Artigos relacionados com o ambiente

Para assuntos relacionados com o meio ambiente que não tenham nenhuma relação com energias.
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mauri
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ONU: Ambiente mundial está em perigo, alerta Van Rompuy
22 de Setembro de 2011

O ambiente mundial está em perigo porque os padrões de consumo e produção são insustentáveis, alertou hoje o presidente da União Europeia (UE), Van Rompuy, durante um discurso na Assembleia-geral da ONU.

Van Rompuy referiu que a ação politica para combater as mudanças climáticas têm sido «insuficientes» e que estão aquém dos objetivos políticos acordados.

«Dentro de algumas semanas uma mulher irá dar à luz uma criança que corresponderá ao ser humano sete mil milhões na terra. Mas em que planeta é que esta criança irá viver?», questionou.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=532489
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Algarve: Onze praias interditas devido a microalga tóxica
23 Setembro 2011

Problemas respiratórios e conjuntivites são um dos problemas resultantes do contacto com o organismo

Onze praias algarvias ficaram interditas da prática balnear devido à detecção de uma microalga de toxinas prejudiciais à saúde humana, segundo fonte da autoridade marítima.

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Polícia Marítima vai fiscalizar as praias

As praias dos concelhos de Lagos e Vila do Bispo foram invadidas por uma microalga, com a designação científica ostreopsis, esta microalga foi identificada em análises efectuadas nos últimos dias pelo Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR).

As praias afectadas são D. Ana, Camilo, Porto de Mós e Luz (concelho de Lagos), Burgau, Cabanas Velhas, Boca do Rio, Salema, Furnas, Zavial e Ingrina (concelho de Vila do Bispo).

A microalga em causa, é originária do Mar Mediterrâneo e pode causar problemas respiratórios, conjuntivites e dermatites.

Desde o início da tarde desta sexta-feira que a Polícia Marítima está a percorrer toda a zona afectada, impondo o içamento da bandeira vermelha e instruindo os nadadores-salvadores para que desaconselhem a prática balnear.

http://www.destakes.com/redir/844f97001 ... deca175ef1
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Mudanças climáticas: plano destaca renováveis

Da Agência Ambiente Energia – O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Eduardo Delgado Assad, apresentou, esta semana, as principais ações do governo para efetivar a Política Nacional sobre Mudanças do Clima (Lei 12.187/09). Segundo o secretário, o governo vai selecionar 70 projetos para receber recursos do fundo, que começou a operar com R$ 230 milhões. Até o momento, já foram apresentados 170 projetos para a análise. Assad disse que os planos setoriais deverão estar concluídos até dezembro de 2011.

Em audiência pública na Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas na Câmara dos Deputados, Assad informou que o governo pretende incentivar o uso de ônibus movidos a hidrogênio e etanol em São Paulo durante a Copa do Mundo de 2014. Outro projeto prevê apoio à produção de energia em aterro sanitário, o que reduzirá a emissão de metano.

Na área de energias renováveis, Assad disse que o governo pretende incentivar o uso de energia eólica, solar e do mar. Segundo ele, o primeiro projeto que usa o mar para a produção de energia será instalado em Fortaleza (CE).

O secretário informou que alguns planos setoriais já estão prontos ou em fase de revisão, como o que prevê o controle do desmatamento na Amazônia Legal e no Cerrado; o de baixa emissão de carbono na agricultura; e o de siderurgia. Ele ressaltou que o plano setorial na área de recursos hídricos, aprovado nesta semana pela Casa Civil, contempla a ocorrência de enchentes e seca e ações vinculadas à erosão costeira. Após a audiência, o deputado Márcio Macêdo (PT-SE) foi eleito relator da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas.

http://www.ambienteenergia.com.br/index ... veis/14137
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Green Festival mobiliza todos para opções mais equilibradas
25 de Setembro de 2011

O equilíbrio ambiental, económico e social, através de comportamentos e opções sustentáveis de cada cidadão, vai estar mais uma vez no centro do Green Festival, com diversas iniciativas para mobilizar todas as idades, com destaque para as escolas.

A ideia é levar 50 mil pessoas a participar no festival, que começa a 28 de setembro, no Estoril, e que contempla conferências sobre biodiversidade, partilha nas cadeias de valor das empresas, empreendedorismo social, exposições de projetos, feira de artesanato, mercado biológico e mercado de trocas de «coisas usadas, mas ainda úteis», da partilha da experiência do país convidado - a Dinamarca.

