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Re: RE: Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 10:34 am
por Celestino
rcardoso Escreveu:...Os restantes fabricantes até poderão estar distantes, mas a degradação das baterias não é tão acentuada por estas estarem mais protegidas, e este é que é o factor fundamental para mim...
Se não se sabe qual é a degradação, como se pode dizer que não é tão acentuada?
Como se costuma dizer: "A ignorância é a nossa maior felicidade" ou "Fui feliz enquanto não sabia"...

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 11:39 am
por galt
A Nissan se quiser não vai perder o estatuto tão depressa. O que os outros anunciam está a nissan pronta para lançar quando o mercado justifique.

A capacidade altera o preço de venda, por essa razão não é ainda justificável vender um carro com 60kwh por preços que podiam ultrapassar os 50 000€ para um Nissan Leaf.

A Nissan cria o sistema ativo quando quiser, tal como fez na Nissan EV-200.
Nada de preocupante.

Outras marcas já anunciam preços para troca de baterias e não tem comparação. Quem precisa de mais autonomia paga por isso.

Daqui a 10 anos tudo será diferente. Até lá, os proprietários do passado e do presente já fizeram milhares de quilómetros.
Para um país tão pequeno e que terá dentro de meses PCR será tudo mais fácil.

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 11:58 am
por labutess
Digam o que disserem
Eu continuo muito contente com o meu ev e voltava a o comprar novamente,principalmente pelo preço que me custou e que já se pagou só pelo gasto que teria em combustível no outro meu nissan.
Já sabia da degradação dos mk1,mas tudo tende a evoluir,espero encontrar brevemente outro bom negócio como este mas de 30 kw .

Re: RE: Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 12:08 pm
por rcardoso
Celestino Escreveu:
rcardoso Escreveu:...Os restantes fabricantes até poderão estar distantes, mas a degradação das baterias não é tão acentuada por estas estarem mais protegidas, e este é que é o factor fundamental para mim...
Se não se sabe qual é a degradação, como se pode dizer que não é tão acentuada?
Como se costuma dizer: "A ignorância é a nossa maior felicidade" ou "Fui feliz enquanto não sabia"...
Celestino, porque diz que não se sabe qual a degradação? Qual o VE que não permite saber ao seu condutor quantos kms tem estimados de autonomia quando o carrega a 100% e depois durante os seus percursos? A informação no painel pode ser diferente, e não ter as "famosas" barras de degradação, mas a capacidade do se saber se há ou não degradação não pode ser colocada em causa nos outros veículos.
Caso contrário, não faltariam queixas de condutores se a autonomia anunciada no painel não correspondesse minimamente ao que conseguiam na práctica... Há diferenças pequenas sim, entre o estimado e o real, para melhor ou pior, mas que também acontecem nos Leafs.

Sejamos realistas, e aceitem o bom mas também o mau...

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 12:13 pm
por rcardoso
labutess Escreveu:Digam o que disserem
Eu continuo muito contente com o meu ev e voltava a o comprar novamente,principalmente pelo preço que me custou e que já se pagou só pelo gasto que teria em combustível no outro meu nissan.
Já sabia da degradação dos mk1,mas tudo tende a evoluir,espero encontrar brevemente outro bom negócio como este mas de 30 kw .
Até lá,
Ainda bem, e fico contente com isso, pode crer! Graças a essa sensação é que os VEs têm aumentado a sua quota de venda, felizmente.

Mas o ganho no combustível, será para compensar o maior custo inicial do veículo, e não para funcionar como poupança para baterias novas. Uma substituição, a ocorrer, deveria ser muito mais tarde, na minha opinião...

