[3 Fev]«Petróleo: Prospecção e casos práticos em Portugal»
Enviado: sexta fev 02, 2007 10:23 am
este sábado, 3 de fevereiro, na fábrica-centro de ciência viva universidade aveiro
«petróleo: prospecção e casos práticos em portugal» em foco no impaciências
o impaciências – café de ciências da fábrica vai debater, este sábado, 3 de fevereiro, entre as 15h00 e as 16h30, as questões à volta do petróleo em portugal. o geólogo rui alves vieira é o convidado especial deste café, onde a entrada é livre.
«o meu pai andava de camelo, eu ando de rolls-royce, o meu filho anda de avião a jacto e o filho dele há-de voltar a andar de camelo» (provérbio árabe)
petróleo (do latim petrus, pedra e oleum, óleo) significa «óleo de rocha» e conhece-se desde a mais remota antiguidade. a primeira menção à sua utilização figura na bíblia, que nos diz que noé, antes de navegar, impermeabilizou a arca com betume, o que nos levaria a cerca de seis mil anos antes de cristo. os chineses, egípcios e assírios usaram-no para diversas finalidades – na medicina, construção, embalsamamento, etc. – e, em frança, a exploração do petróleo de péchelbronn, começou em 1498.
quando no dia 27 de agosto de 1859, o coronel drake (que não era coronel) encontrou petróleo numa sondagem realizada a 23 metros de profundidade e iniciou uma produção diária de 25 barris, em titusville, na pennsylvania (estados unidos), certamente não imaginaria que esse momento iria moldar para sempre a história da humanidade com o nascimento da indústria petrolífera. estava finalmente feita a prova de que o petróleo, tão procurado para a iluminação, podia ser encontrado em grandes quantidades através de sondagens. um ano depois a região da pennsylvania tinha já produzido 600 mil barris. em 2006, 147 anos depois, o mundo produz cerca de 85 milhões de barris por dia.
a pesquisa de hidrocarbonetos em portugal remonta a 1844 com a descoberta da mina de asfalto denominada canto de azeche, situada numa falésia próximo da praia da vitória (pataias). para além da pavimentação de estradas, o asfalto retirado dessa mina terá sido usado para pavimentar as estações de caminho de ferro, construídas no final do século xix e início do século xx.
no impaciências - café de ciência rui alves vieira, geólogo – mohave oil texas, eua, vai conversar sobre questões à volta do petróleo em portugal
fonte
http://www.ua.pt
«petróleo: prospecção e casos práticos em portugal» em foco no impaciências
o impaciências – café de ciências da fábrica vai debater, este sábado, 3 de fevereiro, entre as 15h00 e as 16h30, as questões à volta do petróleo em portugal. o geólogo rui alves vieira é o convidado especial deste café, onde a entrada é livre.
«o meu pai andava de camelo, eu ando de rolls-royce, o meu filho anda de avião a jacto e o filho dele há-de voltar a andar de camelo» (provérbio árabe)
petróleo (do latim petrus, pedra e oleum, óleo) significa «óleo de rocha» e conhece-se desde a mais remota antiguidade. a primeira menção à sua utilização figura na bíblia, que nos diz que noé, antes de navegar, impermeabilizou a arca com betume, o que nos levaria a cerca de seis mil anos antes de cristo. os chineses, egípcios e assírios usaram-no para diversas finalidades – na medicina, construção, embalsamamento, etc. – e, em frança, a exploração do petróleo de péchelbronn, começou em 1498.
quando no dia 27 de agosto de 1859, o coronel drake (que não era coronel) encontrou petróleo numa sondagem realizada a 23 metros de profundidade e iniciou uma produção diária de 25 barris, em titusville, na pennsylvania (estados unidos), certamente não imaginaria que esse momento iria moldar para sempre a história da humanidade com o nascimento da indústria petrolífera. estava finalmente feita a prova de que o petróleo, tão procurado para a iluminação, podia ser encontrado em grandes quantidades através de sondagens. um ano depois a região da pennsylvania tinha já produzido 600 mil barris. em 2006, 147 anos depois, o mundo produz cerca de 85 milhões de barris por dia.
a pesquisa de hidrocarbonetos em portugal remonta a 1844 com a descoberta da mina de asfalto denominada canto de azeche, situada numa falésia próximo da praia da vitória (pataias). para além da pavimentação de estradas, o asfalto retirado dessa mina terá sido usado para pavimentar as estações de caminho de ferro, construídas no final do século xix e início do século xx.
no impaciências - café de ciência rui alves vieira, geólogo – mohave oil texas, eua, vai conversar sobre questões à volta do petróleo em portugal
fonte
http://www.ua.pt