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Cancro do Pulmão: Nova forma de tratar a doença
24 de Agosto de 2011

Uma nova forma de tratamento para o cancro do pulmão está a ser investigada por uma equipa de cientistas da Universidade Nacional Australiana. A ideia é conseguir tratar a doença a partir de uma enzima que controla a proliferação de hormonas que, quando descontroladas, podem originar cancro.

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Tumor no pulmão

O trabalho, liderado por Chris Easton e Lucy Feihua Cao, demonstrou que desequilíbrios nas hormonas peptídicas originam algumas formas de cancro e também doenças inflamatórias e asma. O estudo revela que pessoas com maiores quantidades de calcitonina, um tipo de hormona peptídica, têm menor probabilidade de superar um cancro do pulmão.

Assim, este estudo, publicado na “Medicinal Chemistry Communications”, revista da "Royal Society Chemistry", está a trabalhar com uma enzima designada por PAM e a estudar a sua capacidade para ativar hormonas peptídicas.

Os cientistas pretendem, com esta investigação, reduzir a quantidade de calcitonina, nomeadamente através do controlo da atividade da enzima PAM. O objetivo é desenvolver novo medicamento que melhore e prolongue a vida das pessoas com cancro do pulmão.

Uma investigação com frutos

O cancro do pulmão é um dos mais frequentes, constituindo a principal causa de morte por doenças oncológicas no mundo. A investigação constante acerca desta doença é imprescindível.

Cada vez se sabe mais sobre as suas causas e sobre a forma como progride. Estão, também, a ser estudadas novas formas de o prevenir, detetar e tratar, tendo sempre em atenção a melhoria da qualidade de vida das pessoas com cancro, durante e após o tratamento.

http://www.boasnoticias.pt/noticias_Can ... _7767.html
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Almada: utentes vão pagar 7,5 € por transporte em ambulâncias
25 de Agosto de 2011

Os doentes de tratamentos continuados de Almada vão pagar 7,5 euros por cada serviço de transporte em ambulâncias devido à diminuição para metade do valor pago às Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários do concelho.

Divulgada hoje pelas direcções das corporações de Almada e de Cacilhas, a decisão vai entrar em vigor a partir de 01 de Setembro.

No passado dia 10, os bombeiros receberam uma informação do Agrupamento dos Centros de Saúde de Almada que o “valor total relativo ao transporte de doentes em regime de tratamentos continuados” será suportada pelo Serviço Nacional de Saúde “apenas em metade do seu valor”.

“Ou seja, apenas o valor correspondente à deslocação de ida, excluindo o retorno a casa”, explicam as associações, em comunicado.

Face à falta de outra fonte de receitas e tendo de pagar combustível e a manutenção das viaturas, a “boa vontade” dos voluntários “não é suficiente para a sobrevivência financeira das associações”.

Por isso, os serviços só vão ser efetuados desde que os utentes “suportem o valor agora em falta de 7,50€ por cada serviço”.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527800
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Enfermeiros querem reconhecimento de competências
26 de Agosto de 2011

Os enfermeiros querem passar a acompanhar grávidas de baixo risco, medida que dizem estar prevista numa norma europeia e que permitiria dispensar os médicos desta função e poupar «milhões de euros» ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Numa petição que defende o reconhecimento prático das competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica, os enfermeiros apelam à aplicação de um decreto-lei de Março de 2009.

Para o vice-presidente da Ordem dos Enfermeiros, Jacinto Oliveira, a petição não deveria ser necessária. O responsável refere-se a uma situação que «não faz sentido», adiantando que esta questão até está «consignada em normativo europeu e está atribuída no leque de competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica».

A possibilidade de os enfermeiros seguirem as grávidas de baixo risco existe «de há longa data e poderia trazer vantagens ao Serviço Nacional de Saúde», referiu o responsável.

No entanto, «quando um enfermeiro faz o acompanhamento da gravidez e tem de prescrever meios complementares de diagnóstico, o SNS não os paga do mesmo modo do que quando é outro grupo profissional a prescrevê-los», explicou Jacinto Oliveira.

O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse desconhecer a petição, mas acrescentou que as grávidas são acompanhadas pelo médico de família ou nas maternidades de referência, o que considera uma «situação adequada às necessidades».

Aliás, a forma como tem funcionado o acompanhamento das grávidas parece ter «resultados excelentes» reflectidos na evolução da saúde materna.

No entanto, o bastonário transmitiu disponibilidade para analisar a situação.