Entre as novidades relatadas pelo principal mentor e porta-voz da iniciativa, Pedro Norton de Matos, está a mobilização dos alunos do secundário e da universidade para a importância da sustentabilidade, através de conteúdos específicos, adaptados a cada faixa etária.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=532774
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Câmara da Moita recebe prémio nacional Mobilidade em Bicicleta
22.09.2011
Lusa

http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1513114

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Governo dá parecer favorável a projecto eólico de 20 M€
26 de Setembro de 2011

O Governo emitiu um parecer favorável ao projeto de energia eólica «WindFloat», da EDP, que vai ser testado na Póvoa de Varzim, revelou hoje a secretaria de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território.

O projeto «poderá avançar», desde que «salvaguardadas as condicionantes identificadas pela entidade coordenadora da Avaliação de Incidências Ambientais, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, bem como mediante o cumprimento integral das medidas de minimização e de compensação», explicou ainda aquele organismo do Estado, em comunicado.

A estrutura, que representa um investimento de 20 milhões de euros e que permitirá «criar cerca de oito mil postos de trabalho» em Portugal, está a ser montada na Lisnave, em Setúbal, e, dentro de pouco tempo, será submersa ao largo da Póvoa de Varzim.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=532935
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Estudo diz que apoio às renováveis representa só 1,9 euros na factura mensal de electricidade
26.09.2011

Os custos da produção eléctrica com base em energias renováveis, financiada em regime especial, são afinal muito menores do que apontam as contas oficiais do sector, indica um estudo da consultora Rolland Berger para a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren), que será hoje apresentado em Lisboa.

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Esta nova avaliação conclui que a diferença anual de custos entre as renováveis financiadas em regime especial (eólicas, solar, biomassa, mini-hídricas e outras) e a chamada produção em regime ordinário (centrais a carvão ou gás natural e grandes hídricas) terá sido de 111 milhões de euros por ano, entre 2005 e 2010. Este valor fica muito abaixo dos 329 milhões de euros de diferença calculada entre um regime e outro, numa altura em que o Governo está a reavaliar o financiamento da produção eléctrica em Portugal devido ao impacto negativo que tem na factura.

As novas contas concluem que cada consumidor pagou, na factura eléctrica, uma média de 1,9 euros mensais para apoiar as energias renováveis em regime especial (regime que deixa de fora as grandes hídricas, ou barragens), entre 2005 e 2010 - um valor considerado aceitável pelos consumidores inquiridos pela Rolland Berger, abaixo dos 5,5 euros que são normalmente avançados.

O que a nova análise faz é calcular de forma diferente alguns benefícios e custos associados à produção eléctrica, com base numa "visão económica ajustada". Em primeiro lugar, associa à factura das grandes hídricas e das centrais térmicas várias despesas que não têm sido contabilizadas como tal por estarem desligadas do mercado grossista de electricidade, mas que se reflectem na factura paga pelos portugueses. Neste primeiro "bolo" estão as rendas pagas aos proprietários dos terrenos das centrais e as licenças de CO2 ligadas à emissão de gases poluentes pelas térmicas, mas sobretudo a remuneração garantida que é paga aos produtores em regime ordinário. Tanto os chamados CAE (contratos de aquisição de energia) como os CMEC (contratos de manutenção do equilíbrio contratual) garantem um determinado nível de remuneração, contratado com o Estado e pago pelos consumidores, mesmo que a produção ou os valores de mercado fiquem abaixo desses valores.

Os beneficiários são as barragens e as centrais a carvão e a gás natural exploradas pela EDP, Turbogás (da britânica International Power) e Tejo Energia (maioria do capital partilhado entre a International Power e a Endesa). Já no que respeita à produção renovável em regime especial, a Rolland Berger subtrai vários custos extras e benefícios à remuneração garantida que é formada pelas chamadas tarifas feed in. Estas são definidas pelo Estado e pagas pelos consumidores domésticos. E tal como noutros países, mantêm-se desligadas do mercado, visando incentivar o desenvolvimento das renováveis.

Ora, a nova avaliação apresentada pela Apren subtrai às despesas com as renováveis o pagamento obrigatório aos municípios de uma renda (2,5% da facturação) pelas centrais eólicas, uma vez que os beneficiários são as autarquias. Calcula também o impacto positivo das perdas de energia que se evitam no transporte de energia renovável através da rede, pois a distância percorrida é menor. Em terceiro lugar, contabiliza o chamado "efeito de ordem de mérito": a redução do preço da electricidade no mercado, devido ao aumento da oferta de energia que vem de fora, com origem na produção renovável. E, por último, as contrapartidas que foram pagas pelos produtores ao Estado, nos últimos concursos de atribuição de potência.

