SAUDE
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mauri
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Re: SAUDE
Governo iniciou despedimento de enfermeiros na Grande Lisboa
1 de Setembro de 2011
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) acusou hoje o Ministério da Saúde de estar a fazer «cortes cegos e indiscriminados» no setor e de ter iniciado um processo de despedimentos nos Agrupamentos de Saúde da Grande Lisboa.
Em comunicado, o SEP refere que o ministério decidiu despedir hoje 24 enfermeiros na área da Grande Lisboa, devido ao despacho publicado na quarta-feira que determina que os hospitais, centros hospitalares e unidades locais de saúde integrados no setor empresarial do Estado têm de reduzir em 11 por cento os seus custos operacionais em 2012.
Contudo, o SEP considera que o Ministério da Saúde está a promover «cortes cegos e indiscriminados» e sublinha que a decisão de despedir os 24 enfermeiros vai implicar uma perda de 840 horas semanais de cuidados de enfermagem e 3.360 horas mensais.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528828
1 de Setembro de 2011
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) acusou hoje o Ministério da Saúde de estar a fazer «cortes cegos e indiscriminados» no setor e de ter iniciado um processo de despedimentos nos Agrupamentos de Saúde da Grande Lisboa.
Em comunicado, o SEP refere que o ministério decidiu despedir hoje 24 enfermeiros na área da Grande Lisboa, devido ao despacho publicado na quarta-feira que determina que os hospitais, centros hospitalares e unidades locais de saúde integrados no setor empresarial do Estado têm de reduzir em 11 por cento os seus custos operacionais em 2012.
Contudo, o SEP considera que o Ministério da Saúde está a promover «cortes cegos e indiscriminados» e sublinha que a decisão de despedir os 24 enfermeiros vai implicar uma perda de 840 horas semanais de cuidados de enfermagem e 3.360 horas mensais.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528828
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Re: SAUDE
Aumento das taxas moderadoras acima da inflação este mês
1 de Setembro de 2011
O Governo vai decidir este mês o aumento das taxas moderadoras, que será superior à inflação, além da redução das isenções, mas as «pessoas de menores recursos» deverão manter-se isentas no acesso à saúde, anunciou o ministro da tutela.
«Haverá menos isenções do que o número que existe atualmente, haverá também algum agravamento, designadamente diferenciado», uma medida que deverá ser decidida em Conselho de Ministros ainda em setembro, afirmou o ministro Paulo Macedo, em entrevista ao Jornal da Noite, da TVI.
Segundo o governante, uma das áreas onde o aumento das taxas poderá ser maior é no acesso às urgências.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528838
1 de Setembro de 2011
O Governo vai decidir este mês o aumento das taxas moderadoras, que será superior à inflação, além da redução das isenções, mas as «pessoas de menores recursos» deverão manter-se isentas no acesso à saúde, anunciou o ministro da tutela.
«Haverá menos isenções do que o número que existe atualmente, haverá também algum agravamento, designadamente diferenciado», uma medida que deverá ser decidida em Conselho de Ministros ainda em setembro, afirmou o ministro Paulo Macedo, em entrevista ao Jornal da Noite, da TVI.
Segundo o governante, uma das áreas onde o aumento das taxas poderá ser maior é no acesso às urgências.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528838
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Re: SAUDE
Empresa médica invoca troika para dispensar 20 enfermeiros
2 de Setembro de 2011
Mais de 20 enfermeiros foram dispensados de oito centros de saúde de Lisboa através de uma mensagem de correio eletrónico que justificava a decisão com a «sustentabilidade das contas públicas assumida no memorando com a troika».
Os 24 enfermeiros que trabalhavam em regime de prestação de serviços nos centros de saúde da Alameda, Ajuda, Alcântara, Coração de Jesus, Lapa, Luz Soriano, Santo Condestável e São Mamede/Santa Isabel já não foram trabalhar na quinta-feira porque a empresa que os contratou, a medicsearch, rescindiu o contrato quarta-feira com feitos imediatos.
No email enviado aos enfermeiros, a que agência Lusa teve acesso, a entidade contratadora lembrou que «a sustentabilidade das contas públicas é um compromisso assumido no Memorando da troika» e que se trata de «um desígnio nacional a que todos devemos atender».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528853
2 de Setembro de 2011
Mais de 20 enfermeiros foram dispensados de oito centros de saúde de Lisboa através de uma mensagem de correio eletrónico que justificava a decisão com a «sustentabilidade das contas públicas assumida no memorando com a troika».
Os 24 enfermeiros que trabalhavam em regime de prestação de serviços nos centros de saúde da Alameda, Ajuda, Alcântara, Coração de Jesus, Lapa, Luz Soriano, Santo Condestável e São Mamede/Santa Isabel já não foram trabalhar na quinta-feira porque a empresa que os contratou, a medicsearch, rescindiu o contrato quarta-feira com feitos imediatos.
No email enviado aos enfermeiros, a que agência Lusa teve acesso, a entidade contratadora lembrou que «a sustentabilidade das contas públicas é um compromisso assumido no Memorando da troika» e que se trata de «um desígnio nacional a que todos devemos atender».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528853
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serges
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Re: SAUDE
Enfim, um governo que considera a saúde e a educação como pouco interessantes tem o seu futuro traçado assim como o do País!
40595 a bordo de uma Vectrix.
Procuro pontos de carga para veículos eléctricos, contacte-me! 915001177
Mapa dos pontos de carga
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mauri
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Re: SAUDE
Genéricos: Conflitos já causaram prejuízos de 216 M€
2 de Setembro de 2011
A Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (Apogen) aplaudiu hoje a aprovação de um diploma para facilitar a resolução de conflitos com patentes, lembrando que os mesmos já causaram, desde 2008, prejuízos de 216 milhões de euros.
O Governo aprovou quinta-feira um diploma para facilitar o acesso a medicamentos mais baratos ao obrigar à "separação clara" entre as autorizações técnicas para introduzir medicamentos no mercado e a eventual necessidade de resolver conflitos relacionados com patentes.
A proposta de lei cria um "regime de composição dos litígios emergentes de direitos de propriedade industrial quando estejam em causa medicamentos de referência e medicamentos genéricos", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
Para o presidente da Apogen, Paulo Lilaia, a medida pode ajudar a alterar a situação que coloca Portugal como o único país em que a introdução de medicamentos genéricos no mercado é travada por ações nos tribunais administrativos.
Estes casos terão causado, segundo as contas da Apogen, prejuízos de 216 milhões de euros desde 2008
"É muito dinheiro", afirmou Paulo Lilaia, que garante que a resolução destes casos nos tribunais permitirá uma poupança de 50 milhões de euros por ano, para o Estado e para os utentes.
Paulo Lilaia sublinhou que a situação é "cada vez mais grave" e que "cada vez há mais processos em tribunal administrativo" que resultam no atraso ou mesmo bloqueio na introdução dos genéricos no mercado.
Apesar de explicar que em causa estão medicamentos de "praticamente todas as áreas" - que já podiam estar a ser vendidos pelo menos 35 por cento mais baratos -- Paulo Lilaia adiantou que são especialmente os de "grande consumo": coração, sistema nervoso central e digestivo.
A medida, prevista no programa do Governo, vai ainda "facilitar o acesso dos medicamentos genéricos ao mercado, contribuindo para o aumento da respetiva quota de mercado e consequente redução da fatura em medicamentos".
O Governo esclarece ainda que a proposta de lei hoje aprovada visa respeitar os compromissos assumidos no Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica firmado pelo Governo Português com a "troika" internacional (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu).
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528928
2 de Setembro de 2011
A Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (Apogen) aplaudiu hoje a aprovação de um diploma para facilitar a resolução de conflitos com patentes, lembrando que os mesmos já causaram, desde 2008, prejuízos de 216 milhões de euros.
O Governo aprovou quinta-feira um diploma para facilitar o acesso a medicamentos mais baratos ao obrigar à "separação clara" entre as autorizações técnicas para introduzir medicamentos no mercado e a eventual necessidade de resolver conflitos relacionados com patentes.
A proposta de lei cria um "regime de composição dos litígios emergentes de direitos de propriedade industrial quando estejam em causa medicamentos de referência e medicamentos genéricos", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
Para o presidente da Apogen, Paulo Lilaia, a medida pode ajudar a alterar a situação que coloca Portugal como o único país em que a introdução de medicamentos genéricos no mercado é travada por ações nos tribunais administrativos.
Estes casos terão causado, segundo as contas da Apogen, prejuízos de 216 milhões de euros desde 2008
"É muito dinheiro", afirmou Paulo Lilaia, que garante que a resolução destes casos nos tribunais permitirá uma poupança de 50 milhões de euros por ano, para o Estado e para os utentes.
Paulo Lilaia sublinhou que a situação é "cada vez mais grave" e que "cada vez há mais processos em tribunal administrativo" que resultam no atraso ou mesmo bloqueio na introdução dos genéricos no mercado.
