Crónica da viagem ao encontro de VE's no Dolce Vita de Ovar...
Coloquei as minhas fotos em:
https://picasaweb.google.com/1177600606 ... XRzbqg4AE#
Para abrir o apetite deixo aqui as primeiras 3 - uma registada depois da saída de Pardilhó onde houve lugar à exploração de alguns recantos do nosso Portugal profundo; outra tirada na praia do Furadouro e a terceira como sinal de reconhecimento à equipa de pessoas que simpaticamente nos recebeu no Dolce Vita de Ovar. O facto de terem instalado metros e metros de cabo para nos arranjarem um local de destaque mesmo à entrada daquela superfície comercial tem que ser, mais uma vez, destacado. Sem dúvida que este grupo de profissionais entende, apoia e quer apanhar a onda da mobilidade elétrica. Novamente, Maria Inês Reis, parabéns e muito obrigado pela atitude profissional e dedicada com que nos receberam!

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Adiante...
O dia começou fresco, pois quem vem de longe tem que madrugar. O trajeto de ida já é feito quase de olhos fechados, N1 sentido norte, cortando depois para oeste rumo a Estarreja (onde é habitual o trio elétrico passar: eu, o Jorge e o Johnny). Só que desta feita foi necessário parar no parque das autocaravanas para conhecer mais um parceiro de luta, o Miguel Souto, e a respetiva retro scooter. Entrei no parque e facilmente dei com ela. Estava ligada num armário com..... oito tomadas de 3 pinos!!!

Obviamente abri a portinhola e liguei a minha para lhe fazer companhia, mas... foi Sol de pouca dura, pois cinco minutos depois fui chamado à atenção por um "autocaravanista"(?) que teria que desligar as fichas, pois o senhor queria partir e tinha que deixar o armário fechado e entregar a chave

Afinal nem tudo são rosas... pois para usufruir daquele pimenteiro é necessário ir até um café pedir a chave (deixando BI e pagando 2€/hora). Desiludido, agradeci ao senhor por me ter deixado carregar durante aqueles cinco minutinhos e pelas explicações. Como a retro estava ali com o carregador à mercê rumei rapidamente até ao ponto de encontro combinado para conhecer o Miguel. Lá estava ele, expliquei-lhe que teríamos que ir até às motas e o café ficou por tomar, mas estava outro local na calha para compensar a desilusão

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Em breve teremos mais informações sobre este ponto de carga em Estarreja, pois é um local central e com estruturas interessantes para parar, carregar, e desfrutar da zona verde.
Rumámos até Pardilhó, uma vez que também ali existe um pimenteiro do género. E de facto assim é. Ladies and gentlemen, pimenteiro number two:

Depois de termos tomado café e termos feito a sessão pública de esclarecimento à centena e meia de pessoas

que ali estava sobre as maravilhas da mobilidade elétrica seguimos à descoberta do caminho para Ovar. E foi mesmo à descoberta, pois descobrimos pântanos, vacas, cavalos, estradas de terra, campos de cultivo, cruzamentos sem placas, enfim, valeram alguns locais e obviamente o gps que levava no bolso

Mais tarde o Miguel encontrou o rumo correcto e lá fomos dar com o sítio e com o Eduardo que gentilmente nos recebeu. A seguir chegou o Renato e depois o gang do norte. Reunião feita e motas à carga fomos almoçar. Dez almas que ali ficaram novamente a conviver e a esclarecer quem passava. Uns mais facilmente, outros menos, e também aqueles que relutantemente não querem entender o conceito...
Durante o almoço ainda tive oportunidade de relatar alguns episódios e informações do Dia da Mobilidade Elétrica em Coimbra.
Também se falou que seria interessante sondar a Associação das autocaravanas, pois nos parques onde eles param é quase certa a existência de pontos de carga semelhantes ao de Estarreja. Chegámos a imaginar como ficaria o Electromaps se fossem adicionados todos esses locais!!!...
Depois do almoço, fotos da praxe para os registos do Dolce Vita de Ovar e preparação da ventosa para filmar o desfile elétrico. Destino: praia do Furadouro. Lá fomos, parámos na promenade e ali estivemos a degustar os ovos moles que o Miguel trouxe de Aveiro. Como os banhistas estavam a revelar uma clara desatenção ao que era importante, resolvemos tirar os cabos das motas e colocá-los bem à vista. Obviamente os "...são elétricas..." começaram a ouvir-se. Não chegámos a contar, mas o objetivo estava cumprido.
Arrumámos a trouxa e zarpámos para casa. Um grupo para o norte e outro (eu o Renato e o Miguel) para o Glicíneas em Aveiro. Viemos por uma estrada municipal sempre com a Ria à vista, muito bem tratada e rodeada de imensos campos de milho. No Glicíneas, eu e o Renato deixámos as motas à carga e fomos dar mais três dedos de conversa...
Faltava a última etapa, Coimbra. Desta vez resolvi experimentar uma nova rota, via Cantanhede. Tirando as zonas residenciais e as rotundas vim sempre a 80,90. Até me fartei de ultrapassar e tudo. Saí com 102km no CB e cheguei com 32. Not bad

E demorei uns 50 minutos. Saindo de Aveiro, chega-se a Cantanhede mesmo em cheio na rotunda da Masac. O resto o piloto automático da mota já conhece

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Infelizmente não deu para contabilizar os kWh pois no Dolce Vita houve partilha de tomadas e ficam sem efeito os registos energéticos desta viagem (pessoal, não se esqueçam de acrescentar na folha dos encontros...
https://docs.google.com/spreadsheet/ccc ... WVVE#gid=0" onclick="window.open(this.href);return false;). A distância percorrida já tinha escrito, 217,7km.
Foi um prazer conhecer mais três membros do NE, e até ao próximo, quiçá versão barbecue, próximo de Pardilhó, e rodeado de uma moldura natural espantosa que é a Ria de Aveiro. Boa sorte nos contactos Miguel!