Por outro lado, contabiliza-se o impacto negativo dos custos de backup do sistema eléctrico, que servem para assegurar que as centrais térmicas se mantêm sempre prontas a produzir devido às flutuações na produção de origem renovável.

Contas feitas, o estudo conclui ainda que a produção de origem renovável em regime especial teve um peso de 4% no custo total de geração de electricidade, entre 2005 e 2010, e não de 11% como tem sido avançado. E lembra as poupanças associadas à menor importação de combustíveis fósseis e de licenças de CO2, de 407 milhões de euros por ano.

Os custos da produção eléctrica com bas ... id=1513759
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Arraiolos vai ser pioneira na iluminação do centro histórico com sistema LED
26.09.2011

A nova iluminação com tecnologia LED (díodo emissor de luz) nas zonas pedonais, ruas e espaços cénicos de maior valor patrimonial pretende valorizar o espaço urbano da vila de Arraiolos, no distrito de Évora.

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Monumentos serão os últimos a beneficiar da intervenção

Mas o projecto em fase de conclusão tem ainda como objectivo aumentar a sustentabilidade, segurança e conforto da iluminação pública, permitindo à autarquia reduzir a sua factura energética em 30 por cento.

O presidente da Câmara de Arraiolos, Jerónimo Lóios, explica que esta é mais uma fase do projecto de requalificação do centro histórico, defendendo mesmo a instalação de "uma placa que diga "Arraiolos, vila dos tapetes e dos LED"". O autarca reclama tratar-se da primeira grande intervenção de remodelação urbana e decorativa no país que, "além de permitir grandes níveis de poupança energética para a autarquia, torna mais atractiva a vila, mostrando certos aspectos que os anteriores candeeiros e lâmpadas não possibilitavam ver".

O projecto custou cerca de meio milhão de euros, comparticipado em 80 por cento por fundos comunitários, e foi executado em colaboração com a Schréder, empresa especializada em iluminação urbana. "Num futuro muito próximo, vamos ser confrontados com problemas graves com a iluminação pública, e o exemplo disso é o facto de alguns municípios preverem já alguns cortes. Nós não quisemos ir por aí, porque é um problema que pode afectar a segurança das populações", justifica Jerónimo Lóios. E prossegue: "Pensámos que requalificar todo o sistema de iluminação seria um caminho que deveria ser seguido. Aliás, defendemos que este deveria ser um projecto nacional, e não apenas uma autarquia a adoptar."

Design minimalista

Para o director-geral da Schréder, Miguel Sampaio de Mattos, o futuro da iluminação está no baixo nível de consumo da tecnologia LED, em detrimento dos sistemas tradicionais, de mercúrio, substituindo-os por fontes livres deste gás perigoso para o meio ambiente e a saúde pública. A regulação do sistema de iluminação, adianta, vai ser feita remotamente, "através de um comando centralizado que fica sob a responsabilidade da câmara municipal, à qual cabe controlar todo o fluxo energético em função do horário do sol, da utilização do espaço e daquilo que pretende que seja a relação entre a população e a iluminação".

O empresário assegura que a tecnologia LED proporciona mais luminosidade e de melhor qualidade. "Procurámos trazer a luz de casa para o exterior, uma luz mais quente, mais acolhedora e com uma cor mais agradável", frisa, acrescentando que outra inovação deste sistema é "manter uma luz a cem por cento numa passadeira e reduzir noutros locais, porque cada luminária é identificada pelo sistema como uma luz isolada".

Sampaio de Mattos avança que a substituição das luminárias recaiu sobre um design moderno e minimalista, para uma boa integração: "Daí a escolha pela cor dos passeios, para que se funda e dilua na paisagem, ao ponto de não se verem ao longe numa fotografia."

Estes novos candeeiros projectados para Arraiolos resultam do trabalho dos light designers Rogério Oliveira e Eduardo Gonçalves, do atelier ECLIPz, que deram "importância à cor, à uniformidade da luz e à criação de ambientes hospitaleiros".