Re: RE: Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 12:22 pm
por galt
rcardoso Escreveu:
Celestino Escreveu:
rcardoso Escreveu:...Os restantes fabricantes até poderão estar distantes, mas a degradação das baterias não é tão acentuada por estas estarem mais protegidas, e este é que é o factor fundamental para mim...
Se não se sabe qual é a degradação, como se pode dizer que não é tão acentuada?
Como se costuma dizer: "A ignorância é a nossa maior felicidade" ou "Fui feliz enquanto não sabia"...
Celestino, porque diz que não se sabe qual a degradação? Qual o VE que não permite saber ao seu condutor quantos kms tem estimados de autonomia quando o carrega a 100% e depois durante os seus percursos? A informação no painel pode ser diferente, e não ter as "famosas" barras de degradação, mas a capacidade do se saber se há ou não degradação não pode ser colocada em causa nos outros veículos.
Caso contrário, não faltariam queixas de condutores se a autonomia anunciada no painel não correspondesse minimamente ao que conseguiam na práctica... Há diferenças pequenas sim, entre o estimado e o real, para melhor ou pior, mas que também acontecem nos Leafs.

Sejamos realistas, e aceitem o bom mas também o mau...

Sabe o que o stand lhe dizia: ande mais devagar que a autonomia aumenta.

Se quiser acionar a garantia, e a marca negasse. Não tem num dado em seu poder p argumentar. Este ponto p mim é fundamental quanto à credibilidade da marca.

Degradação não deveria acontecer de forma tão acentuada em tão pouco tempo como acontece no Leaf mk1.

Re: RE: Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 12:25 pm
por rcardoso
galt Escreveu:Sabe o que o stand lhe dizia: ande mais devagar que a autonomia aumenta.
Sim, isso aplica-se a todas as marcas...

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 12:30 pm
por galt
Aplica-se em tudo na vida inclusive ao ser Humano

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 12:55 pm
por rcardoso
galt Escreveu:Aplica-se em tudo na vida inclusive ao ser Humano
Então mandam-nos fazer desporto e andar a passo acelerado para quê? Para morrermos mais depressa? :lol:

Isso é bonito mas não contribui para a discussão salutar em causa... ;)

Re: RE: Re: RE: Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 1:42 pm
por Celestino
rcardoso Escreveu:
galt Escreveu:Sabe o que o stand lhe dizia: ande mais devagar que a autonomia aumenta.
Sim, isso aplica-se a todas as marcas...
Falso! A todas menos à Nissan.
Se tiver um problema relacionado com a garantia, quero ver onde se agarra. Quais os dados concretos para a acionar, etc...? Zero.
Só na Nissan sabemos com o que contamos. Está escrito preto no branco, nomeadamente o preço do pack novo (que se desconhece em todos os outros).

Como eu gostaria de transparência igual nos outros... As questões opacas são para mim um entrave à mobilidade elétrica porque não permitem fazer contas como no caso do Leaf e são aproveitadas pelos semeadores de mitos para a atacar. A BMW também já começa a dar sinais de mais transparência e vontade.
Os outros não têm vontade nem querem vender elétricos e vão sempre apostar nesta fumaça/política...

Há diversas estratégias utilizadas para esconder a degradação e a opinião do rcardoso mostra que essas "aldrabices" funcionam para algumas pessoas.

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 1:49 pm
por Fil
Gostava de acrescentar que o mk1 é claramente inferior ao mk2 (o mk1 degrada muito mais). Basta pensarem quantos mk2 conhecem com menos 1 barra. Quanto aos novos de 30kWh, é esperar para ver.

Todos podem fazer mais e melhor, haja vontade.

Re: RE: Re: RE: Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 5:12 pm
por rcardoso
Celestino Escreveu:
rcardoso Escreveu:
galt Escreveu:Sabe o que o stand lhe dizia: ande mais devagar que a autonomia aumenta.
Sim, isso aplica-se a todas as marcas...
Falso! A todas menos à Nissan.
Se tiver um problema relacionado com a garantia, quero ver onde se agarra. Quais os dados concretos para a acionar, etc...? Zero.
Só na Nissan sabemos com o que contamos. Está escrito preto no branco, nomeadamente o preço do pack novo (que se desconhece em todos os outros).

