SAUDE
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mauri
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Re: SAUDE
Portugal líder nos transplantes
06/08/2011
Desde 1994 que todos os portugueses são dadores de órgãos. É um automatismo criado por lei que só aceita excepções através de uma inscrição no Registo Nacional de não Dadores, passo dado por 37 mil pessoas, migalha numa população de mais de dez milhões. E até esse número tem diminuído, pois as campanhas de sensibilização conseguiram que houvesse gente a mudar de opinião e a ingressar também na massa de dadores.
Perante este quadro, não admira que Portugal esteja entre os melhores do mundo ao nível dos transplantes. E com uma eficácia que não pára de crescer: por exemplo, só nos primeiros seis meses de 2011, foram feitos tantos transplantes de pâncreas como em todo o ano passado. E, comparando períodos homólogos, também houve progressos significativos nos transplantes do rim (11%) e do pulmão (60%). Mais uma área em que o Serviço Nacional de Saúde português consegue padrões de qualidade ao nível do melhor que existe no mundo.
Mas há uma realidade que não poderá ser nunca ultrapassada: a insuficiência de órgãos para as necessidades da população, uma regra global. Por exemplo, no ano passado havia em Portugal quase duas mil pessoas à espera de um transplante renal. Um aumento da eficácia do sistema de saúde permitirá aliviar a pressão do número de doentes, mas com limites. Por isso se fala tanto na imprensa internacional do tráfico de órgãos, com gente pobre a vender um rim por um punhado de dólares, como foi o recente caso de um chinês, que respondeu a um anúncio na Internet e com o dinheiro comprou um iPad 2. Na Índia multiplicam-se os casos de homens que vendem o rim para sustentar a família, com as mafias a lucrarem com o desespero dos doentes.
Na Suécia, país rico, uma sondagem dava 22% a considerar certo o pagamento de um rim. É um número surpreendente, mas que não contraria o essencial: eticamente, salvar uma vida não pode jamais depender de dinheiro. E por isso a doação tem de obedecer as regras transparentes, aceitáveis por todos como justas. E essas regras, conjugadas com a resposta hospitalar, têm de ser a solução, mesmo que insuficiente à luz da actual ciência médica. Portugal está no bom caminho.
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editori ... id=1947020
06/08/2011
Desde 1994 que todos os portugueses são dadores de órgãos. É um automatismo criado por lei que só aceita excepções através de uma inscrição no Registo Nacional de não Dadores, passo dado por 37 mil pessoas, migalha numa população de mais de dez milhões. E até esse número tem diminuído, pois as campanhas de sensibilização conseguiram que houvesse gente a mudar de opinião e a ingressar também na massa de dadores.
Perante este quadro, não admira que Portugal esteja entre os melhores do mundo ao nível dos transplantes. E com uma eficácia que não pára de crescer: por exemplo, só nos primeiros seis meses de 2011, foram feitos tantos transplantes de pâncreas como em todo o ano passado. E, comparando períodos homólogos, também houve progressos significativos nos transplantes do rim (11%) e do pulmão (60%). Mais uma área em que o Serviço Nacional de Saúde português consegue padrões de qualidade ao nível do melhor que existe no mundo.
Mas há uma realidade que não poderá ser nunca ultrapassada: a insuficiência de órgãos para as necessidades da população, uma regra global. Por exemplo, no ano passado havia em Portugal quase duas mil pessoas à espera de um transplante renal. Um aumento da eficácia do sistema de saúde permitirá aliviar a pressão do número de doentes, mas com limites. Por isso se fala tanto na imprensa internacional do tráfico de órgãos, com gente pobre a vender um rim por um punhado de dólares, como foi o recente caso de um chinês, que respondeu a um anúncio na Internet e com o dinheiro comprou um iPad 2. Na Índia multiplicam-se os casos de homens que vendem o rim para sustentar a família, com as mafias a lucrarem com o desespero dos doentes.
Na Suécia, país rico, uma sondagem dava 22% a considerar certo o pagamento de um rim. É um número surpreendente, mas que não contraria o essencial: eticamente, salvar uma vida não pode jamais depender de dinheiro. E por isso a doação tem de obedecer as regras transparentes, aceitáveis por todos como justas. E essas regras, conjugadas com a resposta hospitalar, têm de ser a solução, mesmo que insuficiente à luz da actual ciência médica. Portugal está no bom caminho.
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editori ... id=1947020
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Re: SAUDE
Aumento de obesidade pressiona países emergentes
8 de Agosto de 2011
Governos de países emergentes estão a ser impelidos a adoptar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.
Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o excesso de peso e a obesidade dispararam em países como a China, Índia, África do Sul, Brasil e México.
Conhecidos no passado por terem dificuldade em alimentar as suas populações, estes países hoje debatem-se com problemas de natureza oposta - num fenómeno que especialistas chamam de «dupla carga».
«A forma com calculamos o desenvolvimento económico é simplesmente uma medida do quanto consumimos - então quanto mais se consume, mais rico se é... e é claro que isso é mau para a forma física», disse SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.
Em Setembro, líderes mundiais encontrar-se-ão na primeira cimeira de alto nível da ONU sobre doenças não-transmissíveis, que incluem obesidade, e serão exortados a adoptar medidas de controlo e regulamentação sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas para identificar potenciais complicações de saúde em estágio inicial.
A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que os rendimentos, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.
Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparando com os 18 milhões de 2005.
No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.
Um em cada sete adultos mexicanos apresenta excesso de peso, proporção que fica atrás apenas dos EUA entre as principais economias do mundo.
A África do Sul, por sua vez, tem um índice de obesidade mais alto que o dos EUA - com um PIB que é um oitavo do americano.
«Vimos um aumento dramático nos níveis de obesidade em países emergentes, e este índice parece estar a crescer mais rapidamente e em meio a níveis mais baixos de PIB do que na Europa ou nos EUA há 20 ou 30 anos», disse Tim Lobstein, da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).
Embora especialistas vejam uma clara relação entre o aumento da obesidade e o crescimento da riqueza, há outros factores para o crescimento tão rápido.
O primeiro relatório da OMS sobre doenças não-transmissíveis, publicado em 2010, afirma que não apenas a obesidade, mas também outras «epidemias» como diabetes, cancro e doenças cardiorespiratórias e cardiovasculares, estão relacionadas com mudanças da vida contemporânea.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525521
8 de Agosto de 2011
Governos de países emergentes estão a ser impelidos a adoptar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.
Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o excesso de peso e a obesidade dispararam em países como a China, Índia, África do Sul, Brasil e México.
Conhecidos no passado por terem dificuldade em alimentar as suas populações, estes países hoje debatem-se com problemas de natureza oposta - num fenómeno que especialistas chamam de «dupla carga».
«A forma com calculamos o desenvolvimento económico é simplesmente uma medida do quanto consumimos - então quanto mais se consume, mais rico se é... e é claro que isso é mau para a forma física», disse SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.
Em Setembro, líderes mundiais encontrar-se-ão na primeira cimeira de alto nível da ONU sobre doenças não-transmissíveis, que incluem obesidade, e serão exortados a adoptar medidas de controlo e regulamentação sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas para identificar potenciais complicações de saúde em estágio inicial.
A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que os rendimentos, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.
Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparando com os 18 milhões de 2005.
No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.
Um em cada sete adultos mexicanos apresenta excesso de peso, proporção que fica atrás apenas dos EUA entre as principais economias do mundo.
A África do Sul, por sua vez, tem um índice de obesidade mais alto que o dos EUA - com um PIB que é um oitavo do americano.
«Vimos um aumento dramático nos níveis de obesidade em países emergentes, e este índice parece estar a crescer mais rapidamente e em meio a níveis mais baixos de PIB do que na Europa ou nos EUA há 20 ou 30 anos», disse Tim Lobstein, da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).
Embora especialistas vejam uma clara relação entre o aumento da obesidade e o crescimento da riqueza, há outros factores para o crescimento tão rápido.
O primeiro relatório da OMS sobre doenças não-transmissíveis, publicado em 2010, afirma que não apenas a obesidade, mas também outras «epidemias» como diabetes, cancro e doenças cardiorespiratórias e cardiovasculares, estão relacionadas com mudanças da vida contemporânea.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525521
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Re: SAUDE
Crise põe portugueses «mais em risco» de problemas cardíacos
8 de Agosto de 2011
A crise económica em Portugal está a pôr os portugueses “mais em risco” de padecerem de problemas cardíacos, advertiu em Caracas o médico Carlos Aguiar, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC).
“Estão mais em risco. E estão todas as pessoas que vivem em situações de stress psicossocial (…) portanto as pessoas vão precisar ainda mais de ajuda do sistema de saúde”, disse Carlos Aguiar, que participou num congresso sobre insuficiência cardíaca na capital venezuelana.
“As situações de stress psicossocial e stress económico que vivemos hoje aumentam a incidência de problemas cardiovasculares. Quando há crises dessa natureza há picos na ocorrência de problemas como o infarte do miocárdio e como o acidente vascular cerebral”, disse.
O presidente da SPC afirmou, no entanto, não querer “passar uma mensagem errada” porque “há uma associação entre depressão e insuficiência cardíaca, mas não se pode dizer que a depressão seja uma causa de insuficiência cardíaca, mas é verdade que a insuficiência cardíaca deprime as pessoas porque é o cancro da cardiologia, uma doença que dá uma péssima qualidade de vida”.
Por outro lado defendeu que os “médicos têm que aprender mais sobre a melhor forma de gerir os recursos económicos, que estão limitados” e “têm de certa forma uma obrigação de ajudar a tomar as decisões de política em saúde de uma forma mais informada”.
Segundo Carlos Aguiar “as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte, em Portugal, na Europa e no mundo inteiro. Se matam tanta gente, obrigatoriamente é uma prioridade em saúde pública fazer uma melhor coordenação de todos os recursos para prevenir e tratar melhor as doenças cardiovasculares”.
Carlos Aguiar adiantou que nos contactos que manteve com a Sociedade Venezuelana de Cardiologia procurou “pontos para aprofundar relações” tendo em conta as centenas de milhares de portugueses radicados na Venezuela, vincando que “faz todo o sentido que as duas sociedades estejam de alguma forma unidas em objetivos comuns”.
O vice-presidente da SPC adiantou que estão a ser analisados “projetos em comum que podem passar pela área da formação e pelo intercâmbio de pessoas que estejam a fazer o estágio de cardiologia”.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525637
8 de Agosto de 2011
A crise económica em Portugal está a pôr os portugueses “mais em risco” de padecerem de problemas cardíacos, advertiu em Caracas o médico Carlos Aguiar, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC).
