SAUDE
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mauri
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Re: SAUDE
radiação uv: nível muito alto em praticamente todo o país
25 de junho de 2011
quase todo o território português apresenta hoje um nível de radiação ultravioleta (uv) muito alto e penhas douradas e o funchal apresentam mesmo valores extremos, de acordo com informação do instituto de meteorologia (im).
o im considera que o nível extremo, que hoje atinge as penhas douradas e o funchal, representa perigo e pede às pessoas para evitarem o mais possível a exposição ao sol e aproveitarem para ficar em casa.
os distritos de bragança, coimbra, évora, faro, lisboa, sines e viana do castelo terão um índice de radiação muito alto, enquanto santa cruz (açores) será a única zona do país com índice alto e ponta delgada, também nos açores, terá um índice moderado.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518011
25 de junho de 2011
quase todo o território português apresenta hoje um nível de radiação ultravioleta (uv) muito alto e penhas douradas e o funchal apresentam mesmo valores extremos, de acordo com informação do instituto de meteorologia (im).
o im considera que o nível extremo, que hoje atinge as penhas douradas e o funchal, representa perigo e pede às pessoas para evitarem o mais possível a exposição ao sol e aproveitarem para ficar em casa.
os distritos de bragança, coimbra, évora, faro, lisboa, sines e viana do castelo terão um índice de radiação muito alto, enquanto santa cruz (açores) será a única zona do país com índice alto e ponta delgada, também nos açores, terá um índice moderado.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518011
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mauri
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Re: SAUDE
cancro de pele pode fazer mais 10 mil vítimas este ano
25 jun 2011
mais 10 mil casos de melanoma, o cancro de pele mais agressivo, podem surgir este ano em portugal, avançou este sábado um representante da associação portuguesa de cancro cutâneo (apcc).

aparecimento do melanoma também está associado a exposições ao sol "intermitentes ou súbitas" como acontece no verão
para osvaldo correia, os números são "preocupantes", quer a nível nacional quer internacional, razão pela qual a "sensibilização e a prevenção" são a melhor arma contra esta doença, que regista anualmente, em média, cerca de dez mil casos em portugal.
o responsável falava à margem de um rastreio que decorreu na póvoa de varzim e vila do conde, envolvendo 130 pessoas já sinalizadas pelos centros de saúde locais, das quais "30 por cento apresentaram lesões na pele, em alguns casos, graves".
os afectados são, segundo o clínico, oriundos da classe piscatória e agricultores, "duas das profissões de risco, porque exigem por parte dos trabalhadores uma elevada exposição ao sol".
mas o aparecimento do melanoma também está associado a exposições ao sol "intermitentes ou súbitas", como acontece no verão, em dias de muito calor ou em férias esporádicas, disse ainda osvaldo correia.
por isso, o risco de cancro de pele aumenta exponencialmente esta época, depois destes "golpes de calor", porque os índices ultra violetas também "estão no seu extremo" - como acontece neste fim-de-semana, apontou ainda.
uma alteração de comportamentos é o que pretende a apcc, 'proibindo' as idas à praia entre as 11h00 e as 16h00, a não utilização de chapéus e roupas adequadas e recomendando a aplicação desadequada de protectores solares.
e, se os números em portugal são preocupantes, também a nível internacional são para reflectir: "uma em cada cinco pessoas corre risco de ter cancro de pele, e uma em 50 poderá ter melanoma", sublinhou.
o médico lembrou ainda que, todos os anos, o número de pessoas com cancro de pele "tem aumentado", apesar de "a população estar mais sensível e alertada" para esta problemática.
segundo osvaldo correia, as pessoas podem estar, agora, "a pagar erros cometidos no passado, às vezes, há mais de 20 ou 30 anos", porque "na altura, ao contrário de agora, não se conheciam os efeitos nocivos da exposição prolongada aos raios solares nem as consequências de escaldões e queimaduras solares".
http://www.destakes.com/redir/11842f636 ... 94eef15745
25 jun 2011
mais 10 mil casos de melanoma, o cancro de pele mais agressivo, podem surgir este ano em portugal, avançou este sábado um representante da associação portuguesa de cancro cutâneo (apcc).

aparecimento do melanoma também está associado a exposições ao sol "intermitentes ou súbitas" como acontece no verão
para osvaldo correia, os números são "preocupantes", quer a nível nacional quer internacional, razão pela qual a "sensibilização e a prevenção" são a melhor arma contra esta doença, que regista anualmente, em média, cerca de dez mil casos em portugal.
o responsável falava à margem de um rastreio que decorreu na póvoa de varzim e vila do conde, envolvendo 130 pessoas já sinalizadas pelos centros de saúde locais, das quais "30 por cento apresentaram lesões na pele, em alguns casos, graves".
os afectados são, segundo o clínico, oriundos da classe piscatória e agricultores, "duas das profissões de risco, porque exigem por parte dos trabalhadores uma elevada exposição ao sol".
mas o aparecimento do melanoma também está associado a exposições ao sol "intermitentes ou súbitas", como acontece no verão, em dias de muito calor ou em férias esporádicas, disse ainda osvaldo correia.
por isso, o risco de cancro de pele aumenta exponencialmente esta época, depois destes "golpes de calor", porque os índices ultra violetas também "estão no seu extremo" - como acontece neste fim-de-semana, apontou ainda.
uma alteração de comportamentos é o que pretende a apcc, 'proibindo' as idas à praia entre as 11h00 e as 16h00, a não utilização de chapéus e roupas adequadas e recomendando a aplicação desadequada de protectores solares.
e, se os números em portugal são preocupantes, também a nível internacional são para reflectir: "uma em cada cinco pessoas corre risco de ter cancro de pele, e uma em 50 poderá ter melanoma", sublinhou.
o médico lembrou ainda que, todos os anos, o número de pessoas com cancro de pele "tem aumentado", apesar de "a população estar mais sensível e alertada" para esta problemática.
segundo osvaldo correia, as pessoas podem estar, agora, "a pagar erros cometidos no passado, às vezes, há mais de 20 ou 30 anos", porque "na altura, ao contrário de agora, não se conheciam os efeitos nocivos da exposição prolongada aos raios solares nem as consequências de escaldões e queimaduras solares".
http://www.destakes.com/redir/11842f636 ... 94eef15745
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Re: SAUDE
europa. todos os anos morrem 8 mil pessoas devido ao consumo de droga
25 de junho de 2011
os números são do observatório europeu da droga e toxicodependência. exemplo português é case study em publicações científicas

o aumento de problemas associados ao consumo de drogas estimulantes está a transformar a realidade da toxicodependência na europa. o director do observatório europeu da drogas e toxicodependência (oedt) atribui as mudanças ao aumento do consumo de cocaína e de novas substâncias sintéticas que proliferam no mercado europeu.
na sua mensagem de ontem, a propósito do dia internacional contra o abuso e o tráfico de ilícito de drogas, a assinalar no próximo domingo, wolfgang gotz reforçou a ideia de que a toxicodependência é cada vez mais uma ameaça à saúde pública. só na europa registam--se anualmente entre 7 e 8 mil mortes por overdose - e pelo menos um milhão de pessoas recebem tratamento associado a problemas de consumo.
na opinião do director do oedt, "a prevenção e o tratamento da toxicodependência são dois grandes pilares da resposta europeia a este problema". wolfgang gotz lembrou que, a partir dos anos 90, uma das principais conquistas da abordagem europeia tem sido o desenvolvimento gradual dos cuidados prestados aos consumidores de droga.
a política de redução de danos - que compreende a distribuição de 50 a 100 milhões de seringas e agulhas - tem produzido resultados sobretudo na diminuição de novas infecções pelo vih e dos níveis de consumo de drogas injectáveis. "a evolução não se verificou apenas em termos quantitativos, mas também a nível qualitativo. actualmente, a base científica das intervenções é mais sólida e a avaliação tornou-se um elemento crucial da política da droga em muitos países", afirmou wolfgang gotz.
os avanços reflectem também a crescente importância atribuída à saúde pública nas políticas de droga europeias. neste capítulo, portugal é um dos países mais estudados e referidos nas publicações científicas que abordam o assunto. segundo o director do oedt, portugal exemplifica como foram necessários vários anos para desenvolver um novo modelo de política para a droga e combater o grave problema que se fazia sentir no país a esse nível. o modelo português é actualmente citado numa nova série de publicações do oedt, os "drug policy profiles" (sumários de políticas relativas a drogas), que descrevem a evolução e as características destas políticas nestas matérias na europa e no resto do mundo.
mais álcool um dia antes de wolfgang gotz ter falado sobre o caso português, joão goulão lembrou que o contexto actual é propício a um aumento do consumo de álcool e drogas, o que, a somar à desinformação e ao desinvestimento, o deixa "ainda mais" preocupado.
as medidas de austeridade obrigaram à dispensa de 170 funcionários do instituto português da droga e toxicodependência nos últimos meses. ainda assim goulão desdramatizou a situação. "tivemos já cortes orçamentais. mas o impacto não é dramático, apesar de alguns serviços estarem a ser redimensionados. as consultas que antes estavam espalhadas pelo país serão agora mais concentradas."
http://www.ionline.pt/conteudo/132580-e ... sumo-droga
25 de junho de 2011
os números são do observatório europeu da droga e toxicodependência. exemplo português é case study em publicações científicas

o aumento de problemas associados ao consumo de drogas estimulantes está a transformar a realidade da toxicodependência na europa. o director do observatório europeu da drogas e toxicodependência (oedt) atribui as mudanças ao aumento do consumo de cocaína e de novas substâncias sintéticas que proliferam no mercado europeu.
na sua mensagem de ontem, a propósito do dia internacional contra o abuso e o tráfico de ilícito de drogas, a assinalar no próximo domingo, wolfgang gotz reforçou a ideia de que a toxicodependência é cada vez mais uma ameaça à saúde pública. só na europa registam--se anualmente entre 7 e 8 mil mortes por overdose - e pelo menos um milhão de pessoas recebem tratamento associado a problemas de consumo.
na opinião do director do oedt, "a prevenção e o tratamento da toxicodependência são dois grandes pilares da resposta europeia a este problema". wolfgang gotz lembrou que, a partir dos anos 90, uma das principais conquistas da abordagem europeia tem sido o desenvolvimento gradual dos cuidados prestados aos consumidores de droga.
a política de redução de danos - que compreende a distribuição de 50 a 100 milhões de seringas e agulhas - tem produzido resultados sobretudo na diminuição de novas infecções pelo vih e dos níveis de consumo de drogas injectáveis. "a evolução não se verificou apenas em termos quantitativos, mas também a nível qualitativo. actualmente, a base científica das intervenções é mais sólida e a avaliação tornou-se um elemento crucial da política da droga em muitos países", afirmou wolfgang gotz.
