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Receita para sobrevivermos a 2013

Enviado: sábado mar 09, 2013 8:38 pm
por Esteves
Pois… Haja coragem!!!

Esta cambada fica-nos cara.




Querem melhor receita para sobrevivermos a 2013 ?!...
PROPOSTAS DE ALTERNATIVA à austeridade, que tudo está a mirrar, isto no que toca a CORTE DE DESPESA nas ditas gorduras. Por isso:

- Reduzam 50% do Orçamento da Assembleia da República e vão poupar +- 43.000.000,00€

- Reduzam 50% do Orçamento da Presidência da República e vão poupar +- 7.600.000,00€

- Cortem as Subvenções Vitalícias aos Políticos deputados e vão poupar +- 8.000.000,00€

- Cortem 30% nos vencimentos e outras mordomias dos políticos, seus assessores, secretários e companhia e vão poupar +- 2.000.000.00€

- Cortem 50% das subvenções estatais aos partidos políticos e pouparão +- 40.000.000,00€.

- Cortem, com rigor, os apoios às Fundações e bem assim os benefícios fiscais às mesmas e irão poupar +- 500.000.000,00€.

- Reduzam, em média, 1,5 Vereador por cada Câmara e irão poupar +- 13.000.000,00€

- Renegociem, a sério, as famosas Parcerias Público Privadas e as Rendas Energéticas e pouparão + 1.500.000.000,00€.



Só aqui nestas “coisitas”, o país reduz a despesa em mais de 2 MIL e CEM MILHÕES de Euros.


Mas nas receitas também se pode melhorar e muito a sua cobrança.

- Combatam eficazmente a tão desenvolvida ECONOMIA PARALELA e as Receitas aumentarão mais de 10.000.000.000,00€

- Procurem e realizem o dinheiro que foi metido no BPN e encontrarão mais de 9.000.000.000,00€

- Vendam 200 das tais 238 viaturas de luxo do parque do Estado e as receitas aumentarão +- 5.000.000,00€

- Façam o mesmo a 308 automóveis das Câmaras, 1 por cada uma, e as receitas aumentarão +- 3.000.000,00€.

- Fundam a CP com a Refer e outras empresas do grupo e ainda com a Soflusa e pouparão em Administrações +- 7.000.000,00€



Nestas “coisitas” as receitas aumentarão cerca de VINTE MIL MILHÕES DE EUROS, sendo certo que não se fazem contas à redução das despesas com combustíveis, telemóveis e outras mordomias, por força da venda das viaturas, valores esses que não são desprezíveis.
Sendo assim, é ou não possível, reduzir o défice, reduzir a dívida pública, injetar liquidez na economia, para que o país volte a funcionar?



Há, ou não HÁ, alternativas?

Re: Receita para sobrevivermos a 2013

Enviado: sábado mar 09, 2013 9:22 pm
por Emanuel Couto
Há alternativas....... só que com outras mentalidades................... :mrgreen:

Re: Receita para sobrevivermos a 2013

Enviado: sábado mar 09, 2013 9:46 pm
por visitante1
Esteves Escreveu:Pois… Haja coragem!!!

Esta cambada fica-nos cara.




Querem melhor receita para sobrevivermos a 2013 ?!...
PROPOSTAS DE ALTERNATIVA à austeridade, que tudo está a mirrar, isto no que toca a CORTE DE DESPESA nas ditas gorduras. Por isso:

- Reduzam 50% do Orçamento da Assembleia da República e vão poupar +- 43.000.000,00€

- Reduzam 50% do Orçamento da Presidência da República e vão poupar +- 7.600.000,00€

- Cortem as Subvenções Vitalícias aos Políticos deputados e vão poupar +- 8.000.000,00€

- Cortem 30% nos vencimentos e outras mordomias dos políticos, seus assessores, secretários e companhia e vão poupar +- 2.000.000.00€

- Cortem 50% das subvenções estatais aos partidos políticos e pouparão +- 40.000.000,00€.

- Cortem, com rigor, os apoios às Fundações e bem assim os benefícios fiscais às mesmas e irão poupar +- 500.000.000,00€.

- Reduzam, em média, 1,5 Vereador por cada Câmara e irão poupar +- 13.000.000,00€

- Renegociem, a sério, as famosas Parcerias Público Privadas e as Rendas Energéticas e pouparão + 1.500.000.000,00€.



Só aqui nestas “coisitas”, o país reduz a despesa em mais de 2 MIL e CEM MILHÕES de Euros.


Mas nas receitas também se pode melhorar e muito a sua cobrança.

- Combatam eficazmente a tão desenvolvida ECONOMIA PARALELA e as Receitas aumentarão mais de 10.000.000.000,00€

- Procurem e realizem o dinheiro que foi metido no BPN e encontrarão mais de 9.000.000.000,00€

- Vendam 200 das tais 238 viaturas de luxo do parque do Estado e as receitas aumentarão +- 5.000.000,00€

- Façam o mesmo a 308 automóveis das Câmaras, 1 por cada uma, e as receitas aumentarão +- 3.000.000,00€.

- Fundam a CP com a Refer e outras empresas do grupo e ainda com a Soflusa e pouparão em Administrações +- 7.000.000,00€



Nestas “coisitas” as receitas aumentarão cerca de VINTE MIL MILHÕES DE EUROS, sendo certo que não se fazem contas à redução das despesas com combustíveis, telemóveis e outras mordomias, por força da venda das viaturas, valores esses que não são desprezíveis.
Sendo assim, é ou não possível, reduzir o défice, reduzir a dívida pública, injetar liquidez na economia, para que o país volte a funcionar?



Há, ou não HÁ, alternativas?
Sempre achei que eras um grande idiota!
agora confirmei

(atenção que esse nome dá-se a quem normalmente tem muitas ideias)..

abraço

Re: Receita para sobrevivermos a 2013

Enviado: sábado mar 09, 2013 10:58 pm
por BondadeSua
:mrgreen:
Para que essa poupança acontecesse, bastava que uma boa parte dos Portugueses mostrassem "que os tem no sitio"!...
sómeapetecechorar :cry: :cry: :cry:

BondadeSua

Re: Receita para sobrevivermos a 2013

Enviado: domingo mar 10, 2013 10:23 am
por CrOhN
BondadeSua Escreveu::mrgreen:
Para que essa poupança acontecesse, bastava que uma boa parte dos Portugueses mostrassem "que os tem no sitio"!...
sómeapetecechorar :cry: :cry: :cry:

BondadeSua
Eu segundo a tua opinião. O problema é que os portugueses foram "engodados" de forma a ficarem com os ditos entalados em empréstimos e mais empréstimos. Agora é muito complicado retirá-los do entalamento sem ficar com mazelas.

Isto tudo o que está a acontecer foi muito bem planejado. Nisso, tenho que felicitar as mentes por trás de tal feito. Ou talvez não, uma vez que já não é a primeira vez que tal acontece. No entanto, acho que desta vez, é pior.

Re: Receita para sobrevivermos a 2013

Enviado: domingo mar 10, 2013 8:33 pm
por serges
«É um fenómeno curioso: o país ergue-se indignado, moureja o dia inteiro indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto.Falta-lhe o romantismo cívico da agressão. Somos, socialmente, uma colectividade pacífica de revoltados.»

Miguel Torga

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