Apesar de explicar que em causa estão medicamentos de "praticamente todas as áreas" - que já podiam estar a ser vendidos pelo menos 35 por cento mais baratos -- Paulo Lilaia adiantou que são especialmente os de "grande consumo": coração, sistema nervoso central e digestivo.
A medida, prevista no programa do Governo, vai ainda "facilitar o acesso dos medicamentos genéricos ao mercado, contribuindo para o aumento da respetiva quota de mercado e consequente redução da fatura em medicamentos".
O Governo esclarece ainda que a proposta de lei hoje aprovada visa respeitar os compromissos assumidos no Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica firmado pelo Governo Português com a "troika" internacional (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu).
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528928
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Re: SAUDE
Médicos vão dispor de orientações para a prescrição
2 de Setembro de 2011
Os médicos vão dispor de orientações para a prescrição de medicamentos e de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, as quais podem ignorar, o que implicará uma discussão desta recusa entre clínicos, segundo o diretor-geral da Saúde.
Estas linhas de orientação constam de um protocolo que será na segunda-feira assinado entre a Ordem dos Médicos e a Direção-Geral da Saúde (DGS), no âmbito da Qualidade no Sistema de Saúde, e pretendem ser um «apoio à decisão» do prescritor, conforme explicou à agência Lusa o diretor-geral da Saúde, Francisco George.
É a própria Ordem dos Médicos que ressalva a importância deste protocolo - que será operacionalizado através do Departamento de Qualidade na Saúde da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Conselho para a Auditoria e Qualidade da Ordem dos Médicos - «numa altura em que se aposta na contenção da despesa do Estado no setor da saúde».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528985
2 de Setembro de 2011
Os médicos vão dispor de orientações para a prescrição de medicamentos e de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, as quais podem ignorar, o que implicará uma discussão desta recusa entre clínicos, segundo o diretor-geral da Saúde.
Estas linhas de orientação constam de um protocolo que será na segunda-feira assinado entre a Ordem dos Médicos e a Direção-Geral da Saúde (DGS), no âmbito da Qualidade no Sistema de Saúde, e pretendem ser um «apoio à decisão» do prescritor, conforme explicou à agência Lusa o diretor-geral da Saúde, Francisco George.
É a própria Ordem dos Médicos que ressalva a importância deste protocolo - que será operacionalizado através do Departamento de Qualidade na Saúde da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Conselho para a Auditoria e Qualidade da Ordem dos Médicos - «numa altura em que se aposta na contenção da despesa do Estado no setor da saúde».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528985
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Re: SAUDE
Greve deixa 24,5 mil índios sem médico
02 de setembro de 2011
Agentes de saúde do Amazonas paralisam atendimento por atraso de salário
Pelo menos 24,5 mil índios da região amazônica estão sem atendimento médico, desde que agentes de saúde entraram em greve na semana passada, por atraso no pagamento de salário via convênio firmado com a Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

Abandono. Em São Gabriel da Cachoeira (AM), 90% da população é descendente de índios
A paralisação fechou 19 locais de atendimento na área do município de São Gabriel da Cachoeira, no extremo noroeste do Amazonas. Conhecidos como polo-base, esses centros cobrem um conjunto de aldeias, prestam assistência às comunidades e executam programas do governo, como campanhas de vacinação.
Com a greve, as campanhas foram suspensas e o atendimento dos casos mais graves é feito em um hospital na sede do município, já sobrecarregado, segundo profissionais de saúde ouvidos pelo Estado. Uma criança de 2 meses com pneumonia só conseguiu ser atendida graças à ajuda do Exército. A viagem de barco dentro do município pode levar até cinco dias.
Ao todo, 340 profissionais de saúde, entre enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem e dentistas, estão em greve. O grupo alega que há atraso de dois meses no pagamento de salário (para o governo, é um), falta de remédios e de apoio logístico para os deslocamentos às aldeias.
"A população indígena está largada", diz uma enfermeira que pediu para não ser identificada. "Aqui sempre passamos por sérias dificuldades: quando tem combustível pro barco, não tem medicamento. Sempre falta uma coisa."
De acordo com um outro enfermeiro, houve casos de agentes de saúde que tinham à disposição apenas três frascos do analgésico paracetamol para atender a cerca de 3 mil pessoas. "A gente tem de fazer uma mágica pra render", afirma.
O convênio em questão, de R$ 7,9 milhões, foi firmado pela Funasa com a ONG Associação dos Trabalhadores de Enfermagem de São Gabriel da Cachoeira. A duração prevista inicialmente era de maio de 2010 a maio de 2011, o que acabou sendo prorrogado até outubro deste ano. A ONG diz que o governo lhe deve R$ 4,1 milhões.
"Estamos aguardando a resolução desse impasse. O movimento de greve é um direito dos profissionais, que têm de reivindicar e mobilizar o governo para dar importância aos serviços prestados", afirma a presidente da ONG, Rosilda Trindade.
Outro lado. A ONG alega que a criação, em 2010, da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), braço do Ministério da Saúde que assumiu funções atribuídas anteriormente à Funasa, pode ter atrapalhado o processo burocrático de liberação da verba.
Ao Estado, a assessoria do Ministério da Saúde informou que o valor referente ao recurso aditivo (R$ 4,1 milhões) foi empenhado ontem pelo governo e a demora no pagamento se deveu a "ajustes jurídicos" entre a associação e a Funasa. Sobre insumos, a pasta diz que não há falta de medicamentos, mas admite que houve redução no estoque de apenas um medicamento - paracetamol -, o que deve ser corrigido o mais rápido possível.
Insensibilidade. Para o presidente da Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro, Abraão Franco, falta sensibilidade para cuidar da questão. "O governo federal criou uma secretaria fazendo ligação direta do Ministério da Saúde com a população indígena para facilitar o repasse dos recursos, mas não tem sensibilidade de repassá-los de forma adequada", criticou.
FALTA DE ATENÇÃO!
"Desde o governo Lula a questão indígena não é prioridade. Os programas são criados, mas não implementados."
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7450,0.htm
02 de setembro de 2011
Agentes de saúde do Amazonas paralisam atendimento por atraso de salário
Pelo menos 24,5 mil índios da região amazônica estão sem atendimento médico, desde que agentes de saúde entraram em greve na semana passada, por atraso no pagamento de salário via convênio firmado com a Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

Abandono. Em São Gabriel da Cachoeira (AM), 90% da população é descendente de índios
A paralisação fechou 19 locais de atendimento na área do município de São Gabriel da Cachoeira, no extremo noroeste do Amazonas. Conhecidos como polo-base, esses centros cobrem um conjunto de aldeias, prestam assistência às comunidades e executam programas do governo, como campanhas de vacinação.
Com a greve, as campanhas foram suspensas e o atendimento dos casos mais graves é feito em um hospital na sede do município, já sobrecarregado, segundo profissionais de saúde ouvidos pelo Estado. Uma criança de 2 meses com pneumonia só conseguiu ser atendida graças à ajuda do Exército. A viagem de barco dentro do município pode levar até cinco dias.
Ao todo, 340 profissionais de saúde, entre enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem e dentistas, estão em greve. O grupo alega que há atraso de dois meses no pagamento de salário (para o governo, é um), falta de remédios e de apoio logístico para os deslocamentos às aldeias.
"A população indígena está largada", diz uma enfermeira que pediu para não ser identificada. "Aqui sempre passamos por sérias dificuldades: quando tem combustível pro barco, não tem medicamento. Sempre falta uma coisa."
De acordo com um outro enfermeiro, houve casos de agentes de saúde que tinham à disposição apenas três frascos do analgésico paracetamol para atender a cerca de 3 mil pessoas. "A gente tem de fazer uma mágica pra render", afirma.
O convênio em questão, de R$ 7,9 milhões, foi firmado pela Funasa com a ONG Associação dos Trabalhadores de Enfermagem de São Gabriel da Cachoeira. A duração prevista inicialmente era de maio de 2010 a maio de 2011, o que acabou sendo prorrogado até outubro deste ano. A ONG diz que o governo lhe deve R$ 4,1 milhões.
"Estamos aguardando a resolução desse impasse. O movimento de greve é um direito dos profissionais, que têm de reivindicar e mobilizar o governo para dar importância aos serviços prestados", afirma a presidente da ONG, Rosilda Trindade.
Outro lado. A ONG alega que a criação, em 2010, da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), braço do Ministério da Saúde que assumiu funções atribuídas anteriormente à Funasa, pode ter atrapalhado o processo burocrático de liberação da verba.