os avanços reflectem também a crescente importância atribuída à saúde pública nas políticas de droga europeias. neste capítulo, portugal é um dos países mais estudados e referidos nas publicações científicas que abordam o assunto. segundo o director do oedt, portugal exemplifica como foram necessários vários anos para desenvolver um novo modelo de política para a droga e combater o grave problema que se fazia sentir no país a esse nível. o modelo português é actualmente citado numa nova série de publicações do oedt, os "drug policy profiles" (sumários de políticas relativas a drogas), que descrevem a evolução e as características destas políticas nestas matérias na europa e no resto do mundo.
mais álcool um dia antes de wolfgang gotz ter falado sobre o caso português, joão goulão lembrou que o contexto actual é propício a um aumento do consumo de álcool e drogas, o que, a somar à desinformação e ao desinvestimento, o deixa "ainda mais" preocupado.
as medidas de austeridade obrigaram à dispensa de 170 funcionários do instituto português da droga e toxicodependência nos últimos meses. ainda assim goulão desdramatizou a situação. "tivemos já cortes orçamentais. mas o impacto não é dramático, apesar de alguns serviços estarem a ser redimensionados. as consultas que antes estavam espalhadas pelo país serão agora mais concentradas."
http://www.ionline.pt/conteudo/132580-e ... sumo-droga
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Re: SAUDE
casos de diabete mais que dobram no planeta; doença já afeta 347 milhões
25 de junho de 2011
estados unidos, índia, china e rússia são os países que mais concentram diabéticos no mundo
londres - o número de adultos com diabete mais do que dobrou no mundo todo desde 1980, passando a 347 milhões de pessoas, cifra muito maior do que se pensava anteriormente, segundo um estudo feito em conjunto com a organização mundial de saúde (oms). o aumento dá indícios de que os custos para o tratamento da doença vão subir muito. a diabete mais comum, a do tipo 2, é fortemente associada à obesidade e vida sedentária.
de acordo com uma pesquisa divulgada pela publicação científica the lancet, uma equipe de pesquisadores internacionais trabalhando com a oms descobriu que as taxas de diabete aumentaram ou, no mínimo, permaneceram na mesma praticamente em todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.
o número estimado de diabéticos é marcantemente maior do que as projeções, segundo as quais seriam 285 milhões em todo o planeta. o estudo constatou que há 347 milhões de diabéticos no mundo, dos quais 138 milhões vivem na china e índia e outros 36 milhões nos estados unidos e rússia.
"a diabete está ficando mais comum em quase toda a parte do mundo", disse majid ezzati, do imperial college london, na grã-bretanha, que liderou a pesquisa em parceria com goodarz danaei, da harvard school of public health, nos estados unidos. "se não desenvolvermos programas melhores para identificar pessoas com taxas elevadas de açúcar no sangue e ajudá-las a melhorar sua dieta, atividade física e controle de peso, a diabete vai inevitavelmente continuar a representar um grande fardo para os sistemas de saúde de todo o mundo", acrescentou danaei, em um comunicado conjunto.
as pessoas com diabete têm controle inadequado de açúcar no sangue, o que pode provocar graves complicações como doenças cardíacas e derrames, danos aos rins e nervos e cegueira. especialistas dizem que taxas elevadas de glicose no sangue causam cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo a cada ano, número que continuará a crescer à medida que aumentar a quantidade de pessoas com a doença.
países. o número de diabéticos se expandiu dramaticamente nas nações-ilha do pacífico, que atualmente têm a maior proporção de pessoas com a doença. o estudo descobriu que nas ilhas marshall um terço de todas as mulheres e um quarto dos homens têm diabetes.
entre os países ricos, a expansão foi maior na américa do norte e relativamente pequena na europa ocidental. os níveis mais elevados de glicose e de diabetes estão nos estados unidos, groenlândia (território da dinamarca), malta, nova zelândia e espanha. os mais baixos são os da holanda, áustria e frança.
a região com os menores níveis de glicose é a áfrica subsaariana, seguida do leste e sudeste da ásia.
?
http://www.estadao.com.br/noticias/naci ... 6939,0.htm
25 de junho de 2011
estados unidos, índia, china e rússia são os países que mais concentram diabéticos no mundo
londres - o número de adultos com diabete mais do que dobrou no mundo todo desde 1980, passando a 347 milhões de pessoas, cifra muito maior do que se pensava anteriormente, segundo um estudo feito em conjunto com a organização mundial de saúde (oms). o aumento dá indícios de que os custos para o tratamento da doença vão subir muito. a diabete mais comum, a do tipo 2, é fortemente associada à obesidade e vida sedentária.
de acordo com uma pesquisa divulgada pela publicação científica the lancet, uma equipe de pesquisadores internacionais trabalhando com a oms descobriu que as taxas de diabete aumentaram ou, no mínimo, permaneceram na mesma praticamente em todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.
o número estimado de diabéticos é marcantemente maior do que as projeções, segundo as quais seriam 285 milhões em todo o planeta. o estudo constatou que há 347 milhões de diabéticos no mundo, dos quais 138 milhões vivem na china e índia e outros 36 milhões nos estados unidos e rússia.
"a diabete está ficando mais comum em quase toda a parte do mundo", disse majid ezzati, do imperial college london, na grã-bretanha, que liderou a pesquisa em parceria com goodarz danaei, da harvard school of public health, nos estados unidos. "se não desenvolvermos programas melhores para identificar pessoas com taxas elevadas de açúcar no sangue e ajudá-las a melhorar sua dieta, atividade física e controle de peso, a diabete vai inevitavelmente continuar a representar um grande fardo para os sistemas de saúde de todo o mundo", acrescentou danaei, em um comunicado conjunto.
as pessoas com diabete têm controle inadequado de açúcar no sangue, o que pode provocar graves complicações como doenças cardíacas e derrames, danos aos rins e nervos e cegueira. especialistas dizem que taxas elevadas de glicose no sangue causam cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo a cada ano, número que continuará a crescer à medida que aumentar a quantidade de pessoas com a doença.
países. o número de diabéticos se expandiu dramaticamente nas nações-ilha do pacífico, que atualmente têm a maior proporção de pessoas com a doença. o estudo descobriu que nas ilhas marshall um terço de todas as mulheres e um quarto dos homens têm diabetes.
entre os países ricos, a expansão foi maior na américa do norte e relativamente pequena na europa ocidental. os níveis mais elevados de glicose e de diabetes estão nos estados unidos, groenlândia (território da dinamarca), malta, nova zelândia e espanha. os mais baixos são os da holanda, áustria e frança.
a região com os menores níveis de glicose é a áfrica subsaariana, seguida do leste e sudeste da ásia.
?
http://www.estadao.com.br/noticias/naci ... 6939,0.htm
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Re: SAUDE
ministro da saúde recua e agora defende aumento do preço do cigarro
26 de junho de 2011
no dia mundial sem tabaco, alexandre padilha havia dito que combater a pirataria seria mais importante que aumentar o preço do produto, o que agrada à indústria tabagista; reações negativas fizeram o ministro admitir a adoção de ambas as medidas
diante do mal-estar provocado por declarações dadas há cerca de um mês, o ministro da saúde, alexandre padilha, voltou atrás e defendeu o aumento de preços de cigarro no país.
na comemoração do dia mundial sem tabaco, em 31 de maio, o ministro havia afirmado que combater a pirataria seria mais importante que simplesmente deixar o produto mais caro. agora, em meio às reações negativas, o titular da pasta admite a adoção de ambas as medidas de forma simultânea.
a declaração de padilha sobre a prioridade do combate ao mercado ilegal gerou indignação entre médicos e integrantes do movimento de combate ao fumo no país. para eles, o discurso do ministro representava mais uma amostra da estratégia de levar em banho-maria as ações de combate ao cigarro adotada nos últimos anos do governo lula. mas, desta vez, com um agravante: o golpe partira justamente de um tradicional aliado, o ministério da saúde.
"até a afirmação do ministro, quem argumentava publicamente propondo a subordinação das políticas de preços e impostos ao controle do mercado ilegal era a indústria do tabaco", afirmou o economista roberto iglesias, consultor da organização mundial da saúde (oms).
o descontentamento do movimento antitabagista pela política capitaneada pelo governo federal não é de hoje. a primeira crítica veio diante da decisão de engavetar a proposta de enviar ao congresso um projeto determinando o fim dos fumódromos. foi reforçada depois, com a demora do governo em apoiar a determinação da proibição de adição de produtos como menta e chocolate ao cigarro. a inclusão desses produtos no tabaco é uma estratégia histórica da indústria para que jovens se interessem pelo cigarro.
autor de um estudo sobre o impacto do preço dos cigarros no mercado ilegal do produto no país, iglesias avalia que as declarações de padilha, em vez de trazer qualidade ao debate, apenas provocam confusão. "a experiência mostra que não há uma relação direta entre aumento de preços e mercado ilegal", atesta o economista.
no fim dos anos 1990, diante das queixas da indústria tabagista sobre o crescimento da presença dos piratas, o governo federal reduziu a carga tributária do produto. a mudança, porém, terminou por não trazer impacto ao mercado ilegal. "quando o preço do cigarro novamente aumentou, também não foi registrada uma mudança significativa no comércio de produto pirata", assegura iglesias.
redução de consumo. além de não haver uma nítida relação de causa e efeito no comércio ilegal de cigarros, o aumento de preços é uma arma comprovadamente eficaz na redução do consumo do tabaco. "nem todas as pessoas partem para o produto pirata quando o preço aumenta", informa iglesias. "boa parte delas vai, sim, reduzir o consumo." há ainda outro argumento, segundo o economista: o preço mais alto ajuda a manter jovens, com menor poder aquisitivo, mais distantes do cigarro.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 7027,0.php
26 de junho de 2011
no dia mundial sem tabaco, alexandre padilha havia dito que combater a pirataria seria mais importante que aumentar o preço do produto, o que agrada à indústria tabagista; reações negativas fizeram o ministro admitir a adoção de ambas as medidas
diante do mal-estar provocado por declarações dadas há cerca de um mês, o ministro da saúde, alexandre padilha, voltou atrás e defendeu o aumento de preços de cigarro no país.
na comemoração do dia mundial sem tabaco, em 31 de maio, o ministro havia afirmado que combater a pirataria seria mais importante que simplesmente deixar o produto mais caro. agora, em meio às reações negativas, o titular da pasta admite a adoção de ambas as medidas de forma simultânea.
a declaração de padilha sobre a prioridade do combate ao mercado ilegal gerou indignação entre médicos e integrantes do movimento de combate ao fumo no país. para eles, o discurso do ministro representava mais uma amostra da estratégia de levar em banho-maria as ações de combate ao cigarro adotada nos últimos anos do governo lula. mas, desta vez, com um agravante: o golpe partira justamente de um tradicional aliado, o ministério da saúde.