Na petição, que foi subscrita até agora por mais de 1200 pessoas, pode ler-se que esta «medida política permitirá uma poupança de milhões de euros no SNS», já que a mão-de-obra destes enfermeiros, «altamente qualificada para a vigilância da gravidez de baixo risco, é bem mais barata do que a de outros profissionais da saúde que também realizam essa mesma vigilância e não acarreta qualquer redução na qualidade dos cuidados prestados ou, até, poderá aumentá-la».

Por isso, é pedida a regulamentação da «comparticipação efectiva no SNS da vigilância autónoma» por enfermeiros especialistas da gravidez de baixo risco, bem como a possibilidade de prescrição de «alguns fármacos devidamente protocolados para a gravidez de baixo risco».

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=527901
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Medicamento Nurofen Plus retirado do mercado por suspeita de sabotagem
27.08.2011

O fabricante do analgésico Nurofen Plus decidiu retirar o medicamento de venda livre do mercado britânico, por suspeita de sabotagem, após terem sido descobertos psicotrópicos e antipiréticos em algumas embalagens.

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O Nurofen Plus não é comercializado em Portugal

O medicamento Nurofen Plus, uma variante do Nurofen, não é comercializado em Portugal.

“O Nurofen Plus foi retirado do mercado [britânico] ”, refere a farmacêutica Reckitt Benckinser num comunicado divulgado na sexta-feira, citado pela agência France Press.

Na nota, a empresa refere que “os consumidores devem entregar as embalagens de Nurofen Plus nas farmácias, já que foram descobertos outros medicamentos em cinco caixas”.

“Suspeitamos de sabotagem e estamos a trabalhar com a polícia no sentido de descobrir quem a pessoa, ou pessoas, responsáveis”, pode ler-se no comunicado.

A distribuição e fabrico do Nurofen Plus foram suspensas para abrir caminho à investigação, acrescenta a empresa, garantindo que não há qualquer risco para a saúde dos consumidores.

De acordo com a Reckitt Benckinser, há neste momento mais de 250 mil embalagens de Nurofen Plus nas farmácias britânicas.

A polícia de Londres, que descobriu as quatro embalagens suspeitas, confirmou que vai avançar com uma investigação.

A decisão de retirar o Nurofen Plus do mercado britânico foi tomada após um aviso das autoridades britânicas de saúde que dava conta da presença de Seroquel XL, um psicotrópico utilizado para tratar esquizofrenia, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno bipolar, em embalagens daquele analgésico.

De acordo com a Reckitt Benckiser, duas pessoas tomaram o medicamento adulterado mas estão bem de saúde.

http://www.publico.pt/Sociedade/medicam ... lico.pt%29
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Projecto para diagnosticar a tuberculose recebe 25 milhões
2011-08-26

Medida pretende ajudar sector da saúde em Moçambique

O ministro-presidente da Flandres, Kris Peeters, anunciou um apoio de 25 milhões de euros para o sector da saúde em Moçambique, visando a formação e introdução de uma experiência relativa para diagnosticar a tuberculose.

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Ratos são capazes distinguir bacilos da tuberculose de outros germes.

Kris Peeters anunciou este apoio, ontem, em Maputo, no segundo dia de visita a Moçambique, onde discutiu com o ministro moçambicano da Saúde, Alexandre Manguele, formas de ajudar o sector entre 2011-2016.
O ministro-presidente da região da Flandres, Reino da Bélgica, assegurou que irá auxiliar Moçambique a introduzir uma técnica de uso de ratos para diagnosticar a tuberculose, uma experiência já usada por alguns países africanos.

Na terça-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Moçambique, Oldemiro Baloi, adiantou que a ideia é treinar os roedores já utilizados na desminagem para poderem diagnosticar a tuberculose. A experiência com ratos criados em cativeiro para detectar o bacilo da tuberculose foi testada, há alguns anos, na Tanzânia, por investigadores que utilizaram roedores descendentes de animais capturados nas Montanhas Uluguru.

Aparentemente, este roedor omnívoro pode cheirar a diferença entre os bacilos da tuberculose e outros germes que habitam no corpo humano e a miríade de outros germes que habitam o catarro humano. Em estudos diferentes, a sensibilidade destes animais foi de 86 por cento, e a sua especificidade (ou capacidade de detectar a ausência do germe) foi de mais de 93 por cento. Conhecidos cientificamente por “Cricetomys gambianus”, os ratos são treinados para farejar minas terrestres.