Como eu gostaria de transparência igual nos outros... As questões opacas são para mim um entrave à mobilidade elétrica porque não permitem fazer contas como no caso do Leaf e são aproveitadas pelos semeadores de mitos para a atacar. A BMW também já começa a dar sinais de mais transparência e vontade.
Os outros não têm vontade nem querem vender elétricos e vão sempre apostar nesta fumaça/política...

Há diversas estratégias utilizadas para esconder a degradação e a opinião do rcardoso mostra que essas "aldrabices" funcionam para algumas pessoas.
Se são aldrabices ocultas não o sei. O futuro o dirá... O que já é certo é o registo de alguns proprietários de outras marcas que afirmam ter sentido pouca ou nenhuma perda na autonomia dos seus veículos, após algumas centenas de milhar de kms. São excepções, afortunados, ou "aldrabados" por qualquer software, não sei. Mas eles devem saber quantos kms conseguiam fazer no início, e quantos conseguem fazer actualmente.

Em que marca se ouvem mais relatos de perda de autonomia desde o estado de novo?

Se eu estiver errado, óptimo! Ficarei satisfeito por estar, pois é sinal que estarão muitas mais pessoas contentes com os seus veículos, que é o que deve(ria) ser.

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 5:51 pm
por galt
Todas as baterias perdem autonomia. Qual a degradação da bateria do seu telemovel ou portátil?

Será a mesma desde novo? Como quantifica a perda?
Se isto lhe interessar só tem uma marca que o informa da degradação.

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 6:49 pm
por rcardoso
É fácil para mim. A degradação da bateria do meu telemóvel nota-se pela diferença de tempo de utilização que tinha quando o comprei, para o que tenho hoje. Não preciso que haja algo a dizer-me que perdi 10 ou 50% da capacidade de carga. Aliás, até tenho um PC que se desliga por falha na bateria, quando indica ter 70% de carga. Tem de estar sempre ligado à corrente... Portanto, informação por software, pode ser menos válida que a obtida por experiência no terreno, no dia-a-dia.

Mas estamos a misturar tempos de utilização com kms percorridos. Alhos com bogalhos. Esta discussão termina para mim, pois está-se a alongar demais e sem levar a um debate útil de opiniões. Já me parece querer tornar-se uma daquelas discussões tipo fanboys de Android vs iPhones, onde só se parece querer ver o bom de cada marca e ignorar os seus defeitos. Nesse tipo de discussões não entro, pois não me parece que hajam seres nem máquinas perfeitas. Nenhumas... Portanto, não irei responder a mais nada. O futuro responderá por mim, ou me dará alguma lição, quem sabe! ;)

Re: The Blue Rider

Enviado: sábado set 24, 2016 10:41 pm
por galt
Os debates enriquem o conhecimento e para isso é fundamental conhecer todas as visões. Este debate ao contrário do que refere foi produtivo e como utilizadores alertamos para um problema pouco explorado pela opinião pública e pouco desejado pelas marcas.

Questão:
O VE deve ou não informar o proprietário da temperatura e degradação da bateria?

Re: The Blue Rider

Enviado: domingo set 25, 2016 9:51 am
por labutess
É uma informação muito valiosa ,que pode ajudar a prevenir problemas,devia estar presente em todos os Ve.
Podemos até comparar com os Ci que não tem manómetro de temperatura do motor,é que quando acende a luz da temperatura já o motor pode ter danos ,como a junta da cabeça queimada ou motor gripado ,o
Ique poderia ser evitado com o controlo da temperatura por parte do condutor.

Re: The Blue Rider

Enviado: domingo set 25, 2016 4:18 pm
por Emanuel Couto
rcardoso Escreveu:É fácil para mim. A degradação da bateria do meu telemóvel nota-se pela diferença de tempo de utilização que tinha quando o comprei, para o que tenho hoje. Não preciso que haja algo a dizer-me que perdi 10 ou 50% da capacidade de carga. Aliás, até tenho um PC que se desliga por falha na bateria, quando indica ter 70% de carga. Tem de estar sempre ligado à corrente... Portanto, informação por software, pode ser menos válida que a obtida por experiência no terreno, no dia-a-dia.