"até a afirmação do ministro, quem argumentava publicamente propondo a subordinação das políticas de preços e impostos ao controle do mercado ilegal era a indústria do tabaco", afirmou o economista roberto iglesias, consultor da organização mundial da saúde (oms).
o descontentamento do movimento antitabagista pela política capitaneada pelo governo federal não é de hoje. a primeira crítica veio diante da decisão de engavetar a proposta de enviar ao congresso um projeto determinando o fim dos fumódromos. foi reforçada depois, com a demora do governo em apoiar a determinação da proibição de adição de produtos como menta e chocolate ao cigarro. a inclusão desses produtos no tabaco é uma estratégia histórica da indústria para que jovens se interessem pelo cigarro.
autor de um estudo sobre o impacto do preço dos cigarros no mercado ilegal do produto no país, iglesias avalia que as declarações de padilha, em vez de trazer qualidade ao debate, apenas provocam confusão. "a experiência mostra que não há uma relação direta entre aumento de preços e mercado ilegal", atesta o economista.
no fim dos anos 1990, diante das queixas da indústria tabagista sobre o crescimento da presença dos piratas, o governo federal reduziu a carga tributária do produto. a mudança, porém, terminou por não trazer impacto ao mercado ilegal. "quando o preço do cigarro novamente aumentou, também não foi registrada uma mudança significativa no comércio de produto pirata", assegura iglesias.
redução de consumo. além de não haver uma nítida relação de causa e efeito no comércio ilegal de cigarros, o aumento de preços é uma arma comprovadamente eficaz na redução do consumo do tabaco. "nem todas as pessoas partem para o produto pirata quando o preço aumenta", informa iglesias. "boa parte delas vai, sim, reduzir o consumo." há ainda outro argumento, segundo o economista: o preço mais alto ajuda a manter jovens, com menor poder aquisitivo, mais distantes do cigarro.
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Re: SAUDE
médicos: a difícil tarefa de dar más notícias sem poder chorar
26 de junho de 2011
como se diz a uma grávida que o bebé morreu? e a um doente que o cancro voltou? ou que não há órgãos disponíveis? a resposta não vem nos livros e aos médicos resta a verdade e, às vezes, esconder as lágrimas.
não passa uma semana sem que o oncologista jorge espírito santo dê uma má notícia. assim tem sido nos mais de 40 anos de profissão e já nem se lembra da primeira vez que lhe aconteceu.
«sei que hoje em dia não daria essa má notícia da mesma forma», reconheceu à lusa, justificando a mudança com o peso da experiência, «determinante» na forma como o médico estabelece uma relação com o doente.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518055
26 de junho de 2011
como se diz a uma grávida que o bebé morreu? e a um doente que o cancro voltou? ou que não há órgãos disponíveis? a resposta não vem nos livros e aos médicos resta a verdade e, às vezes, esconder as lágrimas.
não passa uma semana sem que o oncologista jorge espírito santo dê uma má notícia. assim tem sido nos mais de 40 anos de profissão e já nem se lembra da primeira vez que lhe aconteceu.
«sei que hoje em dia não daria essa má notícia da mesma forma», reconheceu à lusa, justificando a mudança com o peso da experiência, «determinante» na forma como o médico estabelece uma relação com o doente.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518055
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Re: SAUDE
bial tem medicamento para parkinson próximo de chegar aos eua
26 de junho de 2011
a farmacêutica bial tem um novo medicamento para o parkinson «próximo de chegar ao mercado» norte-americano, numa altura em que prepara a comercialização do primeiro, para a epilepsia, disse à lusa o presidente da empresa.
à margem de uma missão do «cluster» de saúde português nos estados unidos, antónio portela adiantou que o medicamento ainda terá de ser licenciado pelo regulador do mercado farmacêutico norte-americano (fda) e que para já a bial procura um parceiro.
«é preciso encontrar o parceiro certo com as condições económicas certas e capacidades comerciais que queremos», disse à lusa, afirmando ser ainda difícil prever quando o novo medicamento pode de facto chegar ao mercado.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518090
26 de junho de 2011
a farmacêutica bial tem um novo medicamento para o parkinson «próximo de chegar ao mercado» norte-americano, numa altura em que prepara a comercialização do primeiro, para a epilepsia, disse à lusa o presidente da empresa.
à margem de uma missão do «cluster» de saúde português nos estados unidos, antónio portela adiantou que o medicamento ainda terá de ser licenciado pelo regulador do mercado farmacêutico norte-americano (fda) e que para já a bial procura um parceiro.
«é preciso encontrar o parceiro certo com as condições económicas certas e capacidades comerciais que queremos», disse à lusa, afirmando ser ainda difícil prever quando o novo medicamento pode de facto chegar ao mercado.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518090
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Re: SAUDE
radiação ultravioleta: nível extremo em seis regiões do país
27 de junho de 2011
seis regiões de portugal apresentam hoje um valor de radição ultravioleta extremo, enquanto outras seis um valor muito alto, de acordo com o site do instituto de meteorologia (im).
com nível extremo vão estar as regiões de évora, faro, funchal, lisboa, penhas douradas e sines e com nível muito alto, as regiões de bragança, coimbra, viana do castelo, santa cruz, angra do heroismo e ponta delgada.
o nível extremo representa perigo para a saúde, pelo que o im aconselha as pessoas a evitarem o mais possível a exposição ao sol, nomeadamente as crianças.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518118
27 de junho de 2011
seis regiões de portugal apresentam hoje um valor de radição ultravioleta extremo, enquanto outras seis um valor muito alto, de acordo com o site do instituto de meteorologia (im).
com nível extremo vão estar as regiões de évora, faro, funchal, lisboa, penhas douradas e sines e com nível muito alto, as regiões de bragança, coimbra, viana do castelo, santa cruz, angra do heroismo e ponta delgada.
o nível extremo representa perigo para a saúde, pelo que o im aconselha as pessoas a evitarem o mais possível a exposição ao sol, nomeadamente as crianças.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518118
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Re: SAUDE
droga: descriminalizar foi uma boa opção, diz joão goulão
27 de junho de 2011
consumir droga deixou de ser crime há 10 anos, mas hoje praticamente todos os indicadores relacionados baixaram: menos toxicodependentes, menos crimes e menos mortes, ainda que a autoridade do setor não atribua o êxito apenas à lei.
a 01 de julho completam-se 10 anos sobre a entrada em vigor da lei que descriminalizou o consumo de droga e a posse de determinadas quantidades para uso pessoal. joão goulão, presidente do instituto da droga e da toxicodependência (idt), diz que “foi uma boa opção”.
em entrevista à agência lusa a propósito da efeméride, o responsável frisou que hoje, em relação a 2001, “há uma evolução positiva na maioria dos indicadores relacionados com o consumo”, especialmente na diminuição de consumo de todas as substâncias ilícitas no grupo etário mais jovem.
“contrariamente ao que parece ser o senso comum, de que os miúdos andam todos a usar drogas, isso não é verdade. quer estudos na população em geral, quer em meio escolar apontam para uma diminuição”, diz.
mas há outros bons indicadores: menos casos na justiça derivados do uso de drogas e menos casos de consumidores de droga injetável. a questão da droga - no passado uma das maiores preocupações dos portugueses - surge hoje “em 12.º ou 13.º lugar” na lista do que mais apoquenta as pessoas. o problema já nem entra nas campanhas eleitorais, como no passado acontecia.
“há uma evolução quase vertiginosa na queda da percentagem de pessoas infetadas com o vírus da sida entre os toxicodependentes”, diz também joão goulão, que no entanto deixa um aviso: “não é possível estabelecer uma relação causa-efeito entre a evolução destes indicadores e a descriminalização. há um pacote completo de políticas que têm vindo a ser prosseguidas e eu penso que é o resultado desse pacote que nos tem levado a uma evolução positiva”.
joão goulão admite que houve um aumento da prevalência de pessoas que experimentam algum tipo de droga, mas acrescenta que são as faixas etárias mais velhas as que registam níveis mais elevados de consumo. “os consumidores estão a envelhecer”.
“quando me perguntam se a toxicodependência está a diminuir ou a aumentar, eu digo que a toxicodependência está a diminuir, o que não é sinónimo de o consumo de droga estar a diminuir”, diz joão goulão, afirmando que a heroína “se desprestigiou”, que o seu consumo caiu.
a lei portuguesa na área da toxicodependência tem sido estudada a nível internacional e joão goulão, que também é presidente do observatório europeu da droga e da toxicodependência, ainda recentemente explicou em lisboa a estratégia portuguesa a dois ministros noruegueses.
mas há melhorias que podem ser feitas, ainda que em coisas específicas. joão goulão cita as comissões para a dissuasão da toxicodependência (cdt), que poderiam ser mais leves e mais baratas.
de resto, é até possível chegar-se à legalização, à introdução das substâncias hoje ilícitas no mercado legal, com possibilidade de arrecadar impostos. “pode ser um caminho, não acredito que seja amanhã ou daqui a 10 anos, tem de ser pensado à escala global”.
para já, também está fora de causa, segundo joão goulão, a criação de salas de injeção assistida (salas de chuto). porque em 2002 mais de 30 por cento das pessoas em tratamento eram utilizadores de droga por via injetável e hoje são oito por cento.
mas não se sabe o futuro. joão goulão é cauteloso em tudo o que diz. certezas certezas tem uma: a descriminalização do consumo, há 10 anos, não afetou negativamente a evolução do fenómeno.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518162
27 de junho de 2011
consumir droga deixou de ser crime há 10 anos, mas hoje praticamente todos os indicadores relacionados baixaram: menos toxicodependentes, menos crimes e menos mortes, ainda que a autoridade do setor não atribua o êxito apenas à lei.
a 01 de julho completam-se 10 anos sobre a entrada em vigor da lei que descriminalizou o consumo de droga e a posse de determinadas quantidades para uso pessoal. joão goulão, presidente do instituto da droga e da toxicodependência (idt), diz que “foi uma boa opção”.
em entrevista à agência lusa a propósito da efeméride, o responsável frisou que hoje, em relação a 2001, “há uma evolução positiva na maioria dos indicadores relacionados com o consumo”, especialmente na diminuição de consumo de todas as substâncias ilícitas no grupo etário mais jovem.
“contrariamente ao que parece ser o senso comum, de que os miúdos andam todos a usar drogas, isso não é verdade. quer estudos na população em geral, quer em meio escolar apontam para uma diminuição”, diz.
mas há outros bons indicadores: menos casos na justiça derivados do uso de drogas e menos casos de consumidores de droga injetável. a questão da droga - no passado uma das maiores preocupações dos portugueses - surge hoje “em 12.º ou 13.º lugar” na lista do que mais apoquenta as pessoas. o problema já nem entra nas campanhas eleitorais, como no passado acontecia.
