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Enviado: sexta abr 13, 2007 10:50 pm
por joao.prates
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Enviado: sexta abr 13, 2007 11:48 pm
por escalavardo
joão, a toyota é uma marca como outra qualquer.. o seu principal objectivo é fazer dinheiro! a uma dada altura entendeu que as politicas ambientais eram um assunto ainda por desbravar e que poderiam dar enormes ganhos a nível de imagem perante opinião pública (e tu és um exemplo disso).

se as outras marcas acordaram mais tarde para essa questão, pois é discutível.. o que é certo é que todas se aproveitam desse facto para se auto-promoverem perante a opinião pública.

plantar árvores em troca de publicidade é ridiculo, para não dizer mais. se a toyota tem tanto interesse pelo ambiente, porque não foi plantar essas árvores, sem fazer alarido? os santos não são bons pelos milagres que anunciam, de forma a comprar o lugar no céu...

e não são algumas centenas de árvores que vão reflorestar portugal. não esqueçer que 90% dos terrenos estão em mãos de privados, e que quase 100% da área ardida pertence a particulares.. concerteza não achas que os ambientalistas vão entrar por um terreno adentro e começar a plantar árvores.

Enviado: sábado abr 14, 2007 12:03 am
por joao.prates
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Enviado: sábado abr 14, 2007 6:04 pm
por orbis
meu caro joão.prates, um conselho: escreva menos, leia mais e acima de tudo diminua o seu nível de arrogância. o forum agradece.

Enviado: sábado abr 14, 2007 7:28 pm
por Biod
o que vejo é que só existia veiculos diesel ou a gasolina.

fala-se, escreve-se muito sobre alternativas mas o que as marcas fazem não passam dos prototipos.

apenas duas marcas lançaram já 2 tecnologia mais amigas do ambiente com a introdução do ima e do prius. pena as outras falarem muito, mas não passarem dos prototipos

por informções que tive preve-se que seja lançado um hibrido e a gpl em 2010, tou ancioso para que isso aconteça

Enviado: sábado abr 14, 2007 9:56 pm
por joao.prates
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Enviado: sábado abr 14, 2007 10:13 pm
por joao.prates
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Enviado: sábado abr 14, 2007 10:16 pm
por orbis
leia o que escreveu para trás.
faz afirmações muito discutíveis como se fosse dono absoluto da verdade e quando não concordam consigo diz que essas pessoas estão a milhas ( mais concretamente utiliza a palavra "vocês", que eu entendo como legítimo que se esteja a referi ao forum). como se não bastasse esta manifestação de presunção, ainda classifica os que não pensam de acordo consigo como gente "tacanha e pequenina".
meu amigo, todos os dias se inscrevem neste forum pessoas como você cheias de vontade falar e de impor as suas ideias aos outros e com pouca paciência para ler o muito que está escrito e alojado no nosso servidor. normalmente, depois da verborreia inicial nunca mais se ouve falar neles. espero, sinceramente que não seja o seu caso.

Enviado: sábado abr 14, 2007 10:26 pm
por joao.prates
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Enviado: sábado abr 14, 2007 10:29 pm
por orbis
obrigado por me lembrares o meu papel de moderador. foi precisamente por o ser que achei por bem intervir.

Enviado: sábado abr 14, 2007 10:36 pm
por joao.prates
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Enviado: domingo abr 15, 2007 12:55 am
por escalavardo
amigo joão, sem dúvida que com pequenos gestos não vamos lá.. da minha parte tenho a consciência um pouco tranquila (atenção que disse apenas um pouco), pois sei que já fiz algumas coisas que podem ajudar a preservar o ambiente.

claro que também já acordei para a realidade, e percebo que se o factor económico não estiver agregado, não existe boa vontade que resista, e as causas acabam por se extinguir.

o que pretendo alertar é exactamente a existência desse factor económico, associado a todas as iniciativas, que à primeira vista parecem inocentes (toyota plantar árvores, etc), mas que se forem bem analisadas, facilmente se percebe que de inocentes nada têm..

e venho já algum tempo observando este fenómeno que me revolta.. um exemplo flagrante é as campanhas lançadas pelas gasolineiras: "gasolina amiga do ambiente".. quem é o palerma que acredita nisso?? e o problema é que as vendas sobem à custa do facto de existirem muitas pessoas ingénuas, que até se preocupam com o ambiente, mas que não pensam um bocadinho nas coisas que lhes tentam impingir.. e peço desculpa, mas essa iniciativa da toyota é mais um desses exemplos..

