Re: Nuclear
Enviado: sexta jun 27, 2008 8:54 pm
e o urânio segue-se a eles, quantas mais centrais houver mais caro ele vai ser.combustiveis fosseis a subir, carvão a subir.... no presente.
Fórum de Discussão sobre Energias Renováveis e Alternativas
https://www.novaenergia.net/forum/
e o urânio segue-se a eles, quantas mais centrais houver mais caro ele vai ser.combustiveis fosseis a subir, carvão a subir.... no presente.
nem eu a tenho, nem ela está aplicada aos aerogeradores mais antigos.obrigado por teres a informação acerca dos aerogeradores actualizada da gamesa, senão me engano. eu tenho um gráfico desses e restante caderno técnico outubro/novembro em papel não sei onde mudei-me á pouco tempo…
não faço ideia.é uma diferença substancial não achas hlopes.
e tens que as trocar, ou pode ser com os mesmos modelos? é igualmente fácil por uma eólica num sitio e tirá-la de lá?mesmo assim ainda há-de se evoluir ao ponto da potencia aumentar a partir dos 14/15 m/seg até aos 25m/seg e se conseguir-se anular ou atenuar a lei de betz. teriamos, talvez (muito empiricamente em 2 minutos) 5,250 mw x 1,40= 7,350 pois mas não convém termos ventos com velocidades médias de 90 km/h fiquemo-nos pelos 60= 4,9 mw
10,20,30,40 anos?tanto os combustíveis fósseis como a energia nuclear estão condenadas a serem substituidas pelas energias renováveis desde que a humanidade queira.
great! temos para consumir e vender... e bem. já carvão e gás natural só temos para consumir.... ou pensas que a reabertura recente das minas de uranio em portugal é pura coincidência?e o urânio segue-se a eles, quantas mais centrais houver mais caro ele vai ser.
hynek:hynek Escreveu:há bocado, postei aqui uns argumentos - o poste desapareceu
o mesmo já aconteceu há uns dias atrás. será que alguém está incomodado com as minhas observações? alguém explica o que é que se passa? há censura aqui? pois nunca antes tinha acontecido e de repente duas vezes no espaço de uma semana e no mesmo tópico......
10,20,30,40 anos? +++hlopes Escreveu:nem eu a tenho, nem ela está aplicada aos aerogeradores mais antigos. - agradecia ao jmail por ter disponibilizado o gráfico actualizado.obrigado por teres a informação acerca dos aerogeradores actualizada da gamesa, senão me engano. eu tenho um gráfico desses e restante caderno técnico outubro/novembro em papel não sei onde mudei-me á pouco tempo…
não faço ideia. é mais de cáculo embora de base empirica/automática.é uma diferença substancial não achas hlopes.
e tens que as trocar, ou pode ser com os mesmos modelos? é igualmente fácil por uma eólica num sitio e tirá-la de lá? - podem-se adaptar por exemplo a um compressor de ar, ou bomba de água que convirja a água ou ar comprimido para um reservatório comum a vários aerogeradores e qd atingir o nível ideal par gerar a energia com mais qualidade e de forma mais constante. libertando a máquina dos condicionalismos da produção directa de energia electrica.mesmo assim ainda há-de se evoluir ao ponto da potencia aumentar a partir dos 14/15 m/seg até aos 25m/seg e se conseguir-se anular ou atenuar a lei de betz. teriamos, talvez (muito empiricamente em 2 minutos) 5,250 mw x 1,40= 7,350 pois mas não convém termos ventos com velocidades médias de 90 km/h fiquemo-nos pelos 60= 4,9 mw
em relação á lei de betz aí sim teriamos de instalar novo tipo de aerogeradores porque só é possível através de turbinas com eixo vertical mas não é necessariamente obrigatório substituir os já existentes.
os pelarmis também não estão estudados de forma a aproveitar a maior potência das ondas e os caos ainda menos. acho tão evidente que nem sequer deveria exigir-se explicações.
tanto os combustíveis fósseis como a energia nuclear estão condenadas a serem substituidas pelas energias renováveis desde que a humanidade queira.
fonte: http://www.tierramerica.net/2005/0101/pacentos.shtmlplano nuclear na contra-mão da europa
por julio godoy *
a frança investirá us$ 150 bilhões em reatores atômicos, afastando-se das metas de energia renovável de seus vizinhos.