“há uma evolução quase vertiginosa na queda da percentagem de pessoas infetadas com o vírus da sida entre os toxicodependentes”, diz também joão goulão, que no entanto deixa um aviso: “não é possível estabelecer uma relação causa-efeito entre a evolução destes indicadores e a descriminalização. há um pacote completo de políticas que têm vindo a ser prosseguidas e eu penso que é o resultado desse pacote que nos tem levado a uma evolução positiva”.
joão goulão admite que houve um aumento da prevalência de pessoas que experimentam algum tipo de droga, mas acrescenta que são as faixas etárias mais velhas as que registam níveis mais elevados de consumo. “os consumidores estão a envelhecer”.
“quando me perguntam se a toxicodependência está a diminuir ou a aumentar, eu digo que a toxicodependência está a diminuir, o que não é sinónimo de o consumo de droga estar a diminuir”, diz joão goulão, afirmando que a heroína “se desprestigiou”, que o seu consumo caiu.
a lei portuguesa na área da toxicodependência tem sido estudada a nível internacional e joão goulão, que também é presidente do observatório europeu da droga e da toxicodependência, ainda recentemente explicou em lisboa a estratégia portuguesa a dois ministros noruegueses.
mas há melhorias que podem ser feitas, ainda que em coisas específicas. joão goulão cita as comissões para a dissuasão da toxicodependência (cdt), que poderiam ser mais leves e mais baratas.
de resto, é até possível chegar-se à legalização, à introdução das substâncias hoje ilícitas no mercado legal, com possibilidade de arrecadar impostos. “pode ser um caminho, não acredito que seja amanhã ou daqui a 10 anos, tem de ser pensado à escala global”.
para já, também está fora de causa, segundo joão goulão, a criação de salas de injeção assistida (salas de chuto). porque em 2002 mais de 30 por cento das pessoas em tratamento eram utilizadores de droga por via injetável e hoje são oito por cento.
mas não se sabe o futuro. joão goulão é cauteloso em tudo o que diz. certezas certezas tem uma: a descriminalização do consumo, há 10 anos, não afetou negativamente a evolução do fenómeno.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518162
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Re: SAUDE
número de diabéticos duplicou desde 1980
27 de junho de 2011
o número de adultos com diabetes em todo o mundo mais do que duplicou desde 1980, chegando a quase 350 milhões de pessoas segundo um estudo divulgado na revista científica lancet.
os investigadores, em conjunto com a organização mundial da saúde (oms), afirmam que os índices da doença têm estado a aumentar em quase todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.
uma das principais consequências do aumento seria a sobrecarga dos sistemas de saúde em diversos países.
dos 347 milhões de diabéticos, 138 milhões vivem na china e na índia e outros 36 milhões nos eua e na rússia.
estimativas anteriores calculavam que o número de portadores da doença seria de 285 milhões.
«a diabetes pode ser o principal assunto tratando-se da saúde global na próxima década», disse um dos autores do estudo, majid ezzati, do imperial college de londres.
o especialista sublinhou que o estudo ainda não reflecte a geração de crianças obesas ou com excesso de peso, portanto predispostas a desenvolver diabetes em algum momento da vida.
«não chegamos ao auge desta tendência ainda. e ao contrário da hipertensão e do colesterol, ainda não temos tratamento para a diabetes», disse.
o tipo mais comum de diabetes, o 2, é associado à obesidade e a um estilo de vida sedentário.
«a menos que desenvolvamos maneiras mais eficientes para detectar pessoas com elevadas taxas de açúcar no sangue e os ajudemos a melhorar as suas dietas e praticar actividades físicas para controlar o peso, a diabetes continuará a representar um peso para os sistemas de saúde em todo o mundo», disse goodarz danaei, da universidade americana de harvard, outro co-autor do estudo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518174
27 de junho de 2011
o número de adultos com diabetes em todo o mundo mais do que duplicou desde 1980, chegando a quase 350 milhões de pessoas segundo um estudo divulgado na revista científica lancet.
os investigadores, em conjunto com a organização mundial da saúde (oms), afirmam que os índices da doença têm estado a aumentar em quase todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.
uma das principais consequências do aumento seria a sobrecarga dos sistemas de saúde em diversos países.
dos 347 milhões de diabéticos, 138 milhões vivem na china e na índia e outros 36 milhões nos eua e na rússia.
estimativas anteriores calculavam que o número de portadores da doença seria de 285 milhões.
«a diabetes pode ser o principal assunto tratando-se da saúde global na próxima década», disse um dos autores do estudo, majid ezzati, do imperial college de londres.
o especialista sublinhou que o estudo ainda não reflecte a geração de crianças obesas ou com excesso de peso, portanto predispostas a desenvolver diabetes em algum momento da vida.
«não chegamos ao auge desta tendência ainda. e ao contrário da hipertensão e do colesterol, ainda não temos tratamento para a diabetes», disse.
o tipo mais comum de diabetes, o 2, é associado à obesidade e a um estilo de vida sedentário.
«a menos que desenvolvamos maneiras mais eficientes para detectar pessoas com elevadas taxas de açúcar no sangue e os ajudemos a melhorar as suas dietas e praticar actividades físicas para controlar o peso, a diabetes continuará a representar um peso para os sistemas de saúde em todo o mundo», disse goodarz danaei, da universidade americana de harvard, outro co-autor do estudo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518174
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Re: SAUDE
cannabis actua no alívio da ansiedade provocada por trauma
27 de junho de 2011
investigadores do laboratório de psicofarmacologia, da universidade federal de santa catarina (brasil), descobriram que o canabidiol, um dos mais de 80 constituintes da cannabis sativa, popularmente conhecida como cannabis, pode ajudar pessoas com ansiedade provocada por experiência traumática.
os estudos foram realizados com animais que receberam um choque moderado nas patas, simulando uma situação traumática. quando expostos ao ambiente onde aconteceu o trauma, os animais expressaram reacções como medo, caracterizada por imobilidade ou «congelamento».
quanto maior o tempo de congelamento, maior a intensidade do medo provocada pela lembrança. essa sensação é a mesma experimentada por uma pessoa que, por exemplo, foi assaltada em determinada rua e sente medo ao passar por ela de novo.
o tratamento para essa condição consiste na exposição repetitiva ao ambiente de trauma, para que a pessoa se adapte novamente a ele, processo chamado de condicionamento. «os principais resultados dos nossos estudos demonstraram que o canabidiol facilita esse processo de reaprendizagem emocional, tornando a exposição terapêutica muito mais eficiente e com efeitos prolongados», explica reinaldo takahashi, autor da pesquisa.
segundo o cientista, o canabidiol poderia ser associado a tratamentos psicológicos, ajudando a atenuar os traumas. a substância reduziu a ansiedade dos animas durante o processo de condicionamento, funcionando como um ansiolítico.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518184
27 de junho de 2011
investigadores do laboratório de psicofarmacologia, da universidade federal de santa catarina (brasil), descobriram que o canabidiol, um dos mais de 80 constituintes da cannabis sativa, popularmente conhecida como cannabis, pode ajudar pessoas com ansiedade provocada por experiência traumática.
os estudos foram realizados com animais que receberam um choque moderado nas patas, simulando uma situação traumática. quando expostos ao ambiente onde aconteceu o trauma, os animais expressaram reacções como medo, caracterizada por imobilidade ou «congelamento».
quanto maior o tempo de congelamento, maior a intensidade do medo provocada pela lembrança. essa sensação é a mesma experimentada por uma pessoa que, por exemplo, foi assaltada em determinada rua e sente medo ao passar por ela de novo.
o tratamento para essa condição consiste na exposição repetitiva ao ambiente de trauma, para que a pessoa se adapte novamente a ele, processo chamado de condicionamento. «os principais resultados dos nossos estudos demonstraram que o canabidiol facilita esse processo de reaprendizagem emocional, tornando a exposição terapêutica muito mais eficiente e com efeitos prolongados», explica reinaldo takahashi, autor da pesquisa.
segundo o cientista, o canabidiol poderia ser associado a tratamentos psicológicos, ajudando a atenuar os traumas. a substância reduziu a ansiedade dos animas durante o processo de condicionamento, funcionando como um ansiolítico.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518184
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Re: SAUDE
hipotermia pode ajudar pacientes com paragem cardíaca
27 de junho de 2011
novas directrizes de ressuscitação propõem uma nova técnica para o atendimento de pacientes que sofreram uma paragem cardíaca. a hipotermia é um procedimento que baixa a temperatura corporal da pessoa com bolsas de gelo ou soro gelado, deixando o corpo entre 32 e 34º c.
a técnica deve ser aplicada em pessoas que recuperaram o pulso após a paragem cardíaca, mas que permaneceram inconscientes. o resfriamento deve ser feito o mais rápido possível para que a diminuição no metabolismo do cérebro seja feita rapidamente. o procedimento aumenta as probabilidades de sobrevivência e diminui a possibilidade de danos cerebrais.
agnaldo pispico, director do centro de treino em emergências da sociedade de cardiologia do estado de são paulo explica que «quanto menor o consumo de oxigénio, menor será a libertação de radicais livres e inflamações, já que a falta de oxigenação provocada pela paragem cárdio-respiratória provoca uma desorganização metabólica no funcionamento do cérebro, podendo resultar em sofrimento e sequelas irreversíveis».
a hipotermia é o único procedimento cientificamente comprovado de controlo de danos no cérebro após a paragem cardíaca, como que o paciente entre em coma ou sofra sequelas neurológicas causadas pela falta de oxigénio.
pispico afirma que os hospitais devem estar preparados para a implantação das novas directrizes. «mais do que nunca, será necessário termos hospitais e equipas preparadas para induzir e manter a hipotermia, camas específicas com equipamentos que avaliem continuamente a quantidade de co2 e o2, controlo dos electrólitos (sódio e potássio) e serviços de hemodinâmica, para casos de intervenção de emergência cuja a indicação foi ampliada com o objectivo de intervenções mais precoces como angioplastias».
o especialista avisa também que o período após o socorro da vítima exigirá cuidados especiais. «o controlo do estado neurológico deve ser uma preocupação contínua com necessidade de exames complementares para avaliar o dano cerebral após as 24 horas iniciais quando a hipotermia e a sedação são retiradas. isso ainda não existe na maioria dos hospitais brasileiros, mas as directrizes indicam claramente esse caminho para salvar vidas», conclui.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518187
27 de junho de 2011
novas directrizes de ressuscitação propõem uma nova técnica para o atendimento de pacientes que sofreram uma paragem cardíaca. a hipotermia é um procedimento que baixa a temperatura corporal da pessoa com bolsas de gelo ou soro gelado, deixando o corpo entre 32 e 34º c.