aqui no algarve, os incêndios de 2005 varreram uma área enorme de eucaliptal, montado de sobreiros e pinhal.. os sobreiros, como são as árvores certas, no lugar certo, sobreviveram ao fogo. o resto ardeu tudo (e tirando o facto das pessoas terem perdido o trabalho de uma vida, os fogos até foram benéficos, pois "limparam" a praga dos eucaliptos). ora o amigo acha que alguém já reflorestou alguma coisa? os terrenos pertencem a particulares!!

participei na organização de uma exposição de arte (pintura, escultura, fotografia, etc), em que o valor das obras revertia para a reflorestação. arranjou-se algum dinheiro e entregou-se à associação produtores florestais mais próxima. as árvores foram plantadas por especial favor e num terreno da associação, pois terrenos particulares não se pode entrar lá..

além disso tanto esta iniciativa como essa da toyota não prevê os custos adicionais.. não é só ir lá um dia, jogar umas árvores para a terra e fica tudo bem.. é necessária haver manutenção e limpeza do terreno periódicamente, senão outras espécias invasoras vão "sufocar" as árvores plantadas.. alguém acha que isso irá ser feito? a toyota garante essa manutenção? ou foi só jogar árvores para a terra e agora elas que se desenrasquem??

não me parece que a toyota vá gastar tanto dinheiro.. a não ser que depois daqui a 20 anos vá lá cortá-las, para vender a madeira...

e já agora outra pergunta: que espécies foram plantadas? mais pinhal e eucaliptal?

Enviado: domingo abr 15, 2007 2:10 am
por joao.prates
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Enviado: domingo abr 15, 2007 11:31 am
por joao.prates
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Enviado: domingo abr 15, 2007 10:56 pm
por escalavardo
vá lá, já não foram pinheiros e eucaliptos. já é de louvar...

pois não vale a pena batermos na mesma tecla. admito que a toyota já plantou muitas mais árvores que eu.

então sendo assim só ganha a publicidade, pois a madeira e cortiça muito provavelmente não irá conseguir deitar a mão.. a não ser que tenha feito algum tipo de contracto já para daqui a 30 anos..

e pode ser que essas árvores tenham manutenção, pois concerteza os associados da anefa querem tirar rendimentos disto (cortá-las daqui a uns tempos..).

bem, mas acho que os nossos pontos de vista já foram expostos, dou-me por satisfeito..

Enviado: segunda abr 16, 2007 12:22 am
por EnergiaDiesel
joao.prates Escreveu:
energiadiesel Escreveu:
tó miguel Escreveu: são quanto muito veículos de transição
exacto , sempre foram encarados por parte das marcas como tal , só que com a crescente preoucupação ambiental a ausência de opções rápidas no mercado fez com estes se torna-sem uma alternativa (de curto alacance e curto impacto está mais que provado em termos técnicos pelo simples facto de não serem 100% independentes da gasolina se o fossem como o hidrogénio ou a electricidade) e dando óptimas margens de lucros ás marcas.
meu caro amigo, mais uma vez estás enganado, vocês no assunto automóvel andam um bocadinho "a milhas"... mas tudo bem...

o prius é possivelmente o carro que menos lucro dá à toyota. é tudo uma questão de aposta, de investimento no futuro. repara que eles têm (não existem em portugal) uns 7 ou 8 modelos híbridos, e a ideia é que todos os toyota passem a híbridos a médio prazo. por isso é importante que as pessoas vão perdendo o "medo" da tecnologia, é uma aposta mais a longo prazo.

curiosamente a gm que é tão somente o nº1 mundial (por enquanto... a toyota já lhe anda a morder nos calcanhares) e a honda, para citar estas 2 apenas, desmontaram o prius peça a peça e disseram categoricamente que lhes era totalmente impossível fabricar o carro com custo menor do que o preço de venda. diziam por isso que a toyota estava a fazer "dumping" ao vender um carro tão avançado por tão pouco dinheiro, só para fazer pegar uma moda, a moda dos híbridos.

pois é, gente tacanha e pequenina é assim que pensa, não vê mais à frente. eu sinceramente não sei se perdem dinheiro com cada prius ou não, a toyota diz que ainda ganha algum, eu não sei, de uma maneira ou de outra sinto-me um dos muitos previligiados em puder conduzir uma viatura tão extraordinária todos os dias.

se fores ver hoje, passados 6 anos do lançamento do 1º modelo do prius, agora todos se dizem amigos do ambiente, todos mostram protótipos de carros a hidrogénio ou eléctricos, todos agora querem participar... enfim.

a toyota começou a trabalhar nos híbridos à 40 anos atrás, tem um avanço tão grande que dificilmente alguém a apanha numa década de trabalho.

a toyota tem políticas ambientais rigorosíssimas, tanto a nível da produção como da assistência, estuda ao pormenor os ciclos de vida das viaturas, tem certificações ambientais como mais nenhuma tem, e tem um historial de investigação em tecnologias limpas ímpar.

