SAUDE
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mauri
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Re: SAUDE
sida: msf pede compromissos para tratamento de nove milhões
7 de junho de 2011
a organização médicos sem fronteiras (msf) pediu segunda-feira aos governos mundiais para que se comprometam com um tratamento da sida para nove milhões de pessoas nos próximos quatro anos.
a msf exortou ainda os países que participam a partir de quarta-feira numa reunião de alto nível na onu sobre a sida para que evitem reduzir os fundos destinados a acabar com a doença num «momento chave».
para a organização, citada pela agência efe, os tratamentos contra o vih revelaram-se eficazes na redução da transmissão do vírus em 96 por cento, pelo que é primordial que os países continuem a investir no combate à infeção.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=514836
7 de junho de 2011
a organização médicos sem fronteiras (msf) pediu segunda-feira aos governos mundiais para que se comprometam com um tratamento da sida para nove milhões de pessoas nos próximos quatro anos.
a msf exortou ainda os países que participam a partir de quarta-feira numa reunião de alto nível na onu sobre a sida para que evitem reduzir os fundos destinados a acabar com a doença num «momento chave».
para a organização, citada pela agência efe, os tratamentos contra o vih revelaram-se eficazes na redução da transmissão do vírus em 96 por cento, pelo que é primordial que os países continuem a investir no combate à infeção.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=514836
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Re: SAUDE
ue oferece ajuda de r$ 345 milhões para produtores prejudicados pelo e.coli
07 de junho de 2011
segundo proposta, podutores poderão receber até 30% do valor de legumes e verduras que não puderem ser comercializadas
a união europeia deve oferecer uma ajuda financeira de 150 milhões de euros (cerca de r$ 345 milhões) para os produtores agrícolas do continente prejudicados pelo surto de infecções com a bactéria e.coli.
a afirmação foi feita pelo comissário da ue para a agricultura, dacian ciolos, antes da reunião de emergência entre os ministros da agricultura de todos os países do bloco para discutir a questão na tarde desta terça-feira, em luxemburgo.
segundo ciolos, os ministros devem analisar a possibilidade de os produtores receberem dos cofres da união europeia até 30% do custo dos legumes e verduras que não puderem ser vendidos por causa da crise.
a rússia, principal comprador de legumes e verduras produzidos pelos países do bloco, anunciou na semana passada a suspensão de todas as importações.
mais de 2.200 pessoas em 12 países já apresentaram sintomas de infecções intestinais provocadas pela bactéria. os casos registrados fora da alemanha são de pessoas que moram ou viajaram ao país.
das mortes registradas, apenas uma ocorreu fora da alemanha, na suécia.
fonte
as autoridades alemãs inicialmente responsabilizaram pepinos importados da espanha como foco da infecção, mas depois afirmaram que testes haviam descartado a possibilidade.
no último fim de semana, uma fazenda orgânica produtora de brotos de feijão para saladas perto de hamburgo foi identificada como possível origem do foco, mas testes preliminares não comprovaram até agora a presença da bactéria no local.
na manhã desta terça-feira, em discurso no parlamento europeu, em estrasburgo, na frança, o comissário da ue para a saúde, john dalli, havia pedido à alemanha que não divulgasse mais informações não confirmadas sobre a origem do surto, para não criar alarmes infundados.
a espanha diz que vai exigir da alemanha uma compensação por 100% das perdas verificadas pelos seus produtores após a acusação falsa contra os pepinos exportados pelo país.
a associação espanhola de exportadores de frutas e hortaliças estima as perdas em 225 milhões de euros (cerca de r$ 520 milhões) por semana.
após a fala de dalli no parlamento, o deputado espanhol francisco sosa-wagner discursou segurando um pepino e afirmou: "precisamos restaurar a honra do pepino".

http://www.estadao.com.br/noticias/inte ... 9034,0.htm
07 de junho de 2011
segundo proposta, podutores poderão receber até 30% do valor de legumes e verduras que não puderem ser comercializadas
a união europeia deve oferecer uma ajuda financeira de 150 milhões de euros (cerca de r$ 345 milhões) para os produtores agrícolas do continente prejudicados pelo surto de infecções com a bactéria e.coli.
a afirmação foi feita pelo comissário da ue para a agricultura, dacian ciolos, antes da reunião de emergência entre os ministros da agricultura de todos os países do bloco para discutir a questão na tarde desta terça-feira, em luxemburgo.
segundo ciolos, os ministros devem analisar a possibilidade de os produtores receberem dos cofres da união europeia até 30% do custo dos legumes e verduras que não puderem ser vendidos por causa da crise.
a rússia, principal comprador de legumes e verduras produzidos pelos países do bloco, anunciou na semana passada a suspensão de todas as importações.
mais de 2.200 pessoas em 12 países já apresentaram sintomas de infecções intestinais provocadas pela bactéria. os casos registrados fora da alemanha são de pessoas que moram ou viajaram ao país.
das mortes registradas, apenas uma ocorreu fora da alemanha, na suécia.
fonte
as autoridades alemãs inicialmente responsabilizaram pepinos importados da espanha como foco da infecção, mas depois afirmaram que testes haviam descartado a possibilidade.
no último fim de semana, uma fazenda orgânica produtora de brotos de feijão para saladas perto de hamburgo foi identificada como possível origem do foco, mas testes preliminares não comprovaram até agora a presença da bactéria no local.
na manhã desta terça-feira, em discurso no parlamento europeu, em estrasburgo, na frança, o comissário da ue para a saúde, john dalli, havia pedido à alemanha que não divulgasse mais informações não confirmadas sobre a origem do surto, para não criar alarmes infundados.
a espanha diz que vai exigir da alemanha uma compensação por 100% das perdas verificadas pelos seus produtores após a acusação falsa contra os pepinos exportados pelo país.
a associação espanhola de exportadores de frutas e hortaliças estima as perdas em 225 milhões de euros (cerca de r$ 520 milhões) por semana.
após a fala de dalli no parlamento, o deputado espanhol francisco sosa-wagner discursou segurando um pepino e afirmou: "precisamos restaurar a honra do pepino".

http://www.estadao.com.br/noticias/inte ... 9034,0.htm
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Re: SAUDE
casos de malária caem 45% com mosquiteiro
07 de junho de 2011
tela impregnada com inseticida especial é usada há três meses em rondônia, na região próxima à construção da usina hidrelétrica de jirau
uma arma simples e promissora no combate à malária começou a ser usada há três meses em rondônia: a distribuição de mosquiteiros impregnados com um inseticida especial. desde que o recurso foi adotado, o número de casos da doença caiu 45%. em março, foram feitos 892 registros da doença; no mesmo mês de 2010 foram 1.598 infecções.

operários instalam mosquiteiro em casa
a distribuição dos mosquiteiros faz parte de um plano de redução do impacto ambiental montado para a construção da usina hidrelétrica de jirau. até setembro, o consórcio deverá distribuir 10 mil peças, o suficiente para beneficiar 5 mil residências. a operação está sendo feita em quatro distritos de porto velho e outras quatro cidades próximas da obra.
"o combate à malária é feito de diversas formas, mas o maior impacto, sem dúvida, vem da distribuição do mosquiteiro", afirma antonio luiz abreu jorge, diretor de meio ambiente e sustentabilidade da energia sustentável do brasil, empresa encarregada do empreendimento.
a preocupação com a malária se explica. com a construção da hidrelétrica e a chegada de uma grande quantidade de trabalhadores na região norte, aumenta de maneira significativa o risco de a doença atingir patamares extremos. "há uma mudança grande e isso pode causar também impacto sobre alguns fatores na área da saúde", afirma jorge.
no total, trabalham nas obras de jirau cerca de 22 mil trabalhadores - alguns canteiros de grandes construtoras chegam a concentrar mais 10 mil trabalhadores. para tentar reduzir o efeito da malária sobre essa concentração humana foram adotadas ações sanitárias especiais nas cidades próximas da construção e em porto velho, destino eventual tanto de operários quanto da população das cidades em torno da obra.
para entender
drenagem de água ajuda
a malária é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos que se espalha em regiões tropicais e subtropicais. os sintomas são febre baixa e constante, dores de cabeça e musculares, calafrios e mal-estar. a transmissão pode ser reduzida com repelentes e redes contra mosquitos, inseticidas e drenagem de água parada.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 8918,0.php
07 de junho de 2011
tela impregnada com inseticida especial é usada há três meses em rondônia, na região próxima à construção da usina hidrelétrica de jirau
uma arma simples e promissora no combate à malária começou a ser usada há três meses em rondônia: a distribuição de mosquiteiros impregnados com um inseticida especial. desde que o recurso foi adotado, o número de casos da doença caiu 45%. em março, foram feitos 892 registros da doença; no mesmo mês de 2010 foram 1.598 infecções.

operários instalam mosquiteiro em casa
a distribuição dos mosquiteiros faz parte de um plano de redução do impacto ambiental montado para a construção da usina hidrelétrica de jirau. até setembro, o consórcio deverá distribuir 10 mil peças, o suficiente para beneficiar 5 mil residências. a operação está sendo feita em quatro distritos de porto velho e outras quatro cidades próximas da obra.