Moçambique tem sido elogiado por acolher experiências inovadoras na desminagem, como a recente utilização pela empresa APOPO de ratazanas importadas da Tanzânia para a limpeza de áreas minadas. Falando quarta-feira numa conferência de imprensa, Kris Peeters disse que a Flandres vai também desenvolver um projecto para a produção de biocombustíveis em Moçambique, que abrangerá uma área de 15 mil hectares.

Dados divulgados pelo Ministério moçambicano de Indústria e Comércio indicam que, no ano passado, Moçambique exportou 515 milhões de euros de bens para a Bélgica, principalmente em lingotes de alumínio

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50645&op=all
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Gripe das Aves volta a preocupar a ONU
2011-08-29

As Nações Unidas alertam para um possível regresso da gripe das Aves. Foi identificada na Ásia uma estirpe mutante do vírus H5N1 que, aparentemente, resiste às atuais vacinas. Em comunicado, a agência da ONU para a agricultura e alimentação admite que pode surgir um novo surto da doença e recomenda muita atenção, como explica o jornalista Nuno Felício.

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Gripe-das ... 73791&tm=7
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Gripe das aves: últimas análises não detetam casos em Portugal
29/08/2011

A garantia foi dada pela Direção-Geral de Veterinária, num momento em que uma estirpe mutante do vírus H5N1 foi identificada na Ásia.

A Direção-Geral de Veterinária (DGV) sublinhou hoje que as últimas análises a aves selvagens continuam a não detetar casos positivos de gripe aviária em Portugal, depois de a ONU alertar para um eventual ressurgimento do vírus H5N1.

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Desde 2003 que em Portugal não há registo de nenhuma das estirpes mais severas do vírus

A Agência da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO) recomendou hoje "uma vigilância reforçada" do vírus da gripe das aves, num momento em que uma estirpe mutante do vírus H5N1 foi identificada na Ásia.

Perante esta situação, a Direção-Geral de Veterinária disse hoje à agência Lusa que as 3.708 amostras feitas em 375 explorações/estabelecimentos e 163 aves selvagens não detetaram casos de gripe das aves em território nacional.

"Até à data nunca foi detetada gripe aviária de alta patogenicidade em Portugal", sublinha o organismo, tutelado pelo Ministério da Agricultura.
Casos mais graves fora de Portugal

A entidade salientou ainda que desde 2003, quando Portugal iniciou a monitorização de gripe aviária em aves de capoeira e aves selvagens, nunca foram encontrados resultados positivos "para os subtipos H5 e H7 de alta patogenicidade nas análises efetuadas às amostras recolhidas naquelas aves".

Entre 2003 e 2010 - e abrangendo espécies cinegéticas (patos e perdizes em especial) e aves de capoeira domésticas - foram colhidas e analisadas 52.627 amostras de aves domésticas e 10.274 amostras de aves selvagens, indicou o mesmo organismo.

De acordo com dados da Direção-Geral de Veterinária, não foram encontrados casos de gripe viária de alta patogenicidade em aves domésticas e selvagens na Europa.
Plano de contingência preparado

No entanto, foi detetado um total de 36 focos de gripe das aves de baixa patogenicidade em aves domésticas no continente europeu: 23 na Alemanha (último foco a 26 de julho deste ano), nove em Itália (a 12 de julho) e quatro na Holanda (a 27 de junho).

Em aves selvagens foram encontrados cinco focos, todos na Hungria. O último caso foi detetado a 14 de janeiro.

Ainda assim, a Direção-Geral de Veterinária afirmou que "existe um plano de contingência atualizado regularmente, de acordo com as diretrizes da Comissão Europeia", e que "têm sido efetuados exercícios de simulação para testar a capacidade de resposta a uma situação de emergência".

http://aeiou.expresso.pt/gripe-das-aves ... al=f670517
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Óleo de coentros pode substituir antibióticos
2011-08-29

Alternativa natural está a ser estudada na UBI

O óleo de coentros é tóxico para uma ampla gama de bactérias nocivas, concluiu um estudo da Universidade da Beira Interior, publicado no “Journal of Medical Microbiology”. Desta forma, a sua utilização, seja na cozinha ou em fármacos, tem potencial para prevenir doenças transmitidas por alimentos e até mesmo tratar infecções resistentes aos antibióticos, indica o trabalho.

