O jornal Publico, (19-02-2012), trás este assunto em destaque, em 3 páginas.
http://jornal.publico.pt/noticia/19-02- ... 025959.htm" onclick="window.open(this.href);return false;
Digitalizei parte dos gráficos que me parecem significativos e dão uma ideia da real da supremacia dos custos, que não os inerentes às renováveis, na factura do nosso consumo de electricidade.
Desde fósseis, a custos de passagem com as autarquias, protecção das regiões autonomas, dividas, (de autarquias), etc, etc, que suplantam de forma imensa, o investimento que o País fez e fará ainda, subsidiando longamente certos contratos, onde não se faz o total aproveitamento da energia disponível, atirando para o mesmo "saco", todo o custo em energias renováveis....
O artigo merece ser lido, para percebermos alguma da discussão que se tem gerado.
Sendo que uma grande parte do investimento na estrutura de produção é dos "cidadãos" directamente, o País no final, acabará por ter uma boa rede de microprodução, que é limpa e a custos baixos para o País, digo eu.
No artigo, só não entendi no gráfico e nos seus números, como é que aparece Microprodução a somar com fotovoltaico, px:
Então, microprodução, não deveria ser (+/-) o somatório de fotovoltaico, eólico, biomassa e hídrico?
Será que alguém me esclarece?
BondadeSua