Ao Estado, a assessoria do Ministério da Saúde informou que o valor referente ao recurso aditivo (R$ 4,1 milhões) foi empenhado ontem pelo governo e a demora no pagamento se deveu a "ajustes jurídicos" entre a associação e a Funasa. Sobre insumos, a pasta diz que não há falta de medicamentos, mas admite que houve redução no estoque de apenas um medicamento - paracetamol -, o que deve ser corrigido o mais rápido possível.
Insensibilidade. Para o presidente da Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro, Abraão Franco, falta sensibilidade para cuidar da questão. "O governo federal criou uma secretaria fazendo ligação direta do Ministério da Saúde com a população indígena para facilitar o repasse dos recursos, mas não tem sensibilidade de repassá-los de forma adequada", criticou.
FALTA DE ATENÇÃO!
"Desde o governo Lula a questão indígena não é prioridade. Os programas são criados, mas não implementados."
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7450,0.htm
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Re: SAUDE
Serviço avisa sobre o mau hálito
02 de setembro de 2011
E-mail ou carta enviado por associação alerta pessoa sobre o problema sem identificar remetente
Como avisar, sem constrangimento, aquele amigo ou colega de trabalho sobre o mau hálito? Por e-mail ou carta. A Associação Brasileira de Halitose (ABHA) oferece o serviço "SOS Mau Hálito", que comunica a pessoa sobre o problema (leia a mensagem enviada), sem identificar o remetente do alerta. Basta acessar a página: http://www.abha.org.br/sosmauhalito.

Um dos fatores que predispõem o individuo a ter mau hálito é a falta de higienização adequada
"É muito constrangedor para quem avisa e para a pessoa avisada", diz Marcos Moura, presidente da associação e dentista habilitado no tratamento à halitose. Por mês, cerca de 70 notificações são encaminhadas. "E nunca recebemos reclamações das pessoas notificadas", completa Moura.
Em pesquisa com 127 pacientes com mau hálito atendidos por profissionais da ABHA, 126 afirmaram que gostariam de ter sido avisados do problema. "O portador de halitose não sente. Ocorre a fadiga olfatória. O nariz não identifica mais o cheiro ruim."
Estima-se que 30% da população brasileira, aproximadamente 57 milhões, sofram ocasional ou cronicamente com o mau hálito.
E ao contrário do que a maioria pensa, o problema raramente tem ligação com o estômago. "A halitose pode ser provocada por 60 motivos. Raros são os casos relacionados aos problemas estomacais", explica Arany Tunes, membro da International Society for Breath Odor Research (Isbor), entidade que pesquisa exclusivamente a halitose.
Segundo Tunes, os principais motivos são doenças, hábitos inadequados e desequilíbrios. "Diabete, amigdalites e leucemia são algumas doenças. A queda na produção de saliva é o principal desequilíbrio - pode ser consequência do uso de medicamentos. Já os hábitos são o consumo do álcool, fumo e má higienização", lista o membro da Isbor.
Porém, Moura ressalta: "a falta de higienização adequada predispõe o individuo a ter mau hálito, mas a limpeza correta não garante um bom hálito".
Para a manutenção bucal, os especialistas indicam a escovação após refeições, fio dental, limpeza da língua, hidratação e alimentação a cada três horas.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 7654,0.htm
02 de setembro de 2011
E-mail ou carta enviado por associação alerta pessoa sobre o problema sem identificar remetente
Como avisar, sem constrangimento, aquele amigo ou colega de trabalho sobre o mau hálito? Por e-mail ou carta. A Associação Brasileira de Halitose (ABHA) oferece o serviço "SOS Mau Hálito", que comunica a pessoa sobre o problema (leia a mensagem enviada), sem identificar o remetente do alerta. Basta acessar a página: http://www.abha.org.br/sosmauhalito.

Um dos fatores que predispõem o individuo a ter mau hálito é a falta de higienização adequada
"É muito constrangedor para quem avisa e para a pessoa avisada", diz Marcos Moura, presidente da associação e dentista habilitado no tratamento à halitose. Por mês, cerca de 70 notificações são encaminhadas. "E nunca recebemos reclamações das pessoas notificadas", completa Moura.
Em pesquisa com 127 pacientes com mau hálito atendidos por profissionais da ABHA, 126 afirmaram que gostariam de ter sido avisados do problema. "O portador de halitose não sente. Ocorre a fadiga olfatória. O nariz não identifica mais o cheiro ruim."
Estima-se que 30% da população brasileira, aproximadamente 57 milhões, sofram ocasional ou cronicamente com o mau hálito.
E ao contrário do que a maioria pensa, o problema raramente tem ligação com o estômago. "A halitose pode ser provocada por 60 motivos. Raros são os casos relacionados aos problemas estomacais", explica Arany Tunes, membro da International Society for Breath Odor Research (Isbor), entidade que pesquisa exclusivamente a halitose.
Segundo Tunes, os principais motivos são doenças, hábitos inadequados e desequilíbrios. "Diabete, amigdalites e leucemia são algumas doenças. A queda na produção de saliva é o principal desequilíbrio - pode ser consequência do uso de medicamentos. Já os hábitos são o consumo do álcool, fumo e má higienização", lista o membro da Isbor.
Porém, Moura ressalta: "a falta de higienização adequada predispõe o individuo a ter mau hálito, mas a limpeza correta não garante um bom hálito".
Para a manutenção bucal, os especialistas indicam a escovação após refeições, fio dental, limpeza da língua, hidratação e alimentação a cada três horas.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 7654,0.htm
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Re: SAUDE
Cancro: falta de donativos ameaça fechar União de Doentes
3 de Setembro de 2011
A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, «devido à crise e consequente drástica redução de donativos», está a «passar por graves dificuldades económicas».
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, «de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas atividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529078
3 de Setembro de 2011
A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, «devido à crise e consequente drástica redução de donativos», está a «passar por graves dificuldades económicas».
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, «de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas atividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529078
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Re: SAUDE
Vítimas de AVC tratadas com saliva de morcego
5 de Setembro de 2011
Investigadores britânicos estão a realizar testes com saliva de morcegos-vampiros para tratar vítimas de acidentes vasculares cerebrais (AVC).
Entre os pioneiros no tratamento estão especialistas do Hospital da Universidade de North Staffordshire que estão a desenvolver um poderoso novo medicamento que utiliza uma proteína na saliva dos animais para dissolver coágulos no cérebro.
Os cientistas focaram-se na saliva dos morcegos devido à capacidade que esta tem de tornar o sangue das vítimas dos animais líquido o suficiente para que possam sorvê-lo.
O medicamento já foi testado em duas pessoas e já está a ser considerado pelos cientistas como o maior avanço no tratamento de AVC nos últimos 20 anos.
Actualmente, vítimas de AVC precisam de receber injecções de drogas capazes de dissolver coágulos no máximo quatro horas após os ataques terem ocorrido, para que o medicamento ainda surta efeito.
Mas a nova droga derivada da saliva do morcego, chamada desmoteplase, pode ser dada aos pacientes até nove horas após os AVC terem sido registados.
De acordo com Christine Roff, da Universidade de North Staffordshire, o medicamento ainda está em fase de testes, mas se estes forem bem-sucedidos, a droga poderá ser usada regularmente dentro de três anos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529204
5 de Setembro de 2011
Investigadores britânicos estão a realizar testes com saliva de morcegos-vampiros para tratar vítimas de acidentes vasculares cerebrais (AVC).
Entre os pioneiros no tratamento estão especialistas do Hospital da Universidade de North Staffordshire que estão a desenvolver um poderoso novo medicamento que utiliza uma proteína na saliva dos animais para dissolver coágulos no cérebro.
Os cientistas focaram-se na saliva dos morcegos devido à capacidade que esta tem de tornar o sangue das vítimas dos animais líquido o suficiente para que possam sorvê-lo.
O medicamento já foi testado em duas pessoas e já está a ser considerado pelos cientistas como o maior avanço no tratamento de AVC nos últimos 20 anos.
Actualmente, vítimas de AVC precisam de receber injecções de drogas capazes de dissolver coágulos no máximo quatro horas após os ataques terem ocorrido, para que o medicamento ainda surta efeito.
Mas a nova droga derivada da saliva do morcego, chamada desmoteplase, pode ser dada aos pacientes até nove horas após os AVC terem sido registados.
De acordo com Christine Roff, da Universidade de North Staffordshire, o medicamento ainda está em fase de testes, mas se estes forem bem-sucedidos, a droga poderá ser usada regularmente dentro de três anos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529204
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Re: SAUDE
Taxistas querem transporte de doentes não urgentes
5 de Setembro de 2011
O presidente da Federação Nacional do Táxi acusa o Governo de estar "empurrar para a falência" vários "milhares" de taxistas por entregar o transporte de doentes aos bombeiros.
Carlos Ramos diz que é "falso" o argumento do Governo ao afirmar que sai mais barato ao Estado entregar o transporte não urgente de doentes às corporações de bombeiros, em detrimento dos taxistas.