"o combate à malária é feito de diversas formas, mas o maior impacto, sem dúvida, vem da distribuição do mosquiteiro", afirma antonio luiz abreu jorge, diretor de meio ambiente e sustentabilidade da energia sustentável do brasil, empresa encarregada do empreendimento.
a preocupação com a malária se explica. com a construção da hidrelétrica e a chegada de uma grande quantidade de trabalhadores na região norte, aumenta de maneira significativa o risco de a doença atingir patamares extremos. "há uma mudança grande e isso pode causar também impacto sobre alguns fatores na área da saúde", afirma jorge.
no total, trabalham nas obras de jirau cerca de 22 mil trabalhadores - alguns canteiros de grandes construtoras chegam a concentrar mais 10 mil trabalhadores. para tentar reduzir o efeito da malária sobre essa concentração humana foram adotadas ações sanitárias especiais nas cidades próximas da construção e em porto velho, destino eventual tanto de operários quanto da população das cidades em torno da obra.
para entender
drenagem de água ajuda
a malária é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos que se espalha em regiões tropicais e subtropicais. os sintomas são febre baixa e constante, dores de cabeça e musculares, calafrios e mal-estar. a transmissão pode ser reduzida com repelentes e redes contra mosquitos, inseticidas e drenagem de água parada.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 8918,0.php
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Re: SAUDE
rugas são sinal de riscos de fractura entre mulheres
7 de junho de 2011
a presença e a profundidade das rugas no rosto e no pescoço podem ajudar a prever os riscos de fracturas ósseas entre as mulheres, segundo um estudo americano.

a explicação leva em conta o facto segundo o qual o nível de proteínas contido na pele está ligado ao contido nos ossos, na opinião dos autores da pesquisa, deduzindo que se o rosto e o pescoço de uma mulher são marcados por rugas profundas, ela apresenta um maior risco de fractura, devido à perda de densidade óssea.
cientistas da universidade de yale examinaram 114 mulheres na menopausa que pararam de menstruar num período de pelo menos três anos, como parte de um teste clínico ainda em curso nos estados unidos.
estudaram a pele das pacientes, com destaque para 11 pontos do rosto e do pescoço, visualmente e com um aparelho destinado a medir a elasticidade da pele da fronte e das laterais da face.
a massa e a densidade ósseas foram medidas por ultrassonografia e raios x.
«descobrimos que quando as rugas tornam-se mais numerosas e mais profundas, isso está ligado a uma perda de densidade óssea entre as que participaram do estudo», explicou lubna pal, professora de obstetrícia, ginecologia e fertilidade da faculdade de medicina de yale.
«quanto mais as rugas, mais a densidade óssea diminui, independentemente da idade ou de outros factores que influenciam a formação de massa óssea», segundo a investigadora.
para ela, a descoberta é importante porque «permitirá aos clínicos identificar os riscos de fracturas entre as mulheres por uma simples observação visual, economizando os exames mais caros».
os trabalhos sobre o assunto foram apresentados por ocasião de uma conferência da sociedade de endocrinologia americana em boston (massachusetts, nordeste).
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=514901
7 de junho de 2011
a presença e a profundidade das rugas no rosto e no pescoço podem ajudar a prever os riscos de fracturas ósseas entre as mulheres, segundo um estudo americano.

a explicação leva em conta o facto segundo o qual o nível de proteínas contido na pele está ligado ao contido nos ossos, na opinião dos autores da pesquisa, deduzindo que se o rosto e o pescoço de uma mulher são marcados por rugas profundas, ela apresenta um maior risco de fractura, devido à perda de densidade óssea.
cientistas da universidade de yale examinaram 114 mulheres na menopausa que pararam de menstruar num período de pelo menos três anos, como parte de um teste clínico ainda em curso nos estados unidos.
estudaram a pele das pacientes, com destaque para 11 pontos do rosto e do pescoço, visualmente e com um aparelho destinado a medir a elasticidade da pele da fronte e das laterais da face.
a massa e a densidade ósseas foram medidas por ultrassonografia e raios x.
«descobrimos que quando as rugas tornam-se mais numerosas e mais profundas, isso está ligado a uma perda de densidade óssea entre as que participaram do estudo», explicou lubna pal, professora de obstetrícia, ginecologia e fertilidade da faculdade de medicina de yale.
«quanto mais as rugas, mais a densidade óssea diminui, independentemente da idade ou de outros factores que influenciam a formação de massa óssea», segundo a investigadora.
para ela, a descoberta é importante porque «permitirá aos clínicos identificar os riscos de fracturas entre as mulheres por uma simples observação visual, economizando os exames mais caros».
os trabalhos sobre o assunto foram apresentados por ocasião de uma conferência da sociedade de endocrinologia americana em boston (massachusetts, nordeste).
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=514901
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Re: SAUDE
ue proíbe alemanha de fazer novos alertas de saúde sem prova científica
08 de junho de 2011
após acusar erroneamente pepinos espanhóis e brotos de soja de uma fazenda orgânica no norte do país de serem a origem do surto de infecções bacterianas que matou pelo menos 24 pessoas no último mês, alemanha é criticada por causar prejuízo econômico
a união europeia afirmou que os alertas feitos pela alemanha sobre a cepa da bactéria e. coli que matou pelo menos 24 pessoas não tiveram base científica. por esse motivo, ordenou que o país, onde o surto surgiu há cerca de um mês, não faça novos alertas.

mistério. paciente contaminada pela bactéria 'e. coli' recebe atendimento na uti de hospital de luebeck, norte da alemanha
as duras críticas ocorrem em meio a uma guerra pelo valor das compensações aos países afetados pela queda na venda de legumes, erroneamente acusados de terem causado o surto. a ue ofereceu ontem 150 milhões (r$ 347 milhões), mas espanha e outros oito países querem mais.
o caos começou quando o serviço de saúde da alemanha acusou o pepino espanhol. no fim de semana, a culpa caiu sobre brotos de soja, também inocentados após testes. o comissário de saúde da ue, john dalli, advertiu a alemanha a não fazer mais alertas de saúde até que determine a origem da bactéria.
em discurso no parlamento europeu, dalli insistiu na necessidade de provas científicas. "autoridades não podem se precipitar ou tomar conclusões prematuras, já que isso pode gerar medos injustificados entre a população e criar problemas para os produtores de alimentos." ontem, a ministra de agricultura da alemanha, ilse aigner, defendeu a atuação de berlim.
tanto a organização mundial da saúde (oms) como cientistas alertam que o tempo está se esgotando para que as autoridades alemãs encontrem a origem da bactéria, que já infectou mais de 2,4 mil pessoas. para eles, é cada vez mais difícil detectar a origem do micro-organismo.
e, em alguns dias, essa busca se tornará impossível. isso porque os produtos podem desaparecer ou o surto pode perder força, como parece ser o caso, porque a expansão no número de casos já ficou mais lenta. "se não for encontrada a origem em uma semana, podemos nunca saber o que o causou", afirmou guenael rodier, diretor de doenças transmissíveis da oms.
na alemanha - onde as mortes podem subir, já que 642 pessoas estariam sofrendo sérias complicações -, os testes continuam. mas o fato de a bactéria não ter sido encontrada em um legume não significa que ele não seja o responsável. o problema é que ela pode estar em apenas alguns carregamentos. para dalli, o surto está limitado à área de hamburgo. ele insistiu que não há motivo para banir produtos europeus de outros mercados, como fez a rússia.
os estados unidos já confirmaram seu primeiro caso, justamente de alguém que esteve na alemanha. além disso, o surto foi detectado no tennessee, com oito casos e uma morte. mas não há nenhuma indicação de que esses estejam relacionados com os da alemanha.
compensação. a espanha calculou suas perdas com a crise em 400 milhões (r$ 927 milhões), por isso rejeitou a oferta de 150 milhões feita pelo bloco europeu. o prejuízo teria sido de 100 milhões, por semana, na itália, 50 milhões na holanda e 30 milhões na frança. "o valor não é suficiente", afirmou rosa aguilar, ministra de agricultura da espanha. madri quer que a compensação seja de pelo menos 90% das perdas, e não 30%, como oferece a ue. o bloco indicou que o valor oferecido pode crescer, mas rejeitou o pedido de repor 90% das perdas.
o valor também foi rejeitado por bruno le maire, ministro da agricultura francês. a alemanha diz que aceita pagar, desde que toda a ue participe. madri ameaçou levar os alemães ao tribunal se o pagamento não ocorrer.
segundo os produtores, além de não conseguir vender, os alimentos despencaram de preço. o pepino caiu de 21 centavos de euro para 5 centavos.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 9310,0.php
08 de junho de 2011
após acusar erroneamente pepinos espanhóis e brotos de soja de uma fazenda orgânica no norte do país de serem a origem do surto de infecções bacterianas que matou pelo menos 24 pessoas no último mês, alemanha é criticada por causar prejuízo econômico
a união europeia afirmou que os alertas feitos pela alemanha sobre a cepa da bactéria e. coli que matou pelo menos 24 pessoas não tiveram base científica. por esse motivo, ordenou que o país, onde o surto surgiu há cerca de um mês, não faça novos alertas.