paris.- o governo da frança planeja investir cerca de us$ 150 milhões nos próximos 30 anos em usinas nucleares, incluindo o reator termonuclear experimental internacional (iter), apesar das advertências de especialistas sobre problemas tecnológicos e ambientais. o iter foi concebido nos anos 80 como um projeto de cooperação para uso civil da energia nuclear, com participação de china, coréia do sul, estados unidos, japão, união européia e a hoje extinta união soviética. depois, a frança ofereceu à união européia duplicar sua contribuição econômica para o reator, cujo custo previsto para os próximos dez anos é de us$ 12 bilhões, em troca de instalá-lo em cadarache, sul do país.
nos últimos 18 meses, china, rússia e união européia aceitaram a proposta, e paris convenceu o bloco europeu a lançar o projeto sem participação dos estados unidos e do japão, que também queria receber o reator. no contexto da oposição francesa à invasão do iraque liderada por washington, a localização do iter se converteu completamente em uma questão política. no final de novembro, a comissão européia, órgão executivo da união européia, anunciou estar disposta a financiar sozinha o iter e instalá-lo em cadarache, dando prazo até o final de 2004 para que os participantes não-europeus decidam se permanecerão no projeto.
o iter busca imitar a fusão nuclear de dois isótopos de hidrogênio (o deutério e o trítio) que ocorre nas estrelas, para produzir hélio com uma colossal geração de eletricidade. o primeiro-ministro francês, jean-pierre rafarin, disse em novembro de 2003 que o projeto proporcionaria “a energia do futuro, uma fonte inextinguível e sem problemas significativos, graças à abundância do hidrogênio contido na água”. a informação científica, entretanto, o contradiz. o deutério efetivamente existe em abundância na natureza, mas o trítio, radioativo, é muito raro e instável.
os físicos nucleares franceses sebastien balibar, yves pomeau e jacques treiner escreveram, no dia 25 de outubro de 2004, no jornal le monde que um reator termonuclear apresenta três problemas técnicos de primeira grandeza: a produção dos elementos a sofrerem fusão, sua resistência à fusão e o controle da reação. porém, argumentaram, o projeto iter somente se interessa pelo último aspecto, “ignorando os outros dois, cuja solução, entretanto, é essencial”. para gerar um givawatt de eletricidade, um reator de fusão nuclear necessita queimar 56 quilos de trítio, mas o iter não considera o problema de produzir esse isótopo nem o do lixo nuclear gerado por essa produção, insistiram os cientistas.
dúvidas semelhantes são provocadas por outro grande projeto nuclear francês, de modernizar as 57 centrais nucleares do país, substituindo-as por reatores de água pressurizada (epr, sigla em inglês de reator pressurizado europeu). no final de outubro, a electricité de france (edf), o monopólio estatal da eletricidade, anunciou que em 2007 começará a construção de um primeiro epr em flamaville, na costa atlântica no noroeste do país, que espera colocar em funcionamento em 2012, ao custo de us$ 4 bilhões a us$ 5 bilhões.
o atual parque nuclear francês estará obsoleto em 2020, e substituir a metade das centrais por epr antes desse ano custaria cerca de us$ 150 bilhões. a frança produz 80% de sua energia em centrais nucleares e é o segundo país do mundo em dependência da energia atômica, depois da ucrânia.
atualmente, as únicas nações européias com planos de construir novas centrais são frança, finlândia e algumas que integraram o bloco socialista. alemanha, bélgica e suécia estão entre os países da europa que, por outro lado, iniciaram um desmantelamento progressivo de centrais nucleares, e a frança é um dos poucos ausentes de uma campanha cuja meta é conseguir até 2010 que 21% da energia produzida em cada país da união européia provenha de fontes renováveis. hoje em dia, essa proporção na frança é inferior a 15%, e o país “já deveria produzir cerca de sete mil megawatts a partir de energia eólica, mas produz apenas 300”, disse ao terramérica hélène gassin, da filial francesa do greenpeace.
a construção do primeiro epr “contribuirá para garantir a independência energética da frança, e servirá de vitrine para a exportação dessa tecnologia” francesa e alemã, segundo o presidente da edf, pierre gadonneix. porém, o diretor da associação antinuclear sortir du nucléaire, stephane lhomme, disse ao terramérica que “não há praticamente nenhum epr em funcionamento no mundo e apenas três estão em construção”, de modo que faltam “garantias objetivas de eficiência da tecnologia”. além disso, as centrais do tipo epr deveriam funcionar por 60 anos ininterruptamente para começarem a gerar lucro, e as autoridades reconhecem que não estão concebidas para resistir a ataques terroristas ou terremotos, ressaltou.