"É uma argumentação falsa, estamos fartos de provar essa realidade", afirma o dirigente associativo, insistindo que a situação está a deixar na falência muitos taxistas e condutores de carros de praça.
"Peçam orçamentos e comparem", desafia, garantido que os custos do táxi são mais baratos do que os praticados pelos bombeiros.
Acrescem ainda que a qualidade do serviço é pior, já que as viaturas que os bombeiros utilizam levam nove passageiros, o que leva a que os últimos transportados tenha de viajar "quatro ou cinco horas" até chegarem a casa.
Estão neste grupo os doentes que precisam fazer hemodiálise e outros tipos de tratamentos regulares que não necessitam de transporte urgente.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529193
5 de Setembro de 2011
O presidente da Federação Nacional do Táxi acusa o Governo de estar "empurrar para a falência" vários "milhares" de taxistas por entregar o transporte de doentes aos bombeiros.
Carlos Ramos diz que é "falso" o argumento do Governo ao afirmar que sai mais barato ao Estado entregar o transporte não urgente de doentes às corporações de bombeiros, em detrimento dos taxistas.
"É uma argumentação falsa, estamos fartos de provar essa realidade", afirma o dirigente associativo, insistindo que a situação está a deixar na falência muitos taxistas e condutores de carros de praça.
"Peçam orçamentos e comparem", desafia, garantido que os custos do táxi são mais baratos do que os praticados pelos bombeiros.
Acrescem ainda que a qualidade do serviço é pior, já que as viaturas que os bombeiros utilizam levam nove passageiros, o que leva a que os últimos transportados tenha de viajar "quatro ou cinco horas" até chegarem a casa.
Estão neste grupo os doentes que precisam fazer hemodiálise e outros tipos de tratamentos regulares que não necessitam de transporte urgente.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529193
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mauri
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Re: SAUDE
Portugueses fazem nova descoberta na leucemia infantil
5 de Setembro de 2011
Uma equipa liderada por investigadores portugueses fez novas descobertas na área da leucemia linfoblástica aguda infantil, um cancro do sangue que atinge sobretudo crianças entre os dois e os quatro anos.
Os cientistas do Instituto de Medicina Molecular (IMM), em Lisboa, detectaram, em cerca de nove por cento dos doentes estudados, uma causa inédita para o crescimento tumoral nos casos de leucemia linfoblástica aguda de células T, isto é, quando os linfócitos T (tipo de glóbulos brancos do sistema imunitário) se reproduzem sem controlo.
Num artigo publicado na Nature Genetics, os portugueses identificaram um novo conjunto de mutações genéticas. «Considerados no seu conjunto, os nossos resultados indicam que [estas mutações são] um evento oncogénico envolvido nas leucemias linfoblásticas agudas de células T», diz o comunicado do IMM, citado pelo Público.
O gene dos linfócitos T é essencial no processo de ligação de uma proteína instruída por este gene a um receptor, uma molécula que circula na corrente sanguínea chamada interleucina 7.
Este receptor, ao captar o sinal químico vindo do exterior da célula, impele a sua multiplicação. Agora, com a nova descoberta, percebeu-se que, quando este receptor é afectado pelas mutações agora identificadas, os linfócitos deixam de precisar do estímulo da interleucina 7 para se multiplicarem.
«Descobrimos que, apesar de ser essencial para o desenvolvimento e funcionamento das células T, o receptor da interleucina 7 também pode ter um lado obscuro», explica o investigador João Barata.
«Em particular, descobrimos que existem mutações que levam à activação permanente do receptor da interleucina 7 numa percentagem razoável de doentes com leucemia T pediátrica [e] identificámos o mecanismo que leva a que o receptor esteja sempre activado nestes doentes [...]. Estas observações dão-nos a esperança de poder vir a aumentar ainda mais a eficácia e selectividade dos tratamentos actualmente existentes», acrescenta.
A investigação, onde participaram, entre outros, cientistas brasileiros e norte-americanos, também apresentou a possibilidade de medicamentos já testados contra outras doenças, como a artrite reumatóide, poderem neutralizar os efeitos prejudiciais destas mutações.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529216
5 de Setembro de 2011
Uma equipa liderada por investigadores portugueses fez novas descobertas na área da leucemia linfoblástica aguda infantil, um cancro do sangue que atinge sobretudo crianças entre os dois e os quatro anos.
Os cientistas do Instituto de Medicina Molecular (IMM), em Lisboa, detectaram, em cerca de nove por cento dos doentes estudados, uma causa inédita para o crescimento tumoral nos casos de leucemia linfoblástica aguda de células T, isto é, quando os linfócitos T (tipo de glóbulos brancos do sistema imunitário) se reproduzem sem controlo.
Num artigo publicado na Nature Genetics, os portugueses identificaram um novo conjunto de mutações genéticas. «Considerados no seu conjunto, os nossos resultados indicam que [estas mutações são] um evento oncogénico envolvido nas leucemias linfoblásticas agudas de células T», diz o comunicado do IMM, citado pelo Público.
O gene dos linfócitos T é essencial no processo de ligação de uma proteína instruída por este gene a um receptor, uma molécula que circula na corrente sanguínea chamada interleucina 7.
Este receptor, ao captar o sinal químico vindo do exterior da célula, impele a sua multiplicação. Agora, com a nova descoberta, percebeu-se que, quando este receptor é afectado pelas mutações agora identificadas, os linfócitos deixam de precisar do estímulo da interleucina 7 para se multiplicarem.
«Descobrimos que, apesar de ser essencial para o desenvolvimento e funcionamento das células T, o receptor da interleucina 7 também pode ter um lado obscuro», explica o investigador João Barata.
«Em particular, descobrimos que existem mutações que levam à activação permanente do receptor da interleucina 7 numa percentagem razoável de doentes com leucemia T pediátrica [e] identificámos o mecanismo que leva a que o receptor esteja sempre activado nestes doentes [...]. Estas observações dão-nos a esperança de poder vir a aumentar ainda mais a eficácia e selectividade dos tratamentos actualmente existentes», acrescenta.
A investigação, onde participaram, entre outros, cientistas brasileiros e norte-americanos, também apresentou a possibilidade de medicamentos já testados contra outras doenças, como a artrite reumatóide, poderem neutralizar os efeitos prejudiciais destas mutações.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529216
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Re: SAUDE
Ordem dos Médicos e DGS assinam protocolo para prescrição de medicamentos
05-09-2011
A Ordem dos Médicos e a Direcção-Geral da Saúde (DGS) assinaram esta segunda-feira um protocolo para a prescrição de medicamentos e de meios complementares de diagnóstico e terapêutica.

Com este protocolo – que surge no âmbito da Qualidade no Sistema de Saúde –, haverá linhas de orientação que funcionarão como um apoio à decisão do prescritor.
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=285469
05-09-2011
A Ordem dos Médicos e a Direcção-Geral da Saúde (DGS) assinaram esta segunda-feira um protocolo para a prescrição de medicamentos e de meios complementares de diagnóstico e terapêutica.

Com este protocolo – que surge no âmbito da Qualidade no Sistema de Saúde –, haverá linhas de orientação que funcionarão como um apoio à decisão do prescritor.
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=285469
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Re: SAUDE
Bastonário da OM defende imposto sobre «fast-food»
5 de Setembro de 2011
O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, defendeu hoje a criação de um imposto sobre «fast-food» e «dezenas de variedades de outro lixo alimentar» para financiar o Serviço Nacional de Saúde (SNS), segundo a edição online do Público.

«Um duplo cheeseburger e um pacote de batatas fritas equivalem a 2200 calorias e é preciso uma maratona» para queimar este nível de calorias, afirmou José Manuel Silva, que incluiu também o sal nos produtos a taxar.
Falando na cerimónia de assinatura do protocolo de cooperação entre a Direcção-Geral de Saúde (DGS) e a Ordem dos Médicos (OM) com o objectivo de assegurar a colaboração entre estas duas entidades no âmbito da qualidade no sistema de saúde, o bastonário afirmou não ter dúvidas que esta medida irá ter a oposição da indústria agro-alimentar mas defendeu que este «imposto selectivo» seria uma alternativa a mais cortes no sector.
«Sabemos que é preciso poupar mas não é possível mais cortes sem pôr a qualidade dos serviços», afirmou. José Manuel Silva teceu ainda duras críticas à classe política e aos governantes.
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, não se pronunciou sobre esta ideia, preferindo destacar o «esforço concertado entre o Governo e os profissionais de saúde» para «garantir a sustentabilidade do SNS e a melhoria da qualidade» da prestação dos cuidados.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529267
5 de Setembro de 2011
O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, defendeu hoje a criação de um imposto sobre «fast-food» e «dezenas de variedades de outro lixo alimentar» para financiar o Serviço Nacional de Saúde (SNS), segundo a edição online do Público.