a técnica deve ser aplicada em pessoas que recuperaram o pulso após a paragem cardíaca, mas que permaneceram inconscientes. o resfriamento deve ser feito o mais rápido possível para que a diminuição no metabolismo do cérebro seja feita rapidamente. o procedimento aumenta as probabilidades de sobrevivência e diminui a possibilidade de danos cerebrais.
agnaldo pispico, director do centro de treino em emergências da sociedade de cardiologia do estado de são paulo explica que «quanto menor o consumo de oxigénio, menor será a libertação de radicais livres e inflamações, já que a falta de oxigenação provocada pela paragem cárdio-respiratória provoca uma desorganização metabólica no funcionamento do cérebro, podendo resultar em sofrimento e sequelas irreversíveis».
a hipotermia é o único procedimento cientificamente comprovado de controlo de danos no cérebro após a paragem cardíaca, como que o paciente entre em coma ou sofra sequelas neurológicas causadas pela falta de oxigénio.
pispico afirma que os hospitais devem estar preparados para a implantação das novas directrizes. «mais do que nunca, será necessário termos hospitais e equipas preparadas para induzir e manter a hipotermia, camas específicas com equipamentos que avaliem continuamente a quantidade de co2 e o2, controlo dos electrólitos (sódio e potássio) e serviços de hemodinâmica, para casos de intervenção de emergência cuja a indicação foi ampliada com o objectivo de intervenções mais precoces como angioplastias».
o especialista avisa também que o período após o socorro da vítima exigirá cuidados especiais. «o controlo do estado neurológico deve ser uma preocupação contínua com necessidade de exames complementares para avaliar o dano cerebral após as 24 horas iniciais quando a hipotermia e a sedação são retiradas. isso ainda não existe na maioria dos hospitais brasileiros, mas as directrizes indicam claramente esse caminho para salvar vidas», conclui.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518187
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Re: SAUDE
o que o celular faz a suas células
26 de junho de 2011
“cinco bilhões de celulares no mundo é a maior experiência biológica já feita na humanidade”, diz o professor leif salford, presidente do departamento de neurocirurgia da universidade de lund, na suécia. como muitos outros cientistas, ele estuda há décadas os efeitos da radiação eletromagnética no corpo humano e se preocupa com o fato de o mundo usar cada vez mais tecnologias baseadas em ondas eletromagnéticas – rádio,tv, celulares, wi-fi – sem saber que efeitos elas podem ter na saúde.

níveis de radiação estão dentro dos parâmetros, mas eles podem estar errados
a organização mundial de saúde (oms), no dia 31 de maio, deu um alerta: pode causar câncer. o anúncio da agência internacional de pesquisa sobre o câncer (iarc, na sigla em inglês), braço da entidade, classificou a radiação emitida pela antena do telefone celular como “possivelmente cancerígena para humanos”, o mesmo grupo de perigo em que gases emitidos por automóveis, chumbo e clorofórmio estão incluídos.
o estudo que motivou o anúncio relaciona o uso do celular ao aumento de tumores malignos e benignos no cérebro. segundo a pesquisa, quem usou o aparelho por 30 minutos por dia durante 10 anos, apresentou 40% mais chances de desenvolver gliomas, tumor encefálico maligno e muito perigoso. mas a divulgação já veio com uma ressalva: os resultados não são definitivos. ainda não há nenhum caso de câncer comprovadamente causado por celular e faltam estudos epidemiológicos para comprovar a ligação da doença com o uso do aparelho.
para adilza condessa dode, doutora em engenharia elétrica pela universidade federal de minas gerais, a classificação “possivelmente cancerígena” já basta para a adoção do chamado princípio da precaução, que diz que, se ainda não há certeza sobre danos que uma tecnologia causa à saúde, é melhor adotar medidas restritivas do que esperar até que aconteça o pior.
em sua tese de doutorado, defendida no ano passado, adilza relacionou as mortes por câncer acontecidas em belo horizonte entre 1996 e 2006 com a proximidade da residência dos doentes a antenas de telefonia móvel: 93% dos casos das mortes ocorreram a até 500 metros de alguma antena. foram analisados só casos de câncer que a literatura médica já sabe estarem relacionados à ação do campo elétrico gerado pela radiação, como de mama, pele, próstata, pulmão e fígado.
com sua pesquisa, adilza alerta que o problema da radiação do celular na verdade são dois: a alta radiação emitida quando o aparelho é usado para fazer ligações e o longo tempo de exposição a campos eletromagnéticos mais fracos criados pelo sistema de antenas de celulares, radares, rádios e tvs. para a engenheira, a poluição eletromagnética é o maior problema ambiental do século 21, principalmente porque ainda não se tem certeza dos efeitos que ela pode causar.
no brasil, quem determina e fiscaliza os níveis de exposição a campos eletromagnéticos é a agência nacional de telecomunicações (anatel). ela define tanto a radiação máxima que um celular pode emitir quanto o valor máximo de campo eletromagnético que um conjunto de antenas pode gerar em área habitada.
os valores adotados pela anatel, em regulação de 2002, são os mesmos definidos pela comissão internacional de proteção contra radiações não ionizantes (icnirp) e ainda indicados pela oms. segundo agostinho linhares de souza, gerente especialista em regulação da agência, todos os pontos de medição do país estão com os níveis de campo elétrico abaixo dos recomendados pela legislação – dificilmente as medições atingem um sétimo do máximo permitido, 28 volts por metro, em locais onde a população está exposta a combinadas frequências.
a questão levantada pela oms é se esses padrões são de fato seguros. e quanto tempo levará para revê-los antes que saúde pública seja afetada. países como suíça, itália, rússia e china já adotam parâmetros mais restritivos tanto para a emissão de radiação por aparelhos como celulares e roteadores, como para antenas de telefonia e radiodifusão. a cidade de porto alegre, por decreto municipal, também optou pela cautela e adotou padrões 100 vezes mais baixos que os recomendados pela lei federal.
segundo leeann brown, porta-voz do environmental working group, associação de pesquisadores sem fins lucrativos, a classe científica ainda não consegue determinar quais os padrões seguros de exposição a radiação, mas já é possível afirmar que os parâmetros atuais são altos demais e precisam ser revistos com urgência. leeann acredita que apenas uma mobilização da população pode acelerar a mudança da legislação em cada país, já que as empresas de telecomunicações já sabem dos perigos, mas evitam falar sobre isso para não assustar os consumidores.
e o que acontece se os padrões forem mudados e as empresas forem obrigadas a diminuir a potência do sistema de telefonia? em paris e em porto alegre, cidades com legislações mais restritivas, os serviços mantiveram o padrão de qualidade. agostinho souza também acredita que quase nenhum impacto seria sentido pelos consumidores, pois os níveis de campo elétrico hoje vistos nos brasil estão tão abaixo do limite que não seria problema se adequar a uma nova legislação.

por muito tempo, vídeos de uma galera fazendo pipoca com seus celulares bombaram na internet. todo mundo queria aprender a radiação da antena do celular para estourar uns grãos de milho. mas isso é fisicamente impossível. em um micro-ondas, as ondas agitam as moléculas de água até a pressão dentro do milho ser tanta que ele explode. se celular fizesse isso, a água de nossas células ia ferver e os nossos dedos iam estourar. o método, portanto, não passa de um truque de edição. para ver o vídeo, procure por “pop corn cell phones” no youtube.
http://blogs.estadao.com.br/link/o-que- ... s-celulas/
26 de junho de 2011
“cinco bilhões de celulares no mundo é a maior experiência biológica já feita na humanidade”, diz o professor leif salford, presidente do departamento de neurocirurgia da universidade de lund, na suécia. como muitos outros cientistas, ele estuda há décadas os efeitos da radiação eletromagnética no corpo humano e se preocupa com o fato de o mundo usar cada vez mais tecnologias baseadas em ondas eletromagnéticas – rádio,tv, celulares, wi-fi – sem saber que efeitos elas podem ter na saúde.

níveis de radiação estão dentro dos parâmetros, mas eles podem estar errados
a organização mundial de saúde (oms), no dia 31 de maio, deu um alerta: pode causar câncer. o anúncio da agência internacional de pesquisa sobre o câncer (iarc, na sigla em inglês), braço da entidade, classificou a radiação emitida pela antena do telefone celular como “possivelmente cancerígena para humanos”, o mesmo grupo de perigo em que gases emitidos por automóveis, chumbo e clorofórmio estão incluídos.
o estudo que motivou o anúncio relaciona o uso do celular ao aumento de tumores malignos e benignos no cérebro. segundo a pesquisa, quem usou o aparelho por 30 minutos por dia durante 10 anos, apresentou 40% mais chances de desenvolver gliomas, tumor encefálico maligno e muito perigoso. mas a divulgação já veio com uma ressalva: os resultados não são definitivos. ainda não há nenhum caso de câncer comprovadamente causado por celular e faltam estudos epidemiológicos para comprovar a ligação da doença com o uso do aparelho.
para adilza condessa dode, doutora em engenharia elétrica pela universidade federal de minas gerais, a classificação “possivelmente cancerígena” já basta para a adoção do chamado princípio da precaução, que diz que, se ainda não há certeza sobre danos que uma tecnologia causa à saúde, é melhor adotar medidas restritivas do que esperar até que aconteça o pior.
em sua tese de doutorado, defendida no ano passado, adilza relacionou as mortes por câncer acontecidas em belo horizonte entre 1996 e 2006 com a proximidade da residência dos doentes a antenas de telefonia móvel: 93% dos casos das mortes ocorreram a até 500 metros de alguma antena. foram analisados só casos de câncer que a literatura médica já sabe estarem relacionados à ação do campo elétrico gerado pela radiação, como de mama, pele, próstata, pulmão e fígado.
com sua pesquisa, adilza alerta que o problema da radiação do celular na verdade são dois: a alta radiação emitida quando o aparelho é usado para fazer ligações e o longo tempo de exposição a campos eletromagnéticos mais fracos criados pelo sistema de antenas de celulares, radares, rádios e tvs. para a engenheira, a poluição eletromagnética é o maior problema ambiental do século 21, principalmente porque ainda não se tem certeza dos efeitos que ela pode causar.
no brasil, quem determina e fiscaliza os níveis de exposição a campos eletromagnéticos é a agência nacional de telecomunicações (anatel). ela define tanto a radiação máxima que um celular pode emitir quanto o valor máximo de campo eletromagnético que um conjunto de antenas pode gerar em área habitada.