* o autor é correspondente da ips.
http://www.europarl.europa.eu/pv2/pv2?p ... &langue=ptdesactivação de centrais nucleares
a4-0354/1998
resolução sobre a desactivação de centrais nucleares e outras instalações nucleares na europa
o parlamento europeu,
- tendo em conta o artigo 148º do seu regimento,
- tendo em conta o relatório da comissão da investigação, do desenvolvimento tecnológico e da energia (a4-0354/1998),
a. considerando que, na próxima década, um número significativo de instalações nucleares da união europeia chegará ao fim da sua vida operacional e necessitará de ser desactivado,
b. considerando que continua por resolver a questão do depósito definitivo dos resíduos fortemente radioactivos,
c. considerando que a protecção preventiva da saúde dos cidadãos é prioritária em relação a qualquer outro objectivo,
d. considerando que a desactivação de instalações nucleares se está rapidamente a transformar numa importante actividade industrial em muitos estados-membros da ue,
e. considerando que esta evolução foi fomentada pelas ajudas concedidas pelos programas comunitários de investigação e desenvolvimento tecnológico à investigação no domínio da desactivação,
f. considerando que as estratégias de desactivação têm sido desenvolvidas paralelamente às técnicas de desmantelamento, tanto pela indústria como pela comissão, há mais de vinte anos,
g. considerando que os contínuos esforços da comunidade para promover os programas de idt da união europeia no domínio da desactivação nuclear durante as últimas duas décadas permitiram atingir uma elevada capacidade tecnológica a nível europeu,
h. considerando que a desactivação das centrais nucleares irá dar origem a (componentes de) resíduos de radioactividade média ou fraca, consideravelmente diferentes dos actuais (sobretudo resíduos médicos),
i. considerando que, devido à variedade de parâmetros de construção e de tipos de instalações nucleares, se desenvolveram técnicas de desactivação para cada tipo de instalação, pelo que não é fácil harmonizá-las,
j. considerando que os exploradores de instalações nucleares dos sectores público e privado desenvolveram diferentes mecanismos de financiamento da desactivação,
k. tendo em conta a directiva 96/92/ce do parlamento europeu e do conselho, que estabelece regras comuns para o mercado interno da electricidade (1) e, em particular, as suas disposições relativas à transparência das contas,
l. considerando que não existem recomendações claras da união europeia no que se refere a reservas obrigatórias para o financiamento de operações de desactivação,
m. considerando que o encerramento de instalações nucleares tem necessariamente um impacto socioeconómico considerável sobre a população local,
n. considerando que a reduzida informação disponível sobre a desactivação de instalações nucleares exerce uma influência negativa na opinião pública,
o. considerando que a aceitação social das actividades de desactivação e de eliminação dos resíduos radioactivos constitui um requisito prévio para o futuro desenvolvimento da energia nuclear,
p. considerando que as estratégias e as tecnologias de desactivação terão mais credibilidade junto da opinião pública se forem apresentadas e examinadas num espírito de abertura e de transparência,
q. considerando que a segurança do abastecimento energético é essencial para o desenvolvimento da indústria, a competitividade internacional e a protecção do ambiente,
r. considerando que o futuro alargamento da união europeia terá como resultado uma maior procura no domínio das acções de desactivação,
s. considerando que o encerramento e o desmantelamento de instalações nucleares por razões políticas, antes de atingirem o termo da sua vida operacional, não se justifica economicamente e resulta numa carga financeira elevada para os cidadãos e contribuintes,
1. regista com agrado os esforços desenvolvidos pela comissão no domínio da investigação da desactivação de instalações nucleares, observando no entanto que isso não exime as empresas exploradoras de centrais nucleares das suas obrigações em matéria de investigação financiada a expensas próprias;
2. sublinha que a competência e a responsabilidade pela eventual desactivação de centrais nucleares cabem aos respectivos exploradores e aos estados-membros;
3. solicita à comissão que tome medidas para manter a elevada capacidade tecnológica da ue no domínio da desactivação de instalações nucleares;
4. solicita o desenvolvimento de técnicas de desactivação que satisfaçam os mais apertados requisitos impostos pela directiva 96/29/euratom do conselho, que fixa as normas de segurança de base relativas à protecção sanitária da população e dos trabalhadores contra os perigos resultantes das radiações ionizantes (2);
5. insta a comissão a tomar novas medidas para assegurar a divulgação e transferência dos resultados obtidos graças aos seus programas de investigação e desenvolvimento tecnológico no domínio da desactivação de instalações nucleares, nomeadamente nos países da europa central e oriental;