mistério. paciente contaminada pela bactéria 'e. coli' recebe atendimento na uti de hospital de luebeck, norte da alemanha
as duras críticas ocorrem em meio a uma guerra pelo valor das compensações aos países afetados pela queda na venda de legumes, erroneamente acusados de terem causado o surto. a ue ofereceu ontem 150 milhões (r$ 347 milhões), mas espanha e outros oito países querem mais.
o caos começou quando o serviço de saúde da alemanha acusou o pepino espanhol. no fim de semana, a culpa caiu sobre brotos de soja, também inocentados após testes. o comissário de saúde da ue, john dalli, advertiu a alemanha a não fazer mais alertas de saúde até que determine a origem da bactéria.
em discurso no parlamento europeu, dalli insistiu na necessidade de provas científicas. "autoridades não podem se precipitar ou tomar conclusões prematuras, já que isso pode gerar medos injustificados entre a população e criar problemas para os produtores de alimentos." ontem, a ministra de agricultura da alemanha, ilse aigner, defendeu a atuação de berlim.
tanto a organização mundial da saúde (oms) como cientistas alertam que o tempo está se esgotando para que as autoridades alemãs encontrem a origem da bactéria, que já infectou mais de 2,4 mil pessoas. para eles, é cada vez mais difícil detectar a origem do micro-organismo.
e, em alguns dias, essa busca se tornará impossível. isso porque os produtos podem desaparecer ou o surto pode perder força, como parece ser o caso, porque a expansão no número de casos já ficou mais lenta. "se não for encontrada a origem em uma semana, podemos nunca saber o que o causou", afirmou guenael rodier, diretor de doenças transmissíveis da oms.
na alemanha - onde as mortes podem subir, já que 642 pessoas estariam sofrendo sérias complicações -, os testes continuam. mas o fato de a bactéria não ter sido encontrada em um legume não significa que ele não seja o responsável. o problema é que ela pode estar em apenas alguns carregamentos. para dalli, o surto está limitado à área de hamburgo. ele insistiu que não há motivo para banir produtos europeus de outros mercados, como fez a rússia.
os estados unidos já confirmaram seu primeiro caso, justamente de alguém que esteve na alemanha. além disso, o surto foi detectado no tennessee, com oito casos e uma morte. mas não há nenhuma indicação de que esses estejam relacionados com os da alemanha.
compensação. a espanha calculou suas perdas com a crise em 400 milhões (r$ 927 milhões), por isso rejeitou a oferta de 150 milhões feita pelo bloco europeu. o prejuízo teria sido de 100 milhões, por semana, na itália, 50 milhões na holanda e 30 milhões na frança. "o valor não é suficiente", afirmou rosa aguilar, ministra de agricultura da espanha. madri quer que a compensação seja de pelo menos 90% das perdas, e não 30%, como oferece a ue. o bloco indicou que o valor oferecido pode crescer, mas rejeitou o pedido de repor 90% das perdas.
o valor também foi rejeitado por bruno le maire, ministro da agricultura francês. a alemanha diz que aceita pagar, desde que toda a ue participe. madri ameaçou levar os alemães ao tribunal se o pagamento não ocorrer.
segundo os produtores, além de não conseguir vender, os alimentos despencaram de preço. o pepino caiu de 21 centavos de euro para 5 centavos.
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Re: SAUDE
dia da imunização: moda de não vacinar preocupa
8 de junho de 2011
a moda de não vacinar crianças está a fazer a europa recuar anos na luta contra doenças quase erradicadas e que hoje voltam a matar. portugal ainda é exceção, com uma boa taxa de cobertura e sem casos registados.
contactada pela lusa a propósito do dia mundial da imunização, que se assinala na quinta-feira, a subdiretora-geral da saúde, graça freitas, disse que são vários os países europeus onde a moda de não vacinar os filhos está a fazer voltar doenças quase erradicadas, como o sarampo.
um alerta emitido pelo centro europeu para a prevenção e controlo de doenças revela que o declínio da vacinação, causado por grupos de pessoas anti vacinas, está na origem do aumento da incidência de antigas doenças infeciosas.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515085
8 de junho de 2011
a moda de não vacinar crianças está a fazer a europa recuar anos na luta contra doenças quase erradicadas e que hoje voltam a matar. portugal ainda é exceção, com uma boa taxa de cobertura e sem casos registados.
contactada pela lusa a propósito do dia mundial da imunização, que se assinala na quinta-feira, a subdiretora-geral da saúde, graça freitas, disse que são vários os países europeus onde a moda de não vacinar os filhos está a fazer voltar doenças quase erradicadas, como o sarampo.
um alerta emitido pelo centro europeu para a prevenção e controlo de doenças revela que o declínio da vacinação, causado por grupos de pessoas anti vacinas, está na origem do aumento da incidência de antigas doenças infeciosas.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515085
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Re: SAUDE
radiação ultravioleta: nove regiões com níveis muito altos
8 de junho de 2011
nove regiões do país apresentam hoje um nível de radiação ultravioleta (uv) muito alto, de acordo com dados do instituto de meteorologia (im).
as regiões de bragança, coimbra, évora, faro, funchal, na madeira, lisboa, penhas douradas, sines e viana do castelo, apresentam níveis muito altos de radiação ultravioleta, entre os índices 8 e 10.
de acordo com o im, a incidência de radiação será maior entre as 11:00 e as 15:00 em bragança e nas penhas douradas, e entre as 12:00 e as 16:00 em coimbra, évora, faro, funchal, lisboa, sines e viana do castelo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515086
8 de junho de 2011
nove regiões do país apresentam hoje um nível de radiação ultravioleta (uv) muito alto, de acordo com dados do instituto de meteorologia (im).
as regiões de bragança, coimbra, évora, faro, funchal, na madeira, lisboa, penhas douradas, sines e viana do castelo, apresentam níveis muito altos de radiação ultravioleta, entre os índices 8 e 10.
de acordo com o im, a incidência de radiação será maior entre as 11:00 e as 15:00 em bragança e nas penhas douradas, e entre as 12:00 e as 16:00 em coimbra, évora, faro, funchal, lisboa, sines e viana do castelo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515086
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Re: SAUDE
dgs: cartão europeu de seguro de doença «é gratuito»
7 de junho de 2011
a direção-geral da saúde (dgs) aconselhou hoje os cidadãos que viajem para países da união europeia a requisitarem o cartão europeu de seguro de doença e lembrou que este é fornecido gratuitamente pelo sistema de segurança social.
«se vai visitar outro estado-membro da união europeia, a islândia, o liechtenstein, a noruega ou a suíça, faça-se acompanhar do cartão europeu de seguro de doença», que «assegura, nos estados-membros acima referidos, a prestação de cuidados de saúde públicos necessários e acelera o reembolso», refere a dgs num comunicado hoje publicado na sua página da internet.
a dgs lembra que o cartão «é fornecido gratuitamente» e pode ser obtido junto dos serviços locais dos centros distritais de segurança social ou lojas do cidadão (em portugal continental), junto dos serviços dos centros de prestações pecuniárias quanto à região autónoma dos açores e nos serviços do centro de segurança social da madeira no caso desta região autónoma.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515037
7 de junho de 2011
a direção-geral da saúde (dgs) aconselhou hoje os cidadãos que viajem para países da união europeia a requisitarem o cartão europeu de seguro de doença e lembrou que este é fornecido gratuitamente pelo sistema de segurança social.
«se vai visitar outro estado-membro da união europeia, a islândia, o liechtenstein, a noruega ou a suíça, faça-se acompanhar do cartão europeu de seguro de doença», que «assegura, nos estados-membros acima referidos, a prestação de cuidados de saúde públicos necessários e acelera o reembolso», refere a dgs num comunicado hoje publicado na sua página da internet.
a dgs lembra que o cartão «é fornecido gratuitamente» e pode ser obtido junto dos serviços locais dos centros distritais de segurança social ou lojas do cidadão (em portugal continental), junto dos serviços dos centros de prestações pecuniárias quanto à região autónoma dos açores e nos serviços do centro de segurança social da madeira no caso desta região autónoma.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515037
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Re: SAUDE
sida: prevenção nas missões de paz deve aumentar - onu
7 de junho de 2011
o conselho de segurança da onu reconheceu hoje a necessidade de aumento das campanhas de prevenção da sida nas suas missões de paz e pediu a continuidade da intervenção internacional contra a pandemia, noticia a efe.
trinta anos depois da descoberta do vírus vih, que contamina diariamente sete mil pessoas, as nações unidas organizam, a partir de quarta-feira, uma cimeira de três dias sobre os compromissos futuros da comunidade internacional em relação à doença.
numa nova resolução sobre a sida hoje aprovada, o conselho de segurança, do qual portugal é membro não permanente, recomenda a incorporação de serviços de prevenção, tratamento e assessoria nas missões de paz dos «capacetes azuis».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515075
7 de junho de 2011
o conselho de segurança da onu reconheceu hoje a necessidade de aumento das campanhas de prevenção da sida nas suas missões de paz e pediu a continuidade da intervenção internacional contra a pandemia, noticia a efe.
trinta anos depois da descoberta do vírus vih, que contamina diariamente sete mil pessoas, as nações unidas organizam, a partir de quarta-feira, uma cimeira de três dias sobre os compromissos futuros da comunidade internacional em relação à doença.
numa nova resolução sobre a sida hoje aprovada, o conselho de segurança, do qual portugal é membro não permanente, recomenda a incorporação de serviços de prevenção, tratamento e assessoria nas missões de paz dos «capacetes azuis».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515075
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Re: SAUDE
maternidades: recém-nascidos mais seguros
8 de junho de 2011
os recém-nascidos nascem hoje mais seguros nos hospitais portugueses, mas há medidas que ainda estão insuficientemente aplicadas, como a pulseira eletrónica, a videovigilância ou a codificação das portas de acesso, segundo uma auditoria do regulador do setor.
a ação foi desenvolvida pela entidade reguladora da saúde (ers) e visou averiguar o cumprimento dos requisitos de um despacho de 2008 sobre segurança dos recém-nascidos, que foi publicado após o rapto nesse ano de uma criança no hospital padre américo, em penafiel.
segundo o relatório desta ação, a que a lusa teve acesso, “globalmente, os índices de observância de medidas de segurança instituídas em prol da segurança do recém-nascido obedecem a níveis de cumprimento satisfatórios”.
em análise estiveram 63 instituições: 63,5% do setor público, 28,6% do privado e 7,9% do social.
um dos parâmetros avaliados foi a videovigilância, tendo a ers apurado que 55 prestadores (87,3%) afirmaram dispor deste sistema.
o regulador apurou uma taxa de cobertura das áreas consideradas vulneráveis “especialmente baixa” nas zonas exteriores: 25 instituições não incluem os acessos ao estabelecimento e apenas 35 vigiam os parques de estacionamento.
os resultados também foram “pouco animadores” em relação às características dos dispositivos utilizados.
dos inquiridos, 52 prestadores (82,5%) afirmam possuir sistemas de videovigilância com monitorização, mas somente 20 instituições monitorizam com recurso a gravação de imagem em alta definição.
a inexistência de gravação de imagem em alta definição “condiciona significativamente a utilidade dos sistemas de videovigilância adotados, designadamente em caso de necessidade de visualização, para efeitos de reconhecimento de potenciais situação de risco, ou mesmo de reconstituição de situações de quebra de segurança”.
sobre a estrutura física dos serviços, a ers apurou que, “apesar de 45 instituições (71,4%) declararem que os respetivos serviços de obstetrícia se encontram instalados em zona de acesso funcional restrito, maioritariamente tal restrição não contempla a existência de porta de acesso codificado, já que 36 dos inquiridos (55,6%) reconhecem não dispor deste mecanismo”.
ao nível da pulseira identificativa, a ers identificou que os serviços de obstetrícia de 59 instituições (93,7%) procedem à “identificação dos recém-nascidos por meio de pulseira identificativa - por norma de material plástico - onde se inscrevem informações que permitem identificar o bebé em causa”.
sobre a pulseira eletrónica, 41 (em 63) instituições declararam possuir este sistema de segurança no serviço de obstetrícia, enquanto apenas 34 (em 51) confirmaram utilizar este dispositivo na neonatologia.