os valores adotados pela anatel, em regulação de 2002, são os mesmos definidos pela comissão internacional de proteção contra radiações não ionizantes (icnirp) e ainda indicados pela oms. segundo agostinho linhares de souza, gerente especialista em regulação da agência, todos os pontos de medição do país estão com os níveis de campo elétrico abaixo dos recomendados pela legislação – dificilmente as medições atingem um sétimo do máximo permitido, 28 volts por metro, em locais onde a população está exposta a combinadas frequências.
a questão levantada pela oms é se esses padrões são de fato seguros. e quanto tempo levará para revê-los antes que saúde pública seja afetada. países como suíça, itália, rússia e china já adotam parâmetros mais restritivos tanto para a emissão de radiação por aparelhos como celulares e roteadores, como para antenas de telefonia e radiodifusão. a cidade de porto alegre, por decreto municipal, também optou pela cautela e adotou padrões 100 vezes mais baixos que os recomendados pela lei federal.
segundo leeann brown, porta-voz do environmental working group, associação de pesquisadores sem fins lucrativos, a classe científica ainda não consegue determinar quais os padrões seguros de exposição a radiação, mas já é possível afirmar que os parâmetros atuais são altos demais e precisam ser revistos com urgência. leeann acredita que apenas uma mobilização da população pode acelerar a mudança da legislação em cada país, já que as empresas de telecomunicações já sabem dos perigos, mas evitam falar sobre isso para não assustar os consumidores.
e o que acontece se os padrões forem mudados e as empresas forem obrigadas a diminuir a potência do sistema de telefonia? em paris e em porto alegre, cidades com legislações mais restritivas, os serviços mantiveram o padrão de qualidade. agostinho souza também acredita que quase nenhum impacto seria sentido pelos consumidores, pois os níveis de campo elétrico hoje vistos nos brasil estão tão abaixo do limite que não seria problema se adequar a uma nova legislação.

por muito tempo, vídeos de uma galera fazendo pipoca com seus celulares bombaram na internet. todo mundo queria aprender a radiação da antena do celular para estourar uns grãos de milho. mas isso é fisicamente impossível. em um micro-ondas, as ondas agitam as moléculas de água até a pressão dentro do milho ser tanta que ele explode. se celular fizesse isso, a água de nossas células ia ferver e os nossos dedos iam estourar. o método, portanto, não passa de um truque de edição. para ver o vídeo, procure por “pop corn cell phones” no youtube.
http://blogs.estadao.com.br/link/o-que- ... s-celulas/
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Re: SAUDE
empresário propõe legalizar a venda de insetos como comida
28 de junho de 2011
proposta foi feita ao ministério da agricultura, que vai estudá-la; esses animais são consumidos em dezenas de nações
um empresário de betim (mg) propôs ao governo legalizar a venda de insetos como fonte de proteína para humanos. segundo luiz otávio pôssas gonçalves, dono da empresa nutrinsecta, a criação de insetos é mais produtiva que a de bovinos e gera menos impacto ambiental.
o pedido de registro de "estabelecimento produtor de insetos para consumo humano" chegou ao ministério da agricultura em abril. o governo estuda a entomofagia (prática de comer insetos) e não tem data para responder. mas, apesar de alegar que se trata de tema controverso, a pasta pediu indicação bibliográfica ao produtor, por acreditar que ele ainda será muito estudado. "o brasil tem uma biodiversidade extraordinária e uma sugestão como essa pode surgir, mas não temos visão sobre esse tema para o futuro", disse o ministro wagner rossi.
há três anos, especialistas se reuniram na tailândia para discutir como explorar o potencial nutricional e comercial das cerca de 1,4 mil espécies de insetos que as pessoas comem ao redor do mundo. o evento, organizado pela organização da onu para a agricultura e alimentação (fao, em inglês), identificou que a áfrica (36 países), a ásia (29 países) e a américa (23 países) são os lugares onde esses bichos são mais apreciados.
na opinião de gonçalves, é o preconceito que impede o uso de insetos como ingrediente alimentício. "quando era criança e ouvia falar que os japoneses comiam peixe cru, achava muito esquisito", exemplifica. "amanhã ou depois estará todo mundo comendo sua baratinha", brincou.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 7764,0.php
28 de junho de 2011
proposta foi feita ao ministério da agricultura, que vai estudá-la; esses animais são consumidos em dezenas de nações
um empresário de betim (mg) propôs ao governo legalizar a venda de insetos como fonte de proteína para humanos. segundo luiz otávio pôssas gonçalves, dono da empresa nutrinsecta, a criação de insetos é mais produtiva que a de bovinos e gera menos impacto ambiental.
o pedido de registro de "estabelecimento produtor de insetos para consumo humano" chegou ao ministério da agricultura em abril. o governo estuda a entomofagia (prática de comer insetos) e não tem data para responder. mas, apesar de alegar que se trata de tema controverso, a pasta pediu indicação bibliográfica ao produtor, por acreditar que ele ainda será muito estudado. "o brasil tem uma biodiversidade extraordinária e uma sugestão como essa pode surgir, mas não temos visão sobre esse tema para o futuro", disse o ministro wagner rossi.
há três anos, especialistas se reuniram na tailândia para discutir como explorar o potencial nutricional e comercial das cerca de 1,4 mil espécies de insetos que as pessoas comem ao redor do mundo. o evento, organizado pela organização da onu para a agricultura e alimentação (fao, em inglês), identificou que a áfrica (36 países), a ásia (29 países) e a américa (23 países) são os lugares onde esses bichos são mais apreciados.
na opinião de gonçalves, é o preconceito que impede o uso de insetos como ingrediente alimentício. "quando era criança e ouvia falar que os japoneses comiam peixe cru, achava muito esquisito", exemplifica. "amanhã ou depois estará todo mundo comendo sua baratinha", brincou.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 7764,0.php
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mauri
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Re: SAUDE
estudo revela novos danos causados pelo bisfenol a
28 de junho de 2011
composto usado em plásticos prejudica vida sexual de roedores; impacto em humanos é considerado provável
o bisfenol a (bpa, na sigla em inglês) prejudica o comportamento sexual de roedores, especialmente dos machos. é o que mostra um trabalho publicado na proceedings of the national academy of sciences (pnas). a substância, utilizada pela indústria química na produção de diversos tipos de plástico, tem sido combatida por médicos e ambientalistas que defendem seu banimento.
no estudo, fêmeas de rato-veadeiro consumiram bpa na dieta durante a gestação e a amamentação. a proporção da substância não ultrapassava os níveis considerados seguros, estipulados pelo fda, a autoridade sanitária americana: cerca de 50 miligramas por quilo de alimento.
a prole masculina dessas fêmeas era aparentemente idêntica aos roedores que não foram expostos ao bpa. manifestavam, no entanto, um comportamento muito diferente. não conseguiam sair de um labirinto simples que outros machos enfrentavam com facilidade.
os cientistas viram um sintoma de feminilização na incapacidade do animal em lidar com informações espaciais: na espécie estudada, os machos possuem um senso de orientação muito mais aguçado. sem ele, não conseguiriam encontrar as fêmeas espalhadas no ambiente e se reproduzir. além disso, machos expostos ao bpa foram desprezados pelas fêmeas que, de alguma forma, percebiam a diferença com relação aos outros machos.
os estudos em humanos ainda não são conclusivos. mas cheryl rosenfeld, da universidade de missouri, coautora do artigo, aponta que os dados sugerem "que garotos podem ser mais suscetíveis ao produto que garotas".
a médica ieda verreschi, da sociedade brasileira de endocrinologia e metabologia do estado de são paulo, concorda. "estudos apontam que o bisfenol a imita o comportamento dos hormônios estrogênicos (grupo de hormônios sexuais que estimulam os caracteres femininos secundários)", diz. a sociedade iniciou uma campanha para o banimento do bisfenol no país: "diga não ao bisfenol a, a vida não tem plano b".
a importação e a venda de mamadeiras que contêm o bpa está proibida na união europeia. a china também tem uma lei que proíbe a produção de frascos para alimentação infantil que contenham plásticos feitos com o produto químico.
o bpa já foi banido no canadá, na costa rica, na malásia e em pelo menos 11 estados americanos. no brasil, a proibição do elemento químico está em discussão no congresso. em abril, a justiça determinou à agência nacional de vigilância sanitária (anvisa) que regulamentasse em 40 dias a inclusão de um alerta sobre a presença da substância nas embalagens dos produtos. a agência conseguiu prorrogar o prazo até agosto e está recorrendo da decisão.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 7760,0.php
28 de junho de 2011
composto usado em plásticos prejudica vida sexual de roedores; impacto em humanos é considerado provável
o bisfenol a (bpa, na sigla em inglês) prejudica o comportamento sexual de roedores, especialmente dos machos. é o que mostra um trabalho publicado na proceedings of the national academy of sciences (pnas). a substância, utilizada pela indústria química na produção de diversos tipos de plástico, tem sido combatida por médicos e ambientalistas que defendem seu banimento.
no estudo, fêmeas de rato-veadeiro consumiram bpa na dieta durante a gestação e a amamentação. a proporção da substância não ultrapassava os níveis considerados seguros, estipulados pelo fda, a autoridade sanitária americana: cerca de 50 miligramas por quilo de alimento.
a prole masculina dessas fêmeas era aparentemente idêntica aos roedores que não foram expostos ao bpa. manifestavam, no entanto, um comportamento muito diferente. não conseguiam sair de um labirinto simples que outros machos enfrentavam com facilidade.
os cientistas viram um sintoma de feminilização na incapacidade do animal em lidar com informações espaciais: na espécie estudada, os machos possuem um senso de orientação muito mais aguçado. sem ele, não conseguiriam encontrar as fêmeas espalhadas no ambiente e se reproduzir. além disso, machos expostos ao bpa foram desprezados pelas fêmeas que, de alguma forma, percebiam a diferença com relação aos outros machos.
os estudos em humanos ainda não são conclusivos. mas cheryl rosenfeld, da universidade de missouri, coautora do artigo, aponta que os dados sugerem "que garotos podem ser mais suscetíveis ao produto que garotas".
a médica ieda verreschi, da sociedade brasileira de endocrinologia e metabologia do estado de são paulo, concorda. "estudos apontam que o bisfenol a imita o comportamento dos hormônios estrogênicos (grupo de hormônios sexuais que estimulam os caracteres femininos secundários)", diz. a sociedade iniciou uma campanha para o banimento do bisfenol no país: "diga não ao bisfenol a, a vida não tem plano b".
a importação e a venda de mamadeiras que contêm o bpa está proibida na união europeia. a china também tem uma lei que proíbe a produção de frascos para alimentação infantil que contenham plásticos feitos com o produto químico.
o bpa já foi banido no canadá, na costa rica, na malásia e em pelo menos 11 estados americanos. no brasil, a proibição do elemento químico está em discussão no congresso. em abril, a justiça determinou à agência nacional de vigilância sanitária (anvisa) que regulamentasse em 40 dias a inclusão de um alerta sobre a presença da substância nas embalagens dos produtos. a agência conseguiu prorrogar o prazo até agosto e está recorrendo da decisão.