é por tudo isto que sou um fã incondicional toyota, porque efectivamente é a única marca que vejo interessada em cuidar do ambiente. as outras só o fazem, ou fingem fazer, por moda.

se quiserem aprender algumas coisas sobre o tema, dêm um salto a este link:

http://www.toyota.co.jp/en/tech/environment/index.html

têm o menu para navegar do lado esquerdo, vejam só a quantidade de informação que disponibilizam ao público em geral. dá para ter uma ideia do envolvimento da marca com o ambiente.

marcas assim têm o meu suporte incondicional. venham mais assim!
joão.prates vamos por partes.

os híbridos de facto são transitórios pela simples razão de necessitarem de combustível fóssil para se moverem apesar de terem um pequeno motor eléctrico.

dão lucro ás marcas que os comercializam caso contrário não eram fabricados.

as marcas nipónicas não tem o monopólio deste mercado apesar dos seus esforços tecnológicos e atenção que admiro e muito a tecnologia nipónica.

e temos que ler com atenção e de um modo imparcial as opiniões/pontos de vista dos outros membros pois ninguém é dono da verdade absoluta

eu falo por mim por isso não coloque as expressões no plural.

a toyota já é o construtor nº1 a nível mundial

fica aqui mais uma infornação útil para o fórum apesar de desconfiar que o membro joão.prates ja a deva conhecer ou não;)

http://www.hibridosclube.pt.vu

obrigado pela inf. escalavardo

Enviado: segunda abr 16, 2007 12:30 am
por EnergiaDiesel
já que se fala em energias alternativas

ventos de mudança

chevrolet volt


com o chevrolet volt de propulsão eléctrica a gm parece querer mudar o paradigma energético.

o chevrolet volt é proposto por um dos construtores mais resistentes a mudanças que ameacem os interesses económicos do sector. embora a solução aqui apresentada não seja inovadora, é sofisticada e atende de forma inteligente aos interesses de todas as partes; o cliente, a indústria automóvel e a petrolífera. a pertinência desta solução deve-se a factores como a evolução dos preços dos combustíveis até à forte pressão exercida pelo movimento de cidadãos que, à escala global e no âmbito da iniciativa “who killed the electric car?” (desencadeada em 2003 por ocasião do abate propositado pela gm do ev1, o seu primeiro veículo eléctrico puro com elevado sucesso), decidiram pressionar o construtor para continuar na linha dessa tecnologia! este tipo de consciência ambiental aumentou com a maior sensibilidade do povo americano para as questões ambientais, incrementada com o filme “uma verdade inconveniente” apresentado em 2006 por al gore.
em suma, há quem afirme que a economia americana funciona na base no “shock driven”. o choque já chegou, a reacção está a surgir.

ideia simples e conhecida


o conceito de base aplicado no chevrolet volt não é inovador nos sistemas de propulsão de veículos terrestres e marítimos. a propulsão eléctrica, entre inúmeras aplicações, foi utilizada em tanques de guerra alemães que se deslocavam com um propulsor eléctrico alimentado por um gerador acoplado a um motor de combustão. este princípio é hoje utilizado nas locomotivas diesel/eléctricas e no protótipo alessandro volta, exibido pela toyota em 2004.

grande flexibilidade

o volt é um veículo com tracção às rodas dianteiras, movido exclusivamente por um motor eléctrico alimentado por baterias, ao qual foi adicionado um gerador de electricidade accionado por um motor de combustão interna (mci), com o objectivo de estender a sua autonomia. este conjunto propulsor foi denominado por tecnologia e-flex e o veículo agora apresentado constitui o primeiro onde esta é aplicada. foi concebido para utilizar, de forma directa, pouca ou nenhuma gasolina. na versão actual a tecnologia e-flex é constituída por um motor eléctrico de 161 cavalos, controlado por um variador electrónico de velocidade e alimentado por uma bateria de iões de lítio com 16 kwh de capacidade e 181 kg. o sistema é complementado por um motor ecotec de três cilindros, turbo, com 1000 c.c. a gasolina e 71 cavalos de potência, acoplado a um gerador eléctrico de 53 kw, que entra em funcionamento para recarregar a bateria apenas quando o nível de carga desta desce abaixo de um determinado limiar.