Mas estamos a misturar tempos de utilização com kms percorridos. Alhos com bogalhos. Esta discussão termina para mim, pois está-se a alongar demais e sem levar a um debate útil de opiniões. Já me parece querer tornar-se uma daquelas discussões tipo fanboys de Android vs iPhones, onde só se parece querer ver o bom de cada marca e ignorar os seus defeitos. Nesse tipo de discussões não entro, pois não me parece que hajam seres nem máquinas perfeitas. Nenhumas... Portanto, não irei responder a mais nada. O futuro responderá por mim, ou me dará alguma lição, quem sabe! ;)
Concordo plenamente contigo... ;)

Re: The Blue Rider

Enviado: domingo set 25, 2016 4:53 pm
por Celestino
rcardoso Escreveu:É fácil para mim. A degradação da bateria do meu telemóvel nota-se pela diferença de tempo de utilização que tinha quando o comprei, para o que tenho hoje. Não preciso que haja algo a dizer-me que perdi 10 ou 50% da capacidade de carga. Aliás, até tenho um PC que se desliga por falha na bateria, quando indica ter 70% de carga. Tem de estar sempre ligado à corrente... Portanto, informação por software, pode ser menos válida que a obtida por experiência no terreno, no dia-a-dia.
Estás errado rcardoso. Essa é uma visão redutora.
Imagina que tens dois carros (não vamos falar de marcas nem modelos para não voltares a colocar a questão do "fanboy" ou outras análogas que não interessam nada).
Pressupostos:
- Ambos têm um pack de baterias de 24kWh completamente iguais;
- Um deles só permite usar 18kWh úteis. O outro permite utilizar sempre tudo o que é possível;
- Ambos circulam na mesma zona e fazem os mesmos trajetos diários.

Ao fim de um ano, ambos apresentam o mesmo índice de degradação.
O utilizador do que permite utilizar apenas 18kWh não nota qualquer degradação e diz a toda a gente que o carro faz o mesmo número de km do que em novo.
O utilizador do que permite utilizar tudo, nota que já faz menos alguns km e diz a toda a gente que a bateria degradou.

Ao fim de cinco anos, ambos continuam com o mesmo índice de degradação, mas
O utilizador do que permite utilizar apenas 18kWh não nota qualquer degradação e diz a toda a gente que o carro faz o mesmo número de km do que em novo.
O utilizador do que permite utilizar tudo, vê perfeitamente que já faz muito menos km e diz a toda a gente que a bateria degradou imenso.

Percebeste a diferença?
Esta é uma das formas de esconder a degradação. Com o tempo vais encontrar outras bem como técnicas e soluções utilizadas para a prevenir.

No caso concreto deste veículo do labutes é possível saber tudo sobre ele, nomeadamente que não esconde capacidade da bateria por utilizar. Nos outros não consegues saber quase nada (ou nada mesmo na larga maioria).
Neste cenário sem quaisquer dados concretos de suporte acerca dos outros veículos, não aceito ver aqui e em outros locais escrito o que se escreve acerca da degradação destas baterias. Já sabemos que as primeiras no mk1 têm um índice de degradação mais elevado do que as do mk2 e que agora no MY2016 será ainda muito menor. Mas só sabemos isso na Nissan - está tudo explorado e tudo à vista.
Para fazerem a comparação com os outros e serem justos, têm que colocar à vista os mesmos parâmetros.

Percebes agora porque é que não posso aceitar que escrevas isto sem teres quaisquer dados reais concretos (para além de algumas alarvidades que vais lendo, nomeadamente no facebook):
rcardoso Escreveu:...Os restantes fabricantes até poderão estar distantes, mas a degradação das baterias não é tão acentuada...
Mas o que interessa é que os outros venham todos em força para o mercado dos elétricos. Não só para virmos a saber mais sobre eles mas essencialmente porque é urgente muito mais concorrência. No caso da Nissan é evidente que tem tudo preparado pelo menos até aos 60kWh e só se vai mexendo devagarinho e na medida do estritamente necessário para estar sempre e apenas um pouco à frente do pelotão...