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Coentros são muito utilizados na cozinha mediterrânica

O efeito do óleo de coentros foi testado em 12 estirpes de bactérias, entre as quais a E.coli, a Salmonella enterica, a Bacillus cereus e a Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA). Todas elas mostraram uma redução do crescimento, sendo que a maioria delas foi eliminada por soluções que continham até 1,6 por cento de óleo de coentros. Apenas a Bacillus cereus e a Enterococcus faecalis resisitiram ao efeito bactericida desta solução.
Para além de os coentros serem uma planta aromática amplamente utilizada na cozinha mediterrânica, o óleo é um dos 20 mais utilizados em todo o mundo, sendo já utilizado como aditivo alimentar. Produzido a partir de sementes da planta, o óleo de coentros tem benefícios para a saúde já reconhecidos há vários séculos da “medicina popular”, onde estão incluídos o alívio da dor, cólicas, convulsões ou náuseas, o tratamento de infecções fúngicas e uma ajuda na digestão.

O estudo da UBI não demonstra apenas que o óleo tem um efeito anti-bacteriano, mas explica também o seu funcionamento no organismo, que até agora não era conhecido. “Os resultados indicam que o óleo de coentros danifica a membrana que envolve a célula bacteriana. Isso interrompe a barreira entre a célula e o seu meio ambiente e inibe os processos essenciais, incluindo a respiração, o que acaba por conduzir a célula bacteriana à morte", explicou Fernanda Domingues, cientista que liderou o estudo.

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Óleo é produzido a partir das sementes da planta

O grupo de investigadores sugeriu também que o óleo poderá ter importantes aplicações na indústria alimentar e médica. "Anualmente, nos países desenvolvidos, cerca de 30 por cento da população sofre de doenças transmitidas por alimentos. Esta pesquisa incentiva o desenvolvimento de novos aditivos alimentares que contenham óleo de coentros para combater patogénios de origem alimentar e prevenir a deterioração de origem bacteriana", assegurou a cientista.

A líder do estudo frisou ainda que "o óleo de coentros também poderia tornar-se uma alternativa natural aos antibióticos comuns, já que pode ser usado como medicamento na forma de loções, anti-sépticos orais e até mesmo comprimidos para combater infecções bacterianas multi-resistentes que, de outra forma, não poderiam ser tratadas, facto que melhoraria significativamente a nossa qualidade de vida ".

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50678&op=all
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SNS: Resultados em papel de análises e exames acabam em 2012
30 de Agosto de 2011

Os resultados de análises, radiografias e outros exames pedidos pelos médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vão passar, no próximo ano, a ser enviados para os clínicos e utentes apenas por via eletrónica, disse hoje fonte oficial.

Ainda sem data para vigorar, a alteração será a segunda fase do processo de requisição daqueles meios de diagnóstico apenas por via eletrónica, que começa na quinta-feira, disse à agência Lusa o vice-presidente da Administração Central dos Sistemas de Saúde, Fernando Mota.

A alteração vai acabar com a necessidade de os utentes se deslocarem para irem «levantar» o resultado dos exames, podendo a eles aceder através de computador, tal como sucede com os médicos, que deixam de ter que transcrever as conclusões dos exames para o processo do doente, já que poderão anexá-lo informaticamente, especificou aquele responsável.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=528332
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Re: SAUDE

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BE: Cruzar dados do SNS com Finanças viola Constituição
29 de Agosto de 2011

O BE acusou hoje o Governo de incorrer numa «violação gravíssima» da Constituição ao pretender cruzar dados entre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e as Finanças, adiantando que vai chamar o ministro Paulo Macedo ao Parlamento.

O dirigente bloquista José Manuel Pureza afirmou que «o Governo pretende, a partir deste cruzamento de bases de dados, [obter] uma ferramenta que só se justifica para propiciar ao Governo um plafonamento dos serviços».

O ex-dirigente do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda acrescentou que a ideia governamental «viola gravissimamente a lei e os direitos constitucionais, ultrapassando aliás pareceres negativos da Comissão Nacional de Protecção de Dados» (CNPD).

~http://diariodigital.sapo.pt/news.asp? ... ews=528272
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Re: SAUDE

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Saúde: Mais de 40% das mortes infantis são de recém-nascidos - OMS

30 de Ago de 2011

Mais de 40 por cento das mortes até aos cinco anos dizem respeito a recém-nascidos e a percentagem tende a aumentar, apesar de haver cada vez menos crianças a morrer, revela um estudo da Organização Mundial de Saúde hoje publicado.

De acordo com os dados agora revelados, as mortes nas primeiras quatro semanas de vida (período neo-natal) constituem hoje 41% de todas as mortes até aos cinco anos de idade. Essa percentagem cresceu dos 37% em 1990 e tem tendência para crescer ainda mais.

