Cemitério de Elvas prepara-se para certificado ambiental
Enviado: terça mai 06, 2008 2:19 pm
cemitério de elvas prepara-se para certificado ambiental
o cemitério de elvas prepara-se para receber o primeiro certificado ambiental do país por praticar uma política de protecção de solos, disse hoje à agência lusa um responsável da servilusa, empresa gestora do complexo.
de acordo com o director comercial da servilusa, paulo carreira, a utilização de urnas «ecológicas e biodegradáveis» constitui a chave para que a empresa receba ainda este ano o diploma.
a certificação ambiental, que poderá ser entregue durante o mês de outubro, surge no âmbito de uma norma europeia (iso 14001), criada pela international organization for standardization.
o projecto, que é encarado pela servilusa como «inovador», passa por sensibilizar as agências funerárias da região, que efectuam também serviços no cemitério de elvas, a utilizarem urnas ecológicas e biodegradáveis.
«as urnas têm que possuir vernizes aquosos, sem pregos ou metais, e todas elas deverão ter um sistema de encaixe com colas brancas», explicou.
segundo o mesmo responsável, o interior das urnas deverá ser composto por fibras naturais, como o algodão.
o director comercial da servilusa afirmou-se convencido de que o sector funerário está sensibilizado para o problema, o que tornará esta certificação «uma realidade».
«é importante que exista uma consciencialização para este facto, pois os cemitérios são focos poluentes ao aceitarem todo o tipo de materiais, tais como urnas com vernizes sintéticos e metais», observou.
de acordo com paulo carreira, o interior das urnas actualmente utilizadas nas cerimónias fúnebres, composto por lençóis produzidos à base de polyester, constitui um «verdadeiro foco contaminador dos subsolos».
«estes materiais, que provocam efeitos nocivos, atrasam a decomposição, originando o acumular de campas e constante adiamento da retirada dos restos mortais», disse.
o responsável assegurou ainda que o custo das urnas ecológicas «não é acrescido».
o cemitério de elvas transformou-se, recentemente, no primeiro complexo funerário do país com gestão privada, após um investimento de 1,8 milhões de euros.
o equipamento entregue à empresa funelvas (consórcio do grupo servilusa e obrecol), após concurso público, pretende conquistar o mercado espanhol e o do sul de portugal.
além de um forno crematório, cemitério e de um «jardim da memória», para lançamento de cinzas, o complexo possui quatro salas para velórios e diversas áreas de apoio, como uma capela, florista, marmorista, sala de apoio médico e uma sala de actividades lúdicas para crianças e jovens (enquanto os familiares participam nos actos fúnebres).
na região sul de portugal, existem apenas crematórios em lisboa e em ferreira do alentejo, no distrito de beja.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... 026&page=1
o cemitério de elvas prepara-se para receber o primeiro certificado ambiental do país por praticar uma política de protecção de solos, disse hoje à agência lusa um responsável da servilusa, empresa gestora do complexo.
de acordo com o director comercial da servilusa, paulo carreira, a utilização de urnas «ecológicas e biodegradáveis» constitui a chave para que a empresa receba ainda este ano o diploma.
a certificação ambiental, que poderá ser entregue durante o mês de outubro, surge no âmbito de uma norma europeia (iso 14001), criada pela international organization for standardization.
o projecto, que é encarado pela servilusa como «inovador», passa por sensibilizar as agências funerárias da região, que efectuam também serviços no cemitério de elvas, a utilizarem urnas ecológicas e biodegradáveis.
«as urnas têm que possuir vernizes aquosos, sem pregos ou metais, e todas elas deverão ter um sistema de encaixe com colas brancas», explicou.
segundo o mesmo responsável, o interior das urnas deverá ser composto por fibras naturais, como o algodão.
o director comercial da servilusa afirmou-se convencido de que o sector funerário está sensibilizado para o problema, o que tornará esta certificação «uma realidade».
«é importante que exista uma consciencialização para este facto, pois os cemitérios são focos poluentes ao aceitarem todo o tipo de materiais, tais como urnas com vernizes sintéticos e metais», observou.
de acordo com paulo carreira, o interior das urnas actualmente utilizadas nas cerimónias fúnebres, composto por lençóis produzidos à base de polyester, constitui um «verdadeiro foco contaminador dos subsolos».
«estes materiais, que provocam efeitos nocivos, atrasam a decomposição, originando o acumular de campas e constante adiamento da retirada dos restos mortais», disse.
o responsável assegurou ainda que o custo das urnas ecológicas «não é acrescido».
o cemitério de elvas transformou-se, recentemente, no primeiro complexo funerário do país com gestão privada, após um investimento de 1,8 milhões de euros.
o equipamento entregue à empresa funelvas (consórcio do grupo servilusa e obrecol), após concurso público, pretende conquistar o mercado espanhol e o do sul de portugal.
além de um forno crematório, cemitério e de um «jardim da memória», para lançamento de cinzas, o complexo possui quatro salas para velórios e diversas áreas de apoio, como uma capela, florista, marmorista, sala de apoio médico e uma sala de actividades lúdicas para crianças e jovens (enquanto os familiares participam nos actos fúnebres).
na região sul de portugal, existem apenas crematórios em lisboa e em ferreira do alentejo, no distrito de beja.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... 026&page=1