«Um duplo cheeseburger e um pacote de batatas fritas equivalem a 2200 calorias e é preciso uma maratona» para queimar este nível de calorias, afirmou José Manuel Silva, que incluiu também o sal nos produtos a taxar.
Falando na cerimónia de assinatura do protocolo de cooperação entre a Direcção-Geral de Saúde (DGS) e a Ordem dos Médicos (OM) com o objectivo de assegurar a colaboração entre estas duas entidades no âmbito da qualidade no sistema de saúde, o bastonário afirmou não ter dúvidas que esta medida irá ter a oposição da indústria agro-alimentar mas defendeu que este «imposto selectivo» seria uma alternativa a mais cortes no sector.
«Sabemos que é preciso poupar mas não é possível mais cortes sem pôr a qualidade dos serviços», afirmou. José Manuel Silva teceu ainda duras críticas à classe política e aos governantes.
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, não se pronunciou sobre esta ideia, preferindo destacar o «esforço concertado entre o Governo e os profissionais de saúde» para «garantir a sustentabilidade do SNS e a melhoria da qualidade» da prestação dos cuidados.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529267
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Re: SAUDE
Insónia afecta 23% dos trabalhadores norte-americanos
5 de Setembro de 2011
O trabalhador norte-americano médio perde anualmente 11,3 dias de trabalho por causa de insónias. Estima-se que a doença afecte aproximadamente 23% dos trabalhadores norte-americanos, acarretando um custo anual médio de 2.280 dólares por trabalhador.
A constatação é de Ronald Kessler, investigador da Escola de Medicina de Harvard (Boston, Estados Unidos) e autor principal do estudo. A insónia é uma condição caracterizada por dificuldade em adormecer e/ou permanecer a dormir.
A insónia pode ser classificada em três tipos principais:
-Insónia transitória - Os sintomas duram apenas alguns dias ou semanas.
-Insónia aguda (curto prazo) - Os sintomas durar várias semanas.
-Insónia crônica - Os sintomas duram alguns meses ou até anos.
Todos os grupos etários podem ser afectados pela insónia. Mulheres adultas são mais afectadas do que os homens. A insónia pode levar à ansiedade, depressão, obesidade, diminuição da capacidade laboral e baixo desempenho escolar. Também pode prejudicar o sistema imunológico, que por sua vez, aumenta o risco e a gravidade de doenças.
Neste estudo, Kessler e os seus colaboradores recolheram dados sobre 7.428 funcionários do Estudo Americano da Insónia, o qual foi financiado pela empresa farmacêutica Sanofi-Aventis. Os indivíduos foram avaliados em relação aos seus padrões de sono, desempenho no trabalho, entre outras questões.
Eles descobriram que 23,2% dos participantes sofriam de insónia. Enquanto que os trabalhadores com idade maior que 65 anos apresentaram os menores índices de insónia (14,3%), a doença afectou 27,1% e 19,7% das mulheres e homens com menos de 65 anos de idade, respectivamente. Devido ao grande impacto causado pela insónia na economia deste país, Kessler acredita que é necessário uma adequada triagem e tratamento dos trabalhadores que sofrem deste sintoma.
«Agora que sabemos o quanto a insónia é comum entre os trabalhadores norte-americanos, bem como, qual é o seu impacto negativo na economia do país, os empregadores não deveriam pesquisar o problema entre os seus trabalhadores nos locais de trabalho?», indaga Kessler.
http://novaenergia.net/forum/posting.ph ... 21&t=14322
5 de Setembro de 2011
O trabalhador norte-americano médio perde anualmente 11,3 dias de trabalho por causa de insónias. Estima-se que a doença afecte aproximadamente 23% dos trabalhadores norte-americanos, acarretando um custo anual médio de 2.280 dólares por trabalhador.
A constatação é de Ronald Kessler, investigador da Escola de Medicina de Harvard (Boston, Estados Unidos) e autor principal do estudo. A insónia é uma condição caracterizada por dificuldade em adormecer e/ou permanecer a dormir.
A insónia pode ser classificada em três tipos principais:
-Insónia transitória - Os sintomas duram apenas alguns dias ou semanas.
-Insónia aguda (curto prazo) - Os sintomas durar várias semanas.
-Insónia crônica - Os sintomas duram alguns meses ou até anos.
Todos os grupos etários podem ser afectados pela insónia. Mulheres adultas são mais afectadas do que os homens. A insónia pode levar à ansiedade, depressão, obesidade, diminuição da capacidade laboral e baixo desempenho escolar. Também pode prejudicar o sistema imunológico, que por sua vez, aumenta o risco e a gravidade de doenças.
Neste estudo, Kessler e os seus colaboradores recolheram dados sobre 7.428 funcionários do Estudo Americano da Insónia, o qual foi financiado pela empresa farmacêutica Sanofi-Aventis. Os indivíduos foram avaliados em relação aos seus padrões de sono, desempenho no trabalho, entre outras questões.
Eles descobriram que 23,2% dos participantes sofriam de insónia. Enquanto que os trabalhadores com idade maior que 65 anos apresentaram os menores índices de insónia (14,3%), a doença afectou 27,1% e 19,7% das mulheres e homens com menos de 65 anos de idade, respectivamente. Devido ao grande impacto causado pela insónia na economia deste país, Kessler acredita que é necessário uma adequada triagem e tratamento dos trabalhadores que sofrem deste sintoma.
«Agora que sabemos o quanto a insónia é comum entre os trabalhadores norte-americanos, bem como, qual é o seu impacto negativo na economia do país, os empregadores não deveriam pesquisar o problema entre os seus trabalhadores nos locais de trabalho?», indaga Kessler.
http://novaenergia.net/forum/posting.ph ... 21&t=14322
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Re: SAUDE
Cientistas portugueses fazem avanços no combate da leucemia infantil
05-09-2011 13:08
Investigadores do Instituto de Medicina Molecular (IMM) em Lisboa identificam novo mecanismo que está na origem da leucemia linfoblástica aguda das células T, assim como, uma nova forma de impedir o seu desenvolvimento.

TV Ciência
A leucemia linfoblástica aguda das células T é um cancro no sangue que afeta sobretudo as crianças entre os dois e quatro anos, caracterizando-se por um aumento descontrolado do número de linfócitos T, ou seja, um tipo de célula específica do sistema imunitário denominado de glóbulos brancos.
Até agora era aceite pela comunidade científica que na causa deste tipo de leucemia estão mutações genéticas que levam ao crescimento descontrolado das células T, mas os cientistas portugueses apresentam agora avanços surpreendentes num estudo publicado na edição de 04 de Setembro de 2011 da revista científica Nature Genetics. A equipa de investigadores internacionais, liderada por João T. Barata do IMM, indica ter identificado um conjunto de mutações genéticas até agora desconhecido em 9% dos doentes com leucemia envolvidos no estudo.
As mutações identificadas ocorrem num gene que codifica para uma proteína que se localiza na superfície das células T, denominada de recetor de interleucina 7 e que, de acordo com os investigadores, constitui um meio de passagem de informação química entre o exterior e o interior da célula.
Em condições normais, esta transferência de informação ocorre quando uma proteína, denominada de interleucina 7, que circula na corrente sanguínea se liga ao recetor que está à superfície da célula, desencadeando uma série de reações no interior da célula que levam ao desenvolvimento e multiplicação de células T.
Esta transferência de informação torna-se problemática quando ocorre em células que contém um recetor mutado. Uma mutação que os cientistas identificaram nas células de doentes cancerígenos e que, de acordo com os mesmos, faz com que o recetor deixe de necessitar de informação vinda do exterior para promover a multiplicação das células, levando a uma proliferação descontrolado de células e, consequentemente, ao desenvolvimento de um tumor.
«Descobrimos que, apesar de ser essencial para o desenvolvimento e funcionamento das células T, o recetor da interleucina 7 também pode ter um ‘lado obscuro’ e atuar como uma espécie de Mr. Hyde. Em particular, descobrimos que existem mutações que levam à ativação permanente do recetor da interleucina 7 numa percentagem razoável de doentes com leucemia T pediátrica», explica João T. Barata, investigador no IMM e coordenador do estudo, citado em comunicado da instituição.
Mas para além da identificação deste novo mecanismo que pode estar na origem da leucemia linfoblástica aguda das células T, os cientistas portugueses estudaram um conjunto de fármacos, já testado no tratamento da artrite reumatoide, que os cientistas sabem atua em vários passos da cascata de reações acionada pelo recetor da interleucina 7.
Após a identificação de recetores mutados, os cientistas estudaram o impacto destes medicamentos nas células que têm estes recetores à superfície e verificaram que estes fármacos conseguem impedir o crescimento das células mutadas e levar à sua eliminação.
João T. Barata explica que «identificámos o mecanismo que leva a que o recetor esteja sempre ativado nestes doentes e quais as consequências dessa ativação: crescimento descontrolado das células T. Estas observações deram-nos algumas armas para potencialmente atuar sobre estes tumores».