As mortes em recém-nascidos diminuíram de 4,6 milhões em 1990 para 3,3 milhões em 2009, mas constituem agora maior proporção do número global de mortes infantis.

http://aeiou.visao.pt/saude-mais-de-40- ... ms=f619829
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Re: SAUDE

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Enjoos excessivos na gravidez provocam distúrbios nos bebés
2011-08-30

Primeiro estudo sobre efeitos a longo prazo da hiperemese gravídica

Os vómitos e náuses excessivos e persistentes durante a gravidez e que, por vezes, podem conduzir à hospitalização dão origem a uma condição designada por hiperemese gravídica (HG) que não afecta apenas as grávidas, mas também os bebés, revelou um estudo publicado no “Journal of Developmental Origins of Health and Disease”.

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Hiperemese gravídica pode levar à interrupção da gravidez

De acordo com este trabalho, as crianças cujas mães sofreram de HG foram 3,6 vezes mais propensas a sofrer de ansiedade, distúrbio bipolar e depressão na vida adulta do que os bebés cujas progenitoras não sofreram dessa condição.

Estudos anteriores já tinham constatado que as crianças nascidas de mulheres que tiveram náuseas persistentes nos três primeiros meses da gravidez tinham mais problemas de atenção e de aprendizagem aos 12 anos. Outras apontavam ainda que a má nutrição fetal, uma consequência frequente da HG, pode conduzir a uma fraca saúde quando adulto.

"Apesar da hiperemese gravídica poder causar fome e desidratação na gravidez, nenhum estudo tinha determinado os seus efeitos a longo prazo nas crianças nascidas de mães com este problema", referiu Marlena Fejzo, co-autora do estudo.

Depois de entrevistarem 155 pessoas, das quais algumas tinham sofrido com a condição da mãe e outras não tinham passado por este problema, os investigadores verificaram que 16 por cento dos voluntários que foram expostos ao HG tinham depressão, contra três por cento do grupo de controlo (aqueles que não nasceram de mães com HG). Além disso, oito por cento do grupo exposto foram diagnosticados com perturbação bipolar, face a dois por cento do grupo de controlo.

Esta diferença também se revelou no que respeita à ansiedade, pois sete por cento dos expostos a HG sofriam de ansiedade na vida adulta, comparados a dois por cento do grupo de controlo. "Ao todo, 38 por cento dos casos do grupo exposto relataram distúrbio psicológico ou comportamental, em comparação a 15 por cento do grupo de controlo", afirmaram os cientistas.

Estas taxas mais elevadas podem ser causadas pela desnutrição e desidratação prolongadas das mães durante o desenvolvimento do cérebro do feto. A ansiedade e o stress, comuns durante e após a HG, também poderiam desempenhar um papel importante nos problemas físicos e psicológicos.

Análises anteriores também já tinham verificado que mulheres com histórico familiar desta condição foram até 17 vezes mais propensas a sofrer do mesmo problema.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50708&op=all
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Câncer exige mais cuidado bucal
31 de agosto de 2011

Pacientes com a doença precisam de tratamento odontológico durante e após químio e radioterapia

SÃO PAULO - Cerca de 80% dos pacientes com câncer desenvolvem, em algum período do tratamento, problemas bucais. A afirmação é do cirurgião dentista Alan Roger, do Ambulatório de Odontologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). Segundo o especialista, esses problemas, que aparecem como efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia, merecem atenção especial na medida em que podem impactar no resultado final do tratamento.

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Ambulatório oncológico do Hospital Santa Marcelina

"Toda pessoa que vai começar a ser tratada deve ser encaminhada para um cirurgião dentista para que seja feita a avaliação e a orientação pré-tratamento", recomenda o coordenador do Serviço de Saúde Bucal do Centro Avançado de Oncologia do Hospital São José, Luís Marcelo Sêneda.

De acordo com ele, como o tratamento contra o câncer provoca a queda da imunidade, uma situação que seria corriqueira em uma pessoa saudável pode sair do controle no caso do paciente oncológico. Roger explica que o problema é que a quimioterapia não é seletiva e, além de atacar as células do tumor, também ataca células de outros tecidos, como os da boca. Por isso, diz ele, surgem as feridas, chamadas de mucosites.