Comentário:
LED!!!!
Por Anónimo - Seia, Portugal
Cambada de anormais, propagandistas da desinformação, acéfalos, se tivessem o cuidado de se informarem veriam que já há no país aldeias que a iluminação é toda LED, toda a área envolvente da Câmara Municipal de Seia é toda em LED. Mas claro que não precisam de saber isso, nem se lembraram de dar a noticia, e aqui em Seia também não se pagam noticias.


http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1513756
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Carros portugueses já cumprem meta europeia de CO2 para 2015
29.09.2011


Os carros em Portugal já estão a cumprir as metas de redução de emissões de CO2 que a União Europeia estabeleceu para a indústria automóvel até 2015.

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Frota automóvel em Portugal é menos poluente do que a média europeia

Em média, os portugueses estão a comprar carros cujos escapes lançam 127 gramas de CO2 por cada quilómetro rodado (g/km), abaixo do limite mínimo de 130 g/km imposto pela legislação europeia em 2009. Os dados constam de um estudo hoje divulgado pela Federação Europeia dos Transportes e Ambiente, uma organização não-governamental com sede em Bruxelas, conhecida pela sigla T&E.

Em 2009, a média em Portugal era de 134 g/km. Houve uma queda de 5,0 por cento em 2010. O país permanece na segunda melhor posição do ranking europeu elaborado pela T&E. Em primeiro agora está a Dinamarca, a pouca distância de Portugal.

O relatório da T&E salienta que em ambos os países vigoram políticas fiscais que penalizam os automóveis com maiores emissões de CO2. Em Portugal, um carro com 1250 cilindradas e 115 g/km de emissões de CO2 tem um Imposto Sobre Veículos (ISV) com 15 por cento de componente ambiental (79 euros). Com as mesmas cilindradas, mas 140 g/km de CO2, a componente ambiental do ISV sobe para 66 por cento, ficando 12 vezes mais cara (927 euros).

A associação ambientalista Quercus, que integra a federação T&E, chama a atenção também, num comunicado, para “o facto dos portugueses, face ao seu poder de compra, serem muito sensíveis ao preço do veículo e ao seu consumo de combustível”. Na prática, a frota automóvel em Portugal é mais económica, em comparação com outros países europeus.

Segundo o relatório da T&E, os carros novos europeus, no seu todo, chegaram a uma média de 140 g/km de CO2 em 2010, obtendo uma redução de 3,7 por cento em relação a 2009. A indústria automóvel, diz o relatório, está no bom caminho para cumprir a meta para 2015.

Mas os compromissos europeus, adiados sucessivamente até serem finalmente adoptados em 2009, incluem excepções e mecanismos flexíveis que “na prática significam que a meta para 2015 está próxima de 140 g/km, ao invés de 130 g/km”, alerta o relatório da T&E.

Em termos absolutos, as emissões dos automóveis têm caído na Europa, fruto da crise e do aumento do preço dos combustíveis. Em 2009 – ano com os dados mais recentes – foram cinco por cento mais baixas do que o seu maior pico, registado em 2007. No ano passado foram vendidos 13,2 milhões de carros na UE, dos quais 223 mil em Portugal.

Comentário:
O meu emite 0g / km
Por Fonseca - Portugal
E custa 1,4 € / 100 km em eletricidade. É o

http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx ... cosfera%29
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Água: Universidades espanhola e portuguesas querem pólo
29 de Setembro de 2011

A universidade espanhola da Extremadura quer criar, em Badajoz, um pólo académico e científico internacional especializado na gestão eficiente dos recursos hídricos, num projeto que envolve também a Universidade de Évora e o Instituto Politécnico de Leiria.

O projeto intitula-se Hidranatura -- Campus de Excelência Internacional na Gestão Eficiente dos Recursos Hidronaturais e vai ser candidatado pela Universidade da Extremadura ao Ministério da Educação espanhol.

«As universidades espanholas têm que criar ´campus` de excelência internacionais e, no caso da Extremadura, concentraram a atenção no tema das diferentes utilizações da água», explicou hoje à agência Lusa Manuel Cancela d´Abreu, vice-reitor da Universidade de Évora (UÉvora).

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=533684
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Novo buraco do ozono surge no Ártico
Redução da camada de ozono no Ártico em 2011 foi tão acentuada que se pode falar pela primeira vez de um buraco do ozono semelhante ao que surge anualmente na Antártida.
3 de outubro de 2011

Um estudo liderado por cientistas da NASA, publicado ontem na revista "Nature" , avança que a redução da camada de ozono na região do Ártico atingiu níveis sem precedentes, consequência de um período de baixas temperaturas mais prolongado do que o habitual a norte do planeta.