“apesar de se tratar de uma população proporcionalmente baixa, considera-se que este esforço merece ser positivamente realçado, levando em conta o custo de investimento e as exigências infraestruturais associadas a este mecanismo”.
a ers destaca “os valores obtidos pelos prestadores de sector privado que, não estando abrangidos pela obrigatoriedade legal, terão optado pela implementação do sistema de segurança”.
a lei em questão (despacho n.º 20730/2008) apenas define os procedimentos a adotar nesta matéria para hospitais do serviço nacional de saúde.
outro parâmetro avaliado foi a identificação dos profissionais, verificando-se “uma boa percentagem de cumprimento no controlo de entradas e saídas de pessoas estranhas aos serviços, superior a 90% por cento em ambas as situações”.
“da análise integrada dos resultados obtidos foi possível concluir que, globalmente, os índices de observância de medidas de segurança instituídas em prol da segurança do recém-nascido obedecem a níveis de cumprimento satisfatórios”, lê-se no documento.
em 2010, nasceram nos hospitais do setor público 73.935 crianças, no privado 8.707 e no social 1.112.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515205
8 de junho de 2011
os recém-nascidos nascem hoje mais seguros nos hospitais portugueses, mas há medidas que ainda estão insuficientemente aplicadas, como a pulseira eletrónica, a videovigilância ou a codificação das portas de acesso, segundo uma auditoria do regulador do setor.
a ação foi desenvolvida pela entidade reguladora da saúde (ers) e visou averiguar o cumprimento dos requisitos de um despacho de 2008 sobre segurança dos recém-nascidos, que foi publicado após o rapto nesse ano de uma criança no hospital padre américo, em penafiel.
segundo o relatório desta ação, a que a lusa teve acesso, “globalmente, os índices de observância de medidas de segurança instituídas em prol da segurança do recém-nascido obedecem a níveis de cumprimento satisfatórios”.
em análise estiveram 63 instituições: 63,5% do setor público, 28,6% do privado e 7,9% do social.
um dos parâmetros avaliados foi a videovigilância, tendo a ers apurado que 55 prestadores (87,3%) afirmaram dispor deste sistema.
o regulador apurou uma taxa de cobertura das áreas consideradas vulneráveis “especialmente baixa” nas zonas exteriores: 25 instituições não incluem os acessos ao estabelecimento e apenas 35 vigiam os parques de estacionamento.
os resultados também foram “pouco animadores” em relação às características dos dispositivos utilizados.
dos inquiridos, 52 prestadores (82,5%) afirmam possuir sistemas de videovigilância com monitorização, mas somente 20 instituições monitorizam com recurso a gravação de imagem em alta definição.
a inexistência de gravação de imagem em alta definição “condiciona significativamente a utilidade dos sistemas de videovigilância adotados, designadamente em caso de necessidade de visualização, para efeitos de reconhecimento de potenciais situação de risco, ou mesmo de reconstituição de situações de quebra de segurança”.
sobre a estrutura física dos serviços, a ers apurou que, “apesar de 45 instituições (71,4%) declararem que os respetivos serviços de obstetrícia se encontram instalados em zona de acesso funcional restrito, maioritariamente tal restrição não contempla a existência de porta de acesso codificado, já que 36 dos inquiridos (55,6%) reconhecem não dispor deste mecanismo”.
ao nível da pulseira identificativa, a ers identificou que os serviços de obstetrícia de 59 instituições (93,7%) procedem à “identificação dos recém-nascidos por meio de pulseira identificativa - por norma de material plástico - onde se inscrevem informações que permitem identificar o bebé em causa”.
sobre a pulseira eletrónica, 41 (em 63) instituições declararam possuir este sistema de segurança no serviço de obstetrícia, enquanto apenas 34 (em 51) confirmaram utilizar este dispositivo na neonatologia.
“apesar de se tratar de uma população proporcionalmente baixa, considera-se que este esforço merece ser positivamente realçado, levando em conta o custo de investimento e as exigências infraestruturais associadas a este mecanismo”.
a ers destaca “os valores obtidos pelos prestadores de sector privado que, não estando abrangidos pela obrigatoriedade legal, terão optado pela implementação do sistema de segurança”.
a lei em questão (despacho n.º 20730/2008) apenas define os procedimentos a adotar nesta matéria para hospitais do serviço nacional de saúde.
outro parâmetro avaliado foi a identificação dos profissionais, verificando-se “uma boa percentagem de cumprimento no controlo de entradas e saídas de pessoas estranhas aos serviços, superior a 90% por cento em ambas as situações”.
“da análise integrada dos resultados obtidos foi possível concluir que, globalmente, os índices de observância de medidas de segurança instituídas em prol da segurança do recém-nascido obedecem a níveis de cumprimento satisfatórios”, lê-se no documento.
em 2010, nasceram nos hospitais do setor público 73.935 crianças, no privado 8.707 e no social 1.112.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515205
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Re: SAUDE
consumo continuado de drogas aumentou 66%
8 de junho de 2011
entre 2001, data em que foi implementada a política de descriminalização da droga em portugal, e 2007, o consumo continuado de drogas registou, em termos absolutos, uma subida de 66%.
a conclusão pertence a um relatório publicado pelo instituto da droga e toxicodependência (idt) em novembro de 2008, que acrescenta ainda que no período em análise se registou uma subida de 37% no consumo de cannabis, de 215% no de cocaína, de 57,5% no de heroína e de 85% no de ecstasy.
o mesmo relatório aponta que o número de óbitos com resultados positivos para drogas registados no instituto de medicina legal em 2007 registou um aumento de 45%, o valor mais elevado desde 2001, reforçando a tendência para a subida desde 2005. no que diz respeito ao hiv/sida, segundo o recente relatório (novembro de 2010) do observatório europeu das drogas e da toxicodependência, portugal é o país que apresenta os valores mais elevados da europa.
revelou ainda um relatório das nações unidas de junho de 2009 ter havido em portugal um aumento de 40% nos homicídios relacionados com drogas, o valor mais elevado de toda a europa.
“estes dados vêm contrariar as conclusões de um controverso relatório de uma auto denominada comissão global de políticas sobre drogas, prontamente repudiado pelo governo dos estados unidos e da rússia, que referem portugal como um «caso de sucesso» no combate à droga e dão conta de uma diminuição do consumo de heroína no nosso país (segundo richard branson, um dos signatários, desceu para metade…). estamos a falar, portanto, de desinformação pura. é de facto extremamente preocupante que, com o objectivo de legalizar as drogas, se faça a apologia de um modelo que já provou estar a ser mais prejudicial que benéfico” explica manuel pinto coelho, presidente da associação para um portugal livre de drogas (apld).
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515231
8 de junho de 2011
entre 2001, data em que foi implementada a política de descriminalização da droga em portugal, e 2007, o consumo continuado de drogas registou, em termos absolutos, uma subida de 66%.
a conclusão pertence a um relatório publicado pelo instituto da droga e toxicodependência (idt) em novembro de 2008, que acrescenta ainda que no período em análise se registou uma subida de 37% no consumo de cannabis, de 215% no de cocaína, de 57,5% no de heroína e de 85% no de ecstasy.
o mesmo relatório aponta que o número de óbitos com resultados positivos para drogas registados no instituto de medicina legal em 2007 registou um aumento de 45%, o valor mais elevado desde 2001, reforçando a tendência para a subida desde 2005. no que diz respeito ao hiv/sida, segundo o recente relatório (novembro de 2010) do observatório europeu das drogas e da toxicodependência, portugal é o país que apresenta os valores mais elevados da europa.
revelou ainda um relatório das nações unidas de junho de 2009 ter havido em portugal um aumento de 40% nos homicídios relacionados com drogas, o valor mais elevado de toda a europa.
“estes dados vêm contrariar as conclusões de um controverso relatório de uma auto denominada comissão global de políticas sobre drogas, prontamente repudiado pelo governo dos estados unidos e da rússia, que referem portugal como um «caso de sucesso» no combate à droga e dão conta de uma diminuição do consumo de heroína no nosso país (segundo richard branson, um dos signatários, desceu para metade…). estamos a falar, portanto, de desinformação pura. é de facto extremamente preocupante que, com o objectivo de legalizar as drogas, se faça a apologia de um modelo que já provou estar a ser mais prejudicial que benéfico” explica manuel pinto coelho, presidente da associação para um portugal livre de drogas (apld).
