Açores
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Mitto
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Açores
boas
troca de experiências, projectos e eventos na área das novas energias nos açores...
*solar
*eolica
*biodiesel
*etanol e metanol
*óleo vegetal directo
*biomassa sólida
...
dando mais valor ás nossas ilhas ...
mitto
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serges
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Re: Açores
o país poderia aprender e muito com o que se faz nos açores pois cada vez mais estão a caminhar para uma independência energética!
40595 a bordo de uma Vectrix.
Procuro pontos de carga para veículos eléctricos, contacte-me! 915001177
Mapa dos pontos de carga
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Mitto
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Açores - A exploração geotérmica .
a exploração geotérmica [attachment=0]cgrg.jpg[/attachment]
resultados de exploração
a exploração geotérmica iniciou-se em 1980, com o arranque da central geotérmica do pico vermelho, tendo-se reforçado a sua produção em 1994 com o início da exploração da central geotérmica da ribeira grande, verificando-se ao longo dos anos a consistência dos seus resultados de produção. a central geotérmica da ribeira grande começou a sua actividade com a potência de 5 mw alimentados pelos poços cl1 e cl2, tendo em 1998 sido reforçada a potência instalada para um total de 13 mw, com a contribuição adicional do poço cl3. todavia, apenas no ano 2000 foi saturada a potência disponível com a exploração do poço cl5.
no ano de 2003, a produção de energia eléctrica a partir de recursos geotérmicos foi de 88,9 gwh, contribuindo a central geotérmica da ribeira grande com 85,4 gwh e a central geotérmica do pico vermelho com 3,5 gwh.
a contribuição da fonte geotérmica durante o ano de 2003 na estrutura de produção de electricidade da ilha de são miguel foi de 25 %, situando-se entre as contribuições da produção térmica diesel e hídrica de 68,3 % e 6,6 %, respectivamente. a contribuição máxima atingida pela fonte geotérmica foi de 35% durante o ano 2001.
http://www.sogeo.eda.pt/index.php
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resultados de exploração
a exploração geotérmica iniciou-se em 1980, com o arranque da central geotérmica do pico vermelho, tendo-se reforçado a sua produção em 1994 com o início da exploração da central geotérmica da ribeira grande, verificando-se ao longo dos anos a consistência dos seus resultados de produção. a central geotérmica da ribeira grande começou a sua actividade com a potência de 5 mw alimentados pelos poços cl1 e cl2, tendo em 1998 sido reforçada a potência instalada para um total de 13 mw, com a contribuição adicional do poço cl3. todavia, apenas no ano 2000 foi saturada a potência disponível com a exploração do poço cl5.
no ano de 2003, a produção de energia eléctrica a partir de recursos geotérmicos foi de 88,9 gwh, contribuindo a central geotérmica da ribeira grande com 85,4 gwh e a central geotérmica do pico vermelho com 3,5 gwh.
a contribuição da fonte geotérmica durante o ano de 2003 na estrutura de produção de electricidade da ilha de são miguel foi de 25 %, situando-se entre as contribuições da produção térmica diesel e hídrica de 68,3 % e 6,6 %, respectivamente. a contribuição máxima atingida pela fonte geotérmica foi de 35% durante o ano 2001.
http://www.sogeo.eda.pt/index.php
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AmbiTech Açores 2008 em Julho
ambitech açores 2008 em julho
inovações nos equipamentos renováveis em exposição
a cidade de ponta delgada, nos açores, vai receber a ambitech açores 2008, sendo que a empresa disrego já tem presença marcada no evento, agendado para os dias 9,10 e 11 de julho e cujo objectivo é expor a oferta de serviços em energias renováveis.
uma das mais recentes ofertas da empresa açoriana passa pelos equipamentos para as energias renováveis, como os sistemas solares, sobre os quais a empresa tem dedicado o seu trabalho nos últimos meses.
nesse sentido, o sócio-gerente da empresa, antónio rego, afirmou que para desenvolver o negócio contribuiu o facto de ter «uma parceria estratégica com um importante fornecedor deste tipo de sistemas, a relopa».