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A partir dos 20 quilómetros acima do solo perdeu-se cerca de 80% da camada do ozono na região do Ártico

A diminuição da camada de ozono no Ártico foi significativa ao ponto de, pela primeira vez desde que há registos, se falar de um "buraco do ozono" como aquele que se forma anualmente sobre a região da Antártida.

O prolongamento das temperaturas frias no Ártico de dezembro a abril (cerca de um mês a mais do que o habitual) e a sua incidência numa área mais vasta terão sido as causas da abertura na camada de ozono nesta região.

A observação levada a cabo pelos cientistas da NASA, no Ártico, demonstra que a partir dos 20 quilómetros acima do solo perdeu-se cerca de 80% da camada de ozono.
Buraco do ozono é fenómeno anual

A camada de ozono, localizada entre os 15 e os 35 quilómetros acima da superfície da Terra, protege-nos contra os raios ultravioleta, prejudiciais à saúde.

O buraco nesta camada de proteção foi primeiramente detetado na Antártida, em 1985, tratando-se de um fenómeno que ocorre durante uma determinada época do ano, geralmente entre setembro e dezembro.

Apesar da maioria dos gases que prejudicam a camada de ozono serem emitidos no hemisfério norte, o buraco começou por surgir na Antártida devido às suas temperaturas mais frias.

As baixas temperaturas contribuem para a formação de nuvens polares estratosféricas que levam à libertação de cloro e bromo, elementos que contribuem para a redução da camada de ozono.

Quando as temperaturas começam a subir a camada de ozono recupera, mas demoraria cerca de meio século para esta se reconstruir e atingir o mesmo ponto em que se encontrava antes da época industrial.

http://aeiou.expresso.pt/novo-buraco-do ... co=f677957
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Descoberto novo «buraco do ozono» no Ártico
2011-10-03

Washington – A agência espacial norte-americana, NASA, detectou uma redução acentuada da camada de ozono, que deu origem a um «buraco do ozono» no Ártico.

Segundo o estudo levado a cabo por cientistas da NASA e divulgado pela publicação «Nature», este Domingo, 2 de Outubro, a camada de ozono no Ártico reduziu de tal forma que deu origem a um «buraco de ozono».

Este fenómeno deve-se ao longo período de baixas temperaturas verificado entre Dezembro de 2010 e Abril de 2011.

Segundo os cientistas da NASA, a partir dos 20 quilómetros acima do solo, regista-se uma perda de cerca de 80% da camada de ozono.

http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=27963
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Voluntários contribuem para 1º Atlas dos Morcegos de Portugal
3 de Outubro de 2011

Voluntários de todo o país estão a contribuir para o primeiro Atlas dos Morcegos de Portugal, um trabalho coordenado pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) que visa mapear e sensibilizar para estas espécies.

O Atlas dos Morcegos de Portugal está a ser elaborado no âmbito do Ano do Morcego, que se celebra entre 2011 e 2012.

Atualmente, pouco é ainda conhecido sobre a distribuição de algumas das espécies no território nacional, que encontram muitas ameaças como a destruição da floresta, a colisão com aerogeradores ou a utilização de grutas como depósitos de lixo.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=534361
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Re: Artigos relacionados com o ambiente

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Japão vai voltar à Antárctida para caçar baleias, agora com escolta
04.10.2011

O Japão anunciou hoje que vai regressar às águas da Antárctida, a partir de Dezembro, para caçar baleias. Mas desta vez, a frota baleeira terá uma escolta nipónica para a proteger dos navios ecologistas da Sea Shepherd.

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Confrontos nas águas da Antárctida a 4 de Fevereiro deste ano

A notícia foi dada em conferência de imprensa pelo ministro japonês das Pescas, Michihiko Kano, segundo o qual um navio patrulha da Agência de Pescas nipónica vai acompanhar a frota baleeira. Desta vez, a caça à baleia “será realizada com maior protecção contra obstruções”, citou a estação de televisão japonesa, NHK.

Nos últimos anos, a caça à baleia tem vindo a tornar-se mais tensa por causa dos confrontos entre caçadores e ecologistas. No ano passado, em Fevereiro, as perturbações nas águas da Antárctida terão levado, pela primeira vez, Tóquio a suspender a sua campanha na Antárctida. O Sea Shepherd mobilizou várias embarcações para seguir a frota japonesa, utilizando cordas para bloquear as hélices dos navios nipónicos e colocando-se entre estes e as baleias. A organização garante ter conseguido evitar a morte de 800 animais.

