Tecnologia tuga substituta das turbinas wells dos CAOs

No fórum geral debatem-se temas sobre as energias renováveis e alternativeis que não se encaixem nos restantes sub fóruns.
Também serve para discutir formas de melhorar a eficiência energética.
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ondaverde
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Registado: terça mar 31, 2009 8:52 pm

Tecnologia tuga substituta das turbinas wells dos CAOs

Mensagem por ondaverde »

a empresa, que se dedica à exploração da energia das ondas, nasceu do projecto de reabilitação da central de energia das ondas da ilha do pico, nos açores, responsabilidade do centro de energia das ondas e que, graças também à intervenção da kymaner, é hoje a única central de energia das ondas a funcionar em contínuo em todo o mundo.
«a kymaner é uma empresa um bocadinho atípica porque se ocupa de inovação. como não existe mercado para a energia das ondas, todas as empresas que se formam em torno desta área têm como pressuposto projectos de inovação. estes são financiados ou por fundos públicos ou por investidores que acreditam nesta tecnologia, reservam uma verba para alocar à inovação nesta área e a entregam a estas empresas pioneiras. mas, quando esta é a nossa fonte de receita, estamos completamente sujeitos às flutuações destas disponibilidades», explica o director da empresa, josé varandas.

a actual conjuntura de crise económica tem criado dificuldades acrescidas à empresa, cujo volume de negócios oscila entre os 150 e os 300 000 euros. um dos mercados-alvo tem sido a irlanda, no qual a portuguesa concluiu, em novembro, a montagem de uma turbina para instalar em galway bay, na região oeste irlandesa.

ainda assim, a aposta da kymaner é portugal: «temos um projecto com financiamento pelo qren – quadro de referência estratégico nacional que se iniciou o ano passado, em que estamos a ultimar negociações com duas grandes empresas nacionais, interessadas em co-financiar este projecto com a kymaner de criação e desenvolvimento de um conceito novo de cao: utiliza o mesmo princípio de funcionamento, mas com uma abordagem tecnológica inovadora», conta josé varandas.

o investimento na primeira fase é de 2,5 milhões de euros e «a intenção é termos uma primeira versão dos sistemas dentro de dois anos. já começámos a trabalhar com recursos próprios, só podemos mobilizar a equipa completa para trabalhar em dedicação exclusiva quando tivermos luz verde das entidades co-financiadoras», conclui.

autor / fonte
diana catarino
http://www.ambienteonline.pt/noticias/d ... p?id=10089

c.s.

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