Comuns em pacientes oncológicos, essas feridas bucais são porta de entrada para bactérias que levam a infecções possivelmente fatais ao organismo já debilitado. "O paciente, que já enfrenta uma debilidade por causa da doença, torna-se vulnerável a infecções por causa das feridas", esclarece Roger. "Isso sem falar da dor que impede que ele (paciente) coma certos alimentos e que beba água. Ele fica ainda mais debilitado."

No caso daqueles que fazem tratamento com radioterapia, além das mucosites há também o risco de desenvolver as chamadas cáries de radiação. Um dos fatores que levam a essas cáries é o efeito da radiação sobre a produção de saliva. "Sem a saliva, os dentes quebram mais facilmente e as cáries progridem rápido", explica Roger, que além de atuar no Icesp também é professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Para o especialista, os pacientes devem ser orientados a intensificar os cuidados com o fio dental e a escovação e a aderir a bochechos com líquidos especiais receitados pelo dentista. A escova também deve ser mais macia para evitar lesões no interior da boca.

O dentista Marcelo Fardin, que atende pacientes com câncer no Hospital São Luiz, lembra que, em alguns casos, é preciso até interromper a quimioterapia para tratar de uma infecção adquirida pelo paciente em decorrência de um problema bucal. Por isso, centros de tratamento de câncer têm áreas específicas reservadas à odontologia. Além do Icesp, o Hospital São José, o Hospital São Luiz e o Ambulatório de Oncologia Pediátrica do Santa Marcelina oferecem esse tipo de serviço.

‘Sequelas podem ser permanentes’, diz médica do Icesp

Segundo a cirurgiã dentista Thais Brandão, que coordena o Ambulatório de Odontologia do Icesp, a manutenção odontológica é necessárias mesmo após o fim do tratamento oncológico. "Os cuidados bucais devem permanecer por toda a vida", diz, lembrando que algumas sequelas são permanentes.

A perda de paladar e candidose (conhecida como sapinho) são comuns em pacientes com câncer e, de acordo com especialistas, o profissional mais capacitado para atendê-los é o dentista com especialização em estomatologia. "A manipulação inadequada pode implicar em grandes riscos para o paciente", diz Luís Marcelo Sêneda, do Hospital São José.

http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 6526,0.htm
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Caso de HIV leva produções pornôs dos EUA a suspender filmagens
31 de agosto de 2011

LOS ANGELES (Reuters) -A produção de filmes pornográficos nos Estados Unidos foi em grande medida interrompida depois que uma entidade empresarial pediu uma moratória pelo fato de um ator desse segmento ter adquirido o vírus do HIV, disseram dirigentes do setor na terça-feira.

A moratória temporária, recomendada pela Coalizão para a Livre Expressão, entidade com sede em Los Angeles, foi pedida num momento em que defensores da saúde pública ampliam as reivindicações de maior aplicação das leis quanto à exigência de que os atores de filmes pornôs usem camisinhas nas gravações de cenas de sexo.

A coalizão disse ter tomado conhecimento no sábado de que um ator do setor, não identificado publicamente, testou inicialmente positivo para HIV. A entidade pediu uma ampla moratória na indústria de filmes pornográficos. O subúrbio de San Fernando Valley, em Los Angeles, na Califórnia, lidera a produção de películas desse segmento.

O ator recebeu um resultado preliminar positivo para o vírus, que causa a Aids, em uma unidade de saúde de outro estado. Segundo a entidade, será necessário um novo teste para confirmar se ele é soropositivo.

A diretora executiva da Coalizão, Diane Duke, disse acreditar que as produções pornôs tenham sido na maior parte fechadas em todo o país como resultado da moratória e afirmou não estar a par de empresas que se recusem a cumprir a determinação.

"Desde 1998 a indústria tem um sistema bem-sucedido de segurança e saúde, apesar da desinformação espalhada por nossos oponentes", afirmou a entidade em um comunicado.

Em 2010, um outro ator, Derrick Burts, testou positivo para HIV, o que também motivou o fechamento temporário das produções de filmes pornográficos.

Nos últimos anos, outros atores do cinema pornô contraíram o HIV, disse Brian Chase, assistente geral da Aids Healthcare Foundation, que estava organizando um abaixo-assinado para a realização de uma votação municipal em Los Angeles sobre a exigência de que os atores de filmes pornôs da cidade usem camisinha durante as filmagens.

Defensores da proposta dizem que as autoridades locais são as mais adequadas para garantir a aplicação dessa medida.

