendem-me sempre.
eu aprendo logo á primeira. daa
3,6 kw, 18 paineis sanyo hip 200 (200w)
sistema ocupa cerca de 21 m2, produz :
8192 kwh anuais montado em orientador, ou
5498 kwh anuais se for um sistema fixo.
aqui em casa, vivem 3 pessoas, 5 pc um deles quase sempre ligado, 3 aquecedores a oleo, 1 ar condicionado portatil e placa vitroceramica.
o consumo de energia em 2006 foi 4728 kwh, 2582 em vazio e 2146 em cheio (tenho tarifa bi-horaria) e em 2007 4090 kwh , 2250 em vazio e 1840 em cheio.
do tarifario da edp , com 6,9 kva e bi-horario , paga-se 15,37€ por mes, portanto por ano paga-se cerca de 184,44€ só de encargos de potencia.
ora bem no pior dos casos, com um sistema fixo (5498kwh/ano)
caso se tenha a possibilidade de usar um sistema com orientador estes valores sobem.
penso que a ligação a edp é importante, porque pode-se vender o excedente e faz desaparecer a necessidade das baterias que é um investimento muito grande e sempre uma dor de cabeça a manutenção
mesmo assim um sistema fotovoltaico para 3,6 kw , pode custar cerca dos 25000€ , embora se possa pedir emprestimos, muito poucas pessoas tem condiçoes financeiras e/ou de espaço.
penso que há que ser mais modesto, e no caso instalando um sistema com 1 kw , mais pequeno (6 m2) com um orientador tem uma produção anual de 2275 kwh fazendo com que a conta da edp ande sempre perto do zero.
tudo depende do capital disponivel para investir, é claro que com 3.6 kwh chegava ao fim do ano com saldo positivo, podendo usar o mesmo em medidas de eficiencia energetica, por exemplo ter paineis solares para aquecimento central, em vez de aquecedores convencionais.
ok já te estou a perceber pensava q estavas a dizer desanexar da edp.
assim já tem toda lógica o raciocínio, já agora por exemplo estavas a dizer q não são precisas baterias nesse caso, pressuponho q por exemplo vendes 3kw à edp e qd precisas e os paineis n estão a debitar pedes 3kw a custo zero à linha porque já os deste antes ou irás dar depois quando tiveres excedente, é isso?
não é preciso ter licença especial para fazer isso? quem instala os paineis? 25mil € seriam de facto suficientes para 3.6kw contando com essas licenças e instalação?
cumps!
Última edição por toze_feup em quinta jan 03, 2008 10:43 pm, editado 1 vez no total.
tentei fazer o download, mas sinceramente não me apeteceu preencher o formulário. como chegaste aqueles valores em euros? por aquilo que sei o regime bonificado só se pode aplicar a quem também tiver painéis térmicos...caso contrário, pagam ao mesmo preço a que a compras à edp.
pois é o regime bonificado, mas o que interessa é que no global ficas a produzir mais energia do que consomes, mesmo a edp a pagar o preço de venda (0,11€/kwh) seria possivel pagar muito pouco pela energia ou ainda receber, isto sim é sustentabilidade pena ser muito caro !!!
quanto a questão do toze_feup , é necessario licenças e etc, os 25000€ é apenas o equipamento falta o resto!!!
nos grandes centros urbanos é complicado, talvez passe pela hipotese do condominio do predio ter, e ai não existe limite do 50%, podes ter uma potencia instalada igual à potencia contratada
uma ideia interessante seria ver as grandes superficies a meter pais neis solares , já que espaço não falta, sempre podem seguir o exemplo do marl
cumprimentos
Última edição por celsomenaia em quinta jan 03, 2008 10:51 pm, editado 1 vez no total.
como é q faço para propor uma coisa dessas à edp eles tem 1 atendimento próprio para isso?
onde é q posso adquirir os paineis a esse preço? o sistema inclui o inversor para ligar à linha e todo o material? assim n tenho q ter baterias de todo, certo?
a bonificação fiscal neste caso é só no ano em q se adquire o sistema ou é diluida nos anos seguintes até atingir 30% do valor total da aquisição?
pois é pá, eu até estava cheio de boas intenções mas como não sou milionário....
mais uma vez o estado a proteger a edp.
vou continuar com a política de racionalização de consumo que está a dar resultado tanto económico como ambiental. quando eles virem que ninguém vai aderir e bruxelas lhes saltar em cima, vão ter que mexer na lei. só é pena que isso ainda vai demorar uns anos....santa hipocrisia.