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515231
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Re: SAUDE
surtos de sarampo na europa levam dgs a reforçar vacinação
8 de junho de 2011
a direção-geral de saúde (dgs) emitiu uma circular dirigida a profissionais de saúde no sentido de reforçarem a vacinação contra o sarampo, na sequência dos surtos que estão a eclodir em vários países da europa.
o apelo incide muito na população adulta, nascida depois de 1969 que nunca tenha contraído a doença, mas também nas crianças, de acordo com o plano nacional de vacinação, e indivíduos que não estejam corretamente vacinados, e que devem ser convocados oportunamente.
a dgs alerta ainda para a necessidade de identificar e vacinar “grupos de suscetíveis”, tais como famílias ou pequenas comunidades cujas características culturais ou socioeconómicas podem estar associadas a baixas coberturas vacinais.
o objetivo é a redução do número de indivíduos suscetíveis ao sarampo na população, para evitar a ocorrência de cadeias de transmissão a partir de casos importados, sendo esta vacinação gratuita.
a dgs pretende atingir uma taxa de cobertura vacinal igual ou superior a 98 por cento da população. atualmente a taxa de cobertura em portugal ronda os 95 por cento.
o sarampo é uma das infeções virais mais contagiosas, transmitindo-se pessoa a pessoa ou por via aérea, mas apesar das recomendações de vacinação da oms, nos últimos anos, e com maior intensidade nos últimos meses, têm vindo a ocorrer surtos de sarampo na europa, junto de populações em que a cobertura com a vacina contra o sarampo é insuficiente.
esta falta de cobertura vacinal explica-se em grande parte com uma moda relativamente recente de não vacinar os filhos por questões ideológicas e que reúne muitos adeptos em vários países europeus, confirmou à lusa graça freitas, subdiretora-geral da dgs, ressalvando que portugal não se inclui nesse grupo, uma vez que o número de pessoas que faz uso desse direito é residual.
o último caso autóctone foi declarado em 2002 e após isso, apenas dois casos de sarampo foram registados em portugal, ambos em pessoas oriundas de outros países, sem que tenha havido contágio.
um alerta emitido recentemente pelo centro europeu para a prevenção e controlo de doenças revela que o declínio da vacinação é causado por grupos de pessoas anti vacinas e está na origem do aumento da incidência de antigas doenças infeciosas que se encontravam praticamente erradicadas.
a informação constante desta circular emitida terça-feira pela dgs não é nova, tendo sido feitos já vários apelos neste sentido nos últimos tempos, nomeadamente pela organização mundial da saúde.
em meados de maio, a então ministra da saúde, ana jorge, falou à lusa da necessidade de reforçar a vacinação contra o sarampo e lembrou a existência de “bolsas da população” em que os níveis são mais reduzidos.
na altura, a responsável sublinhou que se trata de uma doença muito grave e que só com uma taxa de cobertura de 98 por cento é possível garantir que não há surto de sarampo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515250
8 de junho de 2011
a direção-geral de saúde (dgs) emitiu uma circular dirigida a profissionais de saúde no sentido de reforçarem a vacinação contra o sarampo, na sequência dos surtos que estão a eclodir em vários países da europa.
o apelo incide muito na população adulta, nascida depois de 1969 que nunca tenha contraído a doença, mas também nas crianças, de acordo com o plano nacional de vacinação, e indivíduos que não estejam corretamente vacinados, e que devem ser convocados oportunamente.
a dgs alerta ainda para a necessidade de identificar e vacinar “grupos de suscetíveis”, tais como famílias ou pequenas comunidades cujas características culturais ou socioeconómicas podem estar associadas a baixas coberturas vacinais.
o objetivo é a redução do número de indivíduos suscetíveis ao sarampo na população, para evitar a ocorrência de cadeias de transmissão a partir de casos importados, sendo esta vacinação gratuita.
a dgs pretende atingir uma taxa de cobertura vacinal igual ou superior a 98 por cento da população. atualmente a taxa de cobertura em portugal ronda os 95 por cento.
o sarampo é uma das infeções virais mais contagiosas, transmitindo-se pessoa a pessoa ou por via aérea, mas apesar das recomendações de vacinação da oms, nos últimos anos, e com maior intensidade nos últimos meses, têm vindo a ocorrer surtos de sarampo na europa, junto de populações em que a cobertura com a vacina contra o sarampo é insuficiente.
esta falta de cobertura vacinal explica-se em grande parte com uma moda relativamente recente de não vacinar os filhos por questões ideológicas e que reúne muitos adeptos em vários países europeus, confirmou à lusa graça freitas, subdiretora-geral da dgs, ressalvando que portugal não se inclui nesse grupo, uma vez que o número de pessoas que faz uso desse direito é residual.
o último caso autóctone foi declarado em 2002 e após isso, apenas dois casos de sarampo foram registados em portugal, ambos em pessoas oriundas de outros países, sem que tenha havido contágio.
um alerta emitido recentemente pelo centro europeu para a prevenção e controlo de doenças revela que o declínio da vacinação é causado por grupos de pessoas anti vacinas e está na origem do aumento da incidência de antigas doenças infeciosas que se encontravam praticamente erradicadas.
a informação constante desta circular emitida terça-feira pela dgs não é nova, tendo sido feitos já vários apelos neste sentido nos últimos tempos, nomeadamente pela organização mundial da saúde.
em meados de maio, a então ministra da saúde, ana jorge, falou à lusa da necessidade de reforçar a vacinação contra o sarampo e lembrou a existência de “bolsas da população” em que os níveis são mais reduzidos.
na altura, a responsável sublinhou que se trata de uma doença muito grave e que só com uma taxa de cobertura de 98 por cento é possível garantir que não há surto de sarampo.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515250
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Re: SAUDE
e-coli, o que é
tudo sobre a bactéria que está a matar na alemanha
02 | 06 | 2011
o número de vítimas mortais da bactéria e-coli já chegou aos 18, com mais de 1500 pessoas afectadas em nove países da europa, sobretudo na alemanha. mas final o que é esta bactéria, cujo surto deu origem a um alerta grave de saúde pública, que vigora também em portugal?


chama-se síndrome hemolítica-urémica (shu) ao problema que já matou 18 pessoas na europa, notificado desde a segunda semana de maio. uma doença que pode originar falência renal – os rins deixam de funcionar -, uma complicação resultante de uma infecção pela bactéria escherichia coli, que vive nos intestinos de humanos e animais, informa a organização mundial de saúde.
mas afinal, o que é a e.coli?
trata-se de uma bactéria que existe na europa, eua e japão, estimando-se que cerca de 30% dos animais nestas zonas estejam com ela infectados
como se transmite?
através do contacto com:
- carne contaminada dos animais, devendo evitar-se o consumo de carne mal passada;
- através de leite não pasteurizado de animais contaminados;
- através das fezes dos animais, usada como estrume, podendo ainda contaminar a água, usada para regar os vegetais.
quais os sintomas?
os sintomas surgem sete dias após a infecção e são:
- cólicas abdominais fortes, seguidas de diarreias hemorrágicas durante dois a cinco dias;
- febre, náuseas e vómitos, outros dos sintomas possíveis.
no entanto, nos casos, como o actual, em que a estirpe é mais agressiva, os sintomas podem ser mais graves e levar mesmo até à morte. isto porque embora a maior parte das e.coli sejam inofensivas, o grupo das enterohemorrágicas pode produzir toxinas, que causam danos nas células sanguíneas e nos rins.
de acordo com a oms, trata-se de um surto invulgar, isto porque se desenvolveu rapidamente, tendo afectado um número elevado de adultos (86% dos casos foram diagnosticados em maiores de 18 anos ou mais), sobretudo mulheres (67%), em vez do grupos de risco considerados normais – crianças e idosos.
o que fazer?
as pessoas que apresentarem estes sintomas e que tenham visitado recentemente a alemanha, sobretudo o norte do país, devem procurar ajuda médica. depois, deve-se ainda:
- lavar regularmente as mãos, sobretudo antes da preparação dos alimentos e depois das idas à casa-de-banho - altamente recomendável, sobretudo para as pessoas que tomem conta de crianças pequenas, já que a bactéria pode passar de pessoa a pessoa, assim como através dos alimentos, água e contacto directo com animais;
- lavar cuidadosamente a fruta e os vegetais;
? prevenir a contaminação cruzada, não utilizando os mesmos utensílios para diferentes alimentos (facas, garfos, tábuas de cozinha, etc.);
? separar os alimentos em preparação dos alimentos cozinhados
chama-se síndrome hemolítica-urémica (s ... cozinhados
tudo sobre a bactéria que está a matar na alemanha
02 | 06 | 2011
o número de vítimas mortais da bactéria e-coli já chegou aos 18, com mais de 1500 pessoas afectadas em nove países da europa, sobretudo na alemanha. mas final o que é esta bactéria, cujo surto deu origem a um alerta grave de saúde pública, que vigora também em portugal?
chama-se síndrome hemolítica-urémica (shu) ao problema que já matou 18 pessoas na europa, notificado desde a segunda semana de maio. uma doença que pode originar falência renal – os rins deixam de funcionar -, uma complicação resultante de uma infecção pela bactéria escherichia coli, que vive nos intestinos de humanos e animais, informa a organização mundial de saúde.
mas afinal, o que é a e.coli?
trata-se de uma bactéria que existe na europa, eua e japão, estimando-se que cerca de 30% dos animais nestas zonas estejam com ela infectados
como se transmite?
através do contacto com:
- carne contaminada dos animais, devendo evitar-se o consumo de carne mal passada;
- através de leite não pasteurizado de animais contaminados;
- através das fezes dos animais, usada como estrume, podendo ainda contaminar a água, usada para regar os vegetais.