Pouco depois, o Japão anunciou que iria ponderar o fim da caça “científica” à baleia, uma prática tolerada pela Comissão Baleeira Internacional, que proíbe desde 1986 a caça comercial aos cetáceos. Os países defensores das baleias e ambientalistas denunciam esta prática como uma caça comercial disfarçada.

Mas hoje, o ministro japonês acabou com as dúvidas e afirmou que o seu objectivo é conseguir a retoma da caça comercial e que, por isso, precisa continuar a investigação científica na Antárctida.

Por seu lado, a Sea Shepherd criticou a decisão do Governo japonês e disse que este ano vai reforçar os meios para travar a frota nipónica, com a operação “Operation Divine Wind”. No âmbito desta operação, serão mobilizados cem activistas voluntários para a Antárctida.

Paul Watson, o responsável da Sea Shepherd, acusa o Japão de “estar, simplesmente, obcecado por matar baleias não por necessidade mas por lucro, porque acredita que tem o direito de fazer aquilo que quer num santuário para baleias, reconhecido internacionalmente, apenas para defender a sua honra”.

Comentários:
Convém lembrar
Por Paulov - Aveiro
Convém lembrar esta sanha assassina do povo japonês sempre que a Natureza provocar hacatombes na população do seu país, como recentemente conteceu com o sismo e maremoto. Nessas alturas talvez me comova um pouquinho, mas não muito, e certamente não terei outros destinos para a minha solidariedade.

Baleias
Por Bernardo Nunes - Lisboa, Portugal
Espero que a natureza castigue os japoneses com um novo sismo e tsunami e que este arrase a frota pesqueira japonesa

http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx ... cosfera%29
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Pavimentos silenciosos para ruído do trânsito em estudo
04/10/2011

Especialistas da Universidade do Minho estão a desenvolver uma nova geração de pavimentos silenciosos, um projecto pioneiro em Portugal e que pretende reduzir o ruído do tráfego rodoviário, foi ontem divulgado.

Segundo Elisabete Freitas, investigadora responsável pelo projecto, a ideia é construir pisos "com propriedades acústicas melhoradas, através da integração de camadas de desgaste duráveis, mas sustentáveis na sua relação custo-benefício".

Designado "Noiseless -- Perceção, modelação e redução de ruído através de superfícies de pavimento inovadoras e duráveis", o projeto está a ser desenvolvido pelo Centro de Território Ambiente e Construção do Departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho.

Uma equipa multidisciplinar de oito colaboradores, de áreas como engenharia civil, física, acústica/música e psicologia, já fez a monitorização e caracterização do ruído proveniente do tráfego rodoviário e a sua perceção pela população em geral.

Agora, vai ser desenvolvida a "nova geração de pavimentos", que, além de "melhores níveis de conforto auditivo" para as populações, deverá também permitir uma "adequada" deteção da velocidade dos veículos, por parte dos peões.

O que os promotores pretendem é uma solução "inovadora, eficaz e económica".

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interio ... id=2033955
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“Folha” artificial cria energia eléctrica
Invenção de Daniel Nocera começará a ser comercializada na Índia

2011-10-03

Passados seis meses de ter sido divulgada a invenção de uma folha artificial que imita a fotossíntese, a revista «Science» publica o estudo do autor desta descoberta, o químico Daniel Nocera, MIT – Massachusetts Institute of Technology.

A “folha” é fabricada com silício e embebida numa solução de cobalto e fosfato. Depositada num cubo de água, reage quimicamente perante a luz solar quebrando as moléculas da água nos seus dois elementos: oxigénio e hidrogénio. Estes elementos são posteriormente transformados em energia eléctrica.

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Dispositivo poderá começar e ser comercializado em países em vias de desenvolvimento

Este inovador dispositivo é fabricado com materiais abundantes e de baixo custo. É totalmente portátil e não precisa de cabos. Além disso, é mais eficaz do que as células de energia solar actuais.

O investigador vai comercializar o invento através da sua própria empresa, a Sun Catalytix, e com o apoio do empresário indiano Ratan Naval Tata, que quer começar por testar o dispositivo no seu país.