“Estão mais em risco. E estão todas as pessoas que vivem em situações de stress psicossocial (…) portanto as pessoas vão precisar ainda mais de ajuda do sistema de saúde”, disse Carlos Aguiar, que participou num congresso sobre insuficiência cardíaca na capital venezuelana.
“As situações de stress psicossocial e stress económico que vivemos hoje aumentam a incidência de problemas cardiovasculares. Quando há crises dessa natureza há picos na ocorrência de problemas como o infarte do miocárdio e como o acidente vascular cerebral”, disse.
O presidente da SPC afirmou, no entanto, não querer “passar uma mensagem errada” porque “há uma associação entre depressão e insuficiência cardíaca, mas não se pode dizer que a depressão seja uma causa de insuficiência cardíaca, mas é verdade que a insuficiência cardíaca deprime as pessoas porque é o cancro da cardiologia, uma doença que dá uma péssima qualidade de vida”.
Por outro lado defendeu que os “médicos têm que aprender mais sobre a melhor forma de gerir os recursos económicos, que estão limitados” e “têm de certa forma uma obrigação de ajudar a tomar as decisões de política em saúde de uma forma mais informada”.
Segundo Carlos Aguiar “as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte, em Portugal, na Europa e no mundo inteiro. Se matam tanta gente, obrigatoriamente é uma prioridade em saúde pública fazer uma melhor coordenação de todos os recursos para prevenir e tratar melhor as doenças cardiovasculares”.
Carlos Aguiar adiantou que nos contactos que manteve com a Sociedade Venezuelana de Cardiologia procurou “pontos para aprofundar relações” tendo em conta as centenas de milhares de portugueses radicados na Venezuela, vincando que “faz todo o sentido que as duas sociedades estejam de alguma forma unidas em objetivos comuns”.
O vice-presidente da SPC adiantou que estão a ser analisados “projetos em comum que podem passar pela área da formação e pelo intercâmbio de pessoas que estejam a fazer o estágio de cardiologia”.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525637
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Re: SAUDE
Tuberculose: incidência de novos casos em Portugal caiu
8 de Agosto de 2011
A taxa de incidência da tuberculose em 2010 foi de 22,9 casos por cada 100 mil habitantes, tendo baixado 8,5% relativamente ao ano anterior, segundo um documento disponibilizado no portal da Saúde.
Com estes valores, Portugal aproxima-se dos países considerados de 'baixa incidência', classificação que é obtida quando a incidência da tuberculose é inferior a 20 casos por 100 mil habitantes.
Relativamente à distribuição geográfica da doença, verificam-se assimetrias acentuadas, embora não haja nenhum distrito com 'alta incidência'.
A maioria do território continental e as regiões autónomas estão já classificadas como 'regiões de baixa incidência', sendo os distritos de Lisboa e Porto os que têm maior incidência, com, respetivamente, 33,2 e 31,3 novos casos em cada 100 mil habitantes.
O Ministério da Saúde revela também que foram revistos os principais factores demográficos que definem o perfil da epidemia num país: a proporção de casos em imigrantes e em pessoas com infecção VIH.
Na população imigrante, a proporção de casos é agora de 16%, o que corresponde a um aumento significativo relativamente aos últimos cinco anos.
Já a proporção de casos em pessoas com infecção VIH, que tem sido a maior da União Europeia, tem vindo a diminuir, até 11,5% em 2010.
No que respeita aos resultados do tratamento, os dados revelam que a taxa de sucesso terapêutico ao fim de 12 meses após o diagnóstico foi de 83%, um número que fica muito aquém do registado em anos anteriores. No entanto, não chegou ainda para alcançar a meta proposta pela Organização Mundial de Saúde de 85%.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525647
8 de Agosto de 2011
A taxa de incidência da tuberculose em 2010 foi de 22,9 casos por cada 100 mil habitantes, tendo baixado 8,5% relativamente ao ano anterior, segundo um documento disponibilizado no portal da Saúde.
Com estes valores, Portugal aproxima-se dos países considerados de 'baixa incidência', classificação que é obtida quando a incidência da tuberculose é inferior a 20 casos por 100 mil habitantes.
Relativamente à distribuição geográfica da doença, verificam-se assimetrias acentuadas, embora não haja nenhum distrito com 'alta incidência'.
A maioria do território continental e as regiões autónomas estão já classificadas como 'regiões de baixa incidência', sendo os distritos de Lisboa e Porto os que têm maior incidência, com, respetivamente, 33,2 e 31,3 novos casos em cada 100 mil habitantes.
O Ministério da Saúde revela também que foram revistos os principais factores demográficos que definem o perfil da epidemia num país: a proporção de casos em imigrantes e em pessoas com infecção VIH.
Na população imigrante, a proporção de casos é agora de 16%, o que corresponde a um aumento significativo relativamente aos últimos cinco anos.
Já a proporção de casos em pessoas com infecção VIH, que tem sido a maior da União Europeia, tem vindo a diminuir, até 11,5% em 2010.
No que respeita aos resultados do tratamento, os dados revelam que a taxa de sucesso terapêutico ao fim de 12 meses após o diagnóstico foi de 83%, um número que fica muito aquém do registado em anos anteriores. No entanto, não chegou ainda para alcançar a meta proposta pela Organização Mundial de Saúde de 85%.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525647
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Re: SAUDE
Católica Porto identifica bactérias resistentes a antibióticos
2011-08-08
Casos de multi-resistência descobertos em água potável e estações de tratamento
A Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica no Porto acaba de detectar e identificar a existência de bactérias resistentes a antibióticos em água potável e em estações de tratamento de águas residuais domésticas. Das análises efectuadas nestes locais, a instituição concluiu que muitas bactérias, nomeadamente as que estão presentes em água da torneira, apesar de aparentemente inofensivas, podem ser portadoras de resistência a antibióticos. Este facto é explicado, em parte, pela célere evolução e adaptação das bactérias.

Nas análises efectuadas, a instituição está a analisar, por exemplo, a forma como o hospital – que se supõe ser uma das principais fontes de resistência a antibióticos – interage com o ambiente em termos de propagação dessas formas de resistência, nomeadamente pela água.
A investigação pretende verificar, ainda, se a água potável se assume como um portal de entrada ou se os esgotos representam uma via de contaminação ambiental. Os resultados possibilitarão o desenvolvimento de métodos para uma melhor monitorização e controlo das bactérias resistentes a antibióticos, nomeadamente no que se refere a efluentes hospitalares.
O estudo sobre a existência de bactérias resistentes a antibióticos presentes na água potável revela que, embora a desinfecção reduza a grande maioria das bactérias, estas podem desenvolver-se nas canalizações, sobretudo em períodos de maior estagnação, ou seja, de menor tiragem de água. De facto, as investigações realizadas mostram que algumas bactérias de origem ambiental, detectadas em água da torneira, podem apresentar níveis preocupantes de resistência a antibióticos frequentemente utilizados em situações clínicas.
Relativamente ao projecto de tratamento de águas residuais domésticas e disseminação de resistência a antibióticos, a ESB avaliou qual o papel das ETAR’s enquanto reservatórios ambientais propícios ao aparecimento de bactérias resistentes a antibióticos. Embora o tratamento dos esgotos seja satisfatório – e conduza à remoção de cerca de 99 por cento das bactérias presentes nos efluentes –, a libertação de resistentes a antibióticos para cursos de água naturais continua a ser uma realidade e deveria ser minimizada.
Neste caso, a inclusão de uma etapa de tratamento terciário, embora não elimine totalmente as bactérias resistentes a antibióticos, permitiria reduzir a carga bacteriana total. Apesar dos cuidados tomados, é importante salientar que os esgotos tratados são, muitas vezes, libertados para pequenos cursos de água naturais, o que contribuiu para a dispersão deste tipo de bactérias no ambiente. Neste caso, o uso destas águas para rega de produtos alimentares pode transportar tais bactérias para a cadeia alimentar humana.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50419&op=all
2011-08-08
Casos de multi-resistência descobertos em água potável e estações de tratamento
A Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica no Porto acaba de detectar e identificar a existência de bactérias resistentes a antibióticos em água potável e em estações de tratamento de águas residuais domésticas. Das análises efectuadas nestes locais, a instituição concluiu que muitas bactérias, nomeadamente as que estão presentes em água da torneira, apesar de aparentemente inofensivas, podem ser portadoras de resistência a antibióticos. Este facto é explicado, em parte, pela célere evolução e adaptação das bactérias.

Nas análises efectuadas, a instituição está a analisar, por exemplo, a forma como o hospital – que se supõe ser uma das principais fontes de resistência a antibióticos – interage com o ambiente em termos de propagação dessas formas de resistência, nomeadamente pela água.
A investigação pretende verificar, ainda, se a água potável se assume como um portal de entrada ou se os esgotos representam uma via de contaminação ambiental. Os resultados possibilitarão o desenvolvimento de métodos para uma melhor monitorização e controlo das bactérias resistentes a antibióticos, nomeadamente no que se refere a efluentes hospitalares.
O estudo sobre a existência de bactérias resistentes a antibióticos presentes na água potável revela que, embora a desinfecção reduza a grande maioria das bactérias, estas podem desenvolver-se nas canalizações, sobretudo em períodos de maior estagnação, ou seja, de menor tiragem de água. De facto, as investigações realizadas mostram que algumas bactérias de origem ambiental, detectadas em água da torneira, podem apresentar níveis preocupantes de resistência a antibióticos frequentemente utilizados em situações clínicas.
Relativamente ao projecto de tratamento de águas residuais domésticas e disseminação de resistência a antibióticos, a ESB avaliou qual o papel das ETAR’s enquanto reservatórios ambientais propícios ao aparecimento de bactérias resistentes a antibióticos. Embora o tratamento dos esgotos seja satisfatório – e conduza à remoção de cerca de 99 por cento das bactérias presentes nos efluentes –, a libertação de resistentes a antibióticos para cursos de água naturais continua a ser uma realidade e deveria ser minimizada.
Neste caso, a inclusão de uma etapa de tratamento terciário, embora não elimine totalmente as bactérias resistentes a antibióticos, permitiria reduzir a carga bacteriana total. Apesar dos cuidados tomados, é importante salientar que os esgotos tratados são, muitas vezes, libertados para pequenos cursos de água naturais, o que contribuiu para a dispersão deste tipo de bactérias no ambiente. Neste caso, o uso destas águas para rega de produtos alimentares pode transportar tais bactérias para a cadeia alimentar humana.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50419&op=all
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Re: SAUDE
"Desmaios são um mistério que ninguém consegue explicar"
09/08/2011
A onda de desmaios que atinge sobretudo estudantes em Angola é "um mistério que ninguém consegue explicar" e está a ameaçar o ano lectivo, disse à Lusa um professor angolano.