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Re: SAUDE
campanha alerta para vírus que infecta recém-nascidos
28 de junho de 2011
"proteja o seu bebé" é o nome de campanha que será lançada hoje no hospital fernando da fonseca e que visa sensibilizar para a importância da prevenção do vírus sincicial respiratório, que pode causar bronquiolite ou até pneumonia nos recém-nascidos.
a iniciativa, que tem como madrinha a atriz cláudia vieira, pretende "informar a população em geral, os futuros pais e os profissionais de saúde sobre a necessidade de protecção do bebé prematuro" em relação a este vírus, que causa uma das infeções do aparelho respiratório mais frequentes nos primeiros dois anos de vida.
com o mote “proteja o seu bebé”, esta campanha tem como mascote o koala kiko e contará com diversos materiais de sensibilização como cartazes, folhetos, réguas medidoras para crianças, calendários, molduras com saudações, anúncios na imprensa e informação específica para recém mamãs de bebés prematuros.
o vírus sincicial respiratório pode causar bronquiolite e, em casos mais graves, pode haver complicação infecciosa e surgir pneumonia.
a infecção propaga-se por contacto através das mãos ou superfícies contaminadas e por tosse ou espirros. em portugal, este vírus surge, geralmente, nos meses de outono e inverno.
os sintomas iniciais são febre baixa, corrimento nasal, acessos de tosse e espirros. após três a cinco dias de doença podem surgir sintomas de maior gravidade, tais como tosse persistente, dificuldade respiratória e pieira.
os principais grupos de risco são os bebés prematuros, bebés com doenças pulmonares crónicas e cardiopatias congénitas, tendo a campanha nacional de sensibilização o apoio da secção de neonatologia da sociedade portuguesa de pediatria.
o vírus sincicial respiratório(vsr) é a principal causa de infeção das vias aéreas e pulmões nos bebés e crianças, menores de 2 anos de idade, sendo o principal agente infecioso que causa bronquiolite, uma infeção das vias aéreas mais pequenas dos pulmões.
o vsr é transmitido por crianças ou adultos infetados através de secreções do nariz e da boca, por contacto direto ou por gotículas através do ar. pode ser contagioso, indirectamente, quando alguém toca objectos infetados com o vírus como brinquedos, portas, canetas.
em países temperados, como portugal, esta infeção surge sobretudo entre outubro e março.
o período de incubação é de 2 a 8 dias e o período maior contágio é nos primeiros 2 a 4 dias de infeção.
inicialmente a criança tem um corrimento nasal, tosse moderada e por vezes febre e em 1 ou 2 dias a tosse agrava. podem ter dificuldade a alimentar-se, devido à dificuldade em respirar.
os grupos de risco para infeção a vsr são os bebés nascidos prematuros, crianças com doenças pulmonares e crianças com doenças cardíacas, assim como alguns bebés com imunodeficiências e doenças neuromusculares.
para as crianças nascidas prematuras, com doenças cardíacas ou doenças pulmonares, a infecção a vsr pode ser uma doença grave, requerendo hospitalização. os bebés prematuros têm os pulmões imaturos e neles pode ser difícil combater a infecção a vsr.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518338
28 de junho de 2011
"proteja o seu bebé" é o nome de campanha que será lançada hoje no hospital fernando da fonseca e que visa sensibilizar para a importância da prevenção do vírus sincicial respiratório, que pode causar bronquiolite ou até pneumonia nos recém-nascidos.
a iniciativa, que tem como madrinha a atriz cláudia vieira, pretende "informar a população em geral, os futuros pais e os profissionais de saúde sobre a necessidade de protecção do bebé prematuro" em relação a este vírus, que causa uma das infeções do aparelho respiratório mais frequentes nos primeiros dois anos de vida.
com o mote “proteja o seu bebé”, esta campanha tem como mascote o koala kiko e contará com diversos materiais de sensibilização como cartazes, folhetos, réguas medidoras para crianças, calendários, molduras com saudações, anúncios na imprensa e informação específica para recém mamãs de bebés prematuros.
o vírus sincicial respiratório pode causar bronquiolite e, em casos mais graves, pode haver complicação infecciosa e surgir pneumonia.
a infecção propaga-se por contacto através das mãos ou superfícies contaminadas e por tosse ou espirros. em portugal, este vírus surge, geralmente, nos meses de outono e inverno.
os sintomas iniciais são febre baixa, corrimento nasal, acessos de tosse e espirros. após três a cinco dias de doença podem surgir sintomas de maior gravidade, tais como tosse persistente, dificuldade respiratória e pieira.
os principais grupos de risco são os bebés prematuros, bebés com doenças pulmonares crónicas e cardiopatias congénitas, tendo a campanha nacional de sensibilização o apoio da secção de neonatologia da sociedade portuguesa de pediatria.
o vírus sincicial respiratório(vsr) é a principal causa de infeção das vias aéreas e pulmões nos bebés e crianças, menores de 2 anos de idade, sendo o principal agente infecioso que causa bronquiolite, uma infeção das vias aéreas mais pequenas dos pulmões.
o vsr é transmitido por crianças ou adultos infetados através de secreções do nariz e da boca, por contacto direto ou por gotículas através do ar. pode ser contagioso, indirectamente, quando alguém toca objectos infetados com o vírus como brinquedos, portas, canetas.
em países temperados, como portugal, esta infeção surge sobretudo entre outubro e março.
o período de incubação é de 2 a 8 dias e o período maior contágio é nos primeiros 2 a 4 dias de infeção.
inicialmente a criança tem um corrimento nasal, tosse moderada e por vezes febre e em 1 ou 2 dias a tosse agrava. podem ter dificuldade a alimentar-se, devido à dificuldade em respirar.
os grupos de risco para infeção a vsr são os bebés nascidos prematuros, crianças com doenças pulmonares e crianças com doenças cardíacas, assim como alguns bebés com imunodeficiências e doenças neuromusculares.
para as crianças nascidas prematuras, com doenças cardíacas ou doenças pulmonares, a infecção a vsr pode ser uma doença grave, requerendo hospitalização. os bebés prematuros têm os pulmões imaturos e neles pode ser difícil combater a infecção a vsr.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518338
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Re: SAUDE
poluição: dgs alerta para perigo de partículas no ar
28 de junho de 2011
a direção-geral da saúde (dgs) avisa que até quarta-feira há partículas no ar em portugal que podem ter efeitos adversos na saúde e aconselha a população a reduzir esforços ao ar livre.
uma corrente de sueste de ar quente e seco transportou para portugal continental partículas em suspensão com origem no norte de áfrica, um evento natural que se prevê que termine na quarta-feira.
num comunicado, a dgs refere que as partículas atmosféricas são inaladas pelas pessoas e podem ser responsáveis por efeitos adversos na saúde humana, além de serem um dos principais poluentes responsáveis pelos problemas de qualidade do ar.
a dgs aconselha a população em geral a reduzir os esforços prolongados e a limitar os esforços ao ar livre e a evitar a exposição a fatores de risco, como o fumo de tabaco e produtos irritantes.
a atividade física ao ar livre deve ser evitada por doentes com problemas respiratórios crónicos, como asma, por crianças e por idosos.
os doentes com problemas respiratórios crónicos devem ficar dentro dos edifícios, com as janelas fechadas e são aconselhados a respeitar os tratamentos médicos e a recorrer a cuidados caso tenham sintomas agravados.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518432
28 de junho de 2011
a direção-geral da saúde (dgs) avisa que até quarta-feira há partículas no ar em portugal que podem ter efeitos adversos na saúde e aconselha a população a reduzir esforços ao ar livre.
uma corrente de sueste de ar quente e seco transportou para portugal continental partículas em suspensão com origem no norte de áfrica, um evento natural que se prevê que termine na quarta-feira.
num comunicado, a dgs refere que as partículas atmosféricas são inaladas pelas pessoas e podem ser responsáveis por efeitos adversos na saúde humana, além de serem um dos principais poluentes responsáveis pelos problemas de qualidade do ar.
a dgs aconselha a população em geral a reduzir os esforços prolongados e a limitar os esforços ao ar livre e a evitar a exposição a fatores de risco, como o fumo de tabaco e produtos irritantes.
a atividade física ao ar livre deve ser evitada por doentes com problemas respiratórios crónicos, como asma, por crianças e por idosos.
os doentes com problemas respiratórios crónicos devem ficar dentro dos edifícios, com as janelas fechadas e são aconselhados a respeitar os tratamentos médicos e a recorrer a cuidados caso tenham sintomas agravados.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518432
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Re: SAUDE
gene que produz pessoas magras é associado a problemas no coração
28 de junho de 2011
estudo sugere que apesar de reduzirem gordura sob a pele, variantes do irs1 não diminuem perigosa gordura em torno das vísceras

genes que produzem pessoas magras foram associados a problemas no coração e à diabetes do tipo 2 - condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.

segundo pesquisa, associação entre as variantes genéticas e as doenças é mais forte nos homens
o estudo, feito pelo medical research council da grã-bretanha, sugere que variantes do gene irs1 reduzem a gordura sob a pele, mas não têm efeito sobre a gordura presente nas vísceras, em torno de órgãos como o coração e o fígado - muito mais perigosa.
o trabalho foi publicado na revista científica nature genetics e envolveu estudos genéticos com 76 mil pessoas. a associação entre as variantes genéticas e as doenças foi maior forte nos homens.
magros
a chefe do estudo, ruth loos, pesquisadora da epidemiology unit do institute of metabolic science, em cambridge, na inglaterra, disse que quando os cientistas perceberam a associação genética ficaram intrigados.
"fizemos uma fascinante descoberta genética", disse loos. e aconselhou:
"não são apenas os indivíduos obesos que podem estar predispostos a essas doenças metabólicas. indivíduos magros não devem pressupor que são saudáveis com base em sua aparência", disse loos.
o médico iain frame, diretor de pesquisas da entidade de auxílio a diabéticos diabetes uk, disse que o estudo pode "esclarecer por que 20% das pessoas com diabetes do tipo 2 sofrem da condição apesar de terem um peso saudável".
(a pesquisa) "também é uma mensagem clara de que pessoas magras não podem ser complacentes em relação à sua saúde".
comentando o novo estudo, o médico jeremy pearson, um dos diretores da british heart foundation, entidade britânica de combate às doenças do coração, disse:
"esses resultados reforçam a ideia de que, para riscos ao coração, é particularmente importante não apenas quão obeso você é, mas sim onde você deposita a gordura".
"a gordura armazenada internamente é pior para você do que a armazenada sob a pele".