quais os sintomas?
os sintomas surgem sete dias após a infecção e são:
- cólicas abdominais fortes, seguidas de diarreias hemorrágicas durante dois a cinco dias;
- febre, náuseas e vómitos, outros dos sintomas possíveis.
no entanto, nos casos, como o actual, em que a estirpe é mais agressiva, os sintomas podem ser mais graves e levar mesmo até à morte. isto porque embora a maior parte das e.coli sejam inofensivas, o grupo das enterohemorrágicas pode produzir toxinas, que causam danos nas células sanguíneas e nos rins.
de acordo com a oms, trata-se de um surto invulgar, isto porque se desenvolveu rapidamente, tendo afectado um número elevado de adultos (86% dos casos foram diagnosticados em maiores de 18 anos ou mais), sobretudo mulheres (67%), em vez do grupos de risco considerados normais – crianças e idosos.
o que fazer?
as pessoas que apresentarem estes sintomas e que tenham visitado recentemente a alemanha, sobretudo o norte do país, devem procurar ajuda médica. depois, deve-se ainda:
- lavar regularmente as mãos, sobretudo antes da preparação dos alimentos e depois das idas à casa-de-banho - altamente recomendável, sobretudo para as pessoas que tomem conta de crianças pequenas, já que a bactéria pode passar de pessoa a pessoa, assim como através dos alimentos, água e contacto directo com animais;
- lavar cuidadosamente a fruta e os vegetais;
? prevenir a contaminação cruzada, não utilizando os mesmos utensílios para diferentes alimentos (facas, garfos, tábuas de cozinha, etc.);
? separar os alimentos em preparação dos alimentos cozinhados
chama-se síndrome hemolítica-urémica (s ... cozinhados
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Re: SAUDE
autoridades encontram e.coli em beterrabas da holanda
9 de junho de 2011
uma variante da bactéria e.coli (ehec), diferente da que provocou a morte a 25 pessoas na europa, foi detetada em rebentos de beterrabas holandesas exportadas para a alemanha e bélgica, anunciaram hoje as autoridades sanitárias holandesas.
"esta variante foi detetada em rebentos de beterraba cultivada por um produtor holandês", disse à afp a porta-voz das autoridades de saúde locais, bestelink marian.
"o que sabemos é que esta não é a variante que causou a epidemia na alemanha. esta é uma outra variante da bactéria ehec", explicou.
os rebentos de beterraba, exportados para a alemanha e a bélgica, serão retirados do mercado", adiantou bestelink marian, acrescentando que, apesar de não se tratar da variante mortal da bactéria que está na alemanha, "nunca se sabe se pode causar a doença".
uma estirpe rara e virulenta de e.coli enterohemorrágica (ehec) já matou 25 pessoas na europa, 24 das quais na alemanha, sendo que a origem da epidemia ainda não foi determinada.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515352
comentário:
isto tudo é uma palhaçada ou real? em que mundo vivemos?
está tudo contaminado? que deitam os produtos fora porque não conseguem vender. por exemplo os pepinos que dizem que não conseguem vender a €0,05 estavam ontem nas lojas a €1,5 o quilo. os produtos mesmo com bactérias não baixaram de preço e agora querem avultadas indemnizações! tudo isto é ridículo!
9 de junho de 2011
uma variante da bactéria e.coli (ehec), diferente da que provocou a morte a 25 pessoas na europa, foi detetada em rebentos de beterrabas holandesas exportadas para a alemanha e bélgica, anunciaram hoje as autoridades sanitárias holandesas.
"esta variante foi detetada em rebentos de beterraba cultivada por um produtor holandês", disse à afp a porta-voz das autoridades de saúde locais, bestelink marian.
"o que sabemos é que esta não é a variante que causou a epidemia na alemanha. esta é uma outra variante da bactéria ehec", explicou.
os rebentos de beterraba, exportados para a alemanha e a bélgica, serão retirados do mercado", adiantou bestelink marian, acrescentando que, apesar de não se tratar da variante mortal da bactéria que está na alemanha, "nunca se sabe se pode causar a doença".
uma estirpe rara e virulenta de e.coli enterohemorrágica (ehec) já matou 25 pessoas na europa, 24 das quais na alemanha, sendo que a origem da epidemia ainda não foi determinada.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515352
comentário:
isto tudo é uma palhaçada ou real? em que mundo vivemos?
está tudo contaminado? que deitam os produtos fora porque não conseguem vender. por exemplo os pepinos que dizem que não conseguem vender a €0,05 estavam ontem nas lojas a €1,5 o quilo. os produtos mesmo com bactérias não baixaram de preço e agora querem avultadas indemnizações! tudo isto é ridículo!
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Re: SAUDE
poupem os sapos
9 de junho de 2011
pele de sapo pode tratar mais de 70 doenças
cientistas da queens university, em belfast, na irlanda do norte, ganharam um prémio pela pesquisa sobre o uso de pele de anfíbios como sapos, que pode levar à criação de novos tratamentos para mais de 70 doenças.
a pesquisa, liderada por chris shaw, da escola de farmácia da universidade, identificou duas proteínas nas peles dos anfíbios que podem regular o crescimento de vasos sanguíneos.
uma proteína da pele da phyllomedusa sauvagii (hylidae) inibe o crescimento de vasos sanguíneos e pode ser usada para matar tumores cancerígenos.
shaw informou que a maioria destes tumores apenas pode crescer até um certo tamanho, antes de precisarem de vasos sanguíneos fornecedores de oxigénio e nutrientes.
«ao paralisarmos o crescimento dos vasos sanguíneos, o tumor terá menos hipótese de crescer e, eventualmente, vai morrer», disse. «isto tem o potencial de transformar uma doença terminal numa condição crónica», acrescentou.
na segunda-feira, os cientistas receberam o prémio medical futures innovation, em londres.
a equipa de investigadores também descobriu que o sapo bombina maxima (bombinatoridae) produz uma proteína que pode estimular o crescimento de vasos sanguíneos, o que pode ajudar pacientes a recuperar de ferimentos e operações muito mais rapidamente.
«isto tem o potencial para tratar uma série de doenças e problemas que precisam do reparação rápida dos vasos sanguíneos, como a cura de feridas, transplantes de órgãos, ulcerações diabéticas e danos causados por derrames ou problemas cardíacos», disse shaw.
segundo o professor, os cientistas e empresas farmacêuticas de todo o mundo ainda não conseguiram desenvolver um medicamento que possa, de forma eficaz, ter como alvo o controlo do crescimento de vasos sanguíneos, apesar dos investimentos em torno de 4 mil milhões a 5 mil milhões de dólares por ano.
«o objectivo do nosso trabalho na queens (university) é revelar o potencial do mundo natural - neste caso, as secreções encontradas na pele de anfíbios - para aliviar o sofrimento humano», disse shaw.
«estamos totalmente convencidos de que o mundo natural tem as soluções para muitos de nossos problemas, precisamos apenas de fazer as perguntas certas», acrescentou.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515347
9 de junho de 2011
pele de sapo pode tratar mais de 70 doenças
cientistas da queens university, em belfast, na irlanda do norte, ganharam um prémio pela pesquisa sobre o uso de pele de anfíbios como sapos, que pode levar à criação de novos tratamentos para mais de 70 doenças.
a pesquisa, liderada por chris shaw, da escola de farmácia da universidade, identificou duas proteínas nas peles dos anfíbios que podem regular o crescimento de vasos sanguíneos.
uma proteína da pele da phyllomedusa sauvagii (hylidae) inibe o crescimento de vasos sanguíneos e pode ser usada para matar tumores cancerígenos.
shaw informou que a maioria destes tumores apenas pode crescer até um certo tamanho, antes de precisarem de vasos sanguíneos fornecedores de oxigénio e nutrientes.
«ao paralisarmos o crescimento dos vasos sanguíneos, o tumor terá menos hipótese de crescer e, eventualmente, vai morrer», disse. «isto tem o potencial de transformar uma doença terminal numa condição crónica», acrescentou.
na segunda-feira, os cientistas receberam o prémio medical futures innovation, em londres.
a equipa de investigadores também descobriu que o sapo bombina maxima (bombinatoridae) produz uma proteína que pode estimular o crescimento de vasos sanguíneos, o que pode ajudar pacientes a recuperar de ferimentos e operações muito mais rapidamente.
«isto tem o potencial para tratar uma série de doenças e problemas que precisam do reparação rápida dos vasos sanguíneos, como a cura de feridas, transplantes de órgãos, ulcerações diabéticas e danos causados por derrames ou problemas cardíacos», disse shaw.
segundo o professor, os cientistas e empresas farmacêuticas de todo o mundo ainda não conseguiram desenvolver um medicamento que possa, de forma eficaz, ter como alvo o controlo do crescimento de vasos sanguíneos, apesar dos investimentos em torno de 4 mil milhões a 5 mil milhões de dólares por ano.
«o objectivo do nosso trabalho na queens (university) é revelar o potencial do mundo natural - neste caso, as secreções encontradas na pele de anfíbios - para aliviar o sofrimento humano», disse shaw.