no entanto, a empresa mostra-se disposta a aumentar o seu leque de colaborações com outras empresas e vê o mercado como um mar de oportunidades, noticia o portal ambiente online.
fonte: fábrica de conteúdos
mitto
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inovações nos equipamentos renováveis em exposição
a cidade de ponta delgada, nos açores, vai receber a ambitech açores 2008, sendo que a empresa disrego já tem presença marcada no evento, agendado para os dias 9,10 e 11 de julho e cujo objectivo é expor a oferta de serviços em energias renováveis.
uma das mais recentes ofertas da empresa açoriana passa pelos equipamentos para as energias renováveis, como os sistemas solares, sobre os quais a empresa tem dedicado o seu trabalho nos últimos meses.
nesse sentido, o sócio-gerente da empresa, antónio rego, afirmou que para desenvolver o negócio contribuiu o facto de ter «uma parceria estratégica com um importante fornecedor deste tipo de sistemas, a relopa».
no entanto, a empresa mostra-se disposta a aumentar o seu leque de colaborações com outras empresas e vê o mercado como um mar de oportunidades, noticia o portal ambiente online.
fonte: fábrica de conteúdos
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RED BARON
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Re: Açores
obrigado pela divulgação.
desconhecia a existencia de centrais geotérmicas nos açores.
é um claro sinal de que as novas energias estão por todo o lado e a avançar.
será que só há na ilha de s. miguel?
desconhecia a existencia de centrais geotérmicas nos açores.
é um claro sinal de que as novas energias estão por todo o lado e a avançar.
será que só há na ilha de s. miguel?
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Mitto
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Re: Açores
olá
geotermica é só em são miguel. no pico temos uma gerada pelas ondas do mar e éolicas em várias ilhas.
portugal é um dos países com melhores condições para o aproveitamento da energia das ondas e tem estado, de facto, na vanguarda da investigação e experimentação destas tecnologias. o nosso país começou a trabalhar neste tipo de projectos em meados dos anos 70 e é mesmo considerado como pioneiro. a central de ondas na ilha do pico, nos açores, entrou em funcionamento em finais de 99 e foi a primeira unidade-piloto a nível mundial a estar ligada à rede eléctrica de forma permanente e com uma potência de 400 quilowats.
mitto
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geotermica é só em são miguel. no pico temos uma gerada pelas ondas do mar e éolicas em várias ilhas.
portugal é um dos países com melhores condições para o aproveitamento da energia das ondas e tem estado, de facto, na vanguarda da investigação e experimentação destas tecnologias. o nosso país começou a trabalhar neste tipo de projectos em meados dos anos 70 e é mesmo considerado como pioneiro. a central de ondas na ilha do pico, nos açores, entrou em funcionamento em finais de 99 e foi a primeira unidade-piloto a nível mundial a estar ligada à rede eléctrica de forma permanente e com uma potência de 400 quilowats.
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RED BARON
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Re: Açores
aqui no continente foi construida uma unidade para geração electrica a partir da energia das ondas. o sistema parece uma serpente gigante que ondula com as ondas produzindo desta forma energia hidráulica que é depois convertida em electricidade, será que a da ilha do pico tambem é do mesmo tipo?
abraço.
abraço.
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katzilla
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Re: Açores
red baron essa serpente estás a referir á de póvoa de varzim. em sines tem um sistema diferente e bem mais antigo.
