Quercus denuncia «abate ilegal» de sobreiros em Portalegre
Enviado: quinta nov 29, 2007 7:57 pm
quercus denuncia «abate ilegal» de sobreiros em portalegre
o núcleo regional de portalegre da quercus denunciou hoje o «abate ilegal» de 70 sobreiros, ocorrido nos últimos dias, num povoamento localizado junto a um bairro social daquela cidade alentejana.
em declarações à agência lusa, nuno sequeira, responsável do núcleo, assegurou hoje que o abate de sobreiros é «ilegal» e invocou que a espécie está protegida por dois decretos-lei, o nº 169/2001, de 25 de maio, e o nº155/2004, de 30 de junho.
segundo a quercus, o objectivo da destruição das árvores estará aparentemente relacionado com a desmatação daquele terreno para dar início a uma obra de loteamento, sobre a qual «não existe aviso de licenciamento da autarquia de portalegre».
fonte do município de portalegre, entidade que alienou aquele espaço a uma empresa de construção civil, confirmou à lusa estar «ao corrente da situação», mas negou que exista alguma «ilegalidade» neste processo.
«o loteamento foi aprovado pela autarquia, depois de licenciado o abate dos sobreiros pela direcção-geral das florestas», justificou a fonte.
contudo, para a associação ambientalista, houve «desonestidade» neste procedimento, uma vez que, os sobreiros que foram cortados e arrancados encontravam-se «em bom estado vegetativo».
a quercus acusou também os autores do abate de sobreiros de «ocultar a acção ilegal realizada, dado que tentaram esconder os cepos, tapando-os com terra».
nuno sequeira garantiu ainda que «este crime ambiental» vai merecer «particular atenção» da associação ambientalista.
de acordo com o mesmo dirigente ecologista, a quercus vai exigir responsabilidades e «tudo fará para que a obra não se realize» enquanto aquelas «não forem apuradas».
diário digital / lusa
28-11-2007 13:01:00
o núcleo regional de portalegre da quercus denunciou hoje o «abate ilegal» de 70 sobreiros, ocorrido nos últimos dias, num povoamento localizado junto a um bairro social daquela cidade alentejana.
em declarações à agência lusa, nuno sequeira, responsável do núcleo, assegurou hoje que o abate de sobreiros é «ilegal» e invocou que a espécie está protegida por dois decretos-lei, o nº 169/2001, de 25 de maio, e o nº155/2004, de 30 de junho.
segundo a quercus, o objectivo da destruição das árvores estará aparentemente relacionado com a desmatação daquele terreno para dar início a uma obra de loteamento, sobre a qual «não existe aviso de licenciamento da autarquia de portalegre».
fonte do município de portalegre, entidade que alienou aquele espaço a uma empresa de construção civil, confirmou à lusa estar «ao corrente da situação», mas negou que exista alguma «ilegalidade» neste processo.
«o loteamento foi aprovado pela autarquia, depois de licenciado o abate dos sobreiros pela direcção-geral das florestas», justificou a fonte.
contudo, para a associação ambientalista, houve «desonestidade» neste procedimento, uma vez que, os sobreiros que foram cortados e arrancados encontravam-se «em bom estado vegetativo».
a quercus acusou também os autores do abate de sobreiros de «ocultar a acção ilegal realizada, dado que tentaram esconder os cepos, tapando-os com terra».
nuno sequeira garantiu ainda que «este crime ambiental» vai merecer «particular atenção» da associação ambientalista.
de acordo com o mesmo dirigente ecologista, a quercus vai exigir responsabilidades e «tudo fará para que a obra não se realize» enquanto aquelas «não forem apuradas».
diário digital / lusa
28-11-2007 13:01:00