«estamos totalmente convencidos de que o mundo natural tem as soluções para muitos de nossos problemas, precisamos apenas de fazer as perguntas certas», acrescentou.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515347
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Re: SAUDE
vacina reduz apetite e aumenta o gasto de calorias
9 de junho de 2011
uma equipa de investigadores do instituto de ciências biomédicas abel salazar (icbas) do porto, liderada pela endocrinologista mariana monteiro, desenvolveu uma nova terapêutica para tratamento da obesidade.
mariana monteiro explicou hoje à agência lusa que esta nova vacina terapêutica demonstrou que "através da supressão da atividade da hormona estimulante do apetite (grelina) em ratinhos, os animais diminuíram a ingestão de alimentos e aumentaram o gasto de calorias".
contudo, salientou a investigadora, a transposição destes resultados para o domínio humano obriga à realização de muitos outros estudos, que deverão prolongar-se por vários anos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515430
9 de junho de 2011
uma equipa de investigadores do instituto de ciências biomédicas abel salazar (icbas) do porto, liderada pela endocrinologista mariana monteiro, desenvolveu uma nova terapêutica para tratamento da obesidade.
mariana monteiro explicou hoje à agência lusa que esta nova vacina terapêutica demonstrou que "através da supressão da atividade da hormona estimulante do apetite (grelina) em ratinhos, os animais diminuíram a ingestão de alimentos e aumentaram o gasto de calorias".
contudo, salientou a investigadora, a transposição destes resultados para o domínio humano obriga à realização de muitos outros estudos, que deverão prolongar-se por vários anos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=515430
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mauri
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Re: SAUDE
obesidade: estudo revela que vacina reduz o apetite
9 de junho de 2011
uma equipa de investigadores do instituto de ciências biomédicas abel salazar (icbas) do porto, liderada pela endocrinologista mariana monteiro, desenvolveu uma nova terapêutica para tratamento da obesidade.
mariana monteiro explicou hoje à agência lusa que esta nova vacina terapêutica demonstrou que «através da supressão da atividade da hormona estimulante do apetite (grelina) em ratinhos, os animais diminuíram a ingestão de alimentos e aumentaram o gasto de calorias».
contudo, salientou a investigadora, a transposição destes resultados para o domínio humano obriga à realização de muitos outros estudos, que deverão prolongar-se por vários anos.
~http://diariodigital.sapo.pt/news.asp? ... ews=515417
9 de junho de 2011
uma equipa de investigadores do instituto de ciências biomédicas abel salazar (icbas) do porto, liderada pela endocrinologista mariana monteiro, desenvolveu uma nova terapêutica para tratamento da obesidade.
mariana monteiro explicou hoje à agência lusa que esta nova vacina terapêutica demonstrou que «através da supressão da atividade da hormona estimulante do apetite (grelina) em ratinhos, os animais diminuíram a ingestão de alimentos e aumentaram o gasto de calorias».
contudo, salientou a investigadora, a transposição destes resultados para o domínio humano obriga à realização de muitos outros estudos, que deverão prolongar-se por vários anos.
~http://diariodigital.sapo.pt/news.asp? ... ews=515417
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mauri
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Re: SAUDE
é possível parar de fumar sem ganhar peso
09 de junho de 2011
de acordo com a pesquisa, o estímulo de determinado receptor cerebral pode ajudar a diminuir o apetite
um grupo de cientistas norte-americanos descobriu o mecanismo pelo qual a nicotina ajuda a controlar o apetite, uma descoberta que pode levar ao desenvolvimento de novos medicamentos para parar de fumar sem engordar ou simplesmente perder peso.

no estudo, feito com ratos e publicado na revista science, os pesquisadores descobriram que a nicotina ativa alguns neurônios do hipotálamo que avisam o corpo que ele já recebeu alimento suficiente.
a nicotina atua sobre os receptores na superfície dos neurônios que são diferentes daqueles que desencadeiam o desejo pelo tabaco, o que significa que "seria possível acabar com o apetite sem ativar as regiões de recompensa do cérebro", afirma em comunicado a principal autora do estudo, dra. marina picciotto, da universidade de yale.
picciotto lembra que muita gente não desiste do cigarro por medo de ganhar peso. "infelizmente, é certo que fumar evita engordar", disse. "queremos ajudar as pessoas a manter o peso ao abandonar o hábito e também os não fumantes que lutam contra a obesidade".
a descoberta, conduzida pela faculdade de medicina de yale e com participação da faculdade de medicina baylor, se deu quando o pesquisador yann mineur estudava um potencial antidepressivo que atua sobre estes receptores e percebeu que os ratos medicados com ele comiam menos do que aqueles que não tinham recebido a droga.
ao averiguar o fato, os cientistas observaram que um subtipo específico de receptor da nicotina, o a3beta4, determina quanto um indivíduo come, e que quando a nicotina se junta a este receptor os neurônios pro-opiomelanocortin (pomc) são ativados, o que corta o apetite e aumenta o gasto energético.
mineur disse à agência efe que há muitos outros fatores que influenciam a necessidade pela comida, assim como outros efeitos potenciais dos cigarros sobre a alimentação, além do mecanismo descrito.
"mas foi mostrado que se for considerado a mesma quantidade de calorias, os não fumantes engordam mais que os fumantes", disse.
de acordo com os cientistas, o estudo abre a possibilidade de desenvolver novos tratamentos a base de nicotina para ajudar as pessoas a deixarem de fumar e controlar a obesidade e as desordens metabólicas.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 0178,0.htm
09 de junho de 2011
de acordo com a pesquisa, o estímulo de determinado receptor cerebral pode ajudar a diminuir o apetite
um grupo de cientistas norte-americanos descobriu o mecanismo pelo qual a nicotina ajuda a controlar o apetite, uma descoberta que pode levar ao desenvolvimento de novos medicamentos para parar de fumar sem engordar ou simplesmente perder peso.

no estudo, feito com ratos e publicado na revista science, os pesquisadores descobriram que a nicotina ativa alguns neurônios do hipotálamo que avisam o corpo que ele já recebeu alimento suficiente.
a nicotina atua sobre os receptores na superfície dos neurônios que são diferentes daqueles que desencadeiam o desejo pelo tabaco, o que significa que "seria possível acabar com o apetite sem ativar as regiões de recompensa do cérebro", afirma em comunicado a principal autora do estudo, dra. marina picciotto, da universidade de yale.
picciotto lembra que muita gente não desiste do cigarro por medo de ganhar peso. "infelizmente, é certo que fumar evita engordar", disse. "queremos ajudar as pessoas a manter o peso ao abandonar o hábito e também os não fumantes que lutam contra a obesidade".
a descoberta, conduzida pela faculdade de medicina de yale e com participação da faculdade de medicina baylor, se deu quando o pesquisador yann mineur estudava um potencial antidepressivo que atua sobre estes receptores e percebeu que os ratos medicados com ele comiam menos do que aqueles que não tinham recebido a droga.
ao averiguar o fato, os cientistas observaram que um subtipo específico de receptor da nicotina, o a3beta4, determina quanto um indivíduo come, e que quando a nicotina se junta a este receptor os neurônios pro-opiomelanocortin (pomc) são ativados, o que corta o apetite e aumenta o gasto energético.
mineur disse à agência efe que há muitos outros fatores que influenciam a necessidade pela comida, assim como outros efeitos potenciais dos cigarros sobre a alimentação, além do mecanismo descrito.
"mas foi mostrado que se for considerado a mesma quantidade de calorias, os não fumantes engordam mais que os fumantes", disse.
de acordo com os cientistas, o estudo abre a possibilidade de desenvolver novos tratamentos a base de nicotina para ajudar as pessoas a deixarem de fumar e controlar a obesidade e as desordens metabólicas.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 0178,0.htm
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mauri
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Re: SAUDE
intensificar vacinação nos países pobres poderia salvar 6,4 milhões de vidas
09 de junho de 2011
benefícios econômicos somariam us$ 231 bilhões, de acordo com levantamento
milhões de vidas de crianças e bilhões de dólares poderiam ser poupados se houvesse maior disponibilidade de vacinas em 72 dos países mais pobres do mundo, revelou uma série de estudos divulgados na quinta-feira.

países pobres têm pouco ou nenhum acesso a vacinas
em estudos publicados nos periódicos health affairs e the lancet, cientistas e especialistas em saúde pública projetaram que, se 90% das crianças nesses países fossem imunizadas, seria possível poupar mais de us$ 151 bilhões em dez anos em tratamentos médicos e produtividade perdida que seriam evitados, rendendo benefícios econômicos de us$ 231 bilhões.
e cerca de 6,4 milhões de vidas poderiam ser salvas, segundo os estudos.
mas um estudo feito pela aliança global para vacinas e imunização (gavi) e o instituto de resultados para o desenvolvimento concluiu que os países pobres têm dificuldades em pagar por programas de vacinação sem a ajuda de doadores externos.
a vacinação é vista por muitos como uma das melhores opções para a saúde pública em países em desenvolvimento, porque pode proteger vidas produtivas e reduzir os custos de tratamentos e atendimento médico.
de acordo com a organização mundial de saúde (oms), a erradicação da varíola, ao custo único de cerca de us$ 100 milhões, poupou ao mundo cerca de us$ 1,35 bilhão por ano desde que foi realizada, em 1979.
"a ideia é simples: vacinas salvam vidas, previnem sofrimento e geram riqueza", escreveu no the lancet o professor de pediatria richard moxon, da universidade oxford.
a vacinação infantil contra doenças como pneumonia pneumocócica, haemophilus influenza tipo b, ou doença hib, difteria, coqueluche, tétano, sarampo e rotavírus é feita rotineiramente nos países mais ricos, mas muitos países pobres têm pouco ou nenhum acesso a essas vacinas.
a gavi, que financia programas de aquisição de vacinas ao atacado para países que não têm como arcar com os preços ocidentais, vai promover em londres na próxima semana uma conferência de doadores, com o intuito de fechar um buraco de us$ 3,7 bilhões de financiamento em seus compromissos até 2015.
várias empresas farmacêuticas grandes, incluindo glaxosmithkline, merck, crucell, da johnson & johnson's, e sanofi pasteur, da sanofi-aventis, se ofereceram esta semana a reduzir os preços de algumas de suas vacinas para os países em desenvolvimento, para tentar manter a oferta de vacinas por meio da gavi.
e o governo britânico lançou um plano de donativos de 50 milhões de libras (us$ 82 milhões) para reforçar os recursos da gavi.