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Mitto
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Re: Açores
há vários tipos de sistema que podem fazer o aproveitamento das ondas. o da central do pico designa-se por coluna de ar oscilante (cao) e fica instalado junto à costa. outros semelhantes, mas construídos mais tarde, como a central limpet, na escócia, já se adaptam melhor ao perfil da falésia costeira. há ainda os sistemas submersos (como o archimedes wave swing - aws) e os flutuantes, que podem ser bóias ou estruturas muito maiores, colocadas no mar alto (offshore).
sistemas “shoreline”
coluna de ar oscilante (cao) - trata-se de uma central instalada na linha de costa (até ao presente) ou no alto mar (ainda não implementado na europa, mas já testado experimentalmente no japão), formada por uma estrutura em betão. a base é aberta e está em contacto directo com a água. a entrada de água na central, impulsionada pelo movimento das ondas, provoca um aumento da pressão do ar por cima da superfície livre no interior da central, que por sua vez acciona uma turbina. esta turbina, designada por turbina de wells, tem uma característica especial: tanto no movimento de pressurização como no de despressurização da câmara da central ela gira sempre no mesmo sentido. na europa, os sistemas cao mais importantes são a central do pico, um projecto-piloto que integra seis entidades portuguesas, e a central limpet na escócia. esta estrutura está instalada na ilha de islay e é um projecto da responsabilidade da queen´s university de belfast e da wavegen lda, no qual participou também o ist.
osprey - é um sistema semelhante ao de uma central de coluna de ar oscilante, mas a ser instalado no mar, próximo da costa. a wavegen já desenhou um protótipo para profundidades moderadas. prevê-se que seja instalada uma central de 2 megawatts a um quilómetro da costa e a 15 metros de profundidade. a primeira experiência, em 1995, não resultou. a central foi destruída pela fúria das ondas quando os técnicos ainda a estavam a equipar.
sistemas offshore
archimedes wave swing (aws) - trata-se de uma central que é instalada no fundo do mar, a altas profundidades, para reter o máximo de energia das ondas. as alterações de pressão provocadas pelo movimento das ondas fazem mover uma estrutura em forma de êmbolo. o projecto-piloto deste sistema foi concebido por uma empresa holandesa, a teamworks technology, que o tentou já por duas vezes instalar ao largo da póvoa do varzim.
mccabe wave pump - é uma espécie de hélice com três braços de aço, que podem mudar de alinhamento em consonância com o movimento das ondas no mar. uma estrutura com 40 metros de extensão foi colocada ao largo de county clare, na irlanda, em 1996.
floating wave power vessel (navio flutuante) - sistema desenvolvido por uma empresa sueca, a sea power international. a ideia é instalar, no mar, uma autêntica “base” flutuante, com capacidade de se orientar para as ondas com maior potência energética. o primeiro sistema deste tipo foi instalado ao largo de estocolmo nos anos 80.
pelamis - uma “cobra” flutuante, articulada, que gera electricidade ao mover-se “ao sabor” das ondas. está a ser desenvolvido um sistema com 130 metros de comprimento e 3,5 metros de diâmetro, com uma capacidade de 750 kw. o primeiro protótipo deverá ser lançado à água em 2004.
point absorber wave energy converter (conversor de energia das ondas) - de patente dinamarquesa, consiste numa “bóia” que utiliza o movimento relativo gerado entre a superfície do oceano e as águas mais profundas para accionar uma bomba. já foi testado no mar, durante três meses, um equipamento construído à escala de 1/10. já está também construído um à escala de 1/4, para ensaios em mar aberto.
“salter duck” - concebido por s.h. salter em 1974. este sistema tem a vantagem de atingir um grau de absorção de energia muito elevado, que pode chegar aos 90 por cento, e de ter custos de produção razoáveis. foi redesenhado em 1993.
“wave dragon” - sistema flutuante, desenvolvido na dinamarca e constituído por uma central com dois longos “braços” que fazem convergir as ondas. funciona como uma mini-hídrica flutuante. as ondas sobem a rampa e passam para um reservatório, de nível superior ao oceano em 3 a 4 metros. a título experimental, foi instalado e está a ser testado em 2003, no mar báltico, um wave dragon com 57 metros e 261 toneladas.