A lei da Califórnia e as normas federais de segurança no trabalho requerem o uso de camisinhas por atores de filmes pornôs que troquem fluidos corporais por meio do sexo, mas a indústria cinematográfica vem de modo geral ignorando essas determinações, disse Chase.

As empresas alegam que isso as forçaria a operar clandestinamente ou ter de se transferir para outros países, o que elevaria os riscos à saúde.

http://www.estadao.com.br/noticias/arte ... 6595,0.htm
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Re: SAUDE

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Rio de Janeiro entra em estado de alerta contra dengue
31 de Agosto de 2011

A prefeitura do Rio de Janeiro decretou hoje estado de alerta face à previsão de que a cidade deverá enfrentar a sua pior epidemia de dengue no Verão de 2012, informam fontes oficiais.

De acordo com o prefeito Eduardo Paes, a possibilidade de que o Rio volte a enfrentar um surto de dengue no próximo verão (que no Brasil começa em dezembro) deve-se ao regresso do vírus de tipo 1 e à entrada do de tipo 4, em relação aos quais os cariocas ainda não estão imunes.

A previsão foi feita com base no histórico da evolução de contaminações em anos anteriores às duas mais maiores epidemias na cidade, em 2002 e 2008.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528594
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Re: SAUDE

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Suturas cirúrgicas suíças foram roubadas antes esterilizadas

1 de Setembro de 2011

A Autoridade Nacional do Medicamento alertou hoje para a não utilização de algumas suturas cirúrgicas suíças que foram roubadas da fábrica antes de serem esterilizadas, uma vez que a sua utilização pode representar o risco de infeção.

De acordo com o Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, dois tipos de suturas cirúrgicas do fabricante Assut Medical Sàrl (na Suíça) foram «roubadas das instalações do local de fabrico, na Colômbia» antes de serem esterilizadas.

As suturas contêm nos rótulos a informação «Estéril EO», apesar de terem sido «furtadas antes de serem esterilizadas», representando por isso o risco de infeção, alerta o Infarmed.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528714
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Re: SAUDE

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Bombeiros aplaudem criação de número único do INEM
1 de Setembro de 2011

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) aplaude o novo número único para contacto interno entre bombeiros e Cruz Vermelha e os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que hoje começou a funcionar.

"Consideramos o número único bastante positivo, vem simplificar o canal de comunicações com o CODU", disse Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. Segundo uma nota do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), o novo número verde para contacto com os Centros de Orientação de Doentes Urgentes está "integrado numa lógica de atendimento a nível nacional" e "visa diminuir tempos de resposta no contacto entre os CODU e as equipas que trabalham no terreno".

O novo número único substitui os quatro números até agora existentes que funcionavam de acordo com as áreas geográficas dos quatro CODU (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Algarve) e possibilita de forma "mais rápida e eficiente" a transmissão de dados entre profissionais de emergência médica, adianta.O INEM adianta que o número verde em questão é gratuito "e exclusivamente destinado a entidades prestadoras de socorro e cuidados de saúde pré-hospitalares", como os bombeiros ou a Cruz Vermelha.

Duarte Caldeira afirmou ainda que a medida, além de possibilitar uma comunicação "mais directa", representa "benefícios" na qualidade do socorro prestado às populações. "A centralização de gestão dos meios é um factor decisivo para a qualidade final do socorro", sustentou.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... 790&page=1
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Re: SAUDE

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Enfermeiros receiam que cortes afectem qualidade de cuidados
1 de Setembro de 2011

A Ordem dos Enfermeiros manifestou esta quinta-feira preocupação com a redução de 11 por cento nas despesas exigida às instituições públicas de Saúde, receando efeitos na qualidade dos cuidados prestados e no acordo para aumentar dotações para pessoal de enfermagem.

«A duplicação nos cortes dos orçamentos dos maiores hospitais do país e das unidades locais de saúde não poderia deixar de nos preocupar, traduzindo-se seguramente em repercussões na qualidade dos cuidados prestados às populações, no acesso aos serviços e no corte de pessoal nos serviços de saúde», refere um comunicado da Ordem dos Enfermeiros.

Um despacho publicado na quarta-feira determina que os hospitais, centros hospitalares e unidades locais de saúde integrados no sector empresarial do Estado têm de reduzir em 11 por cento os seus custos operacionais em 2012.

O secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, explicou hoje que esta medida visa o cumprimento da exigência da troika internacional (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia) de redução da despesa das unidades EPE (Entidades Públicas Empresariais) em 750 milhões de euros, ou 15 por cento, no período entre 2011 e 2013.

