Re: SAUDE
Enviado: terça mai 17, 2011 10:28 pm
depressão é mais comum nas mulheres
17 de maio de 2011
a depressão será uma das principais causas de absentismo laboral em 2030, patologia mais comum nas mulheres e cuja incidência deve agravar-se com a crise económica, indica um estudo esta terça-feira apresentado em faro.
de acordo com a autora do estudo «perfil de saúde da região do algarve», a médica estela fabião, um dos efeitos da crise financeira é a diminuição da «qualidade de vida, bem-estar e auto estima» das populações.
«o problema das patologias do foro psíquico é que não se vêem e são difíceis de trabalhar», resumiu, em declarações aos jornalistas, acrescentando que é preciso ter especial atenção à faixa etária entre os 18 e os 25 anos.
à margem da apresentação do estudo, a médica disse ainda que os jovens são muito afectados pela depressão, sobretudo os qualificados que não conseguem integrar-se o mercado laboral.
no caso específico da região algarvia, o desemprego feminino aumentou entre os licenciados de 2009 para 2010, um dos factores que torna o género feminino mais vulnerável à depressão.
«não há uma evidência científica para explicar a razão de a patologia afectar mais as mulheres, mas a verdade é que continuamos a ter desigualdade de género e maiores exigências sobre o sexo feminino», concluiu.
de acordo com o mesmo estudo a mortalidade materna no algarve é superior às restantes regiões continentais e afecta sobretudo as mulheres estrangeiras, mais velhas e cujas gravidezes não são seguidas por um médico.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=510966
17 de maio de 2011
a depressão será uma das principais causas de absentismo laboral em 2030, patologia mais comum nas mulheres e cuja incidência deve agravar-se com a crise económica, indica um estudo esta terça-feira apresentado em faro.
de acordo com a autora do estudo «perfil de saúde da região do algarve», a médica estela fabião, um dos efeitos da crise financeira é a diminuição da «qualidade de vida, bem-estar e auto estima» das populações.
«o problema das patologias do foro psíquico é que não se vêem e são difíceis de trabalhar», resumiu, em declarações aos jornalistas, acrescentando que é preciso ter especial atenção à faixa etária entre os 18 e os 25 anos.
à margem da apresentação do estudo, a médica disse ainda que os jovens são muito afectados pela depressão, sobretudo os qualificados que não conseguem integrar-se o mercado laboral.
no caso específico da região algarvia, o desemprego feminino aumentou entre os licenciados de 2009 para 2010, um dos factores que torna o género feminino mais vulnerável à depressão.
«não há uma evidência científica para explicar a razão de a patologia afectar mais as mulheres, mas a verdade é que continuamos a ter desigualdade de género e maiores exigências sobre o sexo feminino», concluiu.
de acordo com o mesmo estudo a mortalidade materna no algarve é superior às restantes regiões continentais e afecta sobretudo as mulheres estrangeiras, mais velhas e cujas gravidezes não são seguidas por um médico.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=510966