6. salienta a importância da assistência técnica a longo prazo aos países da europa central e oriental no domínio da desactivação de instalações nucleares;
7. salienta a necessidade de uma maior transparência e de uma cooperação mais estreita entre todas as partes envolvidas na investigação e desactivação nucleares, nomeadamente a indústria, as agências governamentais, os organismos de investigação, etc., a fim de reforçar a comunicação com os cidadãos e controlar os resultados da idt, aproveitando a experiência adquirida graças a projectos concluídos com êxito no âmbito dos programas de idt da ue;
8. convida a comissão a contribuir para o conhecimento e a percepção da opinião pública das questões relacionadas com a desactivação de instalações nucleares e suas consequências sociais, económicas e ambientais;
9. apela à indústria nuclear para que assuma um protagonismo activo nas iniciativas de educação e de informação destinadas a um reforço da consciencialização da opinião pública sobre a questão da desactivação;
10. insta a comissão a estudar os princípios e as técnicas financeiras utilizadas na angariação de fundos para a desactivação na europa ocidental e a examinar o modo como as mesmas poderão ser aplicadas nos países da europa central e oriental, sob rigorosa observância das disposições da citada directiva 96/92/ce;
11. exorta a comissão a continuar a melhorar a sua comunicação com o público em geral no que respeita aos programas de idt da união europeia relativos à investigação nuclear em geral e à desactivação de instalações nucleares em particular;
12. requer que se melhore a transparência face à opinião pública, facilitando-se consideravelmente o acesso aos resultados da investigação;
13. recomenda que se tenham sempre em conta os conhecimentos tecnológicos disponíveis e uma correcta avaliação económica dos custos reais, assim como provas científicas claras, antes de se tomar qualquer decisão em matéria de exploração ou de desactivação de instalações nucleares;
14. solicita à comissão que realize um estudo sobre o tempo remanescente de vida útil das centrais nucleares, tendo em conta que o mesmo pode actualmente atingir 50 ou 60 anos, como se está a verificar nos estados unidos, bem como as melhorias tecnológicas necessárias para prosseguir a utilização futura das actuais instalações nucleares para os mesmos fins;
15. insta o conselho e a comissão a encorajarem a desactivação de centrais nucleares inseguras na europa;
16. reconhece que diferentes sistemas exigem diferentes técnicas de desactivação e que há argumentos sólidos a favor tanto do desmantelamento directo total como da desactivação gradual; há que tomar decisões sobretudo com base em estimativas da exposição da população trabalhadora e da população em geral às radiações através dos diversos métodos disponíveis;
17. chama a atenção para a necessidade de evitar a mistura de diferentes tipos de resíduos radioactivos com material não contaminado;
18. solicita à comissão que reveja a possibilidade de reduzir o volume de resíduos a gerir como radioactivos, que analise a possibilidade de definir técnicas para desclassificar parte dos mesmos devido ao seu baixo teor radioactivo e que avalie as possíveis utilizações de parte do material obtido no desmantelamento das instalações em causa;
19. insta a comissão a analisar a possibilidade de reduzir os custos da desactivação na europa e de diminuir as quantidades de resíduos finais através da reciclagem e da reutilização do material proveniente das desactivações;
20. regista com agrado a intenção da comissão de publicar uma comunicação sobre a desactivação de instalações nucleares, e insta-a a especificar, nessa comunicação, quais as disposições legais (acervo comunitário) que os novos estados-membros devem observar na construção, exploração e eventual desactivação de instalações nucleares, bem como nos vários estádios do ciclo do combustível nuclear;
21. propõe, dado que o desmantelamento de centrais nucleares dá origem a uma quantidade considerável de substâncias de muito baixa radioactividade e que as substâncias registadas numa zona de controlo radioactiva não deverão voltar a circular de forma não controlada, que se defina uma nova categoria de resíduos ("very low level radioactive waste"), em relação aos quais importa desenvolver concepções de gestão e de depósito definitivo inspiradas no modelo francês;
22. encarrega o seu presidente de transmitir a presente resolução à comissão e ao conselho.
um dos fundadores já não pensa assim....greenpeace has always fought - and will continue to fight - vigorously against nuclear power because it is an unacceptable risk to the environment and to humanity. the only solution is to halt the expansion of all nuclear power, and for the shutdown of existing plants.
pois precisamos. quanto tempo até lá?we need an energy system that can fight climate change, based on renewable energy and energy efficiency. nuclear power already delivers less energy globally than renewable energy, and the share will continue to decrease in the coming years.