sistemas “shoreline”
coluna de ar oscilante (cao) - trata-se de uma central instalada na linha de costa (até ao presente) ou no alto mar (ainda não implementado na europa, mas já testado experimentalmente no japão), formada por uma estrutura em betão. a base é aberta e está em contacto directo com a água. a entrada de água na central, impulsionada pelo movimento das ondas, provoca um aumento da pressão do ar por cima da superfície livre no interior da central, que por sua vez acciona uma turbina. esta turbina, designada por turbina de wells, tem uma característica especial: tanto no movimento de pressurização como no de despressurização da câmara da central ela gira sempre no mesmo sentido. na europa, os sistemas cao mais importantes são a central do pico, um projecto-piloto que integra seis entidades portuguesas, e a central limpet na escócia. esta estrutura está instalada na ilha de islay e é um projecto da responsabilidade da queen´s university de belfast e da wavegen lda, no qual participou também o ist.
osprey - é um sistema semelhante ao de uma central de coluna de ar oscilante, mas a ser instalado no mar, próximo da costa. a wavegen já desenhou um protótipo para profundidades moderadas. prevê-se que seja instalada uma central de 2 megawatts a um quilómetro da costa e a 15 metros de profundidade. a primeira experiência, em 1995, não resultou. a central foi destruída pela fúria das ondas quando os técnicos ainda a estavam a equipar.
sistemas offshore
archimedes wave swing (aws) - trata-se de uma central que é instalada no fundo do mar, a altas profundidades, para reter o máximo de energia das ondas. as alterações de pressão provocadas pelo movimento das ondas fazem mover uma estrutura em forma de êmbolo. o projecto-piloto deste sistema foi concebido por uma empresa holandesa, a teamworks technology, que o tentou já por duas vezes instalar ao largo da póvoa do varzim.
mccabe wave pump - é uma espécie de hélice com três braços de aço, que podem mudar de alinhamento em consonância com o movimento das ondas no mar. uma estrutura com 40 metros de extensão foi colocada ao largo de county clare, na irlanda, em 1996.
floating wave power vessel (navio flutuante) - sistema desenvolvido por uma empresa sueca, a sea power international. a ideia é instalar, no mar, uma autêntica “base” flutuante, com capacidade de se orientar para as ondas com maior potência energética. o primeiro sistema deste tipo foi instalado ao largo de estocolmo nos anos 80.
pelamis - uma “cobra” flutuante, articulada, que gera electricidade ao mover-se “ao sabor” das ondas. está a ser desenvolvido um sistema com 130 metros de comprimento e 3,5 metros de diâmetro, com uma capacidade de 750 kw. o primeiro protótipo deverá ser lançado à água em 2004.
point absorber wave energy converter (conversor de energia das ondas) - de patente dinamarquesa, consiste numa “bóia” que utiliza o movimento relativo gerado entre a superfície do oceano e as águas mais profundas para accionar uma bomba. já foi testado no mar, durante três meses, um equipamento construído à escala de 1/10. já está também construído um à escala de 1/4, para ensaios em mar aberto.
“salter duck” - concebido por s.h. salter em 1974. este sistema tem a vantagem de atingir um grau de absorção de energia muito elevado, que pode chegar aos 90 por cento, e de ter custos de produção razoáveis. foi redesenhado em 1993.
“wave dragon” - sistema flutuante, desenvolvido na dinamarca e constituído por uma central com dois longos “braços” que fazem convergir as ondas. funciona como uma mini-hídrica flutuante. as ondas sobem a rampa e passam para um reservatório, de nível superior ao oceano em 3 a 4 metros. a título experimental, foi instalado e está a ser testado em 2003, no mar báltico, um wave dragon com 57 metros e 261 toneladas.
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Re: Açores
mitto,muito obrigado pelo esclarecimento.
nunca pensei que houvesse tantos sistemas diferentes para gerar energia a partir das ondas.
o que eu vi junto aos estaleiros em peniche e que estará agora em póvoa do varzim deve ser do tipo pelamis pela descrição apresentada.
nunca pensei que houvesse tantos sistemas diferentes para gerar energia a partir das ondas.
o que eu vi junto aos estaleiros em peniche e que estará agora em póvoa do varzim deve ser do tipo pelamis pela descrição apresentada.