Re: The Blue Rider

Enviado: domingo set 25, 2016 6:16 pm
por rcardoso
OK, Celestino. Uma explicação completa e esclarecedora, que agradeço. Assim já me parece uma discussão com dados e argumentos válidos. A ser assim como diz, vai chegar a altura em que a margem oculta já não vai ser suficiente para ocultar a degradação do pack de baterias. Nessa fase, irão aparecer muitos utilizadores a queixarem-se que, de repente, os seus veículos passaram a demonstrar uma degradação mais rápida do que aquilo a que estavam habituados. Portanto, o futuro se encarregará de demonstrar essa verdade, ou esse mito. E a ser assim, já nem deve tardar muito, pois existem já viaturas com algumas centenas de milhar de kms em diferentes marcas, como a Tesla e a Chevrolet. Como já o disse anteriormente, espero para ver o que o futuro nos dirá.

Contudo, não obstante a possível verdade do que indicou relativamente à degradação ocultada pelos limites definidos por software, há algo inegável que está em falta nestes primeiros modelos do Nissan Leaf, e que podem ser comprovados por quem os conduz. A ausência do TMS, para proteger o pack de baterias das grandes variações de temperatura, nomeadamente nos carregamentos em PCR. Apresentando um exemplo concreto, num teste feito pela revista Exame Informática (<a href="http://exameinformatica.sapo.pt/lifesty ... -Leaf">ver reportagem integral aqui</a>), o abuso da aceleração e do uso de PCR no Leaf levou a um aumento da temperatura das baterias, levando também a que "Quando ligámos o carro ao PCR de Aveiras a indicação apresentada foi de 4% de carga. Provavelmente devido à temperatura elevada das baterias, a última carga da viagem foi bem mais lenta: 45 minutos para chegar aos 80%.". Com um bom TMS isto não aconteceria... Até posso estar equivocado, mas creio ter lido nalgum DB em que nas revisões dos Leaf na marca um dos parâmetros verificados tinha a ver com o número de carregamentos rápidos que as baterias "sofreram" e que estes não são bem vistos pela Nissan. Ora, creio que todos concordamos que os PCR são uma necessidade para o sucesso da Mobilidade Eléctrica, e para as viagens de médio e longo curso.

Posso garantir que sinto felicidade sempre que no dia-a-dia me cruzo com um VE. Optei por um trajecto entre a casa e o trabalho que me permite observar um PCL (junto à Escola Secundária Francisco de Holanda, em Guimarães), e em dias de sorte ver VEs em carga. Faz-me sentir que a mudança no paradigma de locomoção está a acontecer. E o Nissan Leaf é um dos que me proporciona esses bons momentos, pois para além de ser um VE, gosto do carro na sua essência, aspecto e funcionalidades. Mas como disse antes, não tem só virtudes, também tem falhas que convém a Nissan resolver. Tal como eu tenho a sinceridade para colocar no meu DB o bom e o mau da minha scooter eléctrica, oxalá todos tivéssemos essa frontalidade de reconhecer o bom e o mau, onde existir. A Nissan também o reconhece internamente (talvez não publicamente), pois como já foi referido, nota-se uma evolução do Leaf, desde o MK1 até à nova versão de 30 kWh. Falta um bom TMS.

Re: The Blue Rider

Enviado: domingo set 25, 2016 8:36 pm
por pemifer
Estamos a falar da primeira geração de baterias.
Posteriormente a química das baterias foi melhorada para aguentar melhor o calor.
Atualmente as baterias Nissan resistem mais e a própria Nissan aumentou a garantias.
Apesar da "fraqueza" que o Nissan tem, tem uma coisa que mais nenhum tem... é honesto! Podes ver sempre em que pé é que estas.
É que isto da degradação, não é exclusivo Nissan, todas as baterias degradam, só que com outros carros nem sabes...
Quando fores comprar um elétrico preferes olhar para o tablier e ver como está a bateria ou confiar naquilo que o vendedor te disser?