we are extremely worried about this as it raises big questions about turbine safety, especially as the ones proposed for our village are over 100 metres tall. this must give councillors something to think about when they are considering future proposals.
será o ultimo?this is the first of these specific kind of incident we are aware of and there are over 2,000 installed turbines in the uk
quem te ouvir falar até pensa que a fissão nuclear não ocorre espontaneamente na natureza...a fissão nuclear é uma das piores maneiras de produzir energia, tão má que produz elementos que não existem em parte alguma do universo.
por exemplo... ou alguém escreveu um post, e o hynek n viu o aviso a dizer que alguém tinha escrito um post, e fechou a janela...ferra Escreveu:provavelmente depois do que foi dito o que deve ter acontecido deve ter sido o que já tambem aconteceu:
ao se demorar muito tempo a escrever um post o softwear pede para se registar novamente. quando isto acontece ele apaga o que estava escrito !
digo eu...
question - what is the efficiency of nuclear energy?
----------------------------------------
this is not an easy question, because it depends upon how you define
"efficiency". from a fundamental perspective, efficiency can be defined as:
efficiency = 100x [th -tc] / th where:
th and tc are the temperature of the reactor core and tc is the temperature
at which the heat is expelled from the generator (all temperatures in
kelvins). so, let's say th = 1000 k and tc = 300 k, then: efficiency is:
100x [1000 - 300] / 1000 or 70%. this is an ideal maximum. it does not take
into account heat exchanger efficiency, heat losses in pipes, the energy
used to pump fluids around, and all the other "machinery" necessary to
produce energy in an operating power plant. all of those losses could cut
this "efficiency" in half. some models for efficiency go into more detail by
incorporating "down time". for example, if a power plant has to be put on
hold for 36.5 days per year for maintenance, then its efficiency would be
decreased by another 10%.
other efficiency "models" incorporate the "cost" of operation in terms
energy output. such costs involve dollars required for monitoring, cost of
waste disposal, and so on.
so the answer to your question has a lot to do who and why the calculation
is being done.
e o biogás? não lhe dá um jeitinho estar a cerca de 37º?like conventional power plants, nuclear power plants generate large quantities of waste heat which is expelled in the condenser, following the turbine. colocation of plants that can take advantage of this thermal energy has been suggested by oak ridge national laboratory (ornl) as a way to take advantage of process synergy for added energy efficiency. one example would be to use the power plant steam to produce hydrogen from water.[44] the hydrogen would cost less, and the nuclear power plant would exhaust less heat into the atmosphere and water vapor, which is a short-lived greenhouse gas.
the world nuclear association states that "sun, wind, tides and waves cannot be controlled to provide directly either continuous base-load power, or peak-load power when it is needed. in practical terms they are therefore limited to some 10-20% of the capacity of an electricity grid, and cannot directly be applied as economic substitutes for coal or nuclear power, however important they may become in particular areas with favourable conditions." "the fundamental problem, especially for electricity supply, is their variable and diffuse nature. this means either that there must be reliable duplicate sources of electricity, or some means of electricity storage on a large scale. apart from pumped-storage hydro systems, no such means exist at present and nor are any in sight." "relatively few places have scope for pumped storage dams close to where the power is needed, and overall efficiency is low. means of storing large amounts of electricity as such in giant batteries or by other means have not been developed."[61] (opponents dispute these claims as discussed in the main article.)
for instance, typically a doubling of the uranium market price would increase the fuel cost for a light water reactor by 26% and the electricity cost about 7%, whereas doubling the price of natural gas would typically add 70% to the price of electricity from that source.
the difference in the heat value of uranium compared with coal and other fuels is important (though both are used at about 33% thermal efficiency in the power station). a one million kilowatt (1,000 mwe) power station* consumes about 3.1 million tonnes of black coal each year, or about 24 tonnes of uranium (as uo2) enriched to about 4% of the useful isotope (u-235). this requires the mining of over 200 tonnes of natural uranium which may be recovered from, say, 25-100,000 tonnes of typical uranium ore.
the enormous difference in the quantities of fuel used also directly affects the quantities of waste that remain after the electricity has been generated.
the 27 tonnes or so of spent fuel taken each year from a 1000 mwe nuclear reactor is highly radioactive and gives off a lot of heat. some is reprocessed so that 97% of the 27 tonnes is recycled. the remaining 3%, about 700 kg, is high-level radioactive waste which is potentially hazardous and needs to be isolated from the environment for a very long time. however, the small quantity makes the task readily manageable. even where the spent fuel is not reprocessed, the yearly amount of 27 tonnes is modest compared with the quantities of waste from a similar sized coal-fired power station. its isolation in both storage and transport is easily achieved.