"sem a ajuda importante de doadores internacionais, os países mais pobres terão dificuldade em arcar com os custos para levar vacinas que salvam vidas a todas suas crianças", disse helen saxenian, do instituto de resultados para o desenvolvimento, em washington.
a série da health affairs foi financiada pela fundação bill & melinda gates, um fundo de us$ 34 bilhões dedicado principalmente a projetos de saúde em países pobres. gates também é um financiador importante da gavi.
a gavi diz que já preveniu mais de 5 milhões de mortes de crianças nos últimos dez anos e que vai prevenir outras 4 milhões até 2015, com os recursos necessários, através de programas de imunização que chegam a mais de 240 milhões de crianças.
em seu artigo no the lancet, moxon e seus colegas argumentaram que, à medida que os países em desenvolvimento começam a ter condições para isso, eles devem contribuir mais para a saúde de suas populações, incluindo a imunização.
"a maioria dos países em desenvolvimento não prioriza a saúde suficientemente em seus orçamentos. eles precisam ser persuadidos a assumir uma parte maior do ônus", escreveram os cientistas.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 0186,0.htm
09 de junho de 2011
benefícios econômicos somariam us$ 231 bilhões, de acordo com levantamento
milhões de vidas de crianças e bilhões de dólares poderiam ser poupados se houvesse maior disponibilidade de vacinas em 72 dos países mais pobres do mundo, revelou uma série de estudos divulgados na quinta-feira.

países pobres têm pouco ou nenhum acesso a vacinas
em estudos publicados nos periódicos health affairs e the lancet, cientistas e especialistas em saúde pública projetaram que, se 90% das crianças nesses países fossem imunizadas, seria possível poupar mais de us$ 151 bilhões em dez anos em tratamentos médicos e produtividade perdida que seriam evitados, rendendo benefícios econômicos de us$ 231 bilhões.
e cerca de 6,4 milhões de vidas poderiam ser salvas, segundo os estudos.
mas um estudo feito pela aliança global para vacinas e imunização (gavi) e o instituto de resultados para o desenvolvimento concluiu que os países pobres têm dificuldades em pagar por programas de vacinação sem a ajuda de doadores externos.
a vacinação é vista por muitos como uma das melhores opções para a saúde pública em países em desenvolvimento, porque pode proteger vidas produtivas e reduzir os custos de tratamentos e atendimento médico.
de acordo com a organização mundial de saúde (oms), a erradicação da varíola, ao custo único de cerca de us$ 100 milhões, poupou ao mundo cerca de us$ 1,35 bilhão por ano desde que foi realizada, em 1979.
"a ideia é simples: vacinas salvam vidas, previnem sofrimento e geram riqueza", escreveu no the lancet o professor de pediatria richard moxon, da universidade oxford.
a vacinação infantil contra doenças como pneumonia pneumocócica, haemophilus influenza tipo b, ou doença hib, difteria, coqueluche, tétano, sarampo e rotavírus é feita rotineiramente nos países mais ricos, mas muitos países pobres têm pouco ou nenhum acesso a essas vacinas.
a gavi, que financia programas de aquisição de vacinas ao atacado para países que não têm como arcar com os preços ocidentais, vai promover em londres na próxima semana uma conferência de doadores, com o intuito de fechar um buraco de us$ 3,7 bilhões de financiamento em seus compromissos até 2015.
várias empresas farmacêuticas grandes, incluindo glaxosmithkline, merck, crucell, da johnson & johnson's, e sanofi pasteur, da sanofi-aventis, se ofereceram esta semana a reduzir os preços de algumas de suas vacinas para os países em desenvolvimento, para tentar manter a oferta de vacinas por meio da gavi.
e o governo britânico lançou um plano de donativos de 50 milhões de libras (us$ 82 milhões) para reforçar os recursos da gavi.
"sem a ajuda importante de doadores internacionais, os países mais pobres terão dificuldade em arcar com os custos para levar vacinas que salvam vidas a todas suas crianças", disse helen saxenian, do instituto de resultados para o desenvolvimento, em washington.
a série da health affairs foi financiada pela fundação bill & melinda gates, um fundo de us$ 34 bilhões dedicado principalmente a projetos de saúde em países pobres. gates também é um financiador importante da gavi.
a gavi diz que já preveniu mais de 5 milhões de mortes de crianças nos últimos dez anos e que vai prevenir outras 4 milhões até 2015, com os recursos necessários, através de programas de imunização que chegam a mais de 240 milhões de crianças.
em seu artigo no the lancet, moxon e seus colegas argumentaram que, à medida que os países em desenvolvimento começam a ter condições para isso, eles devem contribuir mais para a saúde de suas populações, incluindo a imunização.
"a maioria dos países em desenvolvimento não prioriza a saúde suficientemente em seus orçamentos. eles precisam ser persuadidos a assumir uma parte maior do ônus", escreveram os cientistas.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 0186,0.htm
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Re: SAUDE
sistema reduz risco de câncer em células-tronco artificiais
09 de junho de 2011
a descoberta abre novas perspectivas na medicina regenerativa ao reduzir um dos maiores riscos dessa terapia
pesquisadores da universidade de kioto, no japão, desenvolveram um novo sistema para criar células-tronco artificiais que reduz o risco de se elas tornarem cancerígenas, informa nesta quinta-feira o jornal econômico local nikkei.
a descoberta, que será publicada na revista científica nature, abre novas perspectivas na medicina regenerativa ao reduzir o que atualmente representa um dos maiores riscos do uso das células-tronco artificiais neste campo.
a pesquisa foi realizada por uma equipe de pesquisadores que inclui shinya yamanaka, médico especialista em cirurgia ortopédica, em colaboração com o instituto nacional de ciência industrial e tecnologia avançada (aist) do japão.
em 2006, yamanaka conseguiu gerar as chamadas células-tronco pluripotentes induzidas - ou células ips (na sigla em inglês) - que possuem a capacidade de se transformar em qualquer tipo celular especializado, uma descoberta que lhe valeu vários reconhecimentos, entre eles o prestigioso prêmio shaw.
até a divulgação do trabalho de yamanaka, os pesquisadores achavam que esta habilidade era exclusiva das células-tronco embrionárias.
o problema, no entanto, era que as células ips tornavam-se cancerígenas em muitas situações após se desenvolverem em diferentes tipos de tecidos, o que representava um empecilho para seu uso na medicina regenerativa.
a nova descoberta foi feita depois que os cientistas revisaram mais de 1,4 mil genes com a ajuda da base de dados do aist para substituir o fator que associava as células ips ao câncer.
dessa forma, eles encontraram o chamado glis1, definido pelo próprio yamanaka como "o gene mágico", que significará, em suas palavras, "um grande passo adiante para as aplicações clínicas". além de reduzir o risco de câncer, o glis1 pode gerar células ips de um modo dez vezes mais eficiente que antes.
os cientistas acreditam que as células ips possam se desenvolver em tecidos humanos e órgãos, o que daria um grande impulso à ciência regenerativa.
no entanto, os pesquisadores indicaram que, embora o risco diminua, outros genes que intervêm no processo podem provocar câncer. por isso, as pesquisas que buscam reduzir tais riscos devem continuar.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 0096,0.htm
09 de junho de 2011
a descoberta abre novas perspectivas na medicina regenerativa ao reduzir um dos maiores riscos dessa terapia
pesquisadores da universidade de kioto, no japão, desenvolveram um novo sistema para criar células-tronco artificiais que reduz o risco de se elas tornarem cancerígenas, informa nesta quinta-feira o jornal econômico local nikkei.
a descoberta, que será publicada na revista científica nature, abre novas perspectivas na medicina regenerativa ao reduzir o que atualmente representa um dos maiores riscos do uso das células-tronco artificiais neste campo.
a pesquisa foi realizada por uma equipe de pesquisadores que inclui shinya yamanaka, médico especialista em cirurgia ortopédica, em colaboração com o instituto nacional de ciência industrial e tecnologia avançada (aist) do japão.
em 2006, yamanaka conseguiu gerar as chamadas células-tronco pluripotentes induzidas - ou células ips (na sigla em inglês) - que possuem a capacidade de se transformar em qualquer tipo celular especializado, uma descoberta que lhe valeu vários reconhecimentos, entre eles o prestigioso prêmio shaw.
até a divulgação do trabalho de yamanaka, os pesquisadores achavam que esta habilidade era exclusiva das células-tronco embrionárias.
o problema, no entanto, era que as células ips tornavam-se cancerígenas em muitas situações após se desenvolverem em diferentes tipos de tecidos, o que representava um empecilho para seu uso na medicina regenerativa.
a nova descoberta foi feita depois que os cientistas revisaram mais de 1,4 mil genes com a ajuda da base de dados do aist para substituir o fator que associava as células ips ao câncer.
dessa forma, eles encontraram o chamado glis1, definido pelo próprio yamanaka como "o gene mágico", que significará, em suas palavras, "um grande passo adiante para as aplicações clínicas". além de reduzir o risco de câncer, o glis1 pode gerar células ips de um modo dez vezes mais eficiente que antes.
os cientistas acreditam que as células ips possam se desenvolver em tecidos humanos e órgãos, o que daria um grande impulso à ciência regenerativa.
no entanto, os pesquisadores indicaram que, embora o risco diminua, outros genes que intervêm no processo podem provocar câncer. por isso, as pesquisas que buscam reduzir tais riscos devem continuar.
http://www.estadao.com.br/noticias/vida ... 0096,0.htm