A informação assinada pela bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta Sousa, salienta que «o corte será feito à custa da saúde, uma vez que dificilmente serão possíveis mais reduções salariais e nas horas extraordinárias».

Mas estes profissionais também estão apreensivos com as consequências da redução agora anunciada face à falta de pessoal, «tendo sido identificada a necessidade de mais 3.500 enfermeiros só nos centros de saúde».

A Ordem diz que «chegou a um entendimento com a ex-ministra da Saúde, Ana Jorge, em Março, para aumentar as dotações dos centros de saúde, de forma paulatina, até 2015, com base num trabalho elaborado por um grupo de estudo conjunto».

Por isso, «foi com grande apreensão que ouvimos as declarações do ministro das Finanças anunciando uma política extremamente restritiva nas admissões na Função Pública (uma entrada para cinco saídas), inclusivamente em caso de necessária substituição dos profissionais que se reformarem», salienta o comunicado.

Segundo a Ordem, o aumento das dotações de pessoal de enfermagem nos centros de saúde deveria ser feito em quatro anos, «prevendo-se um acrescimento de 25 por cento a cada ano», e ficou decidida a criação de cinco experiências-piloto nas Administrações Regionais de Saúde este ano.

Na reunião de 8 de Julho com o ministro da Saúde, Paulo Macedo «comprometeu-se a posterior aprofundamento, com a participação da Ordem, sobre as matérias que envolvem a necessária racionalização, para melhor gestão dos recursos disponíveis para a consolidação» do Serviço Nacional de Saúde, acrescenta ainda a entidade, que espera a marcação de novo encontro.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... 802&page=3
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Re: SAUDE

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Aprovado diploma que facilita entrada medicamentos mais baratos
1 de Setembro de 2011

O Governo aprovou hoje um diploma para facilitar o acesso a medicamentos mais baratos ao obrigar à «separação clara» entre as autorizações técnicas para introduzir medicamentos no mercado e a eventual necessidade de resolver conflitos relacionados com patentes.

A proposta de lei aprovada hoje cria um «regime de composição dos litígios emergentes de direitos de propriedade industrial quando estejam em causa medicamentos de referência e medicamentos genéricos», refere o comunicado do Conselho de Ministros.

Durante a reunião do Conselho de Ministros, o executivo decidiu aprovar um novo regime que determina uma «separação clara entre a autorização técnica de introdução do medicamento no mercado e a eventual necessidade de resolver conflitos em matéria de patentes».

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528784
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Re: SAUDE

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H1N1: Confirmada ligação entre vacina e narcolepsia infantil
1 de Setembro de 2011

Investigadores finlandeses anunciaram hoje que confirmaram uma ligação entre a vacina Pandemrix contra o vírus da gripe A (H1N1) e o aumento do número de casos de narcolepsia em crianças e adolescentes.

Segundo noticia hoje a Agência France Press, "os grupos de trabalhos nacionais sobre a narcolepsia [uma deficiência que se caracteriza pela dificuldade da pessoa se manter acordada] confirmaram (...) que a vacina Pandemrix, distribuída no inverno de 2009-2010, contribuiu para o aumento de casos de narcolepsia na população entre os quatro e os 19 anos", anunciou em comunicado o Instituto da Saúde e Bem-Estar finlandês.

Nesta faixa etária, os doentes a quem foi injectado a Pandemrix registaram 12,7 vezes mais casos de narcolepsia do que os que não receberam a vacina, sublinha o estudo, que revela contudo que os que desenvolveram a doença tinham uma predisposição genética para a mesma.

Os investigadores apuraram ainda que esta vacina não provocou a narcolepsia em crianças com menos de quatro anos nem em jovens com mais de 19.

Em Julho, a autoridade que regula o sector do medicamento em Portugal anunciou que a Agência Europeia do Medicamento concluiu que há uma associação entre a toma da vacina contra a gripe A e os casos de narcolepsia em crianças e adolescentes.

O Comité de Medicamentos de Uso Humano da Agência Europeia recomendou que se evite administrar a vacina Pandemrix, usada em Portugal, a pessoas com menos de 20 anos.

Esta vacina só deve ser dada a menores de 20 anos caso não esteja disponível a vacina da gripe sazonal e se a imunização contra o vírus da gripe A ainda for necessária, como no caso de pessoas com risco de complicações no decurso da infecção.

Contudo, a agência europeia mantém que a relação benefício-risco para a vacina mesmo em pessoas com menos de 20 anos continua positiva.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=528764
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