a denominação e-flex deve-se à flexibilidade desta arquitectura a dois níveis. primeiro, permite que no futuro tanto o motor eléctrico como o sistema de armazenamento de energia se possam adaptar facilmente a diferentes potências, tamanhos de veículos e ir integrando as tecnologias mais evoluídas que forem surgindo. a segunda tem a ver com a flexibilidade ao nível das fontes de energia possíveis de utilizar para gerar electricidade a bordo. a versão actual integra um motor de combustão interna (mci) alimentado a gasolina. mas, consoante o mercado, pode ser utilizado um motor que consuma o diesel tradicional, o e85 (um combustível misto com 85% de etanol 15% de gasolina) ou outro biocombustível. é comum a todas as opções o facto de o mci ser programado para trabalhar no regime dinâmico que garanta a sua máxima eficiência energética e o menor nível de emissões.

maior autonomia


a grande mais valia da tecnologia e-flex é a de explorar as potencialidades da tracção eléctrica, permitindo ultrapassar a limitação da autonomia dos sistemas eléctricos puros. a bateria do volt recarrega em seis horas e percorre cerca de 64 km em tráfego urbano. para vencer distâncias maiores entra em acção o mci, para repor carga na bateria. no protótipo agora apresentado, com um depósito de 54 litros de gasolina, a autonomia anunciada é de 1030 km, cerca do dobro dos veículos convencionais . se tivermos em conta os resultados do estudo “personal vehicle miles driven daily” recentemente realizado nos eua, que revelou que cerca de 80% dos veículos nesse país percorrem diariamente uma distância inferior a 85 km e 50% percorrem uma distância inferior a 42,5 km, um veículo com a autonomia já disponibilizada pelo chevrolet volt constituirá, para a maioria dos cidadãos, uma alternativa de mobilidade eficaz, que podem recarregar nas tomadas das garagens e eliminar, para alguns quase em definitivo, a deslocação a um posto de abastecimento de combustível.

do ponto de vista do impacto ambiental desta solução, vamos considerar duas situações. na primeira o veículo realiza trajectos diários de distância inferior à autonomia em modo eléctrico. na segunda efectua percursos muito extensos e funciona por longos períodos com o mci ligado. para a primeira situação a taxa de emissões associada (incluindo a emissão de co2) depende exclusivamente do mix associado à origem da electricidade de onde o veículo é abastecido. se for a partir de uma fonte renovável (hídrica, eólica ou solar) a sua taxa de emissões é quase nula. se for a partir de uma fonte predominantemente fóssil (carvão, gás natural ou fuel óleo) aí é já muito diferente. para o caso de uso de biocombustíveis as taxas de emissão assumem valores intermédios.
convém salientar que, mesmo para a segunda hipótese e para a situação de trajectos longos, o impacto ambiental desta solução tecnológica é sempre inferior ao do uso directo do combustível num veículo com tecnologia convencional. esta razão deve-se ao facto de o mci trabalhar sempre no regime óptimo e de não haver o tradicional pára/arranca, inevitável com os sistemas de propulsão com motor de combustão.

texto:joaquim delgado (doutorado em sistemas de energia)

artigo publicado na revista turbo de março de 2007

eléctrico utilização barata
usando o chevrolet volt no modo 100% eléctrico, o consumo de electricidade é baixo. a bateria totalmente carregada tem uma capacidade de 16 kwh. mas como por questões técnicas esta nunca se descarrega, vamos considerar que fica com uma carga remanescente de 6 kwh. isto significa que para percorrer 64 km o motor consome cerca de 10 kwh de electricidade com um custo de 1 euro por dia. feitas as
contas dá um custo em electricidade inferior a 2 cêntimos por quilómetro.

em http://turboonline.clix.pt/default.asp? ... tid=327362

Enviado: segunda abr 16, 2007 12:49 am
por EnergiaDiesel
por informções que tive preve-se que seja lançado um hibrido e a gpl em 2010, tou ancioso para que isso aconteça
em 2010 está previsto um híbrido a diesel do grupo psa.

Enviado: segunda abr 16, 2007 1:28 am
por joao.prates
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Enviado: segunda abr 16, 2007 1:41 am
por joao.prates
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