isso ainda tá tudo muito fresco, mas vai existir equipamentos certeficados, isto para o caso dos colectores solares, o fotovoltaico existem inversores especiais para ligação à rede, quanto a fornecedores existem um pouco por todo o pais , mas o complicado é que não há ainda instaladores certificados
o processo burucratico não me parece complicado, mas não sei, talvez contactar com a edp, ou algum grupo ecologista tipo a quercus ou assim. eu ainda estou a tentar sabar mais sobre isso, já que estou a tentar convencer o pai a meter paineis solares lá no alentejo
epa é assim se o estado custeasse 30% do valor total durante os anos seguintes nem era mt mau pq repara pagava-se menos 7500€ ou seja 25000-7500=17500€, tanto como 1 carro de baixa gama como eu n uso carro no dia a dia fazia de conta q era o meu carro pra toda a vida, e no meu caso n tenho tarifa bi-horaria mas tenho conta certa da edp e gasto normalmente 105€/mês e as contas no fim do ano n oscilam mt desse valor.por isso 1200€/ano q n pagaria em principio dava 14,5 anos até abater os 17500€, com uma vantagem q era mesmo q a electricidade subisse e se fosse possivel injectar tanto qt se consome o negócio nem era mau, se isso n avariar ou der outros tipos de problemas q nos levem o €€€ todo...concerteza as coisas n serão tão lineares qt eu pus senão n faltava boa gente com € pra investir nisso domésticamente...
eu tenho 1 moradia a passar de 450m2 só de rés-do-chão e o sotão está td livre para passar cabos e o quer q seja pq é tijolo burro sem acabamento, por isso telhado n me falta para os colocar, vou tentar informar-me disso assim q tiver tp de ir à edp!
q custos mais é q falas para além do equipamento é mais a instalação só ou existem mais custos associados?
era 1 caso a pensar...era...caso o estado ajudasse...
ps: já agora uma pergunta q me surgiu, o aluguer do "contador" e da potencia contratada mantém o valor ou paga-se ainda mais um valor fixo por ter o sistema a debitar para a rede também?
reavivando esta questão da obrigatoriedade do solar térmico.
concordo, no essencial com o espírito da actual legislação (que penso é o d.l. 80/2006) que obriga ao solar térmico nas novas construções. como não a conheço em pormenor, digo que concordo com o seu espírito, ou seja, concordo plenamente que se promova, mesmo que de uma forma obrigatória, a poupança de energia, seja ela fóssil ou de outra natureza (e que se traduz em emissões de co2), utilizando para isso uma fonte gratuita, limpa e renovável como é o sol.
quem fez a legislação sabe perfeitamente que actualmente o custo de um sistema aqs está ao alcance (discutível) de quem tem casa própria (principalmente do tipo unifamiliar, ou vivenda) e que em portugal, país com mais horas de sol da europa, se o sistema aqs tiver o uso correcto se amortiza em tempo aceitável (penso que em média andará nos 6 anos), poupando assim outras formas de produzir energia que representam emissões de co2.
a meu ver este princípio está correcto, aquecer água aproveitando uma energia gratuita, limpa e renovável. a partir daqui surgem outro tipo de discussões, sendo algumas orientadas para um determinado alvo, utilizando argumentos falaciosos que fogem da essência da questão: água quente solar utiliza uma energia gratuita, limpa e renovável, e nada mais do que isto.
pode alguém dizer que estes sistemas não preenchem as necessidades totais das famílias em água quente. pode ser, mas preenchem concerteza entre 60 a 80 % dessas necessidades, não será uma mais-valia? sê-lo-á se for amortizado em tempo útil, mas para isso terá de ser bem usada. vou usar essa água quente em banhos diários, em águas correntes e nada mais. se me ponho a “inventar” aplicações para a qual esta aqs não tem vocação, é lógico que não a vou amortizar em tempo útil, logo é mais um gasto que um benefício. estou a falar de aquecimentos centrais por exemplo.
de todas as pessoas que conheço e que tem aqs para utilizações sanitárias, no conheço uma descontente. acredito que existam algumas, mas de certeza que vamos descobrir razões que nada têm a ver com a aqs, talvez má instalação, mau dimensionamento, ou má utilização.
gostaria de ver aqui testemunhos de quem tem aqs, ou de quem tem conhecimento de utilizadores de aqs nestas circunstâncias, se está ou não satisfeito e se poupa ou não nos gastos para aquecer água, e mesmo se já fez contas sobre a previsão da amortização da instalação (atenção: dispenso tretas de vendedores seja de aqs, bombas de calor, ou outras, só mesmo testemunhos genuínos).
outras questões acessórias podem ser levantadas, que é o facto destes sistemas poderem necessitar de algum apoio, normalmente eléctrico (através de uma resistência que “garanta” água quente, sempre), ou de outra natureza, por exemplo, o sistema ligado a um esquentador com termóstato, onde este só liga quando a água que entra nele esteja abaixo de determinada temperatura. isto não retira a estes sistemas (verdadeiramente) solares a sua inegável virtude de que a água é aquecida directamente pelo sol, pelo menos entre 60 a 80% da sua utilização.
penso que não vale a pena denegrir a aqs para atingir determinados objectivos malévolos ou comerciais, porque todos os sistemas de aquecimento de águas, ou de climatização do ambiente, têm o seu lugar. uns são mais indicados que outros para determinadas situações, amortizam ou não mais depressa. uns é que não devem usurpar o lugar de outros, só porque está na moda as energias renováveis, onde alguns confundem os termos. ser solar pode não ter nada a ver com energias renováveis, e o que se pretende incentivar são estas, nas suas diversas formas de energia, solar térmica, solar fotovoltaica, hídrica, eólica, etc., e não outras que podem ser muito eficientes com cop’s de 50.000, mas precisam sempre de consumir energia não renovável.