Os desmaios acontecem desde Abril, "um pouco por todo o país, sobretudo nas escolas, e há já relatos de que também tem acontecido nas faculdades", refere o docente, que pediu o anonimato, em declarações à Lusa.
Este é um caso "nacional", que as autoridades "ainda não conseguiram explicar" e que "preocupa toda a sociedade".
O problema está a "afectar o ano lectivo", havendo receios de que o mesmo seja "cancelado".
"Há pais que não mandam os filhos para as escolas com receio do que possa acontecer. As famílias e as crianças estão a sofrer", descreve o professor.
O docente esclarece que o problema afecta sobretudo crianças, "na sua maioria adolescentes", essencialmente do sexo feminino, mas que ninguém consegue explicar as causas do problema.
"É um mistério que não estamos a conseguir desvendar. Ninguém sabe o que está a acontecer. O Governo tomou algumas medidas, proibindo que os estudantes entrem nas escolas com batons ou 'sprays', mas os desmaios continuam a acontecer", lamenta.
Não há referência a "casos de morte", garante o professor, explicando que depois de desmaiadas, "as pessoas são assistidas no posto médico".
O professor, que assistiu a um episódio de desmaios na escola onde dá aulas, garante que chegou a sentir alguns sintomas, mas não chegou a desfalecer.
"As pessoas começam a sentir irritação na garganta -- eu também senti -, a boca começa a ficar amarga, começam a sentir uma espécie de enjoo, a perder o fôlego, a sentir uma escuridão na vista, desmaiam e caem", descreve.
De acordo com o professor, "ninguém explicou publicamente qual o produto que está a provocar os desmaios" e o Presidente da República já "criou uma comissão para tratar do assunto".
No início de Agosto, um balanço das autoridades angolanas divulgado pela imprensa nacional revelava que, no período de uma semana, mais de 800 pessoas tinham desmaiado por alegada inalação de substâncias tóxicas nas províncias de Luanda, Cabinda, Cunene, Huíla e Namibe.
Segundo a Agência de Notícias de Angola (Angop), as autoridades informaram que os desmaios atingem sobretudo estudantes com idades entre os 14 e 17 anos.
A 29 de Julho, a Angop revelava que o Serviço Nacional de Proteção Civil tinha registado, em 24 horas, 560 casos de desmaios de alunos nas províncias de Luanda e Namíbe.
Também no início de agosto, o segundo comandante da Polícia Nacional de Angola, comissário-chefe Paulo de Almeida, revelava, em conferência de imprensa, que as amostras enviadas para laboratórios de Portugal com vista a detetar as causas de centenas de desmaios ocorridos, desde abril, em escolas de Angola, não conseguiram ainda esclarecer qual o tipo de produto tóxico.
As autoridades detiveram algumas pessoas devido ao uso de gás lacrimogéneo, denominado aerossol anti-agressivo/70, em forma de bisnaga, em duas escolas de Luanda, mas os desmaios continuaram.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior. ... eccao=CPLP
09/08/2011
A onda de desmaios que atinge sobretudo estudantes em Angola é "um mistério que ninguém consegue explicar" e está a ameaçar o ano lectivo, disse à Lusa um professor angolano.
Os desmaios acontecem desde Abril, "um pouco por todo o país, sobretudo nas escolas, e há já relatos de que também tem acontecido nas faculdades", refere o docente, que pediu o anonimato, em declarações à Lusa.
Este é um caso "nacional", que as autoridades "ainda não conseguiram explicar" e que "preocupa toda a sociedade".
O problema está a "afectar o ano lectivo", havendo receios de que o mesmo seja "cancelado".
"Há pais que não mandam os filhos para as escolas com receio do que possa acontecer. As famílias e as crianças estão a sofrer", descreve o professor.
O docente esclarece que o problema afecta sobretudo crianças, "na sua maioria adolescentes", essencialmente do sexo feminino, mas que ninguém consegue explicar as causas do problema.
"É um mistério que não estamos a conseguir desvendar. Ninguém sabe o que está a acontecer. O Governo tomou algumas medidas, proibindo que os estudantes entrem nas escolas com batons ou 'sprays', mas os desmaios continuam a acontecer", lamenta.
Não há referência a "casos de morte", garante o professor, explicando que depois de desmaiadas, "as pessoas são assistidas no posto médico".
O professor, que assistiu a um episódio de desmaios na escola onde dá aulas, garante que chegou a sentir alguns sintomas, mas não chegou a desfalecer.
"As pessoas começam a sentir irritação na garganta -- eu também senti -, a boca começa a ficar amarga, começam a sentir uma espécie de enjoo, a perder o fôlego, a sentir uma escuridão na vista, desmaiam e caem", descreve.
De acordo com o professor, "ninguém explicou publicamente qual o produto que está a provocar os desmaios" e o Presidente da República já "criou uma comissão para tratar do assunto".
No início de Agosto, um balanço das autoridades angolanas divulgado pela imprensa nacional revelava que, no período de uma semana, mais de 800 pessoas tinham desmaiado por alegada inalação de substâncias tóxicas nas províncias de Luanda, Cabinda, Cunene, Huíla e Namibe.
Segundo a Agência de Notícias de Angola (Angop), as autoridades informaram que os desmaios atingem sobretudo estudantes com idades entre os 14 e 17 anos.
A 29 de Julho, a Angop revelava que o Serviço Nacional de Proteção Civil tinha registado, em 24 horas, 560 casos de desmaios de alunos nas províncias de Luanda e Namíbe.
Também no início de agosto, o segundo comandante da Polícia Nacional de Angola, comissário-chefe Paulo de Almeida, revelava, em conferência de imprensa, que as amostras enviadas para laboratórios de Portugal com vista a detetar as causas de centenas de desmaios ocorridos, desde abril, em escolas de Angola, não conseguiram ainda esclarecer qual o tipo de produto tóxico.
As autoridades detiveram algumas pessoas devido ao uso de gás lacrimogéneo, denominado aerossol anti-agressivo/70, em forma de bisnaga, em duas escolas de Luanda, mas os desmaios continuaram.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior. ... eccao=CPLP
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Re: SAUDE
Cientistas dos EUA descobrem novo anticorpo da gripe
9 de Agosto de 2011
Cientistas dos Estados Unidos descobriram um anticorpo que age contra 30 das 36 estirpes da gripe, o último avanço na busca de um tratamento universal e de uma vacina contra a doença, segundo um estudo publicado segunda-feira.
O novo anticorpo amplamente neutralizante, denominado CH65, consegue aderir na superfície do vírus da gripe, denominada hemaglutinina, a qual sofre mutação a cada temporada, forçando os especialistas a projectar regularmente uma nova vacina.
Este anticorpo foi encontrado nas células de um voluntário, que tomou uma vacina contra a gripe desenvolvida para o ano de 2007, destacou o estudo, publicado nas Actas da Academia Nacional de Ciências.
«O que isto nos diz é que o sistema imunológico humano pode ajustar a sua resposta à gripe e de facto produzir, embora com uma frequência baixa, anticorpos que neutralizam toda uma série de estirpes», disse o autor principal do estudo, Stephen Harrison, do Hospital Infantil de Boston, Massachussetts (nordeste).
«O nosso objectivo é entender como o sistema imunológico selecciona os anticorpos e utiliza essa informação para fazer melhorias que contribuam para a elaboração de uma vacina que favorecerá a amplitude sobre a especificidade», sustentou.
Na semana passada, investigadores britânicos e suíços anunciaram, na revista americana Science a descoberta do primeiro anticorpo humano capaz de eliminar todos os vírus da gripe.
Este anticorpo, denominado FI6, foi posto à prova nos subtipos de vírus da gripe A e demonstrou eficácia contra a hemaglutinina, uma proteína frequentemente variável.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525773
9 de Agosto de 2011
Cientistas dos Estados Unidos descobriram um anticorpo que age contra 30 das 36 estirpes da gripe, o último avanço na busca de um tratamento universal e de uma vacina contra a doença, segundo um estudo publicado segunda-feira.
O novo anticorpo amplamente neutralizante, denominado CH65, consegue aderir na superfície do vírus da gripe, denominada hemaglutinina, a qual sofre mutação a cada temporada, forçando os especialistas a projectar regularmente uma nova vacina.
Este anticorpo foi encontrado nas células de um voluntário, que tomou uma vacina contra a gripe desenvolvida para o ano de 2007, destacou o estudo, publicado nas Actas da Academia Nacional de Ciências.
«O que isto nos diz é que o sistema imunológico humano pode ajustar a sua resposta à gripe e de facto produzir, embora com uma frequência baixa, anticorpos que neutralizam toda uma série de estirpes», disse o autor principal do estudo, Stephen Harrison, do Hospital Infantil de Boston, Massachussetts (nordeste).
«O nosso objectivo é entender como o sistema imunológico selecciona os anticorpos e utiliza essa informação para fazer melhorias que contribuam para a elaboração de uma vacina que favorecerá a amplitude sobre a especificidade», sustentou.
Na semana passada, investigadores britânicos e suíços anunciaram, na revista americana Science a descoberta do primeiro anticorpo humano capaz de eliminar todos os vírus da gripe.
Este anticorpo, denominado FI6, foi posto à prova nos subtipos de vírus da gripe A e demonstrou eficácia contra a hemaglutinina, uma proteína frequentemente variável.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525773
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mauri
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Re: SAUDE
Exercícios físicos após as refeições podem gerar congestão
Comer demais ou de forma inadequada também pode causar o problema
A recomendação das mães para que os filhos não tomem banho de mar ou de piscina logo depois do almoço é uma constante. Crianças sempre reclamam da regra e alguns adultos criticam a atitude materna por acreditarem que isso é somente um mito. Pois não é. A gastroenterologista Dalva Maria Alves Alcântara explica que a congestão, que é uma alteração ou paralisação do processo de digestão, pode ocorrer quando se pratica exercícios físicos intensos após as refeições. Comer demais ou de forma muito rápida também pode causar o problema.