A principal vantagem desta “folha” é ser uma fonte de energia renovável de baixo preço, estando assim indicada para países em vias de desenvolvimento. Uma folha de um metro quadrado embebida em água é suficiente para abastecer uma casa de tamanho médio. Também os custos de montagem e operação são mais reduzidos do que os das actuais placas fotovoltaicas.

Artigo: Wireless Solar Water Splitting Using Silicon-Based Semiconductors and Earth-Abundant Catalysts

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=51239&op=all
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Camada de gelo do Árctico alcança o segundo menor nível
5 de Outubro de 2011

No mês passado, a extensão do gelo marinho que cobre o Oceano Árctico alcançou a segunda menor medida já registada, segundo a Nasa (agência espacial americana) e a Universidade do Colorado.

A massa de gelo do Árctico cresce a cada Inverno e diminui a cada Verão quando o sol nasce mais alto no céu do Norte. Todos os anos, o gelo do mar Árctico atinge o seu ponto mínimo em Setembro. Ele bateu um recorde de baixa em 2007 e, durante os dez primeiros dias do mês passado, o nível chegou a ficar ligeiramente inferior ao daquele ano.

Durante os dez primeiros dias do mês, o cenário chegou a ficar pior que o de 2007, ano em que o declínio foi um recorde. Cientistas atribuem o fenómeno ao aquecimento global.

«As condições atmosféricas e oceânicas não foram tão favoráveis à perda de gelo este ano, mas o degelo aproximou-se dos níveis de 2007», relata o cientista Walt Meier, da Universidade do Colorado.

Joey Comiso, da Nasa, afirma que o nível baixo segue o padrão de declínio que os investigadores têm detectado ao longo das últimas três décadas, fenómeno atribuído ao aquecimento global. Desde 1979, a extensão do gelo marinho do Árctico medida em Setembro tem diminuído 12% a cada década.

«O gelo do mar não só está em declínio, como o ritmo desse declínio está a tornar-se cada vez mais drástico», diz Comiso. «A camada mais velha e grossa de gelo está a diminuir mais rápido do que o resto, tornando a cobertura perene mais vulnerável.»

A extensão média do gelo marinho do Árctico em Setembro foi de 4,61 milhões de quilómetros quadrados. A medida ficou 2,43 milhões de quilómetros quadrados abaixo da média de 1979-2000.

Modelos climáticos sugerem que o Árctico poderia perder quase toda a sua cobertura de gelo no Verão até 2100, mas nos últimos anos, a extensão de gelo diminuiu mais rápido do que os modelos previstos.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=534718
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Milhares de árvores que se pretendia proteger acabaram debaixo de água
Alqueva: espanhóis retiram azinheiras submersas

05.10.2011

Uma equipa de mergulhadores vai estar envolvida na operação que é executada para garantir os níveis de segurança na navegação, do lado espanhol, na albufeira da barragem alentejana.

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Enchimento até cotas que não eram previsíveis apontadas como razão para a submersão do arvoredo

O sacrifício do montado de azinho na área inundada pela albufeira de Alqueva continua a ter lugar em território espanhol, decorrida quase uma década após o encerramento das comportas da grande barragem do sul, a 8 de Fevereiro de 2002. Razões de segurança para a navegação sustentam o corte de mais de 4000 azinheiras. A Confederação Hidrográfica do Guadiana, entidade que gere a bacia do rio ibérico no país vizinho, apresenta uma outra explicação: foram atingidas cotas de enchimento da barragem portuguesa que "não eram previsíveis".

O corte das azinheiras submersas já está a decorrer e vai prosseguir nos próximos três meses, nas localidades de Villanueva del Fresno, Cheles e Olivença. A operação está entregue a uma equipa de mergulhadores. A biomassa retirada é para triturar ou queimar. A secretária de Estado para as Alterações Climáticas de Espanha já deu o seu aval para cortar as azinheiras submersas.

O estudo de impacte ambiental elaborado para a operação estabelece ainda que, na zona de Villanueva del Fresno, árvores que alberguem ninhos não podem ser eliminadas, assim como as que estão localizadas nas ilhas que o enchimento de Alqueva veio a criar "a fim de assegurar zonas de refúgio para a fauna e evitar moléstias derivadas da navegação". As autoridades espanholas lembram que, antes de se iniciar o enchimento da albufeira, foram cortadas na região da Extremadura mais de 400.000 azinheiras.