O coordenador do estudo afirma ainda que «estas observações dão-nos a esperança de poder vir a aumentar ainda mais a eficácia e seletividade dos tratamentos atualmente existentes» para este tipo de leucemia infantil.
Scott K. Durum, investigador do National Cancer Institute em Frederick, EUA, envolvido no estudo afirma mesmo que «para além da existência de medicamentos que interrompem esta via, nós queremos desenvolver novos anticorpos contra o recetor de interleucina 7 para tratar estes pacientes».
O estudo agora apresentado envolveu investigadores do IMM mas também do Centro Infantil Boldrini em Campinas, do Brasil, do National Cancer Institute em Frederick, nos EUA, do Erasmus Medical Center, na Holanda e de outros laboratórios europeus e norte-americanos e foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e pelo National Cancer Institute (NIH).
http://www.tvciencia.pt/tvcnot/pagnot/t ... 7&codnot=2
05-09-2011 13:08
Investigadores do Instituto de Medicina Molecular (IMM) em Lisboa identificam novo mecanismo que está na origem da leucemia linfoblástica aguda das células T, assim como, uma nova forma de impedir o seu desenvolvimento.

TV Ciência
A leucemia linfoblástica aguda das células T é um cancro no sangue que afeta sobretudo as crianças entre os dois e quatro anos, caracterizando-se por um aumento descontrolado do número de linfócitos T, ou seja, um tipo de célula específica do sistema imunitário denominado de glóbulos brancos.
Até agora era aceite pela comunidade científica que na causa deste tipo de leucemia estão mutações genéticas que levam ao crescimento descontrolado das células T, mas os cientistas portugueses apresentam agora avanços surpreendentes num estudo publicado na edição de 04 de Setembro de 2011 da revista científica Nature Genetics. A equipa de investigadores internacionais, liderada por João T. Barata do IMM, indica ter identificado um conjunto de mutações genéticas até agora desconhecido em 9% dos doentes com leucemia envolvidos no estudo.
As mutações identificadas ocorrem num gene que codifica para uma proteína que se localiza na superfície das células T, denominada de recetor de interleucina 7 e que, de acordo com os investigadores, constitui um meio de passagem de informação química entre o exterior e o interior da célula.
Em condições normais, esta transferência de informação ocorre quando uma proteína, denominada de interleucina 7, que circula na corrente sanguínea se liga ao recetor que está à superfície da célula, desencadeando uma série de reações no interior da célula que levam ao desenvolvimento e multiplicação de células T.
Esta transferência de informação torna-se problemática quando ocorre em células que contém um recetor mutado. Uma mutação que os cientistas identificaram nas células de doentes cancerígenos e que, de acordo com os mesmos, faz com que o recetor deixe de necessitar de informação vinda do exterior para promover a multiplicação das células, levando a uma proliferação descontrolado de células e, consequentemente, ao desenvolvimento de um tumor.
«Descobrimos que, apesar de ser essencial para o desenvolvimento e funcionamento das células T, o recetor da interleucina 7 também pode ter um ‘lado obscuro’ e atuar como uma espécie de Mr. Hyde. Em particular, descobrimos que existem mutações que levam à ativação permanente do recetor da interleucina 7 numa percentagem razoável de doentes com leucemia T pediátrica», explica João T. Barata, investigador no IMM e coordenador do estudo, citado em comunicado da instituição.
Mas para além da identificação deste novo mecanismo que pode estar na origem da leucemia linfoblástica aguda das células T, os cientistas portugueses estudaram um conjunto de fármacos, já testado no tratamento da artrite reumatoide, que os cientistas sabem atua em vários passos da cascata de reações acionada pelo recetor da interleucina 7.
Após a identificação de recetores mutados, os cientistas estudaram o impacto destes medicamentos nas células que têm estes recetores à superfície e verificaram que estes fármacos conseguem impedir o crescimento das células mutadas e levar à sua eliminação.
João T. Barata explica que «identificámos o mecanismo que leva a que o recetor esteja sempre ativado nestes doentes e quais as consequências dessa ativação: crescimento descontrolado das células T. Estas observações deram-nos algumas armas para potencialmente atuar sobre estes tumores».
O coordenador do estudo afirma ainda que «estas observações dão-nos a esperança de poder vir a aumentar ainda mais a eficácia e seletividade dos tratamentos atualmente existentes» para este tipo de leucemia infantil.
Scott K. Durum, investigador do National Cancer Institute em Frederick, EUA, envolvido no estudo afirma mesmo que «para além da existência de medicamentos que interrompem esta via, nós queremos desenvolver novos anticorpos contra o recetor de interleucina 7 para tratar estes pacientes».
O estudo agora apresentado envolveu investigadores do IMM mas também do Centro Infantil Boldrini em Campinas, do Brasil, do National Cancer Institute em Frederick, nos EUA, do Erasmus Medical Center, na Holanda e de outros laboratórios europeus e norte-americanos e foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e pelo National Cancer Institute (NIH).
http://www.tvciencia.pt/tvcnot/pagnot/t ... 7&codnot=2
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Re: SAUDE
Mais de um terço dos europeus sofre de doenças mentais
05.09.2011
Segundo um estudo recente, há quase 165 milhões de pessoas na Europa a sofrer com problemas de saúde mental, tais como depressão, ansiedade, insónias ou demências. As mulheres estão cada vez mais deprimidas.

Depressão, Alzheimer, dependência do álcool e AVC estão no “top 4” das doenças mais incapacitantes
“As doenças mentais tornaram-se o maior desafio de saúde europeu”, refere Hans Ulrich Wittchen, director do instituto de psicologia clínica e psicoterapia na universidade alemã de Dresden e principal autor do estudo divulgado esta semana. Os números representam mais de um terço (38 por cento) da população europeia e revelam ainda que apenas um terço dos casos de desordens mentais estão a ser tratados com terapia e medicação transformando as doenças mentais num pesado fardo económico e social.
O investigador principal alerta que os poucos doentes que estão a receber tratamento fazem-no já tarde e, por vezes, não beneficiam das terapias adequadas. O estudo decorreu ao longo de três anos, abrangendo 30 países europeus (os 27 estados membros da União Europeia e ainda a Suíça, Islândia e Noruega) e uma população de 514 milhões de pessoas. A equipa liderada por Wittchen avaliou a presença de mais de 100 doenças mentais, entre as quais a depressão, a dependência, esquizofrenia e ainda procurou casos de desordens neurológicas como epilepsia, Doença de Parkinson ou esclerose múltipla.
O estudo de Wittchen antecipa as piores expectativas da Organização Mundial de Saúde e conclui que as doenças do cérebro, mentais ou neurológicas são já as que mais contribuem para o peso das doenças na Europa. No “top 4” das doenças mais incapacitantes surge a depressão, demências como a Doença de Alzheimer, a dependência do álcool e os acidentes vasculares cerebrais (AVC). Na lista das doenças mais presentes na população europeia as desordens relacionadas com a ansiedade obtêm uma fatia de 14 por cento, seguidas da insónia com 7 por cento e da depressão com 6,9 por cento. As desordens relacionadas com hiperactividade de défice de atenção afectam 5 por cento da população mais jovem e as demências envolvem um por cento dos cidadãos entre os 60 e 65 anos e 30 por cento das pessoas com mais de 85 anos.
O último estudo em grande escala sobre saúde mental foi publicado em 2005, abrangendo apenas 301 milhões de pessoas, concluiu que 27 por cento da população adulta europeia sofria de doenças mentais. Apesar das diferenças metodológicas dos estudos que impossibilitam as comparações, o estudo anterior ao de Wittchen referia que o custo dessa má saúde mental para a economia europeia ascendia a 386 mil milhões de euros por ano. A equipa de investigação de Wittchen ainda não fez essas contas mas estima que o preço a pagar hoje é “consideravelmente superior” ao de 2005.
Os investigadores referem que, para reparar os danos económicos e não só, é prioritário detectar os problemas mais cedo e actuar mais cedo. “As desordens mentais manifestam-se cedo na vida e têm um forte impacto negativo mais tarde”, avisa Wittchen, insistindo que apenas um em cada três pessoas com problemas recebe algum tipo de tratamento e notando que 90 por cento das desordens associadas à ansiedade manifestam-se antes dos 18 anos.
O estudo, publicado pelo Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia, nota ainda que as taxas globais de depressão nas mulheres duplicaram desde 1970 (grande salto aconteceu nas décadas de 80 e 90, coincidindo com a mudança de padrões sociais e estabilizou nos últimos anos). Ainda assim, no caso da depressão, as taxas são 2,6 vezes superiores nas mulheres em comparação com os homens. Os especialistas detectaram mesmo alguns “momentos-chave” em que esta doença se manifesta mais como, por exemplo, os anos férteis, entre os 16 e os 42 anos de idade e, mais concretamente ainda, nos períodos após ter um filho, quando têm de lidar com a dupla responsabilidade profissional e familiar.