A especialista explica que esportes devem ser evitados logo após as refeições porque, quando o estômago está processando os alimentos, muito sangue é direcionado para a área para ajudar na absorção de nutrientes. "Então, se você faz uma atividade muito pesada, esse sangue que está indo para o aparelho digestivo vai ser direcionado para os músculos e isso pode causar uma interrupção dessa digestão", diz.

Mas também não é obrigatório repousar depois de comer. Tomar banho de chuveiro, ler, caminhar lentamente e lavar louça não exigem esforço suficiente para levar a uma congestão.
A congestão costuma acontecer quando os alimentos ainda estão no estômago. "Geralmente na fase inicial alguma interferência faz com que a digestão se interrompa ou se faça de uma forma inadequada", diz Dalva. Entre os sintomas estão sensação de peso, estufamento do abdômen, enjoo e náusea. Dependendo da progressão e da intensidade do problema, podem aparecer mal-estar, vontade de desmaiar, suor e palidez.
Dalva orienta tranquilizar o indivíduo que apresentar esses sintomas na sequência de uma refeição. "Deve-se levar a pessoa para um ambiente bem ventilado, afrouxar as roupas dela, deitá-la caso esteja a ponto de desmaiar e evitar medicamentos porque, na grande maioria das vezes, isso vai acabar passando espontaneamente", aconselha a gastroenterologista.
De acordo com Dalva, o uso de efervescentes e antiácidos pode aliviar a sensação, mas, se os sintomas permanecerem, o ideal é consultar um especialista.
Se a pessoa estiver passando muito mal, a orientação é levá-la para um serviço de emergência, até para que um médico verifique a existência de um problema mais sério. Isoladamente, a congestão não leva à morte. O que pode acontecer é que, se o paciente tem outras doenças, pode, de repente, desencadear uma crise de hipertensão ou outras complicações.
http://msn.minhavida.com.br/conteudo/12 ... gestao.htm
Comer demais ou de forma inadequada também pode causar o problema
A recomendação das mães para que os filhos não tomem banho de mar ou de piscina logo depois do almoço é uma constante. Crianças sempre reclamam da regra e alguns adultos criticam a atitude materna por acreditarem que isso é somente um mito. Pois não é. A gastroenterologista Dalva Maria Alves Alcântara explica que a congestão, que é uma alteração ou paralisação do processo de digestão, pode ocorrer quando se pratica exercícios físicos intensos após as refeições. Comer demais ou de forma muito rápida também pode causar o problema.
A especialista explica que esportes devem ser evitados logo após as refeições porque, quando o estômago está processando os alimentos, muito sangue é direcionado para a área para ajudar na absorção de nutrientes. "Então, se você faz uma atividade muito pesada, esse sangue que está indo para o aparelho digestivo vai ser direcionado para os músculos e isso pode causar uma interrupção dessa digestão", diz.

Mas também não é obrigatório repousar depois de comer. Tomar banho de chuveiro, ler, caminhar lentamente e lavar louça não exigem esforço suficiente para levar a uma congestão.
A congestão costuma acontecer quando os alimentos ainda estão no estômago. "Geralmente na fase inicial alguma interferência faz com que a digestão se interrompa ou se faça de uma forma inadequada", diz Dalva. Entre os sintomas estão sensação de peso, estufamento do abdômen, enjoo e náusea. Dependendo da progressão e da intensidade do problema, podem aparecer mal-estar, vontade de desmaiar, suor e palidez.
Dalva orienta tranquilizar o indivíduo que apresentar esses sintomas na sequência de uma refeição. "Deve-se levar a pessoa para um ambiente bem ventilado, afrouxar as roupas dela, deitá-la caso esteja a ponto de desmaiar e evitar medicamentos porque, na grande maioria das vezes, isso vai acabar passando espontaneamente", aconselha a gastroenterologista.
De acordo com Dalva, o uso de efervescentes e antiácidos pode aliviar a sensação, mas, se os sintomas permanecerem, o ideal é consultar um especialista.
Se a pessoa estiver passando muito mal, a orientação é levá-la para um serviço de emergência, até para que um médico verifique a existência de um problema mais sério. Isoladamente, a congestão não leva à morte. O que pode acontecer é que, se o paciente tem outras doenças, pode, de repente, desencadear uma crise de hipertensão ou outras complicações.
http://msn.minhavida.com.br/conteudo/12 ... gestao.htm
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Re: SAUDE
Água canalizada tem bactérias resistentes a antibióticos
09.08.2011
Estudo português mostra que micróbios não patogénicos podem ser problema futuro
Um estudo da Universidade Católica do Porto identificou bactérias resistentes a antibióticos em água potável e em ETAR a nível nacional, um “problema de médio e longo prazo” para o qual são necessárias alterações de legislação europeias.

Os riscos não são imediatos
A investigação é da responsabilidade da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto, que detectou e identificou “a existência de bactérias resistentes a antibióticos em água potável e em estações de tratamento de águas residuais domésticas”.
A investigadora responsável, Célia Manaia, explicou que ficou concluído que “o tratamento de águas nas ETAR não é suficiente para eliminar completamente essas bactérias resistentes a antibióticos”.
“Estão a ser libertadas dos efluentes bactérias que não são patogénicas para os humanos, mas que podem ser uma fonte de transmissão dessas resistências, que depois entram nos rios e nas águas de superfície e que muitas vezes até podem chegar às nossas águas de consumo”, explicou.
Segundo a investigadora, o estudo foi feito em diversas ETAR de diferentes regiões do país – pesquisa que começou em 2004 e durou até 2009 – sendo este “um problema que é inerente ao próprio funcionamento das ETAR”, não havendo assim “incumprimento ou funcionamento deficitário” das estruturas.
“O que a maior parte das ETAR não têm em Portugal é um tratamento que permita a desinfecção da água, que como elimina grande parte da carga bacteriana iria ser aí uma vantagem grande. Embora encareça muito o tratamento das águas, poderia ser muito favorável em termos ambientais e de saúde pública”, observou.
Questionada sobre os riscos de saúde pública destas bactérias, Célia Manaia respondeu que estes “não são imediatos”.
“O que acontece é que desde que se usam antibióticos, há 70 anos, a resistência a estes tem-se vindo a acumular no ambiente. Isto é um problema de médio a longo prazo”, sublinhou.
A professora da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto acrescentou ainda que o “objectivo maior é alertar consciências e a legislação olhar um pouco para este problema”.
“Uma alteração de legislação que deve ser feita ao nível europeu. O problema da resistência aos antibióticos é à escala global. Quer a legislação quer todo este sistema de alerta que se podem implementar têm que ser integrados”, defendeu.
Para Célia Manaia, “um dos grandes passos que se daria era os hospitais passarem a ter tratamento dedicado dos seus efluentes que não são obrigados a ter”.
A investigadora deixou ainda uma alerta adicional: “o uso irracional e indevido de antibióticos é um dos principais factores que contribui para isto, porque as bactérias vão convivendo cada vez mais com esses antibióticos, tornando-se cada vez mais resistentes”.
http://www.publico.pt/Sociedade/agua-ca ... os_1506935
09.08.2011
Estudo português mostra que micróbios não patogénicos podem ser problema futuro
Um estudo da Universidade Católica do Porto identificou bactérias resistentes a antibióticos em água potável e em ETAR a nível nacional, um “problema de médio e longo prazo” para o qual são necessárias alterações de legislação europeias.
Os riscos não são imediatos
A investigação é da responsabilidade da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto, que detectou e identificou “a existência de bactérias resistentes a antibióticos em água potável e em estações de tratamento de águas residuais domésticas”.
A investigadora responsável, Célia Manaia, explicou que ficou concluído que “o tratamento de águas nas ETAR não é suficiente para eliminar completamente essas bactérias resistentes a antibióticos”.
“Estão a ser libertadas dos efluentes bactérias que não são patogénicas para os humanos, mas que podem ser uma fonte de transmissão dessas resistências, que depois entram nos rios e nas águas de superfície e que muitas vezes até podem chegar às nossas águas de consumo”, explicou.
Segundo a investigadora, o estudo foi feito em diversas ETAR de diferentes regiões do país – pesquisa que começou em 2004 e durou até 2009 – sendo este “um problema que é inerente ao próprio funcionamento das ETAR”, não havendo assim “incumprimento ou funcionamento deficitário” das estruturas.
“O que a maior parte das ETAR não têm em Portugal é um tratamento que permita a desinfecção da água, que como elimina grande parte da carga bacteriana iria ser aí uma vantagem grande. Embora encareça muito o tratamento das águas, poderia ser muito favorável em termos ambientais e de saúde pública”, observou.
Questionada sobre os riscos de saúde pública destas bactérias, Célia Manaia respondeu que estes “não são imediatos”.
“O que acontece é que desde que se usam antibióticos, há 70 anos, a resistência a estes tem-se vindo a acumular no ambiente. Isto é um problema de médio a longo prazo”, sublinhou.
A professora da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto acrescentou ainda que o “objectivo maior é alertar consciências e a legislação olhar um pouco para este problema”.
“Uma alteração de legislação que deve ser feita ao nível europeu. O problema da resistência aos antibióticos é à escala global. Quer a legislação quer todo este sistema de alerta que se podem implementar têm que ser integrados”, defendeu.
Para Célia Manaia, “um dos grandes passos que se daria era os hospitais passarem a ter tratamento dedicado dos seus efluentes que não são obrigados a ter”.
A investigadora deixou ainda uma alerta adicional: “o uso irracional e indevido de antibióticos é um dos principais factores que contribui para isto, porque as bactérias vão convivendo cada vez mais com esses antibióticos, tornando-se cada vez mais resistentes”.
http://www.publico.pt/Sociedade/agua-ca ... os_1506935
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Re: SAUDE
Acender o 1º cigarro logo após acordar aumenta risco de câncer
09 de agosto de 2011
Quem fuma na 1ª meia hora do dia tem quase o dobro de chance de ter tumor, em comparação a quem aguarda 1 hora
Os fumantes que acendem o primeiro cigarro do dia logo após acordar têm mais possibilidade de desenvolver câncer no pulmão e nas regiões do pescoço e da cabeça, independentemente da quantidade de cigarros fumados por dia ou do tempo total de fumo, mas porque possuem o vício em maior intensidade.
São as constatações de dois estudos publicados na edição digital da revista médica Cancer, da Sociedade Americana do Câncer. De acordo com os especialistas, as descobertas podem ajudar a identificar os fumantes com maior risco de câncer e ajudá-los a adotar medidas para reduzir esse perigo.