"entretanto, isto não elimina o fato de que ser obeso é ruim para a saúde do seu coração, então devemos continuar tentando ficar magros e em boa forma física".
http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 7870,0.htm
28 de junho de 2011
estudo sugere que apesar de reduzirem gordura sob a pele, variantes do irs1 não diminuem perigosa gordura em torno das vísceras

genes que produzem pessoas magras foram associados a problemas no coração e à diabetes do tipo 2 - condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.

segundo pesquisa, associação entre as variantes genéticas e as doenças é mais forte nos homens
o estudo, feito pelo medical research council da grã-bretanha, sugere que variantes do gene irs1 reduzem a gordura sob a pele, mas não têm efeito sobre a gordura presente nas vísceras, em torno de órgãos como o coração e o fígado - muito mais perigosa.
o trabalho foi publicado na revista científica nature genetics e envolveu estudos genéticos com 76 mil pessoas. a associação entre as variantes genéticas e as doenças foi maior forte nos homens.
magros
a chefe do estudo, ruth loos, pesquisadora da epidemiology unit do institute of metabolic science, em cambridge, na inglaterra, disse que quando os cientistas perceberam a associação genética ficaram intrigados.
"fizemos uma fascinante descoberta genética", disse loos. e aconselhou:
"não são apenas os indivíduos obesos que podem estar predispostos a essas doenças metabólicas. indivíduos magros não devem pressupor que são saudáveis com base em sua aparência", disse loos.
o médico iain frame, diretor de pesquisas da entidade de auxílio a diabéticos diabetes uk, disse que o estudo pode "esclarecer por que 20% das pessoas com diabetes do tipo 2 sofrem da condição apesar de terem um peso saudável".
(a pesquisa) "também é uma mensagem clara de que pessoas magras não podem ser complacentes em relação à sua saúde".
comentando o novo estudo, o médico jeremy pearson, um dos diretores da british heart foundation, entidade britânica de combate às doenças do coração, disse:
"esses resultados reforçam a ideia de que, para riscos ao coração, é particularmente importante não apenas quão obeso você é, mas sim onde você deposita a gordura".
"a gordura armazenada internamente é pior para você do que a armazenada sob a pele".
"entretanto, isto não elimina o fato de que ser obeso é ruim para a saúde do seu coração, então devemos continuar tentando ficar magros e em boa forma física".
http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 7870,0.htm
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Re: SAUDE
cirurgia de redução de estômago pode devolver fertilidade
28 de junho de 2011
um estudo apresentado num congresso de medicina sugere que a cirurgia de redução gástrica pode ter ajudado a devolver a fertilidade a um grupo de mulheres obesas que não podiam ter filhos devido a um desequilíbrio hormonal causado pela sop (síndrome do ovário policístico).
os investigadores analisaram o histórico médico de 566 mulheres com obesidade mórbida que se submeteram à cirurgia de redução de estômago. os registos de nove anos incluíam 31 pacientes diagnosticadas com a sop antes da cirurgia.
algumas das mulheres com sop não queriam ter filhos e outras estavam na pós-menopausa. porém, segundo os cientistas, as seis pacientes que queriam ter filhos conseguiram conceber três anos após a cirurgia. todas haviam perdido uma quantidade significativa de peso.
mohammad jamal, autor do estudo e professor clínico assistente de cirurgia dos hospitais da universidade de iowa, afirmou ser muito cedo para se recomendar a cirurgia para as mulheres obesas com sop. contudo, a cirurgia bariátrica muitas vezes melhora os níveis de açúcar no sangue e pode reduzir a resistência à insulina, o que os estudos relacionaram à sop, observou.
a descoberta foi apresentada num encontro da sociedade americana de cirurgia bariátrica e metabólica em orlando, na florida.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518424
28 de junho de 2011
um estudo apresentado num congresso de medicina sugere que a cirurgia de redução gástrica pode ter ajudado a devolver a fertilidade a um grupo de mulheres obesas que não podiam ter filhos devido a um desequilíbrio hormonal causado pela sop (síndrome do ovário policístico).
os investigadores analisaram o histórico médico de 566 mulheres com obesidade mórbida que se submeteram à cirurgia de redução de estômago. os registos de nove anos incluíam 31 pacientes diagnosticadas com a sop antes da cirurgia.
algumas das mulheres com sop não queriam ter filhos e outras estavam na pós-menopausa. porém, segundo os cientistas, as seis pacientes que queriam ter filhos conseguiram conceber três anos após a cirurgia. todas haviam perdido uma quantidade significativa de peso.
mohammad jamal, autor do estudo e professor clínico assistente de cirurgia dos hospitais da universidade de iowa, afirmou ser muito cedo para se recomendar a cirurgia para as mulheres obesas com sop. contudo, a cirurgia bariátrica muitas vezes melhora os níveis de açúcar no sangue e pode reduzir a resistência à insulina, o que os estudos relacionaram à sop, observou.
a descoberta foi apresentada num encontro da sociedade americana de cirurgia bariátrica e metabólica em orlando, na florida.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518424
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Re: SAUDE
tuberculose: apenas região centro está na média da ue
29 de junho de 2011
a região centro é um caso singular de prevalência da tuberculose, apresentando uma situação similar à dos países mais desenvolvidos da união europeia, ao contrário do resto do país, revelou o presidente da sociedade portuguesa de pneumologia.
«é um panorama mais animador do que no resto do país», declarou carlos robalo cordeiro, em vésperas da realização do 2º congresso de pneumologia do centro, a decorrer quinta e sexta-feira em coimbra. na região centro há 16 novos casos por ano por 100 mil habitantes, equivalentes à média na união europeia, enquanto «a média em portugal ainda estará à volta dos 20 ou 20 e poucos casos», acrescentou.
o presidente da sociedade portuguesa de pneumologia encontra explicação no facto de outras zonas do país terem um diverso tipo de industrialização, como as do porto, lisboa, setúbal e faro, e de serem procuradas por um número maior de cidadãos migrantes.
no entanto, realça que a tendência é para portugal se enquadrar na média europeia «dentro de um a dois anos, a verificar-se a diminuição que se tem verificado ultimamente». «será de facto algo de salientar. há cinco anos estávamos ao nível dos piores países da união europeia, ao nível dos do leste, e hoje estamos claramente numa tendência inversa», sublinhou.
na sua perspectiva, para isso muito terá contribuído o facto de «não se ter descurado o apoio e o rastreio a esta doença, apesar das melhorias», não apenas aos doentes e seus familiares. a formação e o acompanhamento mais próximo ao nível dos cuidados de saúde primários, e a cobertura do país com centros de diagnóstico pneumológicos são outras razões apontadas pelo especialista.
o 2º congresso de pneumologia do centro, cujo tema é «o pulmão no centro», é, segundo carlos robalo cordeiro, uma oportunidade para fazer um ponto da situação de qual é a oferta, a realidade e as carências que existem na região, com a presença de representantes dos seus dez serviços e ainda de dois núcleos espanhóis vizinhos, de cáceres e salamanca.
na quinta-feira, primeiro dia, destaca-se uma mesa redonda sobre a ventiloterapia em patologia aguda e a imagem no diagnóstico em patologia torácica, bem como as técnicas de reabilitação respiratória domiciliária. para o segundo dia, está prevista a conferência de uma especialista internacional sobre alergias com medicamentos da área respiratória, mariana castells, de harvard, bem como uma mesa redonda sobre doenças respiratórias crónicas.
no caso da asma, ela é já considerada a doença crónica infantil mais prevalente nos países desenvolvidos, e afectará em portugal cerca de um milhão de pessoas, revela carlos robalo cordeiro. embora resultante de uma «predisposição genética», para ela contribui o maior conforto das sociedades desenvolvidas, nas habitações, e também a poluição dos espaços de trabalho, o que aconselha «a não se descurar desde cedo o diagnóstico», conclui o presidente da sociedade portuguesa de pneumologia.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518587
29 de junho de 2011
a região centro é um caso singular de prevalência da tuberculose, apresentando uma situação similar à dos países mais desenvolvidos da união europeia, ao contrário do resto do país, revelou o presidente da sociedade portuguesa de pneumologia.
«é um panorama mais animador do que no resto do país», declarou carlos robalo cordeiro, em vésperas da realização do 2º congresso de pneumologia do centro, a decorrer quinta e sexta-feira em coimbra. na região centro há 16 novos casos por ano por 100 mil habitantes, equivalentes à média na união europeia, enquanto «a média em portugal ainda estará à volta dos 20 ou 20 e poucos casos», acrescentou.
o presidente da sociedade portuguesa de pneumologia encontra explicação no facto de outras zonas do país terem um diverso tipo de industrialização, como as do porto, lisboa, setúbal e faro, e de serem procuradas por um número maior de cidadãos migrantes.
no entanto, realça que a tendência é para portugal se enquadrar na média europeia «dentro de um a dois anos, a verificar-se a diminuição que se tem verificado ultimamente». «será de facto algo de salientar. há cinco anos estávamos ao nível dos piores países da união europeia, ao nível dos do leste, e hoje estamos claramente numa tendência inversa», sublinhou.
na sua perspectiva, para isso muito terá contribuído o facto de «não se ter descurado o apoio e o rastreio a esta doença, apesar das melhorias», não apenas aos doentes e seus familiares. a formação e o acompanhamento mais próximo ao nível dos cuidados de saúde primários, e a cobertura do país com centros de diagnóstico pneumológicos são outras razões apontadas pelo especialista.
o 2º congresso de pneumologia do centro, cujo tema é «o pulmão no centro», é, segundo carlos robalo cordeiro, uma oportunidade para fazer um ponto da situação de qual é a oferta, a realidade e as carências que existem na região, com a presença de representantes dos seus dez serviços e ainda de dois núcleos espanhóis vizinhos, de cáceres e salamanca.
na quinta-feira, primeiro dia, destaca-se uma mesa redonda sobre a ventiloterapia em patologia aguda e a imagem no diagnóstico em patologia torácica, bem como as técnicas de reabilitação respiratória domiciliária. para o segundo dia, está prevista a conferência de uma especialista internacional sobre alergias com medicamentos da área respiratória, mariana castells, de harvard, bem como uma mesa redonda sobre doenças respiratórias crónicas.
no caso da asma, ela é já considerada a doença crónica infantil mais prevalente nos países desenvolvidos, e afectará em portugal cerca de um milhão de pessoas, revela carlos robalo cordeiro. embora resultante de uma «predisposição genética», para ela contribui o maior conforto das sociedades desenvolvidas, nas habitações, e também a poluição dos espaços de trabalho, o que aconselha «a não se descurar desde cedo o diagnóstico», conclui o presidente da sociedade portuguesa de pneumologia.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=518587