the 1,000 mwe coal-fired power station produces about 7 million tonnes of carbon dioxide each year, plus perhaps 200,000 tonnes of sulfur dioxide which in many cases remains a major source of atmospheric pollution. other waste products from the burning of coal include large quantities of fly ash (typically 200,000 tonnes per year), containing toxic metals, including arsenic, cadmium and mercury, organic carcinogens and mutagens (substances that can cause cancer and genetic changes) as well as naturally-occurring radioactive substances.
if not fully contained, these routine wastes can cause environmental and health damage even at great distances from the site of the power station. for example, acid rain caused by the release of sulfur dioxide has crossed national boundaries and caused severe damage to lakes, rivers and forests in canada, scandinavia and elsewhere.
any means of producing electricity involves some wastes and environmental hazard. the nuclear industry is unique in that it is the only energy-producing industry that takes full responsibility for the disposal of all its wastes and meets the full cost of doing so. nuclear energy today saves the emission of about 2.4 billion tonnes of carbon dioxide each year (compared with over 7 billion tonnes per year actually emitted from fossil fuel electricity generation).
to quote an indian physicist, the late dr homi bhabha,"no energy is more expensive than no energy".no country would want to be too dependent on a single energy source. for many it is therefore not a question of coal or nuclear for their main supply of electricity, but a combination of both, with as much help as possible from renewable sources, and back-up from gas.
portanto será viável dizer que as centrais não serviram de "backup" isto porque têm de estar sempre a trabalhar. por outro lado surge-me outra duvida, se tivermos alimentados a por exemplo 50 % de energia nuclear, quando acontecer o reabastecimento entre os tais 4-5 anos, como vamos ligar o pc e acender umas lâmpadas e utilizar os frigoríficos nessa altura, presumo que um reactor leve algum tempo a arrefecer, trocar o combustível e voltar a arrancar, isto presumo que demore alguns bons dias a fazer, nesse caso tínhamos de ter outra central nuclear de apoio, vá descalcem lá esta bota.as centrais nucleares tal como as de carvão e fuel, necessitam de 36h a 48h para realizar um arranque a frio, isto deve-se as limitações dos sistemas usados, sendo 2 dos grandes contratempos o aquecimento da caldeira e o aquecimento das turbinas de vapor.
esta surpreendeu-me, e de facto faz sentido, segundo sei, controlar a reacção da fissão nuclear não é assim tão simples, o que faz com que a energia despendida tenha de ser maior que aquela que é obtida, dai o enorme sistema de arrefecimento que o reactor tem, numa térmica a carvão ou fuel-óleo é mais simples, porque basta aumentar ou reduzir a intensidade da queima. portanto grande parte da energia do reactor nuclear vai direitinha para atmosfera em forma de vapor, acho estranho é chamarem-lhe um processo de obtenção de energia limpa.se uma central a gas tem 58% de rendimento, a carvão é 30% a nuclear é ridiculamente baixa <10%.
há mais coisas que se produzem a temperaturas altas.... podia estimular a economia local, o uso dessa água quente...like conventional power plants, nuclear power plants generate large quantities of waste heat which is expelled in the condenser, following the turbine. colocation of plants that can take advantage of this thermal energy has been suggested by oak ridge national laboratory (ornl) as a way to take advantage of process synergy for added energy efficiency. one example would be to use the power plant steam to produce hydrogen from water.[44] the hydrogen would cost less, and the nuclear power plant would exhaust less heat into the atmosphere and water vapor, which is a short-lived greenhouse gas.
backup ao carvão... não sei se já reparaste, mas a ideia evoluiu até ter uma imagem da coisa.portanto será viável dizer que as centrais não serviram de "backup" isto porque têm de estar sempre a trabalhar. por outro lado surge-me outra duvida, se tivermos alimentados a por exemplo 50 % de energia nuclear, quando acontecer o reabastecimento entre os tais 4-5 anos, como vamos ligar o pc e acender umas lâmpadas e utilizar os frigoríficos nessa altura, presumo que um reactor leve algum tempo a arrefecer, trocar o combustível e voltar a arrancar, isto presumo que demore alguns bons dias a fazer, nesse caso tínhamos de ter outra central nuclear de apoio, vá descalcem lá esta bota.