"Esses fumantes têm níveis mais elevados de nicotina e de outras toxinas do tabaco no corpo e podem ser mais viciados que os que se abstêm de fumar durante meia hora ou mais depois de acordar", afirmou Joshua Muscat, líder das duas pesquisas, realizadas na Escola de Medicina da Universidade Penn State, em Hershey (EUA).
O cientista também sugere que essa maior dependência do cigarro pode se dever a "uma combinação de fatores genéticos e pessoais".
Os cientistas observaram que os fumantes que acendiam o primeiro cigarro do dia na primeira meia hora após acordarem correm risco 1,79 vez maior de desenvolver câncer no pulmão que aqueles que aguardam mais de uma hora para fumar. Quem começava a fumar entre 31 e 60 minutos após despertar são 1,31 vez mais propensos à doença.
A experiência foi feita com 4.775 pessoas com câncer de pulmão e 2.835 no grupo de controle - todos fumantes habituais. Outras 1.055 pessoas com câncer de cabeça e pescoço e um grupo de controle com mais 795 indivíduos, também fumantes, também participaram dos estudos.
Vício em maior grau. As pesquisas defendem que o grau de dependência é mais um fator que deve ser levado em consideração na estimativa de risco de câncer, além da frequência e da duração do ato de fumar. Segundo John Richie, coautor dos estudos feitos na Pensilvânia, de duas pessoas que fumam um maço por dia, quem acende o primeiro cigarro primeiro corre risco maior de adoecer.
O motivo ainda é ignorado, explica Richie, mas o cientista lembra que estudos anteriores indicam que os fumantes que acendem seu cigarro primeiro geralmente têm um nível mais elevado de metabólitos do tabaco no organismo, ou seja, estariam expostos a níveis maiores de fumo.
"Os indivíduos mais dependentes têm um maior risco de sofrer de câncer de pulmão, cabeça e pescoço, independentemente do tipo de cigarro que fumam", reforça Richie.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 5919,0.htm
09 de agosto de 2011
Quem fuma na 1ª meia hora do dia tem quase o dobro de chance de ter tumor, em comparação a quem aguarda 1 hora
Os fumantes que acendem o primeiro cigarro do dia logo após acordar têm mais possibilidade de desenvolver câncer no pulmão e nas regiões do pescoço e da cabeça, independentemente da quantidade de cigarros fumados por dia ou do tempo total de fumo, mas porque possuem o vício em maior intensidade.
São as constatações de dois estudos publicados na edição digital da revista médica Cancer, da Sociedade Americana do Câncer. De acordo com os especialistas, as descobertas podem ajudar a identificar os fumantes com maior risco de câncer e ajudá-los a adotar medidas para reduzir esse perigo.
"Esses fumantes têm níveis mais elevados de nicotina e de outras toxinas do tabaco no corpo e podem ser mais viciados que os que se abstêm de fumar durante meia hora ou mais depois de acordar", afirmou Joshua Muscat, líder das duas pesquisas, realizadas na Escola de Medicina da Universidade Penn State, em Hershey (EUA).
O cientista também sugere que essa maior dependência do cigarro pode se dever a "uma combinação de fatores genéticos e pessoais".
Os cientistas observaram que os fumantes que acendiam o primeiro cigarro do dia na primeira meia hora após acordarem correm risco 1,79 vez maior de desenvolver câncer no pulmão que aqueles que aguardam mais de uma hora para fumar. Quem começava a fumar entre 31 e 60 minutos após despertar são 1,31 vez mais propensos à doença.
A experiência foi feita com 4.775 pessoas com câncer de pulmão e 2.835 no grupo de controle - todos fumantes habituais. Outras 1.055 pessoas com câncer de cabeça e pescoço e um grupo de controle com mais 795 indivíduos, também fumantes, também participaram dos estudos.
Vício em maior grau. As pesquisas defendem que o grau de dependência é mais um fator que deve ser levado em consideração na estimativa de risco de câncer, além da frequência e da duração do ato de fumar. Segundo John Richie, coautor dos estudos feitos na Pensilvânia, de duas pessoas que fumam um maço por dia, quem acende o primeiro cigarro primeiro corre risco maior de adoecer.
O motivo ainda é ignorado, explica Richie, mas o cientista lembra que estudos anteriores indicam que os fumantes que acendem seu cigarro primeiro geralmente têm um nível mais elevado de metabólitos do tabaco no organismo, ou seja, estariam expostos a níveis maiores de fumo.
"Os indivíduos mais dependentes têm um maior risco de sofrer de câncer de pulmão, cabeça e pescoço, independentemente do tipo de cigarro que fumam", reforça Richie.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 5919,0.htm
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Re: SAUDE
Associação de Utentes teme fim do acesso a tratamentos
10 de Agosto de 2011
O porta-voz do Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde teme que alguns doentes deixem de ter acesso a tratamentos após a suspensão do pagamento de reembolsos diretos, anunciada na terça-feira pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
«Se [o utente] agora é obrigado a pagar a totalidade porque o pagamento lhe foi suspenso isso pode levar a que haja pessoas que não recorram a esses serviços porque não têm posses, não têm condições económicas para suportar esse valor e esperar depois que seja feito o reembolso», disse Carlos Braga à Agência Lusa.
Em causa está, segundo uma notícia hoje divulgada pelo Público, a aquisição de próteses, óculos, armações, lentes e calçado ortopédico, serviços de estomatologia, tratamentos termais e o transporte não urgente de doentes, serviços que custaram cerca de 38 milhões de euros em 2010.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525897
10 de Agosto de 2011
O porta-voz do Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde teme que alguns doentes deixem de ter acesso a tratamentos após a suspensão do pagamento de reembolsos diretos, anunciada na terça-feira pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
«Se [o utente] agora é obrigado a pagar a totalidade porque o pagamento lhe foi suspenso isso pode levar a que haja pessoas que não recorram a esses serviços porque não têm posses, não têm condições económicas para suportar esse valor e esperar depois que seja feito o reembolso», disse Carlos Braga à Agência Lusa.
Em causa está, segundo uma notícia hoje divulgada pelo Público, a aquisição de próteses, óculos, armações, lentes e calçado ortopédico, serviços de estomatologia, tratamentos termais e o transporte não urgente de doentes, serviços que custaram cerca de 38 milhões de euros em 2010.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525897
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Re: SAUDE
Estudo põe em dúvida efeitos da soja contra menopausa
10 de Agosto de 2011
Cápsulas de isoflavona de soja provavelmente não reduzem as perdas ósseas e os sintomas da menopausa, segundo um estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine.
Os primeiros anos da menopausa costumam trazer consigo perda óssea acelerada, afrontamentos, distúrbios de sono e de libido, além de outros sintomas.
«Terapias de reposição hormonal previnem muitas dessas mudanças. Contudo, pesquisas recentes sugerem que os riscos ultrapassam os benefícios. Por isso, a maioria das mulheres evita a terapia com estrogénio», explicam os autores, mencionando indícios de aumento no número de casos de cancro do endométrio e mama em mulheres, como razões para evitar a terapia de reposição hormonal. «Por isso, produtos derivados da soja são propostos como substitutos.»
O trabalho comparou 126 mulheres que receberam placebo e 122 que consumiram 200 miligramas de cápsulas de isoflavona todos os dias. A concentração das isoflavonas variava de 87% a 97% nas cápsulas e as mulheres tinham de 45 a 60 anos. Nos dois grupos estudados, não houve diferenças significativas na densidade óssea da espinha dorsal, do fémur e da bacia, no início e no fim do estudo. A ocorrência de afrontamentos também foi equivalente.
O ginecologista Kyung Koo Han, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), já realizou pesquisas semelhantes sobre isoflavonas de soja há cerca de uma década. Os seus resultados, no entanto, foram diferentes.
Ele avaliou cerca de 160 mulheres. Metade recebeu placebo e a outra metade, as cápsulas de isoflavonas. O número de mulheres que se queixavam de afrontamentos - sintoma que mais incomoda na menopausa - diminuiu 60%, valor próximo ao observado na terapia de reposição hormonal (80%). No grupo placebo, não passou de 20%. «Precisamos de esperar alguns anos para reunir os estudos e obter um cenário consolidado», argumenta Han.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525932
10 de Agosto de 2011
Cápsulas de isoflavona de soja provavelmente não reduzem as perdas ósseas e os sintomas da menopausa, segundo um estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine.
Os primeiros anos da menopausa costumam trazer consigo perda óssea acelerada, afrontamentos, distúrbios de sono e de libido, além de outros sintomas.
«Terapias de reposição hormonal previnem muitas dessas mudanças. Contudo, pesquisas recentes sugerem que os riscos ultrapassam os benefícios. Por isso, a maioria das mulheres evita a terapia com estrogénio», explicam os autores, mencionando indícios de aumento no número de casos de cancro do endométrio e mama em mulheres, como razões para evitar a terapia de reposição hormonal. «Por isso, produtos derivados da soja são propostos como substitutos.»
O trabalho comparou 126 mulheres que receberam placebo e 122 que consumiram 200 miligramas de cápsulas de isoflavona todos os dias. A concentração das isoflavonas variava de 87% a 97% nas cápsulas e as mulheres tinham de 45 a 60 anos. Nos dois grupos estudados, não houve diferenças significativas na densidade óssea da espinha dorsal, do fémur e da bacia, no início e no fim do estudo. A ocorrência de afrontamentos também foi equivalente.
O ginecologista Kyung Koo Han, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), já realizou pesquisas semelhantes sobre isoflavonas de soja há cerca de uma década. Os seus resultados, no entanto, foram diferentes.
Ele avaliou cerca de 160 mulheres. Metade recebeu placebo e a outra metade, as cápsulas de isoflavonas. O número de mulheres que se queixavam de afrontamentos - sintoma que mais incomoda na menopausa - diminuiu 60%, valor próximo ao observado na terapia de reposição hormonal (80%). No grupo placebo, não passou de 20%. «Precisamos de esperar alguns anos para reunir os estudos e obter um cenário consolidado», argumenta Han.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=525932
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Re: SAUDE
Doentes com cancro têm rede social própria
10/08/2011
"I Had Cancer" é uma rede social criada para os doentes com cancro e todos os que os rodeiam poderem partilhar as suas experiências, de modo a encararem melhor a vida antes, durante e depois da doença.

Esta rede social permite aos seus utilizadores formar um círculo de amizades virtuais, contar a sua história, participar em discussões e até dirigirem-se directamente à sua doença numa área designada "Querido cancro", onde poderão publicar mensagens. Os impulsionadores desta rede social estão a trabalhar para desenvolverem aplicações que promovam a realização de eventos e o trabalho de organizações não governamentais.