portugal está muito atrasado na utilização da energia solar térmica. por essa razão, o novo d.l. 363/2007 de 2 de novembro, que estabelece o regime de licenciamento de instalações electroprodutoras em microprodução por intermédio de energias renováveis (solar, eólica, hídrica, cogeração a biomassa e pilhas de combustível a hidrogénio proveniente de microprodução renovável) obriga a que o produtor disponha de colectores solares térmicos. só assim uma instalação de microprodução pode beneficiar de uma remuneração bonificada e amortizar (pensa-se) em tempo útil. caso contrário a instalação passa para o regime geral e não amortiza em tempo útil.
penso que uma das razões da pouca penetração da aqs em portugal se deve principalmente ao facto de que, quando esta foi introduzida no nosso país nos anos 80, os sistemas era de má qualidade, foram mal instalados por instaladores curiosos, sem formação específica. isto deu á aqs uma má imagem, não promovendo assim a sua divulgação como se previa.
actualmente o cenário é outro. os equipamentos têm qualidade, são certificados (não se vende gato por lebre como noutros sistemas, por muito que custe a alguns, porque o ineti é um excelente laboratório e competente, por muito que também faça doer cotovelos), e os instaladores são igualmente certificados, tanto quem instala como quem projecta, e são estes que os clientes de aqs devem exigir, para que tenham a garantia de que os seus sistemas aqs são os adequados aos seus requisitos e instalados conforme as especificações do fabricante.
quem fala no estrangeiro deve saber que portugal até é, pelo menos por enquanto, dos países com menos solar térmico com mais horas de sol. portugal tem em média entre 2.200 e 3.000 horas de sol por ano, enquanto na europa central têm entre 1.500 e 1.700. portugal tinha instalados há bem pouco tempo cerca de 225.000 m2 de colectores aqs com um ritmo de crescimento na ordem dos 5.000 m2/ano. se comparar-mos com o resto da europa, que alguns falam que são mais inteligentes que nós, verificamos que se instala lá muito mais colectores aqs do que cá, como por exemplo na grécia e na austria a um ritmo de 170.000 m2/ano e na dinamarca 15.000 m2/ano ( !!!). eles de facto são mais inteligentes que nós, sabem bem o que querem …
para rematar, que a prosa já vai longa, sugiro a quem tem dúvidas sobre a microgeração fotovoltaica que consulte os tópicos respectivos. penso que tá lá tudo sobre isso, e se não, questionem.
como é q faço para propor uma coisa dessas à edp eles tem 1 atendimento próprio para isso?
o que a lei prevê, e obriga, é que dgge implemente uma base de dados dos equipamentos e instaladores certificados e também um formulário electrónico para a candidatura online. a coisa deverá ser bastante simples e séria. vai passando por lá porque esse sistema deve ser implementado neste trimestre.
penso que o problema de fundo seja a falta de planeamento necessária para que as leis sejam feitas de forma a serem colocadas em vigor possíveis de serem cumpridas.
na verdade, toda intenção é boa desde seja comprovadamente viavel e não pode ser apenas um modismo.
o obrigatoriedade de colocação de paineis solares ou qualquer outro mecanismo de energia alternativa deverá ser um bom investimento /solução a médio/longo prazo, desde que executado com rigor e fiabilidade.
o que pude constatar é que a lei existe e é para ser cumprida entretanto o problema está é em quem deveria fiscalizar.
quem está a construir agora deve observar a lei e adequar o projecto à nova realidade.
quem estava a construir e levou com a lei a meio do caminho ou refez o projecto ou deu um jeito para que satisfizesse às exigencias e nem sempre o remendo corre bem.
o que acontecerá é que muitas instalações serão certificadas e outras apenas serão aceitas conforme a lei.
vamos ter instalações feitas como deve ser e outras com dépositos de água dentro de roupeiros e nenhuma lei que obrigue o construtor a refazer o projecto/instalação.
celsomenaia Escreveu:tenho um amigo que é grego (vive em atenas) e à alguns anos quando veio de ferias cá a protugal, achou estranho que em portugal (tendo tanto sol) quase todas as casas/apartamentos o aquecimento de água ser feito com esquentador, já que na grecia toda a gente usa paineis solares/ sistemas termodinamicos para o aquecimento das águas sanitarias, foi uma medida tomada pelo governo para diminuir a dependencia de energia externa (gás).
e ainda por cima na grecia onde o preço da electricidade é -52% respeito a portugal, segundo este documento:
na grécia?! acho que os gregos exageraram, ou melhor, devem ter tido alguns incentivos tais que os levou a colocar os painéis solares até à sombra. um amigo que visitou atenas mostrou-me uma fotos da cidade,vista de um ponto alto, em que nos topos dos edifícios, normalmente planos, não existe um milimetro quadrado onde não exista um painel solar, esteja ele voltado para sul ou para norte, ou mesmo voltado para a parede da casa dos elevadores . um exagero, que me leva a pensar que se calhar havia subsídios à compra, sem interessar a instalação. (alguém que me ilucide sobre a legislação grega)