A razia atingiu outra dimensão em território português, afectando mais de um milhão de árvores: 544 mil azinheiras, 504 mil eucaliptos, 133 mil oliveiras, 34 mil sobreiros e mais 130 mil de outras espécies de árvores. A operação custou cerca de 20 milhões de euros e envolveu o uso de helicópteros para retirar as árvores abatidas nas zonas inacessíveis.

A ribeira de Alcarrache ficou por desmatar, numa extensão de 1500 hectares ao longo da linha de água. As organizações de defesa do ambiente identificaram no território importantes nichos ecológicos e negociaram com a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva (EDIA) a manutenção do montado de azinho, que acabou submerso. Milhares de azinheiras ficaram submersas e a representar um risco para a qualidade da água de Alqueva. A EDIA reconheceu, em 2010, no estudo Protecção e Qualidade da Água em Alqueva e Pedrogão, que, "no futuro", deve ser dada uma atenção especial sobre manchas de vegetação e de árvores que não foram removidas e que "irão sofrer o efeito da submersão".

Uma situação em tudo semelhante à verificada pelas autoridades espanholas. No entanto, na Ribeira de Alcarrache milhares de árvores continuam submersas sob 15 metros de água e os habitats que se pretendiam preservar estão irremediavelmente perdidos, quando o objectivo era não perturbar a fauna que ali vive, nem mexer na flora.

Poupadas ao abate 125 mil árvores

Nos estudos de preservação ambiental elaborados para o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva foi decidido que, entre a cota 150 e 152, só o mato podia ser cortado. A decisão permitiria poupar ao abate cerca de 125 mil árvores para evitar que o impacte visual não fosse marcado por imagens desoladoras quando se verifica a descida de nível das águas. No entanto, a submersão de milhares de árvores aumenta os riscos para a navegação e ameaça a qualidade da água.

http://www.publico.pt/Local/alqueva-esp ... cosfera%29
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Câmara de Paços de Ferreira e cooperativa agrícola vão recuperar tradição das hortas
06.10.2011

A Câmara de Paços de Ferreira e a cooperativa agrícola local anunciaram a criação de um banco de terras para que os munícipes possam criar pequenas hortas e vender os seus produtos num mercado semanal.

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A iniciativa quer preservar a paisagem rural de um concelho cada vez mais industrializado

Segundo fonte da autarquia, pretende-se retomar a tradição agrícola de um concelho onde a maioria das pessoas trabalha no sector industrial, sobretudo no ramo do mobiliário.

No mercado semanal, criado propositadamente para o efeito, poderão ser vendidos produtos hortícolas de qualidade, constituindo uma alternativa para os consumidores, cada vez mais habituados a consumir nas grandes superfícies comerciais.

Um protocolo assinado entre a Câmara e a cooperativa “A Lavoura” sublinha que as parcelas de terreno se destinam sobretudo a pessoas ou famílias que se queiram dedicar à agricultura nas horas vagas, garantindo uma receita suplementar nos orçamentos familiares.

Como incentivo, a cooperativa compromete-se a adquirir os produtos agrícolas, desde que estes cumpram determinados padrões de qualidade. Esses produtos serão depois colocados à venda nas suas instalações.

Esta acção, segundo os seus promotores, tem também como objectivo a preservação da paisagem rural de um concelho cada vez mais industrializado. “É sabido que a agricultura familiar representa um importante papel na preservação, conservação e organização do território e da paisagem rural que durante muito tempo caracterizou o concelho”, lê-se num comunicado da autarquia.

http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1515267
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Navio derrama combustível sobre recife
06/10/2011

Um porta-contentores encalhado ao largo da Nova Zelândia derramou combustível no mar, provocando uma mancha de vários quilómetros sobre um recife local conhecido pela variedade de fauna e flora, indicaram hoje as autoridades marítimas.

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O navio Rena, com bandeira da Libéria e capacidade de transporte de 47 mil toneladas, encalhou na quarta-feira de manhã no recife Astrolabe, a cerca de 22 quilómetros ao largo da cidade de Tauranga, na ilha do norte da Nova Zelândia.

A fuga atingia hoje cinco quilómetros de comprimento, indicou um agente marítimo, acrescentando que o combustível parece ser proveniente das canalizações danificadas na altura do embate do navio com o recife.

O Rena transportava 1.700 toneladas de combustível, mas a quantidade de combustível derramada ainda não determinada.

O recife Astrolabe, conhecido pela sua fauna e flora, está coberto de anémonas de mar e algas multicolores e numerosos peixes e focas frequentam as águas vizinhas.

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior. ... cao=%C1sia
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