"Tinha médicos maravilhosos e apoio da minha família e amigos, mas achava que me faltava uma ligação a alguém que partilhasse esta experiência", explicou a fundadora da rede social "I Had Cancer", Mailet López, de 33 anos, que foi diagnosticada em 2008 com cancro da mama.
Os utilizadores desta rede social poderão procurar pessoas que tenham passado pela mesma situação, através de um sistema de pesquisa por localização, género, idade, tipo de cancro e tratamento.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior. ... -+Globo%29
10/08/2011
"I Had Cancer" é uma rede social criada para os doentes com cancro e todos os que os rodeiam poderem partilhar as suas experiências, de modo a encararem melhor a vida antes, durante e depois da doença.
Esta rede social permite aos seus utilizadores formar um círculo de amizades virtuais, contar a sua história, participar em discussões e até dirigirem-se directamente à sua doença numa área designada "Querido cancro", onde poderão publicar mensagens. Os impulsionadores desta rede social estão a trabalhar para desenvolverem aplicações que promovam a realização de eventos e o trabalho de organizações não governamentais.
"Tinha médicos maravilhosos e apoio da minha família e amigos, mas achava que me faltava uma ligação a alguém que partilhasse esta experiência", explicou a fundadora da rede social "I Had Cancer", Mailet López, de 33 anos, que foi diagnosticada em 2008 com cancro da mama.
Os utilizadores desta rede social poderão procurar pessoas que tenham passado pela mesma situação, através de um sistema de pesquisa por localização, género, idade, tipo de cancro e tratamento.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior. ... -+Globo%29
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Re: SAUDE
Clima faz espera em hospitais aumentar
11 de agosto de 2011
Ar seco tem levado mais pacientes às instituições privadas; atendimento pode demorar até 3 horas
SÃO PAULO - Doenças respiratórias como rinite, faringite e crises alérgicas têm aumentado por conta do tempo seco e levado mais pacientes aos prontos-socorros dos hospitais privados da cidade. A procura por consultas de emergência também tem atrasado o atendimento. O tempo de espera, que costuma ser em média de 30 minutos, agora pode chegar a 3 horas.

Previsão de espera de mais de 2 horas para ser atendida no Hospital São Camilo, no bairro da Pompeia, irritou ontem a administradora Cecília Calovini
Procurados ontem pelo Jornal da Tarde, os hospitais São Camilo, Paulistano, Santa Catarina e Oswaldo Cruz confirmaram um aumento médio de 30% no número de atendimentos por conta da baixa umidade do ar. O número coincide com a estimativa da Secretaria Estadual da Saúde para os postos de saúde de todo o Estado pelo mesmo motivo.
"O inverno modifica a condição atmosférica e a junção entre frio, ar seco e poluição compromete as vias aéreas de qualquer pessoa, alérgicas ou não", explica o pneumologista Clystenes Odyr Soares Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Estudos apontam que cerca de 10% da população têm doenças respiratórias, uma estimativa de pouco mais de 1 milhão de pessoas alérgicas na capital. "Se 20% delas passarem mal por conta do tempo seco, já serão 200 mil pessoas a mais nos hospitais."
Sempre que precisa de um médico, a analista financeiro Fernanda Pellegrino, de 33 anos, vai ao mesmo hospital. Anteontem, as cadeiras da sala de espera estavam todas ocupadas e 18 pessoas aguardam pelo atendimento em pé. "Cheguei ao meio-dia e fui atendida só às 15h. Nunca tive crises alérgicas, mas estava com uma dor de cabeça muito forte."
A administradora Cecília Calovini, de 48 anos, foi ontem ao Hospital São Camilo, na zona oeste, com crise de rinite. Só não contava com a espera de 2 horas para ser atendida. "A gente paga convênio e não é nada barato e tem de ficar plantado aqui", reclamou.
A estudante Thais Brandão Curto, de 19 anos, também aguardava atendimento no mesmo hospital havia quase 2 horas e se queixava "de muita dor de garganta". A suspeita, disse Thais, era de que fosse caxumba. "Ela passou pela triagem e como está com suspeita de uma doença viral, o correto seria não ter contato com outras pessoas", observou Cátia Curto, de 50 anos, mãe da estudante.
Outra paciente que não quis se identificar contou que paga mais de R$ 1 mil de convênio e esperou por 2h40 para ser atendida. Questionados, profissionais do São Camilo disseram estar atendendo com seis clínicos, o número normal de médicos na emergência.
Também por conta de uma forte crise de rinite, o empresário Osmar Henrique dos Santos, de 29 anos, foi à unidade Santana (zona norte) do Hospital São Camilo. Como a previsão de espera era de 2h30, ele resolveu ir ao Hospital Paulistano, no centro. "Aguardei 1h30 pela consulta."
A alergologista do Hospital Santa Catarina Fabiana Hashimoto diz que as partículas que ficam em suspensão no ar nessa época podem desencadear crises alérgicas até em pessoas que nunca tiveram a doença.
especial COMO SE PREVENIR
Tome a vacina contra a gripe
Não faça exercícios físicos em grandes avenidas
Tome bastante líquido
Evite ir a parques entre as 10h e 17h quando a umidade do ar estiver baixa
Deixe um recipiente com água ou uma toalha molhada no quarto antes de dormir
Não use o umidificador elétrico por muitas horas seguidas. O ambiente pode ficar muito úmido e causar mofo e bolor
Lave as narinas com soro fisiológico e/ou faça inalações com o mesmo produto
Mantenha os ambientes arejados e livres de tabaco e poeira
Evite permanecer por muito tempo em lugares fechados em que haja grande concentração de pessoas, como shopping centers, cinemas e supermercados
Se tiver cachorro ou gato, evite deixar seu animal dentro de casa. O pelo pode causar alergia
Substitua cobertores por mantas de tecido sintético ou algodão
Evite falar muito perto de pessoas que estejam com gripe
Não tome remédios comprados sem prescrição médica
Locais sem boa ventilação ou com ar-condicionado também devem ser evitados
Evite mudanças bruscas de temperatura
O consumo de bebidas muito geladas deve ser eliminado ou, ao menos, evitado
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7070,0.htm
11 de agosto de 2011
Ar seco tem levado mais pacientes às instituições privadas; atendimento pode demorar até 3 horas
SÃO PAULO - Doenças respiratórias como rinite, faringite e crises alérgicas têm aumentado por conta do tempo seco e levado mais pacientes aos prontos-socorros dos hospitais privados da cidade. A procura por consultas de emergência também tem atrasado o atendimento. O tempo de espera, que costuma ser em média de 30 minutos, agora pode chegar a 3 horas.

Previsão de espera de mais de 2 horas para ser atendida no Hospital São Camilo, no bairro da Pompeia, irritou ontem a administradora Cecília Calovini
Procurados ontem pelo Jornal da Tarde, os hospitais São Camilo, Paulistano, Santa Catarina e Oswaldo Cruz confirmaram um aumento médio de 30% no número de atendimentos por conta da baixa umidade do ar. O número coincide com a estimativa da Secretaria Estadual da Saúde para os postos de saúde de todo o Estado pelo mesmo motivo.
"O inverno modifica a condição atmosférica e a junção entre frio, ar seco e poluição compromete as vias aéreas de qualquer pessoa, alérgicas ou não", explica o pneumologista Clystenes Odyr Soares Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Estudos apontam que cerca de 10% da população têm doenças respiratórias, uma estimativa de pouco mais de 1 milhão de pessoas alérgicas na capital. "Se 20% delas passarem mal por conta do tempo seco, já serão 200 mil pessoas a mais nos hospitais."
Sempre que precisa de um médico, a analista financeiro Fernanda Pellegrino, de 33 anos, vai ao mesmo hospital. Anteontem, as cadeiras da sala de espera estavam todas ocupadas e 18 pessoas aguardam pelo atendimento em pé. "Cheguei ao meio-dia e fui atendida só às 15h. Nunca tive crises alérgicas, mas estava com uma dor de cabeça muito forte."
A administradora Cecília Calovini, de 48 anos, foi ontem ao Hospital São Camilo, na zona oeste, com crise de rinite. Só não contava com a espera de 2 horas para ser atendida. "A gente paga convênio e não é nada barato e tem de ficar plantado aqui", reclamou.
A estudante Thais Brandão Curto, de 19 anos, também aguardava atendimento no mesmo hospital havia quase 2 horas e se queixava "de muita dor de garganta". A suspeita, disse Thais, era de que fosse caxumba. "Ela passou pela triagem e como está com suspeita de uma doença viral, o correto seria não ter contato com outras pessoas", observou Cátia Curto, de 50 anos, mãe da estudante.
Outra paciente que não quis se identificar contou que paga mais de R$ 1 mil de convênio e esperou por 2h40 para ser atendida. Questionados, profissionais do São Camilo disseram estar atendendo com seis clínicos, o número normal de médicos na emergência.
Também por conta de uma forte crise de rinite, o empresário Osmar Henrique dos Santos, de 29 anos, foi à unidade Santana (zona norte) do Hospital São Camilo. Como a previsão de espera era de 2h30, ele resolveu ir ao Hospital Paulistano, no centro. "Aguardei 1h30 pela consulta."
A alergologista do Hospital Santa Catarina Fabiana Hashimoto diz que as partículas que ficam em suspensão no ar nessa época podem desencadear crises alérgicas até em pessoas que nunca tiveram a doença.
especial COMO SE PREVENIR
Tome a vacina contra a gripe
Não faça exercícios físicos em grandes avenidas
Tome bastante líquido
Evite ir a parques entre as 10h e 17h quando a umidade do ar estiver baixa
Deixe um recipiente com água ou uma toalha molhada no quarto antes de dormir
Não use o umidificador elétrico por muitas horas seguidas. O ambiente pode ficar muito úmido e causar mofo e bolor
Lave as narinas com soro fisiológico e/ou faça inalações com o mesmo produto
Mantenha os ambientes arejados e livres de tabaco e poeira
Evite permanecer por muito tempo em lugares fechados em que haja grande concentração de pessoas, como shopping centers, cinemas e supermercados
Se tiver cachorro ou gato, evite deixar seu animal dentro de casa. O pelo pode causar alergia
Substitua cobertores por mantas de tecido sintético ou algodão
Evite falar muito perto de pessoas que estejam com gripe
Não tome remédios comprados sem prescrição médica
Locais sem boa ventilação ou com ar-condicionado também devem ser evitados
Evite mudanças bruscas de temperatura
O consumo de bebidas muito geladas deve ser eliminado ou, ao menos, evitado
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7070,0.htm
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mauri
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Re: SAUDE
Consumo de carne vermelha aumenta risco de diabetes tipo 2
11 de Agosto de 2011
Comer um bife ou uma salsicha por dia aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2, mas substituir a porção diária de carne por lacticínios «magros» e alimentos integrais reduz esse perigo.
As conclusões são do maior estudo já feito sobre o assunto, com dados de cerca de 300 mil pessoas, acompanhadas desde a década de 1970.
A pesquisa, feita pela Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston, foi publicada no American Journal of Clinical Nutrition.
Segundo o estudo, quem come 100 g de carne vermelha (um bife) tem um risco 19% maior de ter diabetes tipo 2, em comparação com quem consome menos do que isso.
Já as carnes processadas, como salame e mortadela, foram consideradas mais prejudiciais: 50 g diários (uma salsicha) podem elevar o risco de diabetes em 51%.
Os investigadores notaram que aqueles que consumiam mais carne vermelha tinham mais probabilidade de serem fumadores, mais gordos e sedentários. Mas mesmo que todos os participantes da pesquisa tivessem o mesmo IMC (Índice de Massa Corporal) o consumo de carne ainda aumentaria o risco de diabetes tipo 2.
Uma das explicações possíveis é que o chamado ferro-heme, presente nas carnes vermelhas, causa danos às células beta do pâncreas, que produzem a insulina.
Airton Golbert, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, lembra que a hematocrose, doença que provoca acumulação de ferro no organismo, pode causar diabetes.
Os pesquisadores dizem ainda que os conservantes presentes nas carnes são tóxicos para as células beta.
«O trabalho é importante para reavaliarmos a ingestão de carne vermelha. Já sabíamos que ela aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Agora, há mais um dado para moderarmos esse consumo», diz Golbert.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526164
11 de Agosto de 2011
Comer um bife ou uma salsicha por dia aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2, mas substituir a porção diária de carne por lacticínios «magros» e alimentos integrais reduz esse perigo.
As conclusões são do maior estudo já feito sobre o assunto, com dados de cerca de 300 mil pessoas, acompanhadas desde a década de 1970.
A pesquisa, feita pela Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston, foi publicada no American Journal of Clinical Nutrition.
Segundo o estudo, quem come 100 g de carne vermelha (um bife) tem um risco 19% maior de ter diabetes tipo 2, em comparação com quem consome menos do que isso.
Já as carnes processadas, como salame e mortadela, foram consideradas mais prejudiciais: 50 g diários (uma salsicha) podem elevar o risco de diabetes em 51%.
Os investigadores notaram que aqueles que consumiam mais carne vermelha tinham mais probabilidade de serem fumadores, mais gordos e sedentários. Mas mesmo que todos os participantes da pesquisa tivessem o mesmo IMC (Índice de Massa Corporal) o consumo de carne ainda aumentaria o risco de diabetes tipo 2.
Uma das explicações possíveis é que o chamado ferro-heme, presente nas carnes vermelhas, causa danos às células beta do pâncreas, que produzem a insulina.
Airton Golbert, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, lembra que a hematocrose, doença que provoca acumulação de ferro no organismo, pode causar diabetes.
Os pesquisadores dizem ainda que os conservantes presentes nas carnes são tóxicos para as células beta.
«O trabalho é importante para reavaliarmos a ingestão de carne vermelha. Já sabíamos que ela aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Agora, há mais um dado para moderarmos esse consumo», diz Golbert.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526164
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mauri
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Re: SAUDE
Legislação redução do sal deve estender-se além do pão - FPC
11 de Agosto de 2011
O presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) defendeu hoje o alargamento da legislação para a redução de sal a outros grupos alimentares, nomeadamente produtos de charcutaria e bacalhau, em prol de uma melhor saúde cardiovascular dos portugueses.
«A legislação devia abranger, essencialmente, tudo o que é produtos de charcutaria, extremamente ricos em sal, que além de aumentar o risco de hipertensão e de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC), também é uma das causas de cancro do estômago e também agrava as doenças respiratórias, como a asma», disse à agência Lusa Manuel Carrageta.
«Uma refeição muito rica em sal numa pessoa que seja predisposta pode desencadear uma crise de asma», exemplificou o cardiologista, que falava à Lusa a propósito da entrada em vigor há um ano (12 de agosto) do decreto-lei que define que o teor máximo de 1,4 gramas de sal por 100 gramas de pão.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526196
11 de Agosto de 2011
O presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) defendeu hoje o alargamento da legislação para a redução de sal a outros grupos alimentares, nomeadamente produtos de charcutaria e bacalhau, em prol de uma melhor saúde cardiovascular dos portugueses.
«A legislação devia abranger, essencialmente, tudo o que é produtos de charcutaria, extremamente ricos em sal, que além de aumentar o risco de hipertensão e de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC), também é uma das causas de cancro do estômago e também agrava as doenças respiratórias, como a asma», disse à agência Lusa Manuel Carrageta.
«Uma refeição muito rica em sal numa pessoa que seja predisposta pode desencadear uma crise de asma», exemplificou o cardiologista, que falava à Lusa a propósito da entrada em vigor há um ano (12 de agosto) do decreto-lei que define que o teor máximo de 1,4 gramas de sal por 100 gramas de pão.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526196
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Re: SAUDE
Dental Group: Responsáveis arriscam um ano de prisão
11 de Agosto de 2011
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) vai verificar se as clínicas dentárias impedidas desde quarta-feira de prestar cuidados médicos estão a ignorar a decisão daquele organismo, incorrendo numa pena de prisão até um ano.
Durante a manhã, os funcionários dos call center das «Clínicas Dental Group» estavam a marcar consultas dentárias para hoje e para os próximos dias, apesar de a ERS ter mandado suspender o seu funcionamento durante 120 dias, até serem corrigidas todas as situações irregulares detectadas.
Após a notícia da agência Lusa e os «inumeros contactos de clientes com dúvidas sobre o que fazer», a ERS decidiu emitir um novo comunicado, alertando para as consequências para os responsáveis dos estabelecimentos de não acatar a decisão: o incumprimento é considerado «crime de desobediência, punível com pena de prisão até um ano».
Para confirmar a situação, fonte da ERS contou à Lusa que o organismo já tem "a autoridade policial de sobreaviso para ver o que é que se está a passar. As clínicas podem ter as portas abertas, podem estar lá os trabalhadores, mas não pode haver prestação de cuidados de saúde".
A ERS voltou a sublinhar que "os estabelecimentos suspensos deverão manter-se encerrados, no decurso do período estabelecido de 120 dias".
A agência Lusa tentou contactar os responsáveis pela empresa, mas ninguém se mostrou disponível para prestar declarações.
Na quarta-feira, um responsável da "Clínicas Dental Group" emitiu um comunicado defendendo que poderia manter os estabelecimentos abertos porque tinham avançado com uma providência cautelar contra a decisão da ERS. No entanto, o presidente da ERS, Jorge Simões, veio hoje clarificar a situação: "Até sermos notificados pelo Tribunal Administrativo e Fiscal, o que vale é a decisão da ERS".
De acordo com a Entidade Reguladora da Saúde, a decisão de suspensão do funcionamento das clínicas teve por base a detecção de "inúmeras irregularidades", que iam desde a falta de habilitações para o exercício da profissão e inscrição na ordem profissional, à detecção de medicamentos e materiais dentários fora de prazo. Deficiências graves na cadeia de esterilização, reutilização de material cirúrgico de uso único e instrumentos dentários em mau estado de conservação foram outras das situações encontradas nas clínicas situadas na zona de Lisboa durante as fiscalizações realizadas a oito estabelecimentos.
"A decisão da ERS tem por objectivo a defesa dos direitos dos utentes das clínicas, bem como a protecção da sua saúde", sublinha o comunicado.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526200
11 de Agosto de 2011
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) vai verificar se as clínicas dentárias impedidas desde quarta-feira de prestar cuidados médicos estão a ignorar a decisão daquele organismo, incorrendo numa pena de prisão até um ano.
Durante a manhã, os funcionários dos call center das «Clínicas Dental Group» estavam a marcar consultas dentárias para hoje e para os próximos dias, apesar de a ERS ter mandado suspender o seu funcionamento durante 120 dias, até serem corrigidas todas as situações irregulares detectadas.
Após a notícia da agência Lusa e os «inumeros contactos de clientes com dúvidas sobre o que fazer», a ERS decidiu emitir um novo comunicado, alertando para as consequências para os responsáveis dos estabelecimentos de não acatar a decisão: o incumprimento é considerado «crime de desobediência, punível com pena de prisão até um ano».
Para confirmar a situação, fonte da ERS contou à Lusa que o organismo já tem "a autoridade policial de sobreaviso para ver o que é que se está a passar. As clínicas podem ter as portas abertas, podem estar lá os trabalhadores, mas não pode haver prestação de cuidados de saúde".
A ERS voltou a sublinhar que "os estabelecimentos suspensos deverão manter-se encerrados, no decurso do período estabelecido de 120 dias".
A agência Lusa tentou contactar os responsáveis pela empresa, mas ninguém se mostrou disponível para prestar declarações.
Na quarta-feira, um responsável da "Clínicas Dental Group" emitiu um comunicado defendendo que poderia manter os estabelecimentos abertos porque tinham avançado com uma providência cautelar contra a decisão da ERS. No entanto, o presidente da ERS, Jorge Simões, veio hoje clarificar a situação: "Até sermos notificados pelo Tribunal Administrativo e Fiscal, o que vale é a decisão da ERS".
De acordo com a Entidade Reguladora da Saúde, a decisão de suspensão do funcionamento das clínicas teve por base a detecção de "inúmeras irregularidades", que iam desde a falta de habilitações para o exercício da profissão e inscrição na ordem profissional, à detecção de medicamentos e materiais dentários fora de prazo. Deficiências graves na cadeia de esterilização, reutilização de material cirúrgico de uso único e instrumentos dentários em mau estado de conservação foram outras das situações encontradas nas clínicas situadas na zona de Lisboa durante as fiscalizações realizadas a oito estabelecimentos.
"A decisão da ERS tem por objectivo a defesa dos direitos dos utentes das clínicas, bem como a protecção da sua saúde", sublinha o comunicado.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526200
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Re: SAUDE
Mais de 40 mil na lista de espera no novo hospital de Braga
11 de Agosto de 2011
O Bloco de Esquerda considerou hoje que o número de pessoas que aguardam por uma primeira consulta no Hospital de Braga revela “a incapacidade e o insucesso da gestão privada” daquela unidade hospitalar.
Em comunicado, o BE afirma que, analisando a informação disponibilizada, em julho, pela Administração Regional (ARS) do Norte no Relatório sobre monitorização mensal da lista de espera para primeira consulta externa “existem mais de 40 mil inscritos para uma primeira consulta neste hospital”.
Contactado pela Lusa, o hospital disse não comentar “a interpelação do Bloco de Esquerda ao Ministério da Saúde”.
O BE adianta que os “elementos agora divulgados – e ao contrário de toda a propaganda que tem vindo a ser feita pela José de Mello Saúde – revelam a incapacidade e o insucesso da gestão privada daquele hospital”.
O BE questiona o Ministério da Saúde sobre esta matéria, querendo saber “quais os objetivos com que o grupo Mello se comprometeu ao abrigo do contrato de gestão do Hospital de Braga em regime de parceria público-privada (PPP) relativamente à lista de espera para primeira consulta, nas diferentes especialidades”.
É também intenção do BE saber se o contrato de gestão prevê algum tipo de penalização, nomeadamente multa, a aplicar aos responsáveis pela gestão privada do hospital nestas situações.
“O Bloco pergunta ainda se existe algum plano de ação para melhorar o desempenho do Hospital de Braga e se o Governo vai manter o contrato estabelecido com a José de Mello Saúde para a gestão do novo Hospital de Braga”, conclui.
O BE afirma que a lista de espera no Hospital de Braga representa quase 20 por cento do total de utentes inscritos para uma primeira consulta na região Norte.
“É também o hospital com maior tempo de espera”, refere, acrescentando que os utentes aguardam, em média, mais de três meses por uma primeira consulta.
De acordo com o BE, a lista de espera para uma primeira consulta de oncologia médica representa 83 por cento do total de inscritos para uma primeira consulta desta especialidade na região Norte.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526205
11 de Agosto de 2011
O Bloco de Esquerda considerou hoje que o número de pessoas que aguardam por uma primeira consulta no Hospital de Braga revela “a incapacidade e o insucesso da gestão privada” daquela unidade hospitalar.
Em comunicado, o BE afirma que, analisando a informação disponibilizada, em julho, pela Administração Regional (ARS) do Norte no Relatório sobre monitorização mensal da lista de espera para primeira consulta externa “existem mais de 40 mil inscritos para uma primeira consulta neste hospital”.
Contactado pela Lusa, o hospital disse não comentar “a interpelação do Bloco de Esquerda ao Ministério da Saúde”.
O BE adianta que os “elementos agora divulgados – e ao contrário de toda a propaganda que tem vindo a ser feita pela José de Mello Saúde – revelam a incapacidade e o insucesso da gestão privada daquele hospital”.
O BE questiona o Ministério da Saúde sobre esta matéria, querendo saber “quais os objetivos com que o grupo Mello se comprometeu ao abrigo do contrato de gestão do Hospital de Braga em regime de parceria público-privada (PPP) relativamente à lista de espera para primeira consulta, nas diferentes especialidades”.
É também intenção do BE saber se o contrato de gestão prevê algum tipo de penalização, nomeadamente multa, a aplicar aos responsáveis pela gestão privada do hospital nestas situações.
“O Bloco pergunta ainda se existe algum plano de ação para melhorar o desempenho do Hospital de Braga e se o Governo vai manter o contrato estabelecido com a José de Mello Saúde para a gestão do novo Hospital de Braga”, conclui.
O BE afirma que a lista de espera no Hospital de Braga representa quase 20 por cento do total de utentes inscritos para uma primeira consulta na região Norte.
“É também o hospital com maior tempo de espera”, refere, acrescentando que os utentes aguardam, em média, mais de três meses por uma primeira consulta.
De acordo com o BE, a lista de espera para uma primeira consulta de oncologia médica representa 83 por cento do total de inscritos para uma primeira consulta desta especialidade na região Norte.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526205
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Re: SAUDE
Terapia gênica consegue curar dois casos de um tipo de leucemia
11 de agosto de 2011
Estudo utilizou células do próprio sistema de defesa para combater câncer; trabalho foi publicado em duas revistas científicas
Cientistas conseguiram, pela primeira vez, curar um tipo de leucemia com terapia gênica. Eles modificaram células do próprio sangue dos pacientes para torná-las capazes de identificar e destruir células cancerosas.
[img]~http://www.estadao.com.br/fotos/leucemi ... l_June.jpg[/img]
Cientistas conseguiram, pela primeira vez, curar um tipo de leucemia com terapia gênica
Até agora, três pessoas que participaram dos testes clínicos foram beneficiadas: duas não apresentaram nenhum sintoma da doença depois de um ano de tratamento. O terceiro voluntário obteve uma melhora parcial, com diminuição do tumor.
Todos tinham uma forma grave e avançada de leucemia linfoide crônica (LLC). A única esperança de cura seria o transplante de células-tronco ou de medula óssea, duas técnicas que oferecem um grande risco à saúde. Além disso, nem sempre é fácil encontrar um doador compatível. Os cientistas já estão preparando testes para utilizar a mesma terapia gênica em outros tipos de câncer.
"Funcionou muito bem. Estamos surpresos com um resultado tão animador", afirma Carl June, pesquisador da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e coautor do trabalho publicado na última edição das revistas Science Translational Medicine e The New England Journal of Medicine.
June pondera que a pesquisa terminou há um ano. Agora, é preciso verificar se os resultados são duradouros e o câncer não retornará.
Os cientistas procuram há anos mecanismos para melhorar a habilidade natural do sistema imunológico de lutar contra tumores. Tentativas anteriores de recrutar células T - os soldados do sistema de defesa no sangue - e alterá-los geneticamente para aumentar sua eficácia não deram certo: as células modificadas não se reproduziam bem e rapidamente desapareciam.
A equipe utilizou uma nova técnica para inserir novos genes nas células T e sinalizar que elas deveriam se multiplicar e destruir o câncer.
Os exércitos de células T modificadas destruíram o tecido tumoral. Depois, permaneceram em alerta para matar o câncer caso reaparecesse.
Como uma gripe. No estudo, os cientistas coletaram sangue dos próprios pacientes para obter milhões de células T. Elas foram alteradas e reinjetadas nos voluntários.
Os pesquisadores descreveram o relato clínico de um dos pacientes, um homem de 64 anos. Nas duas semanas seguintes à infusão das células modificadas, ele não notou nenhuma diferença. Depois, teve calafrios, náusea e febre: um sintoma de que muitas células cancerosas morriam ao mesmo tempo. "Foi como a pior gripe que ele já pegou na vida", afirma June. "Mas, depois, estava acabado: a leucemia havia desaparecido."
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7071,0.htm
11 de agosto de 2011
Estudo utilizou células do próprio sistema de defesa para combater câncer; trabalho foi publicado em duas revistas científicas
Cientistas conseguiram, pela primeira vez, curar um tipo de leucemia com terapia gênica. Eles modificaram células do próprio sangue dos pacientes para torná-las capazes de identificar e destruir células cancerosas.
[img]~http://www.estadao.com.br/fotos/leucemi ... l_June.jpg[/img]
Cientistas conseguiram, pela primeira vez, curar um tipo de leucemia com terapia gênica
Até agora, três pessoas que participaram dos testes clínicos foram beneficiadas: duas não apresentaram nenhum sintoma da doença depois de um ano de tratamento. O terceiro voluntário obteve uma melhora parcial, com diminuição do tumor.
Todos tinham uma forma grave e avançada de leucemia linfoide crônica (LLC). A única esperança de cura seria o transplante de células-tronco ou de medula óssea, duas técnicas que oferecem um grande risco à saúde. Além disso, nem sempre é fácil encontrar um doador compatível. Os cientistas já estão preparando testes para utilizar a mesma terapia gênica em outros tipos de câncer.
"Funcionou muito bem. Estamos surpresos com um resultado tão animador", afirma Carl June, pesquisador da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e coautor do trabalho publicado na última edição das revistas Science Translational Medicine e The New England Journal of Medicine.
June pondera que a pesquisa terminou há um ano. Agora, é preciso verificar se os resultados são duradouros e o câncer não retornará.
Os cientistas procuram há anos mecanismos para melhorar a habilidade natural do sistema imunológico de lutar contra tumores. Tentativas anteriores de recrutar células T - os soldados do sistema de defesa no sangue - e alterá-los geneticamente para aumentar sua eficácia não deram certo: as células modificadas não se reproduziam bem e rapidamente desapareciam.
A equipe utilizou uma nova técnica para inserir novos genes nas células T e sinalizar que elas deveriam se multiplicar e destruir o câncer.
Os exércitos de células T modificadas destruíram o tecido tumoral. Depois, permaneceram em alerta para matar o câncer caso reaparecesse.
Como uma gripe. No estudo, os cientistas coletaram sangue dos próprios pacientes para obter milhões de células T. Elas foram alteradas e reinjetadas nos voluntários.
Os pesquisadores descreveram o relato clínico de um dos pacientes, um homem de 64 anos. Nas duas semanas seguintes à infusão das células modificadas, ele não notou nenhuma diferença. Depois, teve calafrios, náusea e febre: um sintoma de que muitas células cancerosas morriam ao mesmo tempo. "Foi como a pior gripe que ele já pegou na vida", afirma June. "Mas, depois, estava acabado: a leucemia havia desaparecido."
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7071,0.htm
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Re: SAUDE
Radiação Ultravioleta: Continente com índice muito alto
12 de Agosto de 2011
Todo o território de Portugal continental está hoje sujeito a um índice de radiação ultravioleta muito alto, segundo a página de Internet do Instituto de Meteorologia (IM).
Apenas Horta e Angra do Heroísmo, nos Açores, apresentam um valor alto.
No nível muito alto é aconselhada a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, protetor solar e guarda-sol devendo também evitar-se a exposição das crianças ao Sol, conselho alargado a todas as pessoas no caso do nível extremo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526243
12 de Agosto de 2011
Todo o território de Portugal continental está hoje sujeito a um índice de radiação ultravioleta muito alto, segundo a página de Internet do Instituto de Meteorologia (IM).
Apenas Horta e Angra do Heroísmo, nos Açores, apresentam um valor alto.
No nível muito alto é aconselhada a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, protetor solar e guarda-sol devendo também evitar-se a exposição das crianças ao Sol, conselho alargado a todas as pessoas no caso do nível extremo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526243