Porém, num relatório recentemente divulgado pela Comissão Europeia sobre a saúde dos homens europeus os especialistas alertavam para um preocupante sub-diagnóstico da depressão e outros distúrbios mentais nos homens, argumentando que estes mais dificilmente pedem ajuda.
http://www.publico.pt/Sociedade/mais-de ... is_1510541
05.09.2011
Segundo um estudo recente, há quase 165 milhões de pessoas na Europa a sofrer com problemas de saúde mental, tais como depressão, ansiedade, insónias ou demências. As mulheres estão cada vez mais deprimidas.
Depressão, Alzheimer, dependência do álcool e AVC estão no “top 4” das doenças mais incapacitantes
“As doenças mentais tornaram-se o maior desafio de saúde europeu”, refere Hans Ulrich Wittchen, director do instituto de psicologia clínica e psicoterapia na universidade alemã de Dresden e principal autor do estudo divulgado esta semana. Os números representam mais de um terço (38 por cento) da população europeia e revelam ainda que apenas um terço dos casos de desordens mentais estão a ser tratados com terapia e medicação transformando as doenças mentais num pesado fardo económico e social.
O investigador principal alerta que os poucos doentes que estão a receber tratamento fazem-no já tarde e, por vezes, não beneficiam das terapias adequadas. O estudo decorreu ao longo de três anos, abrangendo 30 países europeus (os 27 estados membros da União Europeia e ainda a Suíça, Islândia e Noruega) e uma população de 514 milhões de pessoas. A equipa liderada por Wittchen avaliou a presença de mais de 100 doenças mentais, entre as quais a depressão, a dependência, esquizofrenia e ainda procurou casos de desordens neurológicas como epilepsia, Doença de Parkinson ou esclerose múltipla.
O estudo de Wittchen antecipa as piores expectativas da Organização Mundial de Saúde e conclui que as doenças do cérebro, mentais ou neurológicas são já as que mais contribuem para o peso das doenças na Europa. No “top 4” das doenças mais incapacitantes surge a depressão, demências como a Doença de Alzheimer, a dependência do álcool e os acidentes vasculares cerebrais (AVC). Na lista das doenças mais presentes na população europeia as desordens relacionadas com a ansiedade obtêm uma fatia de 14 por cento, seguidas da insónia com 7 por cento e da depressão com 6,9 por cento. As desordens relacionadas com hiperactividade de défice de atenção afectam 5 por cento da população mais jovem e as demências envolvem um por cento dos cidadãos entre os 60 e 65 anos e 30 por cento das pessoas com mais de 85 anos.
O último estudo em grande escala sobre saúde mental foi publicado em 2005, abrangendo apenas 301 milhões de pessoas, concluiu que 27 por cento da população adulta europeia sofria de doenças mentais. Apesar das diferenças metodológicas dos estudos que impossibilitam as comparações, o estudo anterior ao de Wittchen referia que o custo dessa má saúde mental para a economia europeia ascendia a 386 mil milhões de euros por ano. A equipa de investigação de Wittchen ainda não fez essas contas mas estima que o preço a pagar hoje é “consideravelmente superior” ao de 2005.
Os investigadores referem que, para reparar os danos económicos e não só, é prioritário detectar os problemas mais cedo e actuar mais cedo. “As desordens mentais manifestam-se cedo na vida e têm um forte impacto negativo mais tarde”, avisa Wittchen, insistindo que apenas um em cada três pessoas com problemas recebe algum tipo de tratamento e notando que 90 por cento das desordens associadas à ansiedade manifestam-se antes dos 18 anos.
O estudo, publicado pelo Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia, nota ainda que as taxas globais de depressão nas mulheres duplicaram desde 1970 (grande salto aconteceu nas décadas de 80 e 90, coincidindo com a mudança de padrões sociais e estabilizou nos últimos anos). Ainda assim, no caso da depressão, as taxas são 2,6 vezes superiores nas mulheres em comparação com os homens. Os especialistas detectaram mesmo alguns “momentos-chave” em que esta doença se manifesta mais como, por exemplo, os anos férteis, entre os 16 e os 42 anos de idade e, mais concretamente ainda, nos períodos após ter um filho, quando têm de lidar com a dupla responsabilidade profissional e familiar.
Porém, num relatório recentemente divulgado pela Comissão Europeia sobre a saúde dos homens europeus os especialistas alertavam para um preocupante sub-diagnóstico da depressão e outros distúrbios mentais nos homens, argumentando que estes mais dificilmente pedem ajuda.
http://www.publico.pt/Sociedade/mais-de ... is_1510541
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mauri
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Re: SAUDE
Casos de malária na Amazônia Legal caem 31% no primeiro semestre
Região concentra 99% dos casos do país; foram notificados 115.708 casos entre janeiro e junho de 2011
05 de setembro de 2011
BRASÍLIA - Os casos de malária registrados na Amazônia Legal caíram 31% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Dados divulgados nesta segunda-feira, 5, pelo Ministério da Saúde indicam que, entre janeiro e junho de 2011, foram notificados 115.708 casos, contra 168.397 no primeiro semestre de 2010. A região concentra 99% dos casos registrados em todo o país.

Mosquito que carrega o 'Plasmodium falciparum'
O balanço epidemiológico indica que as internações decorrentes da doença na Amazônia Legal também caíram. A redução chegou a 20%, passando de 2.544, nos primeiros seis meses de 2010, para 2.030, no mesmo período de 2011. A queda dos casos foi detectada em todos os estados da região: 45% no Acre, 19% no Amapá, 41% no Amazonas, 39% no Maranhão, 27% em Mato Grosso, 36% em Rondônia, 29% em Roraima, 30% no Tocantins e 21% no Pará.
O número de infecções pelo Plasmodium falciparum - que causa a forma mais grave da malária - na Amazônia Legal caiu quase pela metade, passando de 26.917, no primeiro semestre de 2010, para 13.464, nos primeiros seis meses deste ano. Já as mortes provocadas pela doença aumentaram de 69, em 2009, para 72, em 2010.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os dados são animadores. "Vencemos a batalha contra a malária no primeiro semestre", disse, ao ressaltar que o objetivo da pasta é chegar ao final do ano com menos de 300 mil casos da doença. "É uma meta ousada", avaliou. Segundo ele, a maioria dos casos da doença acontece até o mês de agosto.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que, em 2010, 49 milhões de pessoas viviam em áreas consideradas de risco para a malária. No mesmo ano, 2,6 milhões de lâminas foram analisadas, com um total de 330 mil casos confirmados e 5 mil internações.
Medidas. Quarenta e sete municípios da Amazônia Legal vão receber 1,1 milhão de mosquiteiros ou cortinados impregnados com inseticida de longa duração. A estratégia faz parte da campanha Mobilização contra a Malária, lançada hoje (5) pelo Ministério da Saúde.
O governo pretende ainda reforçar a importância do diagnóstico precoce na região e incentivar a realização do tratamento completo – que varia de três a sete dias, dependendo do agente etiológico. Agentes da Estratégia Saúde da Família e agentes de endemias vão orientar a população local com base em materiais como panfletos, gibis e DVDs.
A campanha faz parte do Projeto para Prevenção e Controle da Malária na Amazônia Brasileira, iniciativa patrocinada pelo Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária. Os principais objetivos são apoiar os municípios no controle da doença, aumentar os pontos para diagnóstico, distribuir mosquiteiros, aumentar o envolvimento das comunidades em regiões de risco e estimular o trabalho conjunto com países vizinhos.
A doença. A malária é uma doença infecciosa aguda, causada por protozoários parasitas do gênero Plasmodium. A transmissão acontece por meio da picada da fêmea do mosquito, que se infecta ao sugar o sangue de uma pessoa doente. Os criadouros preferenciais do mosquito transmissor são os igarapés, em razão da água limpa, sombreada e parada.
Se não for tratada, a malária pode evoluir rapidamente para a forma grave e causar a morte. Entre os sintomas mais comuns estão: dor de cabeça, dor no corpo, fraqueza, febre alta e calafrios. O período de incubação varia de oito a 17 dias, podendo chegar a meses em condições especiais.
Em todo o mundo, cerca de 243 milhões de casos de malária são registrados anualmente, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). As regiões mais afetadas são a África, a América do Sul e a Ásia.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 8709,0.htm
Região concentra 99% dos casos do país; foram notificados 115.708 casos entre janeiro e junho de 2011
05 de setembro de 2011
BRASÍLIA - Os casos de malária registrados na Amazônia Legal caíram 31% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Dados divulgados nesta segunda-feira, 5, pelo Ministério da Saúde indicam que, entre janeiro e junho de 2011, foram notificados 115.708 casos, contra 168.397 no primeiro semestre de 2010. A região concentra 99% dos casos registrados em todo o país.

Mosquito que carrega o 'Plasmodium falciparum'
O balanço epidemiológico indica que as internações decorrentes da doença na Amazônia Legal também caíram. A redução chegou a 20%, passando de 2.544, nos primeiros seis meses de 2010, para 2.030, no mesmo período de 2011. A queda dos casos foi detectada em todos os estados da região: 45% no Acre, 19% no Amapá, 41% no Amazonas, 39% no Maranhão, 27% em Mato Grosso, 36% em Rondônia, 29% em Roraima, 30% no Tocantins e 21% no Pará.
O número de infecções pelo Plasmodium falciparum - que causa a forma mais grave da malária - na Amazônia Legal caiu quase pela metade, passando de 26.917, no primeiro semestre de 2010, para 13.464, nos primeiros seis meses deste ano. Já as mortes provocadas pela doença aumentaram de 69, em 2009, para 72, em 2010.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os dados são animadores. "Vencemos a batalha contra a malária no primeiro semestre", disse, ao ressaltar que o objetivo da pasta é chegar ao final do ano com menos de 300 mil casos da doença. "É uma meta ousada", avaliou. Segundo ele, a maioria dos casos da doença acontece até o mês de agosto.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que, em 2010, 49 milhões de pessoas viviam em áreas consideradas de risco para a malária. No mesmo ano, 2,6 milhões de lâminas foram analisadas, com um total de 330 mil casos confirmados e 5 mil internações.
Medidas. Quarenta e sete municípios da Amazônia Legal vão receber 1,1 milhão de mosquiteiros ou cortinados impregnados com inseticida de longa duração. A estratégia faz parte da campanha Mobilização contra a Malária, lançada hoje (5) pelo Ministério da Saúde.
O governo pretende ainda reforçar a importância do diagnóstico precoce na região e incentivar a realização do tratamento completo – que varia de três a sete dias, dependendo do agente etiológico. Agentes da Estratégia Saúde da Família e agentes de endemias vão orientar a população local com base em materiais como panfletos, gibis e DVDs.
A campanha faz parte do Projeto para Prevenção e Controle da Malária na Amazônia Brasileira, iniciativa patrocinada pelo Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária. Os principais objetivos são apoiar os municípios no controle da doença, aumentar os pontos para diagnóstico, distribuir mosquiteiros, aumentar o envolvimento das comunidades em regiões de risco e estimular o trabalho conjunto com países vizinhos.
A doença. A malária é uma doença infecciosa aguda, causada por protozoários parasitas do gênero Plasmodium. A transmissão acontece por meio da picada da fêmea do mosquito, que se infecta ao sugar o sangue de uma pessoa doente. Os criadouros preferenciais do mosquito transmissor são os igarapés, em razão da água limpa, sombreada e parada.
Se não for tratada, a malária pode evoluir rapidamente para a forma grave e causar a morte. Entre os sintomas mais comuns estão: dor de cabeça, dor no corpo, fraqueza, febre alta e calafrios. O período de incubação varia de oito a 17 dias, podendo chegar a meses em condições especiais.
Em todo o mundo, cerca de 243 milhões de casos de malária são registrados anualmente, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). As regiões mais afetadas são a África, a América do Sul e a Ásia.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 8709,0.htm
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Re: SAUDE
Banana pode reduzir risco de asma infantil
6 de Setembro de 2011
Crianças que comem pelo menos uma banana por dia têm menos probabilidades de desenvolver sintomas de asma, segundo investigadores do Imperial College, em Londres, Inglaterra. A afirmação tem como base um estudo realizado com 2.640 crianças com idade entre cinco e dez anos, no qual foi analisado o risco de desenvolvimento de asma.
Os resultados mostraram que aqueles que consumiam pelo menos uma banana apor dia reduziram o risco de desenvolver os sintomas de asma, ou problemas respiratórios como pieira, em até 34%.
Outra alternativa que auxilia na prevenção é o sumo de maçã. De acordo com a pesquisa, crianças que bebiam sumo de maçã diariamente reduziam em até 47% o risco de desenvolver a doença.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529453
6 de Setembro de 2011
Crianças que comem pelo menos uma banana por dia têm menos probabilidades de desenvolver sintomas de asma, segundo investigadores do Imperial College, em Londres, Inglaterra. A afirmação tem como base um estudo realizado com 2.640 crianças com idade entre cinco e dez anos, no qual foi analisado o risco de desenvolvimento de asma.
Os resultados mostraram que aqueles que consumiam pelo menos uma banana apor dia reduziram o risco de desenvolver os sintomas de asma, ou problemas respiratórios como pieira, em até 34%.
Outra alternativa que auxilia na prevenção é o sumo de maçã. De acordo com a pesquisa, crianças que bebiam sumo de maçã diariamente reduziam em até 47% o risco de desenvolver a doença.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529453
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Re: SAUDE
Pessoas que se deitam tarde têm mais pesadelos, diz estudo
6 de Setembro de 2011
Algumas pessoas preferem ir para a cama mais tarde, mas essa prática pode trazer problemas. Um novo estudo desenvolvido na Universidade de Notre Dame (EUA) aponta que pessoas que se deitam mais tarde correm mais riscos de terem pesadelos.
Estudos mostram que 80% dos adultos têm pelo menos um pesadelo por ano, sendo que 5% dessas pessoas têm sonhos maus mais de uma vez por mês. Para esse novo estudo, 264 universitários foram entrevistados quanto a hábitos de sono e frequência de pesadelos. Os sonhos maus foram classificados como associados a medo, ameaça ou terror.
Os estudantes foram divididos entre pessoas que preferiam a noite e pessoas que preferiam a manhã. Pessoas dos dois grupos indicaram numa tabela a frequência com a qual elas tinham pesadelos de acordo com uma pontuação entre zero e quatro. As pessoas que preferiam a noite tiveram uma média de 2,10 pontos, sendo que a média das pessoas que preferiam as manhãs foi de 1,23 pontos.
Os cientistas não sabem exactamente porque pessoas que dormem mais tarde têm mais pesadelos. Uma explicação possível é que esses indivíduos têm mais probabilidades de terem estilos de vida stressantes e também distúrbios de humor. Outra explicação está ligada ao facto de que pessoas que preferem a noite tinham maior facilidade de se lembrarem dos seus sonhos.
A hormona do stress, o cortisol, também pode estar envolvido. Alterações em horários de sono podem fazer com que a pessoa esteja a dormir quando os níveis da hormona estiverem elevados, causando sonhos maus vívidos.
Existem poucas pesquisas feitas nessa área. Para os cientistas, é importante que mais estudos sejam desenvolvidos sobre as origens dos pesadelos, para que seja possível fazer com que estes sejam menos frequentes ou até desapareçam.
O estudo foi publicado na revista Sleep and Biological Rhythms.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529457
6 de Setembro de 2011
Algumas pessoas preferem ir para a cama mais tarde, mas essa prática pode trazer problemas. Um novo estudo desenvolvido na Universidade de Notre Dame (EUA) aponta que pessoas que se deitam mais tarde correm mais riscos de terem pesadelos.
Estudos mostram que 80% dos adultos têm pelo menos um pesadelo por ano, sendo que 5% dessas pessoas têm sonhos maus mais de uma vez por mês. Para esse novo estudo, 264 universitários foram entrevistados quanto a hábitos de sono e frequência de pesadelos. Os sonhos maus foram classificados como associados a medo, ameaça ou terror.
Os estudantes foram divididos entre pessoas que preferiam a noite e pessoas que preferiam a manhã. Pessoas dos dois grupos indicaram numa tabela a frequência com a qual elas tinham pesadelos de acordo com uma pontuação entre zero e quatro. As pessoas que preferiam a noite tiveram uma média de 2,10 pontos, sendo que a média das pessoas que preferiam as manhãs foi de 1,23 pontos.
Os cientistas não sabem exactamente porque pessoas que dormem mais tarde têm mais pesadelos. Uma explicação possível é que esses indivíduos têm mais probabilidades de terem estilos de vida stressantes e também distúrbios de humor. Outra explicação está ligada ao facto de que pessoas que preferem a noite tinham maior facilidade de se lembrarem dos seus sonhos.
A hormona do stress, o cortisol, também pode estar envolvido. Alterações em horários de sono podem fazer com que a pessoa esteja a dormir quando os níveis da hormona estiverem elevados, causando sonhos maus vívidos.
Existem poucas pesquisas feitas nessa área. Para os cientistas, é importante que mais estudos sejam desenvolvidos sobre as origens dos pesadelos, para que seja possível fazer com que estes sejam menos frequentes ou até desapareçam.
O estudo foi publicado na revista Sleep and Biological